Loira do bem ∞ : Maio 2013

sexta-feira, 31 de maio de 2013

\\0// 31 de Maio NASCIMENTO DE "John Bonham" \\m//

 
AVE BONHAM !!!.

Hoje, 31 de Maio, é o Aniversário de Nascimento, de John Bonham, o monstro sagrado e de todos os tempos,  da bateria de Led Zeppelin.

John Henry Bonham (Redditch, 31 de maio de 1948 — Clewer, 25 de setembro de 1980) foi um baterista inglês membro da banda de rock, heavy metal e hard rock Led Zeppelin, grupo de sucesso formado em 1968 pelo guitarrista Jimmy Page, junto ao vocalista Robert Plant e ao baixista e tecladista John Paul Jones. Bonham era estimado por sua velocidade, potência, e o seu pé direito rápido, sons característicos, e seu "sentir" para a música Groove. Ele é amplamente considerado um dos maiores bateristas da história da música rock.
Mais de 30 anos após sua morte, Bonham continua a angariar prêmios e elogios, incluindo uma lista dos leitores da Rolling Stone em 2011 e Gibson colocando-o em primeiro lugar da lista como "o melhores bateristas de todos os tempos" . fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O que dizem sobre Bonham:
 
 "Sabíamos que, se Bonham estivesse presente, ele faria o que tivesse de ser feito. Era necessário um tambor maior para poder bater com aquela força. Nunca mais vai existir outro igual." by Charlie Watts - The Rolling Stones.
Esse baterista de vocês tem um pé direito que parece mais um par de castanholas. by JIMI HENDRIX.
Eu me lembro de ver todos os três bateristas de James Brown em volta de John Bonham no Newport Jazz Festival incrédulos, maravilhados de como um único cara faz o que todos os três deles faziam. by John Paul Jones Led Zeppelin.

Acredito que se você é autodidata num instrumento fica mais fácil desenvolver um estilo próprio” ― by John Bonham
 
"Eu tinha duas ofertas excelentes: de Chris Farlowe e de Joe Cocker. Farlowe já tinha o nome feito e eu sabia que Cocker chegaria lá, mas quando vi meu amigo (Plant) aliado à Jimmy Page, não pensei duas vezes". by John Bonham

Performances imbatíveis de Bonham nos vídeos abaixo:

OUT ON THE TILES/BONZO SOLO (live 77) - Led Zeppelin

John Bonham Drum Solo (Moby Dick)-Led Zeppelin  

Fonte: by google 
Fotos: by google.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

DIREITO:O advogado que fez do tribunal do júri a sua vida

Interessante as estratégias de defesa e argumento.
Semanas atrás, eu postei, uma brilhante defesa, do Advogado Samuel Ramos, que provou a  inexigibilidade de um crime, um ex boiadeiro, tendo como argumento, a música 'Peão", de Almir Sater e Renato Teixeira.
A Gazeta do Povo, gravou uma entrevista, com o brilhante advogado, onde, ele lembra, de alguns casos interessantes, em que atuou como defensor, entre eles, o do boiadeiro e outros, relevantes.

O renomado advogado Samuel Rangel, em entrevista, ao jornal Gazeta do Povo, comenta deste caso, como outras brilhantes defesas e vitoriosas de sua carreira profissional.
Advocacia Samuel Rangel
Facebook: https://www.facebook.com/AdvocaciaSamuelRangel
Padre Camargo, 185, Alto da Gloria, Curitiba /PR 
+ 55 (41) 87319969 - +55 (11) 9491-45670

Para o advogado Samuel Rangel, o que acontece entre as paredes do tribunal do júri é mais que uma terapia. Com quase 350 júris no currículo, além de experiência, o defensor tem muitas histórias divertidas e emocionantes para compartilhar. 

O senhor pode falar um pouco da sua carreira? Ela se confunde com a história do Tribunal do Júri de Curitiba?
Formei-me pela Universidade Federal do Paraná em 1994. Fiz meus primeiros júris na faculdade e foi quando surgiu minha paixão pelo tribunal do júri. O primeiro foi em 1995, em Mangueirinha, no interior do estado, depois atuei em Curitiba, em Goiás, em Santa Catarina e em São Paulo, a maior parte como dativo. Contanto com o de hoje [a entrevista foi realizada no dia 15 de maio], são 323 júris. Não chego a fazer parte de toda a história do júri de Curitiba, até porque o plenário daqui é antigo. Recentemente, inclusive, queriam levar o plenário para o antigo complexo presidiário do Ahú.
Mas é um lugar histórico, não é?
Sem dúvida. Deus me livre tirarem daqui, vai perder toda a história envolvida nestas paredes. Inclusive, há placas de homenagem no hall de entrada. Um dia, se Deus quiser, vai ter uma minha, com uma homenagem póstuma: “Samuel Rangel, advogado que fez do tribunal do júri a sua vida”. E atendendo, para cada dez processos, oito de graça.
Com essa proporção, o senhor avalia que trabalha por paixão mesmo?
Com certeza. Até porque, se não houvesse paixão, realmente não haveria nem por quê. O júri é a instituição mais democrática e célere. É apaixonante. Quando passo muito tempo sem fazer júri, começo a incomodar o povo lá em casa, que diz: “vá fazer um júri que você está muito nervoso” [risos].
É uma terapia?
Para mim, melhor que a música. Gosto tanto do que acontece aqui. Lógico que vivemos momentos tristes, nem todas as decisões são as que a gente entende como as mais acertadas, mas é onde vemos a sociedade julgando, e promotor, advogado e juiz sem distinção hierárquica, respeitando-se como iguais.
O senhor defende a atuação de advogados na defensoria dativa...
Atuo como advogado dativo porque a defensoria pública não vence, o número de defensores é insuficiente, é uma espécie de SUS do Judiciário. Fiz um anteprojeto de lei de regulamentação da defensoria dativa como opção complementar à defensoria. Os advogados precisam se convencer de que existe a necessidade de cumprir o juramento de defender as pessoas independentemente de elas terem ou não condições financeiras. Os recém-formados fazem três ou quatro júris dativos para aprender e depois não atendem mais. É triste, é como usar os pobres como ratos de laboratório. Lógico que o Estado dificilmente paga e também atrasa [os honorários]. De tudo que fiz aqui, não recebi nem 10%. Mas o advogado tem que ter essa indignação com a justiça, com a ausência do Estado, com o Estado insuficiente, que tudo cobra e nada oferece.
Em um dos seus textos disponíveis na internet, o senhor faz um balanço de carreira e comenta que esperava encontrar tempo para escrever um livro. O senhor encontrou esse tempo? Do que ele trata?
Encontrei, mas o problema é que acho que ele nunca está pronto [risos]. Primeiro porque sempre o próximo é o júri que você não pode deixar de fora. É um livro sobre crônicas de júri e também têm questões técnicas e doutrinárias interessantes para os operadores do direito.
Uma leitura para aprender e se divertir também?
Vamos trocar o “divertir” por sensibilizar e emocionar. Se eu falar só dos episódios engraçados que aconteceram aqui seria injusto, têm muitos episódios emocionantes. O próprio júri do Sabiá, que aconteceu, se não me engano, em 1997: as únicas seis pessoas que assistiam ao júri eram os filhos do réu, a mais nova com quatro e a mais velha com dezesseis anos. Conseguimos um bom resultado justamente por isso. O próprio promotor ajudou a acelerar a expedição do alvará de soltura para que a gente pudesse colocar o pai novamente no seio familiar.
Mas ele não está pronto ainda?
[risos] Não, ele nunca está. Não sei em quanto tempo ainda, mas, quem sabe, eu deva lançar o primeiro volume já.
O senhor é contra a diminuição da maioridade penal e sugere a adoção de um indicador biopsicossocial na avaliação dos menores infratores. O que seria isso?
O critério que trata da maioridade penal hoje é biológico. Como se um evento mágico, um segundo após a meia-noite transformasse o cidadão em absolutamente capaz e responsável. Entendo que ser justo é dar a cada um conforme sua responsabilidade e que o amadurecimento do ser humano é gradativo. Então, o critério da maioridade também deve ser gradativo e biopsicossocial. Porque, às vezes, o menino tem 18 anos, mas maturidade de 16; ou tem 16, e maturidade de 21. O critério psicológico seria fundamental para definir o quanto esse cidadão é responsável. E social porque o sistema também é imperativo na hora de formar o caráter. Não podemos dar o mesmo trato para o menino que nasce em um condomínio fechado àquele que nasce sob a ditadura do tráfico e tem como herói o traficante. Justamente por não se fazer presente e não conseguir propiciar as garantias fundamentais para essas pessoas, o Estado acaba propiciando um desvirtuamento do caráter dessa criança.
E falando dessas diferenças sociais: o pobre não tem acesso à justiça e somente o pobre vai preso. O senhor compartilha dessa ideia?
Claro, é a realidade. Estamos vendo a ação 470 [do mensalão] com vários recursos, é um absurdo. O pobre não. Ele é preso em flagrante, não tem defensoria pública nem condições de contratar um advogado para obter um relaxamento dessa prisão, responde ao processo preso e, exatamente por isso, o andamento do processo é mais rápido. Toda regra tem sua exceção. Vemos casos em que, nem com todo o dinheiro e toda a influência do mundo, há escape, mas são crimes de barbárie, que provocam comoção social.
E como o senhor se sente diante dessa realidade?
Um lutador. Estou lutando para tentar dar a essas pessoas as mesmas condições que teriam quando me contratam via patrocínio. De certa forma, isso me alivia muito. Acho muito triste o advogado achar que tudo é negócio. O dinheiro está no mundo dos efeitos, não no mundo das causas.
E quanto à sua relação com a arte: o senhor é músico, dramaturgo... Como isso se relaciona com o trabalho no tribunal do júri?
Os advogados têm que saber que somos chatos. No afã de atingir maturidade no Direito, o advogado acaba se atropelando e anulando outras fases da vida. Por isso, temos que encontrar complemento em outras coisas: ler poesia, literatura, justamente para se sensibilizar, para se tornar humano. Percebi que a música me proporcionou um bom relacionamento com a plateia, o que facilitou muito no júri. E a dramaturgia é fantástica não só pelo exercício da escrita, mas pela liberação da imaginação. Com atividades artísticas, você consegue advogar por arte e, para mim, principalmente no júri, é advogar por arte.
E uma coisa influencia a outra?
Com certeza. Em muitos casos, o tribunal do júri pode parecer um teatro. Tem plateia e tudo. Mas a história aqui é real. Alguém morreu e alguém está preso. A realidade impõe a responsabilidade e implica limites éticos. Irresponsabilidade é transformar um teatro em show. O grande advogado não é aquele que consegue grandes resultados com mentiras, mas com verdades que estão no processo, às vezes disfarçadas. Quem consegue grandes resultados com grandes mentiras é um grande mentiroso, só isso.
Fonte:  http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/justica-direito/entrevistas/conteudo.phtml?tl=1&id=1375074&tit=O-advogado-que-fez-do-tribunal-do-juri-a-sua-vida

VÍDEO: Samuel Rangel conta histórias divertidas e emocionantes da carreira


terça-feira, 21 de maio de 2013

Marketing Pessoal: Construção da imagem pessoal



 Se perguntassem "Quem é voce"? O que voce, diria?..
Será que diríamos a verdade sobre nós mesmos??
Deixariaríamos virem à tona, os nossos reais sentimentos, anseios, sonhos, objetivos, valores, o lado fragil, que sofre, que ri, que chora, que perde, que ganha, que maltrata, destrata, mente, manipula, dissimula, julga, sente medo, solidão ou não???. . 
O que viria primeiro, as forças e oportunidades( virtudes e qualidades), ou as fraquezas e ameaças?  ( defeitos e obstáculos) !!!.
E como, enfim, construiríamos essa imagem, para que fosse aceita socialmente, mas, sem deixar ser quem somos, na íntegra... 

 
“Seja você mesmo. Todas as outras personalidades já têm dono. Seja você mesmo. Todas as outras personalidades já têm dono”.

Há muitas pessoas mundo afora levando uma vida que não lhes satisfaz, às vezes por seguir um caminho traçado pela família, às vezes por desejar atender as expectativas da sociedade.
Oscar Wilde foi um mestre do individualismo. E quando falo em individualismo não me refiro a dar as costas ao mundo, mas a se relacionar com ele de forma autêntica, sendo o que de fato você é: uma pessoa única, genuína, impossível de copiar.
Quando assumimos nosso papel, fica muito mais fácil nos movimentarmos pelos diversos cenários que o mundo proporciona a todo instante.
Quando em Roma, faça como os romanos, mas não deixe de ser você mesmo.
Descobrir quem somos e quais são nossas prioridades é uma das missões da vida – provavelmente a mais importante de todas.
Portanto, é preciso lutar pela própria identidade. Como já dizia Francisco de Quevedo no século XVII: “Se puderes, vive para ti, pois, ao morreres, morrerás apenas para ti”.

Qualquer um pode fazer uma coisa. O mérito está em fazer o mundo acreditar que foi você quem a fez.
Escolhemos um Carro de determinado modelo, compramos roupa de certa grife, temos preferência por alguns artigos, mas marcas e selos de qualidade não são algo exclusivo a produtos.
Vale a pena nos fazermos algumas perguntas: E eu, de que marca sou? O que “vendo” aos outros? Que imagem projeto? Em seu livro Y tú, ¿qué marca eres?
(E você, de que marca é?, numa tradução livre), a especialista em marketing Neus Arqués assegura que a marca pessoal se constrói de dentro para fora, nunca o oposto. Não depende da roupa que vestimos ou de imitar outras pessoas, mas de transmitir valores autênticos.
Portanto, para deixarmos nossa marca, devemos antes fazer um exercício de introspecção e descobrir o que há de mais genuíno em nós. Conhecer nossos valores e virtudes é o que nos torna singulares e nos permite comunicar essa singularidade ao mundo.

Fonte:
Oscar Wilde para inquietos
Autoria de Allan Percy (especialista em coaching e em literatura de autoajuda e desenvolvimento pessoal) – editora sextante.

Sobre Oscar Wilde (Dublin, 16 de outubro de 1854 - Paris, 30 de novembro de 1900) foi um dramaturgo, escritor e poeta irlandês. , um dos maiores escritores de língua inglesa do século 19, tornou-se célebre pela sua obra e pela sua personalidade. Sofisticado, inteligente, dândi, adepto do esteticismo (da "arte pela arte").

Sobre NEUS ARQUÉS
Site Oficial http://www.neusarques.com
nasceu em Barcelona em 1964. É formada em Ciências Políticas e especialista em Marketing e Comunicação. Publicou Fem Bessons (2002), relato sobre o secretismo da fertilização in vitro, e o manual Aprender comunicación digital (2006). Em Um Homem de Aluguer, o seu primeiro romance, interroga-se acerca da forma como as mulheres gerem a invisibilidade e o desejo.
 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Comunicado: Cancelamento de shows “Projeto Itinerário Estrada Real”



Comunicado
A quem interessar possa 

 
Cancelamento de shows “Projeto Itinerário Estrada Real”

Conforme comunicado da produtora, Carla Grova e responsável, pelo Itinerário Cultural “Estrada Real”, os shows divulgados, para as cidades de Paraty, RJ (30/05), São João Del Rei, MG (01/06) e Ouro Preto, MG (02/06), e abrilhantados pelos artistas Almir Sater e Gabriel Sater, ficam cancelados, por motivos operacionais e técnicos, que causam o impedimento na realização dos mesmos nestas datas.
Quaisquer eventualidades ou datas remarcadas serão divulgadas posteriormente e em tempo hábil.

foto: by google/ domínio Internet.

terça-feira, 14 de maio de 2013

DILEMA DE MÃE ...



Boa Tarde gente !!!... E aí já disseram para a melhor mãe do mundo, que voces a amam e que são muitos gratos por tudo desde sempre?- ..e verdade seja dita, haja pessoinha, para ter mais "intuição" do que as demais, parece que fez um pacto antes de nascer e virar mãe...pedindo apenas que a voz interior seja o comando, para cuidar de sua cria.

Ah, essas mães que vivem com coração fora do peito...

Já repararam? Estamos lá... com aquela amiga que pensamos ser do peito - a mãe da gente, torce o nariz, e diz " não é confiável" e a gente teima, acha que ela é "antiquadra", algum tempo depois a máscara cai... e o dia, clima quente... ensolarado, e a dita mãe, nos diz: —leva o guarda chuva, vai chover..e a gente faz aquela careta e pensa " que tolice" - mas anda 2 quarteirões..e lá vem o aguaceiro, despenca aquele toró...nossos pés ficam encharcados pela enxurrada ...

- e aquele paquera? lá estamos nós, suspirando, e a mãe, "desmancha prazer" nos diz ..— esse não é um cara legal... e mais uma vez .. "que mãe sem noção", passa uns meses..e lá está o nosso príncipe, dando mostras que era (mesmo) um sapo...


Mãe não tem jeito, a gente pensa que "engana", ela finge que "acredita", nos conhece até do lado do avesso, pelas entranhas.. às vezes, guardamos um segredo, algo que possa enfurecer, desapontar ou até ir contra os juízos de valores dela e... não tem jeito, o maior frustrado continua a ser nós, porque, a intuição de mãe, é uma "praga", gente, não se enganem, de algum modo, já "pressentia" o desfecho... e a gente, sofre, omite à toa, porque, lá no fundo, ela só está esperando, uma oportunidade, para que as verdades venham à tona, pela boca da gente mesmo e o melhor, pode até ficar enfurecida, mas, busca forças lá no interior da alma,

E, incondicionalmente, mesmo de nariz torto, nos aceita, o mundo pode nos dar as costas, aquela amiga pode romper a amizade, o namorado, o compromisso, a chuva nos pegar desprevenido, os bolsos ficarem vazios, enquanto todos, nos dão indiferenças, a sociedade nos condena, discrimina ou julga, essa "praga" chamada mãe, está lá na nossa frente, ao lado, atrás, nos quer até pelos avessos, pelo direito, sejam nossas qualidades, vícios, faz vista grossa para nossos defeitos, não tem jeito !!!

Amor de mãe não precisa ser adquirido, conquistado, não precisa fazer esforço, nem ser merecido, ela simplesmente oferece.Para elas, sempre seremos aquele bebê, indefeso, carente, e que necessita eternamente de proteção, de amor, de compreensão, de cuidados,

...Quantas vezes, a gente ignora, menospreza, acha que não nos entende, está ultrapassada, "careta", mas o coração desta leoa, está sempre atento, ali, nem precisa assoviar, gente, lá vem ela, com toda sua ferocidade, nos defender dos invasores..e a voz interior, ali, sempre, dizendo, para que nunca desista da gente ..ainda bem que existe gente, que se importa com a gente !!!.

Eu desconfio, mesmo, que a unica pessoa, que de fato, tem sangue nas veias, é o tal coração de mãe...Algumas ainda não se deram conta, do tesouro que és...

Feliz Dia das Mães - a Todos as mulheres e homens ( a Todos as mulheres e homens( que também exercem o papel de mãe) e que ousaram amar incondicionalmente!!!.

ADVOGADO ABSOLVE BOIADEIRO COM MUSICA DE ALMIR SATER

Advogado absolve acusado com a  música de Almir Sater e Renato Teixeira, de forma surpreendente, a seguir:

A semana havia sido quebrada por um chamado especial do Juiz do Júri. Sentado em seu gabinete, ouvi com atenção o pedido para aceitar uma nomeação dativa para a defesa de um senhor. Beirando os sessenta anos de idade, ele havia largado sua profissão de boiadeiro. Por suas andanças, após ter filhos paraguaios, um romance com uma índia, e tantas outras histórias, acabou vendo a boiada embarcar em um caminhão. Não havia mais trabalho para o velho boiadeiro.


O destino então lhe trouxe para Curitiba, onde após alguns esforços, conseguiu o emprego de carpinteiro em uma construtora. Poucos dias de trabalho e acabou perdendo a mão em uma serra. Aposentado por invalidez restou-lhe o direito de viver em um pequeno barraco de uma das tantas favelas da Capital Paranaense.

O caso a ser julgado era de certa forma simples. Réu confesso, ele contava que depois de muito esforço, conseguiu mobiliar seu barraco, que tinha até televisão. Mas dentre todos os seus bens, gostava mesmo é de seu radinho de pilhas, que trouxe na bagagem de boiadeiro. Ali gostava de ouvir suas notícias, e aprender alguma coisa sobre o mundo novo que tão pouco conhecia.

Cerca de um mês antes dos fatos, viu com tristeza seu barraco ser invadido. De lá, retiraram a metade de seus poucos bens. Na favela, todos apontavam o autor, mas ninguém podia fazer nada contra ele. O autor do furto era elemento de uma gangue, cuja notoriedade foi alcançada pelas suas arruaças, roubos e violência.

Certa feita encheu o peito da coragem de boiadeiro, e foi até o meliante para pedir suas coisas de volta. Além de uns sopapos, não conseguiu mais nada. Agora voltava pra casa sem sua dignidade, e sem seu radinho de pilhas.

Tomado por sua justa revolta, ainda com a coragem de boiadeiro, resolveu ir à polícia e denunciar o furto e a gangue. Na delegacia viu uma jovem menina preencher alguns papéis, pedir-lhe para pregar os dedos sujos de tinta em alguns documentos, nada além disso.

Voltou pra casa estranhando aquilo. O Boiadeiro achava que ao dar a notícia, veria alguns policiais entrarem em uma viatura e irem até a favela para prenderem os bandidos. Pelo que percebeu as coisas não funcionavam por aqui exatamente como deveriam. Descendo do ônibus, rumou a passos pequenos e tristes para o seu barraco. Parece que mais um pouco de sua dignidade havia sido perdida na delegacia.

Quando entrou em seu barraco pela porta arrombada, deparou-se com a mais inusitada das cenas. Todo o resto de seus bens, das roupas ao colchão, havia sido roubado. Explodindo em revolta, foi até os vizinhos. Estes lhe informaram que foi exatamente o mesmo elemento que havia cometido o primeiro furto. A sua revolta tomou proporções insuportáveis. Durante uma semana toda viu o ladrão passar pela frente de sua casa com o sorriso irônico que confessava o furto. Aguardava o dia em que a polícia entrasse na favela e fizesse a justiça, mas ela não veio.

Em uma destas oportunidades, o ladrão cometeu um erro fatal. Passou pela frente do barraco ouvindo o amado radinho de pilhas. Quando o Boiadeiro foi até ele para tentar reaver seu bem foi agredido. Mas esta era a última vez. Tomado de um sentimento de vergonha e tristeza, cegado pela ira, o Boiadeiro frequentou os mesmos bares do meliante. Num destes bares, conseguiu comprar um revólver. O destino dos dois estava selado.

No dia dos fatos, quando a gangue do meliante passava pela frente da casa do Boiadeiro, carregando o mesmo ar sarcástico, ele não titubeou. De arma em punho saiu e descarregou a arma sobre o peito do ladrão.

A polícia se fez presente imediatamente, e procedeu a prisão em flagrante do Boiadeiro, que por questões de honra, confessou prontamente o homicídio. Levado à delegacia sem advogado e nem família, longe de sua índia, ele passou alguns meses preso, até que o juiz do Tribunal do Júri resolveu de ofício conceder-lhe a liberdade provisória.

Após aceitar e me preparar adequadamente para o processo, eu ainda não tinha uma tese sólida o suficiente para convencer os sete jurados. A Legítima Defesa baldaria diante do excesso. De nada valeria sustentar a excludente para ao final, chegar à mesma condenação. Um dia antes do júri, o promotor Celso Ribas (in memorian) , disse que não pediria a absolvição, porém, achava que os debates seriam riquíssimos se circundassem a Inexigibilidade de Conduta Diversa. Achei o tema interessante, mesmo que partindo do oponente, resolvi me preparar para sustentar aquela tese. Fui ao plenário sustentando Legítima Defesa, Homicídio Privilegiado e Inexigibilidade de Conduta Diversa.

A acusação feita sempre de forma magistral pelo saudoso Celso Ribas, pediu tão somente o afastamento das qualificadoras, requerendo aos jurados que condenassem o Boiadeiro nos moldes do Caput do artigo 121 – Homicídio Simples.

Na minha sustentação, passei rapidamente pela Legítima Defesa por questões técnicas. Logo entrei no privilégio e dele fiz as mais ardentes palavras. Eu não tinha dúvida da violenta emoção. No meio da sustentação, percebi que um dos melhores argumentos pelo privilégio, era exatamente o sofrimento moral diante da injusta provocação da vítima. E como argumentos compatíveis, privilégio e inexigibilidade de conduta diversa se avultaram diante dos jurados.

Percebendo a possibilidade de sucesso da tese defensiva, a Acusação decidiu fazer uso da réplica. Antes porém, o colega de plenário Celso Ribas, passou por mim e disparou: Preparou-se bem para a tese que lhe indiquei. Parabéns! Porém, creio que não devo mais trocar ideias com o senhor antes do júri. Ambos sorrimos, terminamos o café e voltamos ao plenário.

Na réplica, Celso Ribas foi exatamente aquilo que sempre se esperou dele. Brilhante. Com os cuidados que lhe eram peculiares, percebeu que precisava levar o julgamento para o lado emocional. A discussão técnica havia se tornado incompreensível para os jurados. E ele o fez com maestria.

Assumi a palavra na tréplica ainda contido, mas ao olhar para o Boiadeiro, depois de acabar a abordagem técnica, percebi que havia algo mais a ser dito naquele plenário. “A Constituição garante que os acusados serão julgados por seus iguais quando submetidos ao Tribunal do Júri. Os senhores jurados se sentem iguais ao acusado? Já trabalharam como boiadeiros?” O coração assumiu o controle das palavras. Então me lembrei dos tempos de músico. Lembrei-me da viola caipira, onde sempre gostei de tocar as modas pantaneiras de Almir Sater. Enquanto falava, sentia o peso do plenário e media o ponteiro do relógio. Havia ainda cerca de 10 minutos para a explicação dos quesitos e o encerramento.

Subitamente, percebi o quanto a música peão se aplicava ao caso. Do tempo restante resolvi fazer a declamação da letra de Almir Sater, cuja transcrição faço a seguir.

Peão
Almir Sater 


Diga você me conhece
Eu já fui boiadeiro
Conheço essas trilhas
Quilômetro, milhas
Que vem e que vão
Pelo alto sertão
Que agora se chama
Não mais de sertão
Mas de terra vendida
Civilização

Ventos que arrombam janelas
E arrancam porteiras
Espora de prata riscando as fronteiras
Selei meu cavalo
Matula no fardo
Andando ligeiro
Um abraço apertado
E um suspiro dobrado
Não tem mais sertão

Os caminhos mudam com o tempo
Só o tempo muda um coração
Segue seu destino boiadeiro
Que a boiada foi no caminhão

A fogueira, a noite
Redes no galpão
O paiero, a moda,
O mate, a prosa
A saga, a sina
O “causo” e onça
Tem mais não

Ô peão….

Tempos e vidas cumpridas
Pó, poeira, estrada
Estórias contidas
Nas encruzilhadas
Em noites perdidas
No meio do mundo
Mundão cabeludo
Onde tudo é floresta
E campina silvestre
Mundão “caba” não

Sabe, “prum” bom viajante
Nada é distante
“Prum” bom companheiro
Não conto dinheiro
Existe uma vida
Uma vida vivida
Sentida e sofrida
De vez por inteiro
E esse é o preço “preu” ser brasileiro.

Ao final do Júri, a sentença que reconhecia a primeira Inexibilidade de Conduta Diversa desde 1995 em Curitiba, além de absolver o acusado, sentenciaram este advogado a viver com a música. Músico e advogado em plenário, pois a Justiça, enquanto escrita com letras maiúsculas, é a mais doce das harmonias que um músico pode buscar.


— Autor:  Advocacia Samuel Rangel
Facebook: https://www.facebook.com/AdvocaciaSamuelRangel
Padre Camargo, 185, Alto da Gloria, Curitiba+ 55 (41) 87319969 - +55 (11) 9491-45670 

.Ⓐ ̶ "É proibido proibir..a favor do" livre pensamento".Ⓐ ̶

Ⓐ̶ Pitaco by Loira dobem -
Isso me faz pensar... "É proibido proibir..a favor do" livre pensamento".Ⓐ
Foto: Ⓐ̶ Pitaco by Loira dobem 
Isso me faz pensar... "É proibido proibir..a favor do" livre pensamento".Ⓐ̶ 
“Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” atribuída a Voltaire.
 Que o Tico Santa Cruz, ao se expressar sobre o que é musica boa e ruim... alguns, alegaram que por ele ser "artista" não deveria se expressar tão abertamente nas redes.. da qual ele enfaticamente, respondeu - não sou artista, vivo de música...-
Isso me faz pensar - que somente os que não tem opinião sobre alguma coisa ou de algo, ou  os "indiferentes",  é que querem silenciar os que possuem e se manifestam.!!!.
Tem medo do que?  - como já vi a frase e equivocada por parte de algumas pessoas  - "Muito bem voce tem opinião, guarde para si, não precisa expor"  - ora bolas, se é opinião... não pode ser guardada - tem que ser disseminada...agora, cabe a cada um de nós, digerir, acatar ou comprar o ponto de vista de terceiros ou não...
Afinal Opinião segundo o dicionário é ..."Modo de ver, pensar, deliberar, parecer, conceito, juízo, reputação, ideia e principio de alguma coisa ou pessoa"...se cada um, de nós,  por exercer determinada profissão, não puder se expressar publicamente, sobre o que pensa e sente- onde fica nosso papel de cidadão e direito de exercer a cidadania... Não podemos omitir, desde que esteja, pautadas em argumentos e respeito... 
Imagine se cada ideia,  de  pensadores, cientistas ou"curiosos" que alcançaram progressos  fossem "sufocadas", "reprimidas" ou "omitidas".
Sempre foram os curiosos, "pitaqueiros", que revolucionaram ideias, conceitos e transformações sociais...se assim não fosse, quantos homens, na pré história, viram árvores atingidas por raios, sem ter o "insigth" de que poderiam produzir o fogo? .
Certamente, destes encontros casuais o homem aprendeu quais seriam as propriedades inerentes ao fogo e assim por diante...
Olho que tudo vê...e a Internet, vem a ser uma grande valia, onde cada cidadão, pode, manifestar o que pensa a respeito de política, sociedade, dogmas e conceitos, que até, então eram disseminados, por aqueles, que usam da manipulação, subterfúgios e favorecimento próprio, e as  massas continuavam a viver na alienação e ignorância dos verdadeiros fatos.
"Toda reforma foi em algum tempo uma simples opinião particular." by Ralph Waldo Emerson.
"Só achamos que as outras pessoas têm bom senso quando são da nossa opinião. "
by François de La Rochefoucauld
"O preconceito é uma opinião não submetida a razão." by Voltaire. 
 “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” atribuída a Voltaire.
Que o Tico Santa Cruz, ao se expressar sobre o que é musica boa e ruim... alguns, alegaram que por ele ser "artista" não deveria se expressar tão abertamente nas redes.. da qual ele enfaticamente, respondeu - não sou artista, vivo de música...-
Isso me faz pensar - que somente os que não tem opinião sobre alguma coisa ou de algo, ou os "indiferentes", é que querem silenciar os que possuem e se manifestam.!!!.
Tem medo do que? - como já vi a frase e equivocada por parte de algumas pessoas - "Muito bem voce tem opinião, guarde para si, não precisa expor" - ora bolas, se é opinião... não pode ser guardada - tem que ser disseminada...agora, cabe a cada um de nós, digerir, acatar ou comprar o ponto de vista de terceiros ou não...
Afinal Opinião segundo o dicionário é ..."Modo de ver, pensar, deliberar, parecer, conceito, juízo, reputação, ideia e principio de alguma coisa ou pessoa"...se cada um, de nós, por exercer determinada profissão, não puder se expressar publicamente, sobre o que pensa e sente- onde fica nosso papel de cidadão e direito de exercer a cidadania... Não podemos omitir, desde que esteja, pautadas em argumentos e respeito...
Imagine se cada ideia, de pensadores, cientistas ou"curiosos" que alcançaram progressos fossem "sufocadas", "reprimidas" ou "omitidas".
Sempre foram os curiosos, "pitaqueiros", que revolucionaram ideias, conceitos e transformações sociais...se assim não fosse, quantos homens, na pré história, viram árvores atingidas por raios, sem ter o "insigth" de que poderiam produzir o fogo? .
Certamente, destes encontros casuais o homem aprendeu quais seriam as propriedades inerentes ao fogo e assim por diante...
Olho que tudo vê...e a Internet, vem a ser uma grande valia, onde cada cidadão, pode, manifestar o que pensa a respeito de política, sociedade, dogmas e conceitos, que até, então eram disseminados, por aqueles, que usam da manipulação, subterfúgios e favorecimento próprio, e as massas continuavam a viver na alienação e ignorância dos verdadeiros fatos.
"Toda reforma foi em algum tempo uma simples opinião particular." by Ralph Waldo Emerson.
"Só achamos que as outras pessoas têm bom senso quando são da nossa opinião. "
by François de La Rochefoucauld
"O preconceito é uma opinião não submetida a razão." by Voltaire.

sábado, 11 de maio de 2013

Amor ao próximo - independente de dogma ou religião.


"Só pela compaixão se pode ser bom" by Joseph Joubert ..

Acredito que este deveria ser o papel de toda e qualquer religião, dogmas e crenças, baseados na compaixão ( respeito pelo sentimento alheio), e, que independe, de crença ou não, mas eticamente nos questionar: - Até onde eu prejudico o outro com minhas ações e atitudes? - A partir do momento, que separo, classes, dogmas, raças e credos, perco o direito de me considerar religioso, na acepção da palavra, não estou seguindo a máxima" "faças ao seu semelhante somente o que queres para si mesmo". A ética é padrão universal.

Quando há um catástrofe, doação de sangue, acolhimento de feridos, ou desabrigados, aceitaremos de bom grado, a ajuda do ateu, judeu, protestante, do católico,...a vida deve estar acima de qualquer sentimento mesquinho, interesse próprio e material..by Loira Dobem.

Pessoas religiosas agem por compaixão menos que ateus e agnósticos.

Quando se trata de ajudar o próximo, ateus e agnósticos são mais propensos a agir por compaixão do que pessoas religiosas. Pelo menos foi o que um novo estudo descobriu.

Os resultados não querem dizer que pessoas que são altamente religiosas não fazem doações ou não ajudam, mas sim que a caridade é movida por outras coisas, que não a compaixão.
Segundo Robb Willer, coautor do trabalho e psicólogo social da Universidade da Califórnia, Berkeley (EUA), o estudo descobriu “que para pessoas menos religiosas, a força de suas conexões emocionais a outras pessoas é crítica para determinar se elas vão ajudar esta pessoa ou não. As pessoas mais religiosas, por outro lado, baseiam sua generosidade menos na emoção, e mais em outros fatores, como doutrina, identidade comunal, ou preocupações com a reputação”.

O interesse nesta questão partiu de Laura Saslow, uma das coautoras e atualmente estudante de pós-doutorado na Universidade da Califórnia, São Francisco. Um amigo não religioso se lamentou ter doado dinheiro para a recuperação do terremoto no Haiti somente depois de ver um vídeo emocionante de uma mulher sendo retirada dos escombros, e não por uma compreensão lógica de que a ajuda era necessária.

A experiência de ateus sendo influenciados por emoções para mostrar generosidade para estrangeiros fora então replicada em três grandes estudos sistemáticos.

No primeiro, Saslow e colegas analisaram dados de uma pesquisa nacional que consultou mais de 1.300 adultos em 2004. Nesta pesquisa, atitudes de compaixão foram ligadas a comportamentos generosos, e se descobriu que esta ligação era mais forte entre ateus e pessoas com religiosidade fraca do que entre as que eram bem religiosas.

No segundo experimento, 101 adultos viram um vídeo neutro ou emocional sobre crianças pobres. Elas receberam então 10 dólares falsos e lhes disseram que poderiam dar quanto quisessem para um estranho. Os menos religiosos eram os que davam mais depois de ter visto primeiro o vídeo emocional.

Finalmente, 200 estudantes relataram seu nível atual de compaixão e então jogaram jogos econômicos em que eles recebiam dinheiro para compartilhar ou não com um estrangeiro. Os que eram menos religiosos, mas estavam passando por um momento de compaixão dividiram mais.

Para entender os fatores que motivam a generosidade nas pessoas religiosas são necessários mais estudos. Porém, a pesquisa recente mostra claramente que a compaixão e empatia não são os únicos fatores.

Willer resume as descobertas em uma frase: “A pesquisa sugere que, apesar de pessoas menos religiosas tenderem a ser vistas com mais desconfiança nos EUA, quando elas sentem compaixão, são muito mais inclinadas a ajudar seus semelhantes do que pessoas religiosas”. [Huffington Post]

by Cesar Grossmann é formado em Engenharia Elétrica.

Fonte: http://hypescience.com/pessoas-religiosas-agem-por-compaixao-menos-que-ateus-e-agnosticos/

segunda-feira, 6 de maio de 2013

AGRISHOW COMEMORA 20 ANOS COM SHOW DE ALMIR SATER




Na noite de 30 de abril, foi realizado o evento comemorativo de 20 anos de Agrishow, maior feira do setor Agro da América Latina teve Coquetel, jantar, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, presença de Lima Duarte apresentando os homenageados, lançamento do livro "20 Anos da Agrishow" e show de Almir Sater, para abrilhantar os convidados.


A AGRISHOW, consolidada como a principal feira do setor agro da América Latina, completa 20 anos de história em 2013. Programada para os dias 29 de abril a 03 de maio, em Ribeirão Preto/SP, a feira terá uma área total de 440 mil m², uma vitrine do que há de mais moderno em tecnologia para o agronegócio.

A feira terá a participação de 790 expositores, entre fabricantes de máquinas e equipamentos agrícolas, insumos, ferramentas, associações de classe, centros de pesquisa e universidades, e instituições financeiras que apresentarão as mais modernas tecnologias e soluções para pequenas, médias e grandes propriedades rurais. A expectativa é receber um público visitante de 152 mil pessoas.

Uma facilidade para os visitantes é a maior regionalização por áreas. Para otimizar sua visita, o produtor rural poderá ir diretamente a setores da feira que concentram expositores de irrigação, armazenagem, agricultura de precisão, ferramentas, aviação, caminhões / ônibus / transbordos, automobilístico, máquinas para construção, pneus, pecuária e sementes / defensivos / adubos.

Sobre a AGRISHOW
A AGRISHOW é uma realização da ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio, ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos e SRB – Sociedade Rural Brasileira. A organização é feita pela BTS Informa. 
Fonte: Assessoria de Imprensa
veja fotos http://www.revistaemprego.com.br/album/agrishow-2013-2013-05-01#prettyPhoto