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sábado, 3 de setembro de 2016

ESTAR INTEIRO, NUNCA PELA METADE

"Nunca é alto o preço a pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo”. - Friedrich Nietzsche.

                                                       Assim é.
Foto: Reprodução do  Site marinilopes.wordpress.com
Muitas vezes, as pessoas têm um olhar muito apressado sobre nós, e nós sobre elas, e não somos capazes de enxergar o potencial que existe,  e logo depreciamos. E destruímos os sonhos, ou então plantamos dúvidas sobre a capacidade e o valor. Enxergamos tudo, mas nunca questionamos se na verdade, o outro não está no lugar onde deveria estar e que seus esforços para fazer a coisa certa, na verdade chama-se comprometimento.  Porque em todas as coisas que fazemos, não acredito em coisas pela metade, ou se está inteiro no compromisso ou algo vai sair errado. Assim é em nossa vida pessoal e profissional. Não existe amor pela metade, nem trabalho, muito menos amizade e tampouco compromissos.  Acredito que se está pela Metade, é porque a outra parte, talvez não esteja focada na totalidade.
“Não é possível ser bom pela metade”. - Leon Tolstoi.
Pode ser que esteja com o par equivocado, com o trabalho apenas rentável, com a amizade muito favorável e com tudo aquilo que não se sente responsável, apenas confortável. Estar satisfeitos na pele que habitamos, exige muito, sem dúvida. Ao sair da zona de conforto, romper compromissos, requer coragem para despir a nossa verdadeira pele. Pode ser que pela frente, venha bem menos. Um amor instável, um trabalho comum, uma amizade sem benefícios e muitos compromissos. Para estar inteiro, exige comprometimento, dedicação e reinvenção a todo o instante. Talvez, você vai pensar, mas perderemos muito.

Depende de quais são os valores que tanto apreciamos e não somos capazes de colocar um ponto final.  Mas uma coisa é certa, quando isso acontecer, no começo toda a mudança é drástica, e causa relutância e desconforto, mas no final, conseguirá algo impagável: O direito de sermos nós mesmos, investindo nosso tempo, energia com aquilo que realmente nos completa. Não mais pela metade, mas de corpo, alma e mente inteiros, em tudo o que exige dedicação e comprometimento. E no fim, descobrirá assim como eu, que isso se chama Liberdade. Não mais dispersaremos tempo a julgar ou criticar aqueles que tanto se dedicam nas coisas que tanto gostam de fazer. Livres de grilhões, prisões e algemas, das tantas coisas que fazemos só para agradar aos outros, menos a nós mesmos. Isso chama-se Felicidade.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Sociedade: Respeito e Honra


Muito ouvimos dizer, que “educação vem de berço”, mas na prática é bem diferente. A julgar pela quantidade de falta de respeito, agressões verbais e manipulações na Internet. E por incrível que pareça não vêm de jovens, os mais opressores, mas das pessoas maduras e muito delas, em torno da terceira idade, infelizmente. Parece que a Internet liberou tudo aquilo que essas pessoas por anos estavam entalados dentro delas, reprimidas e contidas. Virtudes como a cordialidade, o bom senso, a cortesia, empatia e o respeito passam longe, elas querem por querem, seu ego satisfeito. Respeito, Honra e Dignidade são coisas do passado.

E não se sentem envergonhados ou param para refletir, a ação de suas palavras e quando não conseguem atingir o alvo, a manipulação emocional ( de opressor para o oprimido), em segundos o vilão virou a vítima. O orgulho por não estar certo, ou por receber uma resposta assertiva, mas sem amaciar o ego ou a vaidade, é pecado mortal para algumas pessoas. Elas quase nunca aceitam uma negativa, ou limite para a insensatez. Como se todos tivessem obrigação de servir, adular e acatar suas ideias, por mais inusitadas que sejam. Acho que a canção de Cora Flora, uma cantora canadense abaixo, representa bem esses sentimentos: "Eu não estou aqui pra alimentar sua autoestima" e nós precisamos crescer emocionalmente, e acredito que tudo comece com a Cultura e a humildade. Nós não vamos mudar o conceito que os outros fazem de nós, se não mudarmos o conceito que fazemos de nós mesmos. Leandro Karnal, historiador e professor mais afamado da Internet em uma de suas dissertações nos atenta para uma importante reflexão “Só se ofende quem não se conhece”. Fato este que passei a tomar como verdade. Quem tem autoestima, amor próprio e autorrespeito, dificilmente parte para a ignorância e sedentos pela humilhação do outro, como prêmio pela insegurança ou misérias humanas.
O outro não pode ser o depósito do nosso lixo, dos nossos erros, fracassos, desconcertos e frustrações.
A partir do momento que eu me reconheço e com autoaceitação, perdoo a mim mesma pelos meus defeitos e deficiências, eu crio um novo mecanismo, em que as pessoas já não têm mais poder de me ferir e a frustração, a negativa faz parte de convívio social. Não podemos agir como crianças birrentas que não podem ser contrariadas o tempo todo, e que os demais condicionados a nos agradar, a adular, ou satisfazer todos nossas expectativas. Nem todas as pessoas vão nos amar, nem todas vão nos aceitar e nem todas vão nos valorizar, mas tem por obrigatoriedade seguir o código de honra, de nos respeitar.
É certo que não temos controle sobre pessoas, coisas e só estamos conectadas a elas.

 

 Geralmente as pessoas machucadas sentem necessidade de machucar outras. E isso também não é o caminho para a cura. Criamos um ciclo de negatividade e nos ferindo ainda mais.
Sejamos menos rústicos, a vida é muito breve para tanta arrogância, agonia e competitividade. Se for para competir, que seja na elegância, na assertividade e autocontrole. E se isso não tiver reciprocidade, simplesmente feche a porta e siga em frente sem raiva.
 Há tantas estradas, janelas esperando para ser abertas ou desbravadas.Não precisamos levar junto o lixo dos outros ou que criamos com nossa criancices.

Respect & Honour
Respeito e Honra.
Cora Flora – cantora canadense.
Eu sou uma velha alma num corpo jovem
Nós somos todos infinitamente iguais com únicos desafios e bênçãos
Eu respeito e honro meus sentimentos
Eu respeito e honro a mim mesmo
Eu acredito e apoio meus verdadeiros sentimentos
Eu respeito à voz da minha alma
Eu não estou aqui pra alimentar sua autoestima
Eu respeito e honro você, mas se você
não for reciproco eu vou embora.
Eu respeito e honro meus sentimentos
Eu respeito e honro a mim mesmo
Eu expresso e honro meus sentimentos
Eu espero respeito de volta
Eu estou aqui pra fazer brilhar a luz do meu amor
e ser minha verdadeira beleza azul e maravilhosa alma
E se minha luz mostrar suas sombras
Você pode resistir ou você pode crescer
E se sua luz me mostrar minhas sombras
Eu vou te honrar e crescer.
Julgamento, ciúmes, fofocas e depreciamento de energia
Nós só nos bloqueamos de ser o melhor que podemos ser
Nós estamos designados para harmonia
Eu estou aqui pra te respeitar e te honrar
Enquanto estou me respeitando e me honrando também. 
Blessed Be!

domingo, 22 de novembro de 2015

EMPRESA DRABECKI ENTRE AS MELHORES PARA TRABALHAR.


Empresa Drabecki incentivadora da cultura e cidadania entre as melhores para trabalhar no Paraná.



De acordo com a pesquisa organizada pelo instituto Great Place to Work (GPTW),  publicada na Gazeta do povo   essa semana, a empresa Drabecki desponta entre as melhores para se trabalhar no mercado, ocupa no ranking 18º Drabecki, entre as 25 melhores.

 Com mais de 30 anos de tradição familiar na arte de trabalhar com madeiras, fundada em 1985, e administrada pela 3ª geração, além de manter o respeito e o zelo, sendo conservacionista do meio ambiente. Não obstante isso, a visão inovadora, Eliana Drabecki, atual Presidente da empresa, vai além, em criar um ambiente mais humanizado, com foco na valorização do Capital Humano (promover ao mesmo tempo, ambientes mais confortáveis, custo-benefício e condições adequadas), aos colaboradores, como também incluí-los, no processo voltado para a Cidadania, envolvendo-os com a Comunidade local, para gestos mais solidários.

Com sede na pequena cidade de Rebouças, na região Sudeste do estado, a companhia incentiva seus colaboradores a realizarem práticas de voluntariado ao visitarem creches, lares de idosos e hospitais da região. “Isso é algo muito positivo, pois traz a realidade da comunidade para dentro da nossa cultura e o colaborador se sente muito mais motivado e engajado com aquilo”, explica a presidente Eliana Drabecki. Segundo ela, essas atividades não são obrigatórias, mas a participação é alta mesmo assim. A Drabecki Compensados conta com o que ela chama de “RH Social”, que estimula esse engajamento ético e moral de seus empregados. “Eles não vêm aqui só para trabalhar, mas também para serem cidadãos”, diz. 

Em 2007, agregou  um diferencial em sua gestão, ao aderir ao um novo conceito, bastante em voga no mercado europeu na época, a  "culturalização de negócios" (valor agregado à marca). Uma aposta ousada, ao patrocinar projetos musicais e priorizar novos talentos como Gabriel Sater,  no CD "Essência do Amanhecer", artista sul-mato-grossense, filho primogênito do Compositor e violeiro Almir Sater, da qual mantém até hoje parceira comercial.

Além do músico, a empresa também organiza eventos na cidade, com exibição de filmes, shows e apresentações de teatro. E, em datas especiais, como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, são organizados cursos e palestras de conscientização para seus funcionários, além de exames médicos. (DR).  

Por todo o seu empenho, dinamismo e cooperativismo, além de um marca no mercado,  e desta importante pesquisa, não é a Primeira vez, que a empresa recebe reconhecimento social. No início do mês, os empresários Eliana Maria e Nereu Ramos M. Filho, foram agraciados com o Título de Cidadãos Honorários da cidade de Rebouças/PR, pelos serviços de excelência prestados na Comunidade, exemplo de cidadãos e de cidadania. 



Parabéns para a família Drabecki ao fazer a diferença, e que o Paraná continue sempre em boas mãos.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

ADM & MKT | INVESTINDO NO VERDADEIRO POTENCIAL


 
E assim é. Cada um de nós tem um dom, talento natural para determinada tarefa ou profissão. E nem sempre “querer é poder”, podemos até querer, mas não temos poder para a realização. Por que¿ Depende de outros fatores, que muitas vezes vão além de esforços, determinação e capacidade. É necessário oportunidade também. Desde criança, ouvimos nossos parentes ou conhecidos perguntar: O que você vai ser quando crescer¿. Muitas vezes, pensamos em imitar a profissão dos próprios pais, avós, tios, vizinhos, ou até mesmo para agradar, ou dar continuidade ao ramo de negócios, ou optamos por aquela de maior estabilidade, status e recursos suficientes para viver uma vida confortável. Menos o que realmente temos habilidade e potencial para exercer.
O trabalho nos consome a maior parte do tempo, de energia, da vida e dos compromissos. E sem paixão ou comprometimento, ele se torna tedioso, e um peso, uma  obrigatoriedade. Não importa se somos um gari, bombeiro, professor, médico, artista, empreendedor, filósofo, sorveteiro, dona de casa, artesão, todas as profissões são importantes, para a engrenagem girar e atender as necessidades da população. Todas merecem Respeito.Porém, o que deveria mais importar, se estamos confortáveis dentro da profissão, se a escolhemos de acordo com nossa habilidade, maestria, e trazer a realização pessoal. E, como desenvolver esse potencial, se já sabemos de nossa aptidão, e investir nestas melhorias¿. O que queremos alcançar¿ sucesso profissional¿ ótima saúde¿ um lar harmonioso e pleno¿ Independência financeira¿ Certamente, queremos tudo isso. Todos nós almejamos ter reconhecimento como pessoa e como profissional.

O primeiro passo seria o Autoconhecimento: Conhecer melhor nosso potencial, através de uma lista de habilidades, talentos, coisas que gostaria de realizar. Quais seriam as coisas mais importantes, e os nossos valores¿. Quais são as minhas facilidades, dificuldades. O que ficar mais em ênfase é o traço mais marcante em nós (habilidade). A partir deste conhecimento, investir na potencialidade ( aprimorar, aperfeiçoar a habilidade).

“Mais do que capaz, mais do que instruído” – dizia Voltaire. O que o filósofo sinaliza que, habilidade e potencialidade, são duas coisas que se completam, mas distintas. 
imagem reproduzida do site: lookfordiagnosis
 Enquanto a habilidade é a capacidade, inteligência para fazer as coisas. É o grau de competência de um indivíduo frente ao uma determinada tarefa ou meta. Saber fazer, como cantar, dançar, interpretar, aliada à criatividade, astúcia, força, agilidade e esperteza. A potencialidade é a possibilidade da realização anterior, algo ou alguém tem transformar em realidade, o nosso objetivo. Se alguém canta bem( bom cantor), toca instrumento( dedicar horas de estudo técnico), dificuldades em Matemática( tomar aulas particulares ou de reforço) para adquirir e melhorar as habilidades, intrinsecamente ligada ao vigor, força, energia, um conjunto de aptidões, onde será lapidado. Para isso, precisamos definir o que são prioridades e valores em nossas vidas, para então prosseguir com nossos sonhos. O que vem em primeiro lugar quando pensamos em prioridade, o que importa para nós, realmente¿. E quais os valores que consideramos importantes, das quais não podemos abrir mãos, nossos princípios. Muitas vezes, para chegar ao topo, temos que abrir mãos de nossos valores, purismo. Está disposto¿. 

Quais são nossas verdades mais profundas. Richard Jacobs escreveu um livro motivacional “What's your Purpose”? Qual é o seu propósito¿. O que estaria escrito em nossa lápide em uma única palavra para ser lembrado depois¿. Amizade, Felicidade, Jovialidade, Companheirismo, Amor, dedicação, virtudes, generosidade, enfim. Cada um de nós sabe onde aperta o calo, diz um antigo dito popular. No final, apesar de todos os esforços, objetivos, metas e sonhos, nós ainda somos o maior empreendimento, portanto tratamos com respeito, cuidado e zelo ainda maior a nossa pessoa, pois ela merece o melhor.Lá no começo, eu perguntei: O que você quer ser quando crescer¿. Lembrei-me do escritor Fernando Sabino, “O menino no espelho” – Livro & Filme, onde dizia: eu quero ser Menino, e escreveu em seu epitáfio: "Aqui jaz Fernando Sabino, que nasceu homem e morreu menino!". E você, o que vai escrever na página de seu livro¿. Ao longo do decorrer de sua vida?
Imagem: reproduzida do Blog mundodeariel
“Cada um de nós tem um fogo no coração para alguma coisa. É nossa meta na vida encontrá-lo e mantê-lo aceso". ( Mary Lou Retton ). Boa Sorte e corra descobrir os seus, que eu vou correr atrás do meu.

Nota: O trecho faz parte do Módulo de Motivação pessoal - Adm & Marketing - Curso Projeto Voluntário da qual ministrava.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

SOCIÓLOGO ITALIANO DEFENDE O ÓCIO CRIATIVO COMO RELAÇÃO DO FUTURO

Empresas e o trabalho na era pós-industrial
Vivemos num manicômio, onde o homem tem que ir até a informação.
Marcos Bedengo traz uma entrevista relevante com o Sociólogo Domenico de Masi, em seu site, transcrita abaixo. Sua abordagem muda o conceito de "relações de forças"-  No futuro, a chave está no indivíduo criativo, na cultura e entretenimento, valorando essa mão de obra, hoje vista como ociosa, pouco valor e ressalta “na sociedade industrial, a dignidade vem exclusivamente do trabalho. Na sociedade pós industrial, a dignidade vem da cultura”. E, como tal - liberdade para ocupar o tempo, de forma criativa, e não mais em ambientes sob pressão ou competitividade entre si. Em defesa do Ócio criativo,  hoje visto como uma forma negativa, mas a liberdade que permite a criatividade, de forma mais ampla. A seguir a entrevista:
Domenico De Masi: Vivemos num manicômio, onde o homem tem que ir até a informação

 Domenico acredita que as grandes empresas devem ter cada vez mais dificuldade de recrutar os melhores jovens para trabalhar em seus quadros de funcionários. Isso se dá especialmente porque as empresas, mesmo as mais modernas, ainda se organizam como na época industrial, de maneira hierarquizada, divididas em departamentos, e especialmente voltadas para os aspectos competitivos entre seus colaboradores.

Segundo ele, as grandes empresas não são “realizativas”, elas são competitivas. Em suas palavras, “quando os jovens pensam em trabalhar, eles pensam em trabalhar com teatro, pensam trabalhar com dança, pensam trabalhar com empresas pequenininhas. Eu acho que eles acham estúpido ir trabalhar em uma grande empresa”, afirma.  Para De Masi, o trabalho criativo ou o trabalho em que você tem liberdade, mesmo que seja uma atividade não artística, como o jornalismo, traz mais realização para este jovem pós-industrial e, portanto, deve “recrutar” os melhores e mais inteligentes dessa nova geração. Porque afinal, eles querem trabalhar com liberdade, sem ter que estar presente num escritório fechado por grande parte do dia.

Essa liberdade é a fonte das grandes ideias, que De Masi entende não serem produzidas nas grandes empresas, mas especialmente fora delas, e cita o Facebook como exemplo, que surge dentro da Universidade, e não dentro de uma empresa.
Mas por que, então, ainda grande parte dos jovens são recrutados por essas empresas? Por que algumas delas ainda estão no topo dos rankings de onde os jovens querem trabalhar após se formarem? Ao mesmo tempo que De Masi critica esse comportamento, ele também dá a razão de suas influências: “(eles procuram essas empresas porque) a alienação e os cretinos são muitos no mundo.  Mas não são cretinos por natureza, são cretinos pela educação. Eles são educados para a imbecilidade, para o infantilismo. E são pessoas infantis, saem infantis das escolas de negócios”, criticando mais uma educação que ele julga ultrapassada do que as escolhas dos jovens propriamente dita.

A crítica para as escolas se dá em função de ainda propagarem os mesmos livros escritos com o pensamento dos gestores americanos, e trabalharem com casos e problemas das empresas industriais americanas. Ainda que uma pequena parcela delas abra espaço para os outros tipos de negócios possíveis na economia atual, a grande maioria dos estímulos, casos e modelos são voltados para as empresas industriais.
De certa maneira, elas acabam reduzindo a liberdade e o potencial do jovem profissional para a criatividade. A grande empresa, sob a promessa de segurança e estabilidade, tolhe a liberdade criativa. Segundo De Mais: “As escolas de negócios são as últimas fábricas de imaturos. A criatividade te dá liberdade. Te dá autonomia. As empresas trabalham com subordinação, com competitividade. A criatividade, dizia Le Corbusier, nasce num ambiente sereno. Se você estiver numa relação competitiva, não há criatividade.”

O futuro da Indústria e do emprego industrial
 A lógica da indústria deve, com o tempo, reduzir o seu impacto já que a própria indústria terá um impacto menor na sociedade e na economia futuramente. De acordo com Domenico, a indústria, enquanto participação na economia, caí em todo o mundo. Ele compara a atual fase da indústria ao que foi a questão agrícola no passado, que representava praticamente toda a atividade produtiva e hoje tem uma participação relativa muito menor.
De Masi entende que a indústria já teve o seu apogeu, e partir de agora deve declinar e dar lugar aos serviços e à economia criativa.

Mas isso não significa que a produção da indústria irá cair. “A indústria tem um mundo finito. Não iremos diminuir a produção, mas iremos diminuir os operários. Em 2030 teremos 60% a menos de pessoas empregadas. 60% menos postos de trabalho (na indústria).”, afirma De Masi. Essas pessoas deverão ser absorvidas no segmento de serviços, na nova economia.
Sem esta solução, não há outra perspectiva a não ser o aumento do desemprego ou a redução da jornada de trabalho. Num exemplo dado por ele: “Quando se coloca um robô, ou um computador que faz 15% do trabalho, deveríamos reduzir em 15% o tempo da jornada de trabalho. Ou então teremos os pais completamente ocupados, e os filhos completamente desocupados. São esses dois modos”. Portanto, do ponto de vista puramente industrial, existe uma equação que só fecha com a drástica redução da jornada de trabalho.

“Se o aumento da produtividade faz com que precisemos de 10% a menos de mão de obra, que diminuamos em 10% da carga de trabalho. Ou então, o que acontecerá é que teremos 90% das pessoas completamente ocupadas, e 10% das pessoas completamente desocupadas. São esses os dois únicos modos. E esse é o grande medo que se tem hoje”, reforça De Masi. Vale ressaltar que Domenico aqui aborda que a absorção da mão de obra se daria somente na indústria. Se novas ocupações forem criadas, essa equação acharia novas variáveis para se balancear.

Um futuro sombrio ou um futuro brilhante?
É interessante a percepção que um mundo com menos trabalho possa causar tanta apreensão para as pessoas, mas é isso que de fato acontece. Para o nosso pensamento “industrial”, a falta da necessidade de mão de obra na indústria é a mãe de todas as crises. E de fato era. Mas essa época ficou para trás. Parece que, ao atender as preces de todos por menos trabalho, a nova configuração do trabalho na sociedade ao invés de causar felicidade, causou apreensão.
Domenico pensa um pouco diferente: “Mas isso é uma maravilha, que possamos produzir tanto, e tão bem, com um mínimo de trabalho. E podemos dedicar o resto do tempo à cultura, ao tempo livre. Ao amor. A ficar junto com outras pessoas que amamos”. Essa dependência do trabalho ainda é uma das características da sociedade industrial que causa enorme ansiedade e que potencialmente será algo difícil de ser alterado. Não se está tratando o trabalho como algo negativo, mas simplesmente tirando dele o lugar de destaque que ele ocupa tão fortemente em nossa sociedade.
Domenico discute a relação entre o trabalho e a dignidade, tão arraigado no pensamento industrial. Para quem vive no pensamento industrial, não há como se ter dignidade sem se ter trabalho, e isso causa revolta.
Lembramos de um momento durante a crise de 2008 e 2009 que a França sofria com o desemprego. Nos arredores de Paris, onde ele era mais frequente, houve uma revolta daqueles que lá moravam. Mas não era uma revolta por falta de moradia, ou comida, ou roupas. Tudo isso era provido pelo estado francês. Era uma revolta pela falta de dignidade. Sobre isso, Domenico afirma “na sociedade industrial, a dignidade vem exclusivamente do trabalho. Na sociedade pós industrial, a dignidade vem da cultura”.
Ele continua: “Kaynes dizia em 1930, que o problema do tempo livre é o problema da falta de cultura. Porque se há cultura, vão escrever, vão ler, vão visitar os amigos. Vão fazer uma viagem. O problema da sociedade pós-industrial é o problema da cultura”. Nós ainda não aprendemos a ter, e a valorizar a cultura como uma atividade tão digna quanto o trabalho. Ainda se trata a cultura como apenas diversão, e quem vive somente dela, como pessoas de menor valor do que aqueles que vivem da indústria. Quando aprendermos a valorizar a cultura como um produtor de riqueza tão grande quanto a indústria, teremos dado um passo em direção ao pós-industrialismo.

O “gap cultural” e as adaptações até o ajuste pós-industrial
 De acordo com Domenico, estamos hoje num “gap cultural”. O gap cultural é o nome que os antropólogos dão quando estamos vivendo em uma época com as regras culturais das épocas precedentes. Isso acontece sempre que há uma alteração socioeconômica profunda, quando como mudamos da economia agrícola para a economia industrial, no século XIX. Hoje estamos vivendo na época pós-industrial, mas ainda pensamos e nos comportamos como se estivéssemos na era industrial.
Algumas alterações são significativas, mas menos observáveis no cotidiano. Uma delas é a relação com as escolas de negócios, tão criticadas por De Masi. Segundo ele: “A sociedade pós-industrial tem uma forte inclinação ao tempo livre. A sociedade industrial tem uma forte inclinação ao trabalho. Agora, como vamos educar para o tempo livre se as universidades educam para o trabalho? Esse é o cultural gap.”, exemplifica.
Já outras são absolutamente observáveis e, por isso, causam grande indignação se analisarmos de maneira mais profunda. Domenico se revolta: “Olhe lá fora (aponta para a rua de SP) isso é um manicômio. Isso é um manicômio! Tudo o que se vê são carros, estão todo indo para o trabalho, sendo que todos eles poderiam trabalhar em casa, ou podem trabalhar juntos em algum outro local, como nós estamos fazendo (estamos conversando no hotel em que Domenico está hospedado). E não é a informação que vai até o homem. É o homem que tem que ir até a informação. E isso é uma loucura, porque as informações são transportadas num ‘bit’, e os automóveis são mais difíceis de serem transportados por aí.”
A revolta quase cômica de Domenico é justificada. Lutamos para termos tecnologia que nos permite ter acesso às pessoas, suas vozes, suas imagens, seus textos e opiniões em qualquer lugar do planeta. Mas ainda nos obrigamos a, como diz Domenico, “irmos até os bits”. Os congestionamentos poderiam ser facilmente evitados se ficássemos no “home office”, ou no “teletrabalho”, como prefere Domenico. Mas numa cidade caótica como São Paulo, preferimos ir até o trabalho, e ainda nos concentrar em regiões como a da Av. Berrini, Av. Faria Lima, ou na Av. Paulista, aumentando ainda mais o problema do trânsito e do tempo perdido.
Entretanto para Domenico, o Brasil tem suas diferenças regionais: “O Rio de Janeiro é mais pós-industrial que a São Paulo. São Paulo é muito industrial. Copacabana é pós industrial”, - e essa discussão sobre o Brasil pós-industrial será a que encerrará esta série de posts sobre nossa entrevista, na próxima semana.

Post  publicado originalmente no blog "Branding, Consumo e Negócios" - reproduzido do link  EXAME.COM

terça-feira, 14 de julho de 2015

ADMINISTRAÇÃO | CRIATIVIDADE NÃO É PARA OS CHATOS




Criatividade não é para os Chatos.Afirma, o professor Alfredo Behrens, Fundação Instituto de Administração(FIA)Não mesmo!.Sempre tive essa convicção, sobre criação, marketing, e toda a dinâmica de um camaleão, que o mercado exige.

Brilhantemente diz: Criatividade rima com personalidades inquietas, curiosas, insatisfeitas a ponto de serem até incômodas. Criatividade não é para os chatos. De um conjunto de chatos não sairá nada de novo. Pior, eles poderão até drenar o potencial dos criativos, porque a tendência dos chatos é se unir contra o diferente.
Numa empresa, é inútil procurar extrair a criatividade de quem está sujeito a um controle de horário. Elimine o controle. É repressão. Elimine também os que acham que o controle induz à produtividade, porque a repressão não leva à virtude. O próprio lugar precisa ser orientado a estimular e acolher a criatividade.
Deve promover a interação, a troca de informações, a efervescência. Um ambiente desses atrai pessoas criativas. O reconhecimento de seus pares faz toda a diferença ao ser criativo. Os criativos se reconhecem, nutrem-se uns dos outros, precisam interagir para se inspirar.

Proximidade pode não se aplicar a todas as áreas. Por exemplo: os escritores aparecem nos lugares mais insuspeitos. Mas, por menor que seja o povoado, deve ter pelo menos uma biblioteca. Aliás, a sua empresa tem uma? Você empresta DVDs de ópera ou balé ao seus empregados? Por que não? Já pintores, inventores, compositores são diferentes dos escritores. Todos precisam de mais. Nem que seja de tintas, de instrumentos, de laboratórios. Precisam dos outros, mas também de liberdade e cuidado. O criativo, que mal se liga no dinheiro, precisa de acolhimento. Daí os mecenas. Quer criatividade em sua empresa? Seja um mecenas, aprecie o heterodoxo, o diferente, desenvolva sua própria curiosidade.
 
Para estimular a criatividade em sua empresa, você precisará primeiro neutralizar os chatos. Precisa deles? Eles têm competências das quais você não pode prescindir? Então mantenha-os, mas não no comando.

Promova quem vai conviver bem com a criatividade e a eventual desordem que ela traz. Em segundo lugar, crie você mesmo um ambiente criativo, que promova o prazer de estar ali, que facilite as trocas. Não sabe como? Visite os ambientes das empresas criativas e escolha o que você quer.

Depois, contrate um arquiteto. Já seria um bom começo. Terceiro, atraia um pioneiro que caiba em seu bolso. Ele atrairá os outros criativos. Você talvez nem precise pagar por todos eles. Ofereça espaço, condições, acolha.
Essa interação acabará beneficiando os que trabalham com você. 

Fomente a diversidade, contrate talentos, não caras bonitas nem currículos glamourosos ou primeiros alunos. Inteligência acadêmica poderá ser um pré-requisito, mas raramente é suficiente. Einstein foi reprovado e trabalhou numa empresa de seguros até que se libertou. Já imaginou a cara do professor que o reprovou? Alguém lembra do nome? Tomara que você não tenha um dia de amargar o arrependimento de ter demitido um sujeito que decolou em outro lugar.

autor: Alfredo Behrens
Fonte:Revista Pequenas empresas & Grandes negócios de Outubro de 2012.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

ASSESSORIA DIGITAL: PROFISSÃO EM ALTA E IMPORTANTE PARA QUALQUER NEGÓCIO.


A comunicação mudou. Através de todas as plataformas e meios possíveis é hoje ponto forte dentro de qualquer empresa de sucesso. Um setor que, muitas vezes foi deixado em segundo plano, é hoje um dos mais importantes no negócio. Todo mundo quer e precisa estar em todos os lugares, aparecendo de todas as formas. Os jornalistas tiveram que acompanhar essas possibilidades e estabelecer planos de trabalho para essas arenas. Assim surgiu o termo ‘assessoria de comunicação’. Mais do que o arroz e feijão da assessoria de imprensa tradicional, a assessoria de comunicação se estende por todas as áreas de relacionamento e vai além dos releases, follow-up e sugestão de pautas. O serviço é mais do que o relacionamento com a imprensa. É construir a reputação da empresa, estar na mídia e fortalecer o nome da marca interna e externamente. A importante relação com a imprensa é só mais uma das ferramentas que o assessor de comunicação pode usar para atingir seu público-alvo e firmar algo positivo dos seus clientes. Os objetivos viajam pelo inconstante mundo digital. Você pode trabalhar com Fan Page, site, produção de conteúdo, exposição digital, comunicação interna e por aí vai… Assim enfatiza Silvana Carias Jornalista, Assessora de Imprensa e Co-Fundadora da Click Social Media.


De fato, com a consolidação da web 2.0 (plataformas e os meios possíveis de publicações e publicidade), o assessor de imprensa habitual migrou, tornando-se digital. Com a adesão a essa nova era, mudou-se a dinâmica, e não se fala mais só com jornalistas. A marca do cliente é levada aos blogueiros, influenciadores da web e até o consumidor, que hoje têm uma poderosa arma nas mãos: as redes sociais. Hoje, essa área não está limitada aos Jornalistas, mas Assessores de Comunicação, Relações Públicas, profissionais de Administração e  marketing no geral. E para esta comunicação não ter ruídos é preciso dominar os novos recursos tecnológicos e, sobretudo: entender de relacionamentos e estarem abertas as adaptações. Uma linguagem mais informal, além de ter domínio dos mais diferentes assuntos, e estratégias excelentes, para conquistar o leitor e aguçar seu interesse. O conteúdo é de extrema importância, produzir materiais que soma aos leitores, isso agrega autoridade e credibilidade à página, afinal, só é possível discorrer corretamente quando temos total domínio sobre um assunto.

Nos Estados Unidos, por exemplo, uma das profissões mais em alta, é Assistente Virtual   aqui chamamos de Secretária. Trata-se de um conceito novo de trabalho, surgido nos Estados Unidos no final dos anos 90, é bem comum à utilização do serviço, feito em home Office e vantagens para os dois lados: flexibilidade e economias. Para os empreendedores que não necessitam de uma secretária fixa e registrada. A profissional então, vai se encarregar dos serviços burocráticos e administrativos do seu dia a dia, etc. e tal. 


Assessoria Digital está correlacionada com trabalhar a imagem do produto, disseminar as novidades, como lançamentos e eventos, atualizações, feedbacks e interação com os consumidores, dar um UP( melhorar, aperfeiçoar, evidenciar). Muitos confundem esse tipo de assessoria, com lucros rentáveis, resultados imediatos ou responsabilizado pelo resultado final, principalmente se negativo. Não é da incumbência da Assessoria Digital. Pois, existem vários fatores externos que vão contribuir, para que, nem sempre se alcance o êxito total. cabe ao Assessor Digital, deixar em evidência e manter uma constância nesse trabalho, criando mecanismos, para influenciar positivamente a marca, e com maior fluidez no mercado, afim de aumentar o interesse.

Indiretamente, vai atrair mais consumidores, parcerias e interessados, fornecedores, agregados etc. e tal.Portanto, um trabalho de construção, perpetuação da marca, no mercado digital. Visando atrair , manter e fidelizar os  clientes,  a partir de uma forma mais dinâmica, leve e precisa. Seja um Assessor de imprensa, Digital ou Secretaria Virtual, a incumbência é organizar, distribuir e manter a imagem do produto em alta, deixar a
marca pronta para maior aceitação, visibilidade e credibilidade no Mercado, com conteúdo relevante.

sábado, 6 de junho de 2015

JARDIN BOTÂNICO REALIZA FEIRA INFANTIL DE LIVROS


O Jardim Botânico do Rio de Janeiro neste final de semana, ganha um charme ainda maior.  Além do passeio, uma oportunidade para prestigiar a segunda edição da Primaverinha dos Livros, Segundo Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil. Quem perdeu hoje, poderá apreciar neste domingo. São 30 estandes, com 50 editoras que levarão, além de 3 mil títulos infantojuvenis com até 50% de desconto, muita diversão para a criançada. As atrações incluem lançamento de livros, contação de história, peças de teatro, oficina de desenho, pintura, música e quadrinhos. O evento é gratuito e ocorre hoje (6) e amanhã (7), no Espaço Tom Jobim.

A feira é promovido pela Liga Brasileira de Editoras (Libre) e tem origem na Primavera dos Livros, uma grande feira literária independente no Rio de Janeiro, que este ano vai para a 15ª edição. De acordo com a diretora da Libre Camila Perlingeiro, a ideia de fazer o evento para o público infantojuvenil surgiu por causa da alta procura pelo espaço infantil do evento dedicado ao público adulto.
“Tinha um espaço infantil super concorrido e a gente viu uma demanda de fazer algo específico para as crianças. Era uma demanda também das nossas editoras, que buscavam uma visibilidade maior para seus catálogos infantis. Temos estande coletivo, para as editoras que têm um catálogo grande e no meio tem um ou dois infantis; têm editoras grandes especializadas em livro infantil; e há outras que têm catálogo grande de livro adulto e já tem peso no infantil”.

Divulgação/ Geo Comunicação
Na primeira edição da Primaverinha, em agosto do ano passado, a feira recebeu mais de 6 mil visitantes. Camila ressalta que o livro não deve ser visto apenas para fins educacionais e também não é um concorrente do entretenimento eletrônico.

“A gente vinha com vontade de levantar uma bandeira, da leitura em família, promover o vínculo afetivo das famílias através da leitura, oferecer literatura como entretenimento para as crianças. É aquela coisa: existe tablet, televisão, mas a gente não está concorrendo. É tudo entretenimento, um livro é tão importante quanto um joguinho no computador, tão divertido quanto assistir a um desenho na televisão”, defendeu Camila.

A diretora destaca que a feira também é uma boa oportunidade para conhecer escritores contemporâneos, que têm pouco espaço nas escolas em geral. “O grande problema que nós temos – editoras independentes que publicam sobretudo literatura contemporânea – é fazer com que a escola perceba que tem coisa nova acontecendo, obviamente sem desmerecer os clássicos, todos eles precisam ser lidos, mas a gente também precisa avançar, a gente precisa saber que tem mais coisa por aí, que tem coisa acontecendo agora, que foi publicado agora, que está falando de temas atuais”.
Fonte:clique no link agenciabrasil

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Administração: QUAL É O SEU PROPÓSITO?

QUAL É O SEU PROPÓSITO?


Muitas vezes, estamos perdidos em nossos objetivos, para onde o futuro vai nos levar. Dizem que as coisas boas acontecem, sem a gente planejar. Mas dizem por aí, que sem planos, não chegamos a lugar algum. O primeiro passo, para mostrar nosso potencial, é conhecê-lo melhor. E um dos fatores é a autoanálise e sem critério.

Para tal, devemos elaborar uma lista de habilidades e talentos. Escrever também as nossas prioridades na vida. Quais são as coisas mais importantes para nós?. Não podemos deixar de faltar com as prioridades em nossa vida. Como também de nossos valores, quais são eles?. Geralmente, o que ficar repetitivo, é o traço mais marcante, que temos de prestar atenção maior. Segundo pesquisa, quatro são os pontos essenciais, para chegarmos ao um consenso, de quais são nossos verdadeiros objetivos, etc. Em cada um deles, descrever de 01 a 10, quais seriam elas, segundo nossa visão sobre nós mesmos, a seguir:


HABILIDADES:
A Capacidade e inteligência para fazer as coisas. Como diz Voltaire (mais do que capaz, mais do que instruído). Seria o grau de competência de um indivíduo frente ao um determinado objetivo. Exemplo: o “saber fazer”: cantar, dançar, interpretar. Competência (criatividade, astúcia, esperteza, manhas).

POTENCIALIDADES: A possibilidade da realização, ou seja, seria ação que algo ou alguém, tem de transformar em realidade. Quem canta bem (bom cantor), dificuldades em Matemática (aulas particulares/ reforço), para adquirir melhoras e habilidades. A força, vigor, energia, conjunto de aptidões, as possibilidades. Almir Sater em uma entrevista, anos atrás, revelou sabiamente que, pode ter o dom, "mas sem técnica e aperfeiçoamento, treino e incansáveis horas a fio, o instrumentista não chega a lugar algum". Ele se refere a potencialidade e aprimoramento na técnica. Ou seja, além da habilidade, a potencialidade, é fator determinante, para alcançarmos nosso desejo, o aprimoramento. E isso só é possível com muita dedicação, foco e esforço exclusivo. O tempo então é fator decisivo também.

PRIORIDADES: Eleger o que vem em primeiro lugar, o que importa para nós, de verdade. Muitas vezes, temos que abrir mão de nossos sonhos, sacrificar nossos objetivos, em prol de alguma coisa.

VALORES: O que consideramos importantes, quais as verdades mais profundas. O primeiro passo, para mostrar nosso potencial, é conhecê-lo melhor. Richard Jacobs consultor de empresas, em suas palestras, faz uma instigante pergunta: What´s your purpose? - O que estaria escrito, na sua lápide, em uma única palavra, para ser lembrado? - Então olhando de dentro para fora, repito: Qual é o seu propósito? - Amizade /Felicidade /Companheirismo/Realização pessoal, profissional /Reconhecimento, saúde, família, estudos, viajar.



A partir do autoconhecimento, aumentam nossas chances de estabelecer nossas metas e objetivos. É necessário saber, aonde vamos, o que queremos a longo ou curto prazo. Quais seriam eles daqui a 6 meses, um ano, cinco, dez anos, talvez?. A partir daí formular as estratégias para concluir nossos objetivos. O que queremos alcançar?


Sucesso profissional? Saúde estável? Um lar harmonioso e confortável? Independência financeira? Relações duradouras? Conclusão de estudos. Uma carreira artística. São ideais que a maioria de nós, sem dúvida, almejamos. Para tal, planejamento e dedicação em nossos objetivos, é a regra para todos.

Vale a pena investir em nossos objetivos, pois fatores como frustração, debilitação, aperto financeiro, desarmonia, em qualquer um destes campos, causam mais sofrimento e mais distante ficamos de nossos sonhos e realizações. Somos por natureza, seres empreendedores, e necessitamos de reconhecimento, tanto a nível pessoal quanto profissional. É a mola propulsora, ou seja, motivação que nos estimula a seguir em frente. Devemos investir em tudo que se diz referente a nós: formação, saúde, relacionamentos, e principalmente trabalhar com aquilo que nos satisfaz, seja qual profissão for.

Cada um de nós, usar de nossas aptidões ou habilidades, que temos vocação de fato, e jeito de lidar, seremos não só mais felizes como, o que está ao nosso redor, mais equilibrado e harmonioso.

Imagem: Reprodução Internet. O Texto faz parte do meu Curso "Desenvolvimento Interpessoal" do curso voluntário sobre Motivação Pessoal.