Loira do bem ∞ : relações sociais
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sábado, abril 15, 2017

REDE DE RELACIONAMENTOS

No filme Coração de Cavaleiro, o Rei Edward ao desfazer uma injustiça e sagrar o jovem Willian, até então ‘farsante’,  com o título “ Sir “ no  torneio,  disse:  “Seus amigos lhe amam, se eu não soubesse mais nada sobre você, isso já me bastaria”. Ou seja, é  incalculável o valor da amizade, de laços leais e sinceros.
Um passaporte que abre portas para os que valorizam caráter e ações coerentes. Aqueles que têm essa sorte devem cultivar os seus amigos como verdadeiros tesouros e se eles estiverem ao redor, a felicidade é dobrada e as dores são menores. E para ter esse privilégio que são para poucos, porque nem todos, estão dispostos a aceitar o outro, com sua cultura e juízo de valores diferentes, sem gerar preconceitos e atritos e  manter uma rede de relacionamentos saudáveis e desenvolver  sentimentos assertivos,  além de exercitar a via de mão dupla,  e muito respeito.
Vamos imaginar quantas pessoas desde a nossa infância até os dias atuais passaram pela nossa vida, vizinhança, escola, trabalho, academia, faculdade, igreja ou lazer. Quantas delas nunca  mais ouvimos falar, e talvez nem vê-las mais. Então,  não seria interessante,  rever ou reatar alguns desses laços que no passado, talvez nem todos, mas certamente vários contribuíram para nossa formação
Uma rede de relacionamentos enriquece nossa vida em todos os sentidos, é um caminho-chave para alçar voos ou permanecer firme no chão.  Muitas vezes, por medo  de  ferir ou decepcionar, nos fechamos  em um casulo e criamos muros intransponíveis. Mas não fomos feitos para viver isolados, precisamos um dos outros, em afeto, reconhecimento e oportunidades.  Certo, para algumas pessoas não seremos “bons” o suficiente por mais que desejamos e  da mesma forma que outras não serão para nós também, por mais que dizem.  As relações interpessoais exigem flexibilidade, focar mais nos pontos fortes de cada um, e menos nos defeitos, aprender a ouvir mais e se colocar no lugar do outro. A psicologia nos diz que quando criticamos as pessoas, aliviamos as nossas frustrações.
Sim, também há relacionamentos que fazem muito mal, são peçonhentos e abusivos. Por isso, colocar numa balança e avaliar as ações e atitudes, assim como no “Coração de Cavaleiro” - “Você foi medido, pesado, avaliado e considerado insuficiente”. E, então mesmo dolorido, seguir em frente, as  perdas e frustrações nos ajudam a crescer, como diz o roqueiro Humberto Gessinger  “Perdoa o que puder ser perdoado e esquece o que não tiver perdão”.  

Em algum lugar, cedo ou tarde, vamos cruzar com pessoas que esperam uma oportunidade de estar no time dos que soma, multiplica e partilha, sejam interesses, afinidades, ideias, até mesmo as diferenças, porque estarão unidas não por protocolos ou classes, mas por coração, e não é pieguice.  O que vale é o aprendizado, sem se apegar a pequenas coisas, nem nas opiniões, nem nos detalhes.  Às vezes, o que falamos dos outros é o que enxergamos em nós, sem se dar conta.  Viver é correr riscos, estar alerta e em movimento constante no aprendizado e escolhas, porém, mais triste será continuar em círculos, sem nunca dar nenhum passo para evoluir e continuar a ser a mesma pessoa, enquanto a vida passa, sem piedade ou compaixão. 

FT: acervo pixabay - free imagens. 

segunda-feira, fevereiro 01, 2016

Sociedade: Respeito e Honra


Muito ouvimos dizer, que “educação vem de berço”, mas na prática é bem diferente. A julgar pela quantidade de falta de respeito, agressões verbais e manipulações na Internet. E por incrível que pareça não vêm de jovens, os mais opressores, mas das pessoas maduras e muito delas, em torno da terceira idade, infelizmente. Parece que a Internet liberou tudo aquilo que essas pessoas por anos estavam entalados dentro delas, reprimidas e contidas. Virtudes como a cordialidade, o bom senso, a cortesia, empatia e o respeito passam longe, elas querem por querem, seu ego satisfeito. Respeito, Honra e Dignidade são coisas do passado.

E não se sentem envergonhados ou param para refletir, a ação de suas palavras e quando não conseguem atingir o alvo, a manipulação emocional ( de opressor para o oprimido), em segundos o vilão virou a vítima. O orgulho por não estar certo, ou por receber uma resposta assertiva, mas sem amaciar o ego ou a vaidade, é pecado mortal para algumas pessoas. Elas quase nunca aceitam uma negativa, ou limite para a insensatez. Como se todos tivessem obrigação de servir, adular e acatar suas ideias, por mais inusitadas que sejam. Acho que a canção de Cora Flora, uma cantora canadense abaixo, representa bem esses sentimentos: "Eu não estou aqui pra alimentar sua autoestima" e nós precisamos crescer emocionalmente, e acredito que tudo comece com a Cultura e a humildade. Nós não vamos mudar o conceito que os outros fazem de nós, se não mudarmos o conceito que fazemos de nós mesmos. Leandro Karnal, historiador e professor mais afamado da Internet em uma de suas dissertações nos atenta para uma importante reflexão “Só se ofende quem não se conhece”. Fato este que passei a tomar como verdade. Quem tem autoestima, amor próprio e autorrespeito, dificilmente parte para a ignorância e sedentos pela humilhação do outro, como prêmio pela insegurança ou misérias humanas.
O outro não pode ser o depósito do nosso lixo, dos nossos erros, fracassos, desconcertos e frustrações.
A partir do momento que eu me reconheço e com autoaceitação, perdoo a mim mesma pelos meus defeitos e deficiências, eu crio um novo mecanismo, em que as pessoas já não têm mais poder de me ferir e a frustração, a negativa faz parte de convívio social. Não podemos agir como crianças birrentas que não podem ser contrariadas o tempo todo, e que os demais condicionados a nos agradar, a adular, ou satisfazer todos nossas expectativas. Nem todas as pessoas vão nos amar, nem todas vão nos aceitar e nem todas vão nos valorizar, mas tem por obrigatoriedade seguir o código de honra, de nos respeitar.
É certo que não temos controle sobre pessoas, coisas e só estamos conectadas a elas.

 

 Geralmente as pessoas machucadas sentem necessidade de machucar outras. E isso também não é o caminho para a cura. Criamos um ciclo de negatividade e nos ferindo ainda mais.
Sejamos menos rústicos, a vida é muito breve para tanta arrogância, agonia e competitividade. Se for para competir, que seja na elegância, na assertividade e autocontrole. E se isso não tiver reciprocidade, simplesmente feche a porta e siga em frente sem raiva.
 Há tantas estradas, janelas esperando para ser abertas ou desbravadas.Não precisamos levar junto o lixo dos outros ou que criamos com nossa criancices.

Respect & Honour
Respeito e Honra.
Cora Flora – cantora canadense.
Eu sou uma velha alma num corpo jovem
Nós somos todos infinitamente iguais com únicos desafios e bênçãos
Eu respeito e honro meus sentimentos
Eu respeito e honro a mim mesmo
Eu acredito e apoio meus verdadeiros sentimentos
Eu respeito à voz da minha alma
Eu não estou aqui pra alimentar sua autoestima
Eu respeito e honro você, mas se você
não for reciproco eu vou embora.
Eu respeito e honro meus sentimentos
Eu respeito e honro a mim mesmo
Eu expresso e honro meus sentimentos
Eu espero respeito de volta
Eu estou aqui pra fazer brilhar a luz do meu amor
e ser minha verdadeira beleza azul e maravilhosa alma
E se minha luz mostrar suas sombras
Você pode resistir ou você pode crescer
E se sua luz me mostrar minhas sombras
Eu vou te honrar e crescer.
Julgamento, ciúmes, fofocas e depreciamento de energia
Nós só nos bloqueamos de ser o melhor que podemos ser
Nós estamos designados para harmonia
Eu estou aqui pra te respeitar e te honrar
Enquanto estou me respeitando e me honrando também. 
Blessed Be!

domingo, fevereiro 10, 2013

300 LIVROS VIRTUAIS PARA BAIXAR E LER...

Descartes dizia "Penso, logo existo" ou eu duvido, logo penso, logo pesquiso e logo existo. Então, para aqueles que fugiam da leitura, porque achavam livros caros, não há mais desculpas.

Desde 2004, o Governo brasileiro inaugurou o site  Domínio Público que tem por missão divulgar a cultura gratuitamente para todos os brasileiros, com mais de 700 obras, dentre as quais 300 são as mais importantes para a literatura brasileira, sendo marcadas como questões comuns em concursos públicos, vestibular e ENEM, que este www.vejaisso.com/300-livros  disponibilizou o link dos mais importantes. A meu ver todos devem, sem exceção buscar por conhecimento e cultura, independente de qualquer outro objetivo ou meta. Tudo  pode ser roubado, tomado, perdido, menos o Conhecimento. 🦉 📚 🔔 👓 😍


E, antes que alguém questione se isso é ético, por causa do direito à propriedade intelectual, segundo o jornalista Alessandro Martins do blog livroseafins.com  - há 4 leis brasileiras diferentes e de épocas distintas que dizem quando uma obra entra em domínio público – isto é, determina quando os direitos autorais expiram -, de acordo com o ano em que seu autor morreu e a última delas - a  Lei nº 9.610 de 1998 revogou a lei de 1973 aumentando o prazo de proteção para 70 (setenta anos), fluindo esse prazo a partir de janeiro do ano subsequente ao falecimento do autor. Se o autor morreu em setembro de 1999, por exemplo, o prazo passa a contar a partir de janeiro de 2.000. Em janeiro de 2071, a sua obra já estará em domínio público.

Embora, baixar os livros não é crime, porém, de acordo com o site Consultor Jurídico  desde que seja sem  o "intuito de lucro" e somente para seu uso privado,  segundo entendimento do STF, de acordo com artigo 184 do Código Penal Brasileiro”-  fora isso é crime e passivo de prisão.
 "O coração, se pudesse pensar, pararia." Tudo me interessa e nada me prende. Atendo a tudo sonhando sempre. Se escrevo o que sinto é porque assim diminui a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Uns governam o mundo, outros são o mundo. Os meus hábitos são da solidão, que não dos homens., não sei se foi Rousseau, se Sénancour o que disse isto. Mas foi qualquer espírito da minha espécie - não poderia talvez dizer da minha raça. Trechos de Desassossego - por Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa).

Imagens extraídas do site Pixabay - liberado para domínio público e grátis. 

terça-feira, dezembro 04, 2012

A Energia da Abundância

A energia daAbundância
Por Déa Januzzi
A vida está mais ou menos? São velhas ideias, pensamentos, padrões e emoções que se repetem.
Tudo o que acontece é um eco, uma resposta de quem somos. Nada é místico, mas criar uma nova estrutura psíquica, para que a energia da abundância possa se manifestar em todos os aspectos da vida. “A abundância vai muito além do verbo ter".
Antes de tudo, evoca o fluxo da vida, trazendo mais alegria e autoconfiança para o cotidiano”, de acordo com a psicóloga, Rosana Freire, o que bloqueia a abundância, em sua plenitude, não “é nenhum fator externo, mas os mitos, crenças e padrões arraigados em nossas atitudes".
“A vida vai devolver, um dia, o que partilhamos hoje. Tudo tem um caminho de volta. Se a vida não está indo do jeito que quero, sou eu que preciso fazer as mudanças”.- alerta ela. Segundo ainda a psicóloga duas ideias limitadoras, porém, impedem o fluxo da abundância: A primeira vem da cultura judaica-cristã, de que só tem valor o que se obtém com muito esforço.
Rosana não acredita nessa ideia, já que é preciso permitir ser você mesmo, sem se preocupar com expectativas externas ou com a competição. A segunda ideia limitadora é a de que se uma pessoa não conseguiu algo é porque não merece. Esse conceito tem que ser revisto, segundo ela, “pois o único jeito de sentir-se merecedora é se valorizar”.

Ela reafirma que “por atrair tudo o que está no mesmo nível dos pensamentos e sentimentos, podemos também bloquear a energia da abundância. Ela escapa por meio das comparações com o que o outro tem e eu não. Ou pelo medo de perder o que já foi conquistado. É preciso deixar o passado ir embora, para abraçar o novo com todas as possibilidades que ele traz de crescimento”. O destino é uma eterna roda. O movimento da natureza, das flores, animais e das pessoas restabelece a energia da abundância. “O que está em cima desce e o que está embaixo sobe. É preciso, portanto, cultivar a humildade para reverenciar amorosamente tudo o que a vida está oferecendo, sem entrar no julgamento. O jeito de lidar com os acontecimentos é que vai determinar os resultados”. A abundância é “uma conexão com a própria alma. É ter as rédeas da própria vida”. Algumas atitudes que podem ajudar, como perdoar velhas mágoas,  ressentimentos e fazer doações.
. “São vivências de sincronicidade. As coincidências não existem. Todo mundo está no lugar apropriado, com as pessoas certas e na hora exata e que a vida traz aquilo que está na mesma freqüência de vibração dos pensamentos, crenças, emoções e padrões".

PASSOS PARA CONQUISTAR A PROSPERIDADE
1. Você é quem dirige a sua vida
2. Poder pessoal envolve escolhas conscientes
3. Use as memórias do passado relacionadas à abundância, para reforçar a sua jornada
4. Dê valor ao que você realmente é
5. Cultive o hábito de escutar a sua sabedoria interior
6. Mude os hábitos que o prendem a determinada realidade
7. Acredite que vai alcançar as suas metas
8. A energia acompanha a intenção
9. Crie o hábito de regularmente liberar a desordem mental, emocional e física da sua vida
10. Desenvolva o hábito da gratidão
11. Lembre-se de que aquilo que você doa acaba voltando para você
Fonte: www.abundancia.com.br

segunda-feira, setembro 19, 2011

Pitaco de Loira: a Lenda dos 3 Macaquinhos

Os Três Macacos Sábios ou Místicos, que se tampam com as mãos respectivamente os olhos, ouvidos e boca, provem de antigas lendas chinesas que se difundiram no Japão com a chegada da escritura no Século VIII. 
Estão representados em uma escultura de madeira no santuário de Toshogu, em Nikko, Japão.
Os nomes dos macacos são Kikazaru (não ouve), Iwazaru (não fala) e Mizaru (não vê), que fazem referência a um jogo de palavras japonês, já que saru significa gracioso.
Conta a lenda, que os três macacos eram os mensageiros enviados pelos deuses para delatar as más ações dos humanos com um conjuro mágico, com o qual a cada um tinha duas virtudes e um defeito, 
As palavras compostas “mizaru", “kikazaru” e “iwazaru” significam respectivamente “não vê", “não ouve", “não fala", e o macaco passou a ser um símbolo negativo, se no Japão presenteias a alguém, com um, significa que queres algo agourento.
• Segundo outra interpretação, o significado das esculturas de "mizaru", “kikazaru” e “iwazaru", alude ao medo absoluto, dado que são as primeiras reações do ser humano ante uma situação de perigo.

Outra versão alude à virtude da discrição: "Não digas tudo o que saibas, não olhes o que não devas, não creias em tudo que te dizem". 
Ou nas palavras simples  de Elisa's Atividade:
Representam as maiores qualidades do ser humano, ser surdo para algo indelicado e ineficaz... 
ser mudo para jamais ofender ou magoar as pessoas e cego para jamais julgar pelo que vê concluindo sem saber o que é de fato..pois nem tudo o que se vê é a realidade do momento...
Que aprendemos então com os 3 Macaquinhos... surdo para intrigas, mudo para fofocas e cego para indiscrições...


fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%AAs_Macacos_S%C3%A1bios
   

domingo, agosto 28, 2011

Comportamento | Administrando Relacionamentos

Parafraseando a  célebre frase de “navegar é preciso, viver não é preciso” do General Pompeu e atribuída ao Fernando Pessoa, por usá-la em um dos poemas, hoje seria "Relacionar é preciso e administrar relacionamentos mais ainda".

Depois de 5 anos em redes sociais, me coloco a pensar  sobre a dificuldade de compreender e ser compreendido nos dias atuais, principalmente no campo virtual. Porque na vida real, somos mais comedidos, temos mais a perder. No campo virtual, as pessoas se sentem à vontade para apertar o botão do "excluir, bloquear e denunciar", como algo tão natural quando a pele que ela habita, sem medir consequências sobre sua personalidade. Quando eu ministrava aulas num curso em um projeto voluntário ( sim, procuro ser útil e prestável para mim e aos outros), acrescentei o seguinte texto no módulo Relacionamento Interpessoal:

Tempos atrás, Renato Russo, profetizou: A solidão é o mal deste século". Engana-se quem pensa que o artista se referiu a estar só, desacompanhado, mas na solidão de alma, aquele vazio que não se preenche com palavras, estando em grupos ou não. Com o advento da Internet e redes sociais, as pessoas de fato se aproximaram mais, mas nos dão uma falsa impressão que são laços reais como os nossos familiares ou parentais, porém estes se tornam distantes e superficiais com o passar do tempo e um vazio também.

O que nos leva a isso?

Talvez, a impaciência de lidar com situações adversas gerando a intolerância para com o outro.  Desta forma, evitando o confronto e choque direto nos sentimos mais protegidos ou no controle da situação.

E como ser aceitos da forma que gostaríamos, sem nos sentir lesados, machucados, ignorados ou até mesmo incompreendidos?. Guimarães Rosa, deu a receita: "A vida é assim:esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta.O que ela quer da gente? - coragem. Coragem para mudar o que precisa ser mudado em nós, humildade para reconhecer que não somos e ninguém é perfeito, persistência para não desistir no meio do caminho e sobretudo entender que tudo passa antes por um aprendizado.  De acordo com a Maslow acima as 5 necessidades seriam estas, porém como conquistá-las?
                                                                                                                                                                                                                 Foto: Site ninataboada.com
"Conhecer-se a si mesmo" como Sócrates nos ensina - para entender quem somos nós e quem são os outros, é o primeiro passo para o autoconhecimento.Quando temos a capacidade e discernimento para mapear nossos próprios sentimentos, necessidades, os pontos fortes e pontos fracos e suas limitações, conseguiremos com maior rapidez, identificar os problemas que afetam o nosso desempenho pessoal e profissional .

O segundo passo é o autocontrole,  é a capacidade de controlar as emoções, evitar reações por impulso ou porque fomos atingidos no ego, mas reduzir os conflitos e aumentar a harmonia nos ambientes.

O Terceiro passo é a Motivação, característica esta marcante em verdadeiros líderes e de autoestima elevada, que pode ser traduzido como desejo realizado. Uma pessoa motivada busca realizar além de suas         expectativas e tem paixão pelo que faz e desenvolve. Seu otimismo é o seu compromisso, e desta forma contribuem para contagiar os demais a sua volta, em qualquer âmbito e as crises, problemas se tornam menores, diante da capacidade cognitiva destas pessoas.

O Quarto passo é a comunicação, que tem o poder de aproximar ou afastar pessoas, ela deve ser transparente nas informações e desta forma proporcionar o compartilhamento de 
ideias, sentimentos, atitudes, opiniões e pensamentos, de forma homogênea sem provocar como diríamos no Marketing "ruídos" - relacionamentos se perdem, findam ou se rompem na maioria das vezes, por não desenvolvermos a empatia( se colocar no lugar do outro)  assertividade ( falar de forma clara, honesta sem agressividade), cada pessoa tem um juízo de valor e percepção sobre o mundo, pontos de vistas diferentes merecem respeitos e os nossos também. Ao ser intransigentes, inflexíveis, por medo de baixar a guarda, em reconhecer nossas limitações ou equívocos,  vamos minando os laços e deixando às vezes de conviver ou viver com pessoas, que muito agregam para nós.

Como diria Caetano: "Cada um, sabe a dor e a delícia de ser o que é"
Porém, a vida é breve ( não vamos sair vivos dela mesmo), então deve ser vivida com mais leveza.

segunda-feira, junho 07, 2010

Reflexão genial: A roupa nova do Imperador


Era uma vez um imperador que gostava tanto de roupas novas e bonitas que gastava todo o seu tempo e dinheiro a vestir-se.

Um dia apareceram dois indivíduos com um ar suspeito que diziam ser tecelões. Mas, segundo eles, o tecido que fabricavam não só era extraordinariamente belo como tinha ainda propriedades mágicas: mesmo quando transformado em peças de vestuário, era invisível para todas as pessoas que não desempenhassem bem as suas tarefas ou que fossem particularmente estúpidas.
— Excelente! — pensou o imperador. “Que bela oportunidade para descobrir quais os homens do meu reino que não devem estar nos lugares que ocupam e quais são os espertos e os estúpidos!

Pois é, aquele material tem de ser tecido e transformado em roupa imediatamente!”
E deu aos dois malandros uma grande quantia de dinheiro para começarem a trabalhar.
Assim, os dois patifes montaram dois teares e agiram como se estivessem a trabalhar afanosamente, mas a verdade é que não havia nada nos teares. Pouco depois, estavam a pedir o melhor fio de seda e de ouro, que meteram nos seus próprios bolsos, continuando a mover os braços diante dos teares vazios pela noite dentro.
Ao fim de algum tempo, o imperador pensou: “Gostava realmente de saber como vai aquilo!”
O facto é que ninguém queria admitir que não via roupas nenhumas, porque is significaria que eram estúpidos ou então incompetentes no seu trabalho.Foi quando se ouviu claramente uma voz espantada de criança: — O imperador não leva nada vestido!

Por fim, até o próprio imperador achou que eles deviam ter razão, mas pensou para si próprio:“Não posso parar, senão estrago o cortejo.”E lá foi andando com um ar cada vez mais orgulhoso, enquanto os cortesãos continuavam a segurar uma cauda que não existia.
Trecho do Conto - A roupa nova do Imperador – de Hans Christian Andersen.

O que podemos refletir sobre:

A burrice sempre ofereceu cenas e personagens cômicos, como no conto de Christian Andersen acima, "O poder emburrece”, afirmava o filósofo alemão Friedrich Nietzsche.
Por quê? Quando estão no poder, as pessoas muitas vezes são induzidas a pensar que, justamente por ocuparem aquele posto, são melhores, mais capazes, mais inteligentes e mais sábias que o resto da humanidade.
Além disso, estão cercadas de aduladores, seguidores e aproveitadores que reforçam o tempo todo essa ilusão. O poder – seja ele- político, econômico ou burocrático – aumenta o potencial nocivo de uma pessoa burra. Um exemplo extremo é dado no filme Dr. Fantástico, de Stanley Kubrick. Nele, um grupo de estúpidos de grau máximo pensa em detonar uma carga explosiva nuclear que levará ao fim do mundo, por uma simples frivolidade. Por seu lado, o rei Luís 16, no dia 14 de julho de 1789 (a data da Queda da Bastilha, evento que deu início à Revolução Francesa), escreveu em seu diário: “Hoje, nada de novo.” O mesmo obtuso e burro senso de invencibilidade fez o general George Custer supervalorizar suas forças e atacar os índios em Montana (EUA), em 1876.
Resultado: centenas de soldados do Exército norte-americano foram massacrados pelos índios sioux e cheyennes no riacho Little Big Horn. Ou, ainda, levou Napoleão a atacar a Rússia em pleno inverno de 1812: o Exército francês foi dizimado pelo frio e pela exaustão. Sem contar as previsíveis tragédias das guerras do Vietnã e do Iraque de hoje.

Em cada um de nós há um fator de burrice que é sempre maior do que imaginamos.
Isso não é, necessariamente, um problema. Ao contrário, a estupidez tem uma função evolutiva: serve para nos fazer agir precipitadamente, sem pensar muito, o que em certos casos se revela mais útil do que não fazer nada. A burrice nos permite errar, e na experiência do erro há sempre um progresso do conhecimento. Assim, o ponto-chave para anular a burrice está em reconhecer os próprios erros e se corrigir.

Como dizia o escritor francês Paul Valéry: “Há um estúpido dentro de mim. Devo tirar partido de seus erros.”
TODOS NÓS ESTAMOS prontos a admitir que somos um pouco loucos, mas burros, jamais.
VÁRIAS ESCOLHAS absurdas são feitas de maneira burra, sem uma avaliação dos prós e contras, dados e estatísticas reais.
E a capacidade de admitir nossos erros de avaliação? Quase inexistente: estamos atados a nossas convicções como se elas fossem coletes salva-vidas. O que pedimos ao mundo não são novos desafios a nossas ideologias políticas e sociais. Preferimos amigos, livros e jornais que compartilham e confirmam nossos iluminados valores.
Mas, cercando-nos de pessoas oportunistas, reduzimos a chance de que nossas opiniões sejam questionadas. Também nos vários setores da pesquisa, a burrice se apresenta pontualmente: os envolvidos tendem a considerar um estudo sério e convincente quando os resultados coincidem com seu ponto de vista; ou julgam no ultrapassado e cheio de defeitos quando vão de encontro a suas expectativas. Esse fator explica por que muitas vezes é inútil tentar demover um obstinado de manter idéias claramente erradas. Todas as vezes que nosso cérebro pensa no futuro, tende a produzir previsões otimistas.
Qual é a razão desse estúpido otimismo do cérebro? Ele nos protege contra as verdades desconfortáveis.

HÁ PESSOAS QUE chegam incrivelmente perto da verdade sobre si mesmas e a respeito do mundo. Elas têm uma percepção equilibrada, são imparciais quando se trata de atribuir responsabilidades de sucessos e fracassos e fazem previsões realistas para o futuro.
Equipe Planeta
Freud explica: "Existem duas maneiras de ser feliz nesta vida, uma é fazer-se de idiota e a outra é sê-lo !!