Boa tarde, gente do bem!
E aí, já disseram para a melhor mãe do mundo que vocês a amam e que são muito gratos por tudo desde sempre? Digam, digam e digam.

Imagem de Vânia Raposo por Pixabay
Ah, porque essas mães vivem com o coração fora do peito!
Já repararam?
Chegamos com aquela amiga que pensamos ser do peito — a mãe da gente torce o nariz e diz “não é confiável” e a gente teima, pensa que ela é “antiquada”. Algum tempo depois a máscara cai e a gente tem que ouvir o famoso “eu avisei!”.
Num belo dia, clima quente, ensolarado, e a dita mãe nos diz:
Leva o guarda-chuva, vai chover, e a gente faz aquela careta e pensa “Que tolice” — mas anda 2 quarteirões e lá vem o aguaceiro, despenca aquele toró e os nossos pés ficam encharcados pela enxurrada! E ela: “Eu não disse?”
E aquela paquera? Lá estamos nós, suspirando acordadas, e a mãe, “desmancha-prazer”, nos diz: “Esse não é um cara legal, não serve para você” e, mais uma vez, logo pensamos “que mãe sem noção”. Passam-se uns meses e lá está o nosso príncipe, dando mostras de que era (mesmo) um sapo.
Mãe, não tem jeito! A gente pensa que engana; ela finge que acredita, nos conhece até do lado do avesso pelas entranhas.
Às vezes, guardamos um segredo, algo que possa enfurecer, uma desilusão, ou até ir contra o juízo de valores dela e... E a gente, quando resolve falar por que estamos amuados, ela já vem com a resposta pronta, porque a intuição de mãe é uma praga.
Gente, não se engane; de algum modo, já “pressentia” o desfecho.
Incondicionalmente, mesmo de nariz torto, nos aceita. O mundo pode nos dar as costas, aquela amiga pode romper a amizade, o namorado, o compromisso, a chuva nos pegar desprevenidas, os bolsos ficarem vazios…
Enquanto todos nos dão indiferença, sabotam nosso mundo, fingem gostar da gente, o bullying que omitimos por medo, essa “praga” chamada mãe está lá à frente, ao lado, atrás, seja por nossas qualidades, defeitos. Malcriação.
Ela finge que não os vê, pois não tem jeito; a leoa está ali, pronta para sair em defesa de sua cria.
Amor de mãe não precisa ser adquirido, conquistado nem ser merecido; simplesmente ela oferece, nem sempre por meio de palavras, mas de ações, atos e orações.
Para elas, sempre seremos aquele/aquela bebê indefeso, carente, que necessita eternamente de proteção, de amor, de zelo, de cuidados.
Quantas vezes a gente ignora, menospreza, julga que não nos entende, está ultrapassada, “careta”, nos passa vergonha por suas atitudes exageradas.
Mas o coração desta leoa está sempre atento. Ali, nem precisa assoviar; lá vem ela, com toda sua ferocidade, nos defender dos invasores, das adversidades e nos socorrer, nem que seja com seu colo.
Uma água com açúcar, um placebo aos olhos da ciência, mas até o simples beijo no machucado opera milagres na gente, porque a dor cessa, ou simplesmente dizer: vai passar.
Incondicionalmente, mesmo de nariz torto, nos aceita. O mundo pode nos dar as costas, aquela amiga pode romper a amizade, o namorado, o compromisso, a chuva nos pegar desprevenidas, os bolsos ficarem vazios…
Enquanto todos nos dão indiferença, sabotam nosso mundo, fingem gostar da gente, o bullying que omitimos por medo, essa “praga” chamada mãe está lá à frente, ao lado, atrás, seja por nossas qualidades, defeitos. Malcriação.
Ela finge que não os vê, pois não tem jeito; a leoa está ali, pronta para sair em defesa de sua cria.
Amor de mãe não precisa ser adquirido, conquistado nem ser merecido; simplesmente ela oferece, nem sempre por meio de palavras, mas de ações, atos e orações.
Para elas, sempre seremos aquele/aquela bebê indefeso, carente, que necessita eternamente de proteção, de amor, de zelo, de cuidados.
Quantas vezes a gente ignora, menospreza, julga que não nos entende, está ultrapassada, “careta”, nos passa vergonha por suas atitudes exageradas.
Mas o coração desta leoa está sempre atento. Ali, nem precisa assoviar; lá vem ela, com toda sua ferocidade, nos defender dos invasores, das adversidades e nos socorrer, nem que seja com seu colo.
Uma água com açúcar, um placebo aos olhos da ciência, mas até o simples beijo no machucado opera milagres na gente, porque a dor cessa, ou simplesmente dizer: vai passar.
Desconfio mesmo que a única pessoa que de fato tem sangue nas veias é o tal coração de mãe. Algumas ainda não se deram conta do tesouro que és, do dom único e da força sobrenatural que possuem.
E nós, filhos e filhas também, só iremos perceber esses sacrifícios, suas tristezas, medos e angústias quando crescermos, virarmos mães ou formar uma família.
Até as broncas, as palavras mal ditas nas horas de estresse, do seu limite, dizem para nós, são benditas depois. Porque elas são a mola propulsora e a nossa bússola que nos norteia para a vida e qual caminho devemos seguir, se para o bem ou para o mal.
Enfim, só posso concluir que mãe tem, sim, um pacto com Deus e sagrado. Ela é o nosso anjo da guarda na terra; longe ou perto, as “percepções” dela continuam atentas.
Feliz Dia das Mães a todas as mulheres e homens, que também exercem o papel de mãe, assim como mães exercem o papel de pai e que ousam amar incondicionalmente, mesmo que a gente, como filho(a), não mereça!
Nota: Quando criei esse texto em 14 de maio de 2013, ministrava um curso voluntário de “Desenvolvimento Interpessoal e Assistente Administrativo”, no qual, como sou apaixonada por psicologia, filosofia e reflexões, o fiz para que tivéssemos um olhar mais cuidadoso e homenageá-la, em vez de apenas julgar, criticar ou negligenciá-las. As mães podem não ser perfeitas, afinal, não há uma receita única para educar-nos, elas também tem suas cicatrizes.
Mal sabia eu que, no ano seguinte, perderia a minha.
A sensação é a pior do mundo; é como se o cordão umbilical fosse rompido bruscamente e eu despencasse no chão, correndo por conta a partir daquele momento.
Até as broncas, as palavras mal ditas nas horas de estresse, do seu limite, dizem para nós, são benditas depois. Porque elas são a mola propulsora e a nossa bússola que nos norteia para a vida e qual caminho devemos seguir, se para o bem ou para o mal.
Enfim, só posso concluir que mãe tem, sim, um pacto com Deus e sagrado. Ela é o nosso anjo da guarda na terra; longe ou perto, as “percepções” dela continuam atentas.
Feliz Dia das Mães a todas as mulheres e homens, que também exercem o papel de mãe, assim como mães exercem o papel de pai e que ousam amar incondicionalmente, mesmo que a gente, como filho(a), não mereça!
Nota: Quando criei esse texto em 14 de maio de 2013, ministrava um curso voluntário de “Desenvolvimento Interpessoal e Assistente Administrativo”, no qual, como sou apaixonada por psicologia, filosofia e reflexões, o fiz para que tivéssemos um olhar mais cuidadoso e homenageá-la, em vez de apenas julgar, criticar ou negligenciá-las. As mães podem não ser perfeitas, afinal, não há uma receita única para educar-nos, elas também tem suas cicatrizes.
Mal sabia eu que, no ano seguinte, perderia a minha.
A sensação é a pior do mundo; é como se o cordão umbilical fosse rompido bruscamente e eu despencasse no chão, correndo por conta a partir daquele momento.
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