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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

SHOWS OFICIAIS DE ALMIR SATER | AGENDA

(Shows 2018 em Cartaz) Temos pressa, é claro! ➽ Você já sabia que o "AR" de Almir Sater e Renato Teixeira é o ¯\_(ツ)_/¯ “Melhor Álbum de Música Raízes Brasileiras” no Grammy Latino.
No compasso da viola de Almir Sater saiba onde ela 🎸vai estar ▼

Imagem: Carlota Fotografia/ CG
Aguarde Novidades da Agenda 2018 em breve, muitos shows, porque a gente gosta de emoções e de emocionar! 💞
MARÇO 2018

Data: 16/03/ 2018 – Sexta-feira.
Onde: Grande Palácio das Artes – Belo Horizonte- Minas Gerais.
Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro.
Horas: 21h00
Valores de Ingressos:
Plateia I e II lote 1
180 (inteira) –  90 (meia-entrada)
Plateia I e II lote 2
200 (inteira) – 100 (meia-entrada)
Balcão lote 1
160 (inteira) –  80 (meia-entrada)
Balcão lote 2
180 (inteira) – 90 (meia-entrada)
Obs: Meia-entrada de acordo com a lei em Vigor.
Ponto de Vendas:
Pela internet, acesse:
Ingresso Rápido ou televendas 4003-1212.
Ponto físico: Bilheteria do Palácio das Artes: de segunda-feira a sábado, das 10h às 21h e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. Tel.: (31) 3236-7400
Evento Oficial Facebook: https://pt-br.facebook.com/events/744197602448485
Realização: Jackson Martins Produções & Eventos.

Só um aperitivo, logo muito mais! e  muitas novidades solta pelo AR.

Escritório de Almir Sater | Contato Shows e eventos.
www.claudetefaria.com.br
email: claudetefaria@uol.com.br
☎ +55 (11)4485-1539/ (11)4485-3049/ (11)9.7546-3850
e para Tour Tocando em Frente aguarde tocandoemfrente.net
Enquanto isso, desanuvie com AR disponível nas plataformas digitais: https://umusicbrazil.lnk.to/DDeDestino  e em Lojas e Sites virtuais.
 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

ESTUDO REVELA A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA PARA O BEM-ESTAR

Quanto maior a Vibe e engajamento coletivo, mais aumenta a capacidade cognitiva no bem-estar subjetivo. A música é considerada das 7 Artes, a mais humana e que vai direto aos nossos corações, é capaz de sensibilizar até os mais blindados.

FT: João Cláudio - Nova Andradina/MS.
Segundo pesquisadores da Universidade de Deakin, na Austrália, experimentar e se envolver com a música tem sido fundamental para todas as sociedades ao longo dos tempos. E realizaram um estudo para explorar a conexão entre o engajamento habitual da música e o bem-estar subjetivo (SWB) compreende avaliações individuais da satisfação com a vida e é internacionalmente considerado a nível político e governamental. Esses dados foram recolhidos em 2014 como parte da 31ª pesquisa do Índice de Bem-Estar da Unidade Australiana para fornecer informações sobre a relação entre engajamento musical e SWB. Uma amostra aleatória e estratificada de 1.000 participantes foi realizada por telefone.


FT: divulgação
As descobertas revelaram que o envolvimento com a música pela dança ou participação em eventos musicais foi associado ao SWB ( bem-estar) mais elevados do que aqueles que não se envolveram com ela, destas maneiras. Os dados também enfatizaram o papel importante de se engajar junto de outras pessoas(como assistir eventos, concertos, festivais etc.) no que diz respeito ao SWB, destacando uma característica interpessoal da música, essa sensação aumenta ainda mais. 


FT: divulgação.  

O estudo fornece uma visão e relação geral entre música e SWB em nível populacional, em contraste com a maioria das pesquisas na área que se concentrou na avaliação de intervenções clínicas envolvendo música. A percepção obtida com essas descobertas pode ser usada para informar futuras intervenções e para entender melhor como a música está envolvida na regulação emocional. Ou seja, a capacidade do indivíduo lidar com situações estressantes e desafiadoras de maneira saudável, sem deixar que elas causem prejuízos em sua vida, rotina ou relacionamentos, está ligado com as emoções, algumas são agradáveis — como a alegria e o amor — e outras causam desconforto — como o medo e a raiva


FT: Pixabay
E é isso que estudo dos pesquisadores vem a confirmar, que a Música tem essa capacidade de equilíbrio e conectar indivíduos, eleva as emoções ao um estágio de paz interior mais profundo. O segredo então é segue o som, se joga na música, assistir mais shows e concertos, quanto mais pessoas aglomeradas, mais alta é a vibração, um antídoto natural contra todos os males do dia a dia.Uma coisa é certa, seja no Brasil ou na Austrália, em qualquer lugar do mundo, Nietzsche, meu filósofo favorito, sempre esteve certo: “Viver sem Música seria um Erro.” Não só tenho convicção, como plena certeza disso.


FT: João Claúdio - Nova Andradina/MS.

Original: Ifyou’re happy and you know it: Music engagement and subjective wellbeing
Por Melissa K. Weinberg, Dawn Joseph
1 Faculdade de Saúde da 1ª Escola de Psicologia da Universidade de Deakin, Austrália
2 Faculdade de Artes e Educação, Universidade Deakin, Austrália

terça-feira, 13 de junho de 2017

Almir Sater faz show em Juiz de Fora no Capitólio

Juiz de Fora recebe o show de Almir Sater e Banda no próximo dia 23 de Junho no Centro de Eventos  Capitólio para celebrar sua trajetória brilhante  de mais de 35 anos de estrada com som além das fronteiras.















No palco, o violeiro revive sucessos  como Tocando em Frente, Trem do Pantanal, Um Violeiro Toca, sem deixar de lado o toque de viola que o tornou consagrado. O show  mescla com o CD solo ‘7 Sinais’ e o mais recente ‘AR’  gravado em parceria com Renato Teixeira e premiado  com o Grammy Latino 2016  - “Melhor Álbum de Raízes Brasileiras”. 

O Músico tornou-se um dos mais respeitados ao empunhar sua viola de 10 cordas, através do experimentalismo sem rotular. No entanto agrega um toque diferenciado ao instrumento, estilos como blues e rock dos anos 70, com influências da música inglesa, embaladas pela pegada do folk norte-americano e das fronteiriças com seu estado MS, ‘a paraguaia e andina’, sem deixar de flertar com o purismo da música caipira e enaltecer a paisagem rural. 

Dono de um talento ímpar e versatilidade como instrumentista, Almir Sater foi apontado pela Revista "Rolling Stone Brasil" entre os 30 maiores ícones brasileiros da guitarra e do violão na edição de 2012.
Também obteve grande destaque ao aceitar convites para  representar personagem de violeiro em novelas como “Pantanal” e “Rei do Gado”, além de Ana Raio e Zé Trovão e Bicho do Mato (2006).

A Abertura do show  fica por conta do cantor e compositor juiz-forano Tiago Sarmento, um dos mais promissores artistas do gênero Folk e, com mais de 20 anos de estrada apresenta o seu álbum 'Folk it!' recém-lançado e com o apoio da Lei Murilo Mendes de incentivo à cultura. 


FT Nayana Mamede
Com 16 composições autorais, o disco foi produzido em parceria com Nando Costa e gravado no estúdio Elba Ramalho (Gigante de Pedra) ano passado. Partindo do minimalismo violão e voz sem deixar de lado o Rock  Setentista que tanto o influencia, o músico em um tom intimista, nos convida a brindar as mazelas do cotidiano com grau de otimismo como sua canção “Se Deus quiser tudo vai Melhorar”  é preciso ter fé e crer que a maré vai passar.

É com essa energia positiva seja no primeiro álbum em tom Pink Floyd ou o novo em Bob Dylan – o convite é irrecusável, de se abrir para o novo, mas sempre privilegiando os laços verdadeiros e de tudo aquilo que vale a pena viver e lutar para ser feliz, até nas coisas simples.

A Realização do espetáculo a cargo do conceituado Jackson Martins Produções & Eventos e a Assessoria de Imprensa de Paula Granja (31) 99649-2968.  Imperdível em todos os aspectos. 
SERVIÇO:
Almir Sater e Banda
Abertura: Tiago Sarmento.
Quando: 23 de Junho de 2017 – sexta-feira.
Horário: Abertura da casa 20h30 - Show Abertura: 21h00 - Show Almir Sater 22h00
Local: Centro de eventos Capitólio – Juiz de Fora/ MG.
Endereço: Av. Deusdedit Salgado, 4088 – Teixeira.
Valores de Ingressos em R$ - Segundo Lote:
Mesa Setor 1- 4 cadeiras: R$ 500,00 primeiro lote
Mesa Setor 2- 4 cadeiras: R$ 450,00 primeiro lote
Ingresso Pista individual: R$ 100,00 - meia-entrada R$ 50.00
Forma de Pagamento: Online: Cartão de crédito parcelado ou boleto ( única parcela)
Pontos de venda:
ONLINE: https://ticketmais.com.br
FÍSICOS em Juiz de Fora/MG.
Hotel Green Hill: Av. Deusdedith Salgado, 4.351
Shape Suplementos: Independência Shopping 2º Piso 
Zé Kodak ,Santa Cruz Shopping: 1º piso, loja 46 
Zine Cultural: Rua Marechal Floriano Peixoto, 723 – 
Centro All Sports: Shopping Jardim Norte, L1, Loja 1078 
Soul Planet Music - R. Morais e Castro, 218 - Passos.
(Somente Ingresso de Pista, pagamento em dinheiro)
Mais Informações: (32) 9.8819-1296
Evento Oficial Facebook: https://www.facebook.com/events/587861594737104/
Realização: Jackson Martins Produções & Eventos - Produção local: Nomad Produções.
Assessoria de Imprensa: Paula Granja (31) 9.9649-2968.

Para aqueles que não quer perder a boa moda de viola de Almir Sater e são de outras cidades, podem viajar tranquilos o Hotel Green Hill preparou ofertas especiais para todos.

quinta-feira, 2 de março de 2017

SATURNO E OS TRILHOS NOS EIXOS


 












Reza a astrologia,  a partir de 20 de Março ( tudo muda e com toda a razão) pois, quem manda no pedaço é Saturno.
E segundo o estudo, essa mudança se dá a cada 36 anos.  Para se ter uma ideia, estamos sob a regência do Sol desde 1981 - e por esse motivo, estamos todos mais voltados para nosso ego, o narcisismo ganhou força e nos tornamos mais egocentrados e individualistas. Assim como ocorreu no ciclo de 1909 a 1944 e regido por Marte, o deus da guerra, e por isso as duas guerras mundiais. 
Com a vinda de Saturno, acabou-se a farra da adolescência solar, onde o narcisismo e o individualismo fizeram parte da vida de todos. Podemos esperar por um tempo muito diferente dos que vivemos e especialmente pessoas nascidas a partir de 1981, que conhecem apenas uma sociedade solar totalmente isentam de valores humanitários e focados em valores individualistas e narcísicos.
Saturno é um planeta de carma, seu símbolo é uma caveira com uma foice. Podemos esperar um pai severo, que chega ceifando tudo o que não está de acordo com nosso crescimento e evolução, tanto pessoal quanto coletivamente. Ele certamente chega para colocar nossas vidas no trilho.🔨 🔨🤣 Saturno chega para ensinar e exigir de todos nós a construção de uma nova morada. Uma morada que possa nos acolher e sustentar a todos, física e emocionalmente.
Por Eunice Ferrari  - Fonte: vida e estilo.

Se você não entendeu ....
Vamos aprender pela dor ou pelo amor. 
Saturno  vem para transformar, transcender e com nova oportunidade para evoluir e para haver mudanças o confronto, choque e atritos serão necessários, até rompimentos.Não haverá mais meio - termo. Com a rigidez do planeta, cada um de nós deve refletir sobre "qual é o nosso papel" na sociedade, família, trabalho e responsabilidade em cada uma delas.
Não há como fugir disso mais, ficar na zona de conforto ou ignorar. Esse novo ciclo que se abre depende de nossas ações e vão impactar no coletivo. Portanto, cabe a nós as escolhas quais caminhos tomar, laços a manter ou pessoas a se envolver. Saturno vem para dar uma sacudida dura em reflexões destes equívocos que povoam as relações. 

Pink Floyd antecipou décadas atrás o que Saturno vem de forma irreverente nos submeter: a partir de Março: "Juntos nós resistimos, separados nós caímos". Portanto, se desejamos bênçãos ou maldições, um futuro mais promissor ou não, tudo dependerá das escolhas que faremos agora. 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

ANIVERSÁRIO DE ALMIR SATER - O VIOLEIRO QUE ENCANTA GERAÇÕES

Hoje é o Aniversário de Almir Sater, um dos mais respeitados artistas brasileiros.

Compositor, Cantor, Instrumentista e violeiro, aos 12 anos já tocava violão e gostava do mato e sons da natureza. Aos 19 anos, resolveu estudar Direito no Rio de Janeiro, mas se encantou com o som da viola de uma dupla caipira no Largo de São Francisco. Fascinado pelo novo instrumento, voltou para Campo Grande /MS e ao comentar com um amigo seu, este indicou os discos de Tião Carreiro, da qual mais tarde viriam a se conhecer e até gravar juntos.  


Em 1981 já em São Paulo, surgiu a oportunidade de gravar o primeiro disco, pela Continental “Estradeiro” e desde então não parou mais. Ao todo, gravou 10 discos solos e mais 01 recente em parceira com Renato Teixeira, o “AR” que leva as iniciais dos artistas. Fez também participações em discos de sertanejos como Chitãozinho e Xororó ( Rio de Lágrimas), Paula Fernandes ( Jeito de Mato e Pedaço de Chão), Victor e Léo ( Tudo Bem) e músicos da MPB Roberto Carlos ( O Quintal do Vizinho), Gabriel Sater ( Indomável) entre outros.

Embora Almir não se reconheça assim, mas é fato que através de sua música, uma mescla da caipira e urbana, Sater traz uma valoração ainda maior para a viola de 10 cordas, popularmente conhecida como viola caipira, ao tocar de um modo mais ousado. Suas canções sofrem influências do Rock, dos anos 70 - The Beatles e Pink Floyd e
de sua geração como Sá e Guarabyra -“sempre gostei de um rock rural”, lembra o artista.

É certo afirmar que o som de Almir engloba diversas vertentes, sofre influência por parte dos violeiros que ele se inspirou como Tião Carreiro, Renato Andrade e Zé Coco do Riachão, e também do Rock and Roll, tão presentes em sua viola, ao ponto de ser apontado pela Revista Rolling Stone Brasil em 2012, entre os 30 maiores instrumentistas da guitarra e violão.


Sua música sempre despertou a atenção da crítica especializada, bem antes de se enveredar por novelas, para representar personagem de violeiro, na época.

Em 1988 por Unanimidade foi escolhido para participar da abertura do Free Jazz Festival no ano seguinte, ao lado de nomes sagrados da música e internacionais. Também único brasileiro a ser convidado para cantar no Fair Festival em Nashville (EUA), considerada o berço country do país e em 1989 gravou o “Rasta Bonito” por lá, que inclusive, teve a participação do norte-americano Eric Silver também.


Em 1991 na 4º Edição do Prêmio Música Brasileira, Almir ganhou como melhor solista, numa disputa acirrada com outros dois instrumentistas conceituados Léo Gandelman e Wagner Tiso, além de Melhor Instrumental “Moura”, de sua autoria. No mesmo ano, “Tocando em Frente” venceu como melhor música da MPB na voz de Maria Bethânia, de sua autoria e Renato Teixeira.
                        
Recentemente, em Junho, Almir e Renato Teixeira foram agraciados como “melhor dupla regional” na 27º Edição do Prêmio da Música Brasileira. O Artista mantém uma carreira sólida e consagrada, agenda sempre cheia, também eventos corporativos, ultrapassam mais de 100 shows anuais e o público sempre fiel acompanha o violeiro, que se apresenta em diversas cidades e capitais brasileiras.

E a viola desta vez voa longe, muito além das fronteiras. Almir e Renato merecidamente foram indicados ao 17º Grammy Latino 2016 em duas categorias: “AR” como “Melhor Álbum de Musica Raízes Brasileiras” e “Melhor música em língua portuguesa” com a faixa “D de Destino” que abre o disco, e foi o primeiro single disponibilizado nas plataformas digitais. A premiação ocorre no dia 17 de novembro, em Las Vegas
..

Só posso terminar esse texto, de um único modo:
-Obrigada, Almir Sater.A Música não seria a mesma sem sua viola de 10 cordas. Uma vida larga e farta sobre a terra, ao som de um bom Rock and Roll!
 
Para conhecer a discografia de Almir Sater acesse a postagem: https://goo.gl/omcgZi
Escritório Almir Sater: Shows e eventos.
Claudete Faria - Tel.: +55 (11) 4485.1539 /(11) 4485.3049 /(11) 97546.3850
e-mail: claudetefaria@uol.com.br

sábado, 30 de abril de 2016

ALMIR SATER E SUAS RAÍZES PROFUNDAS.

Muito Além das Fronteiras... 
Em Abril de 2007 - Almir Sater concedeu uma entrevista para a Revista Acústico - sobre o seu recém lançado CD 7 Sinais. Depois de 9 anos, o compositor e violeiro gravou em Dezembro passado, um projeto que vai além das expectativas. Desta vez, em parceria com Renato Teixeira, intitulado "AR" leva as iniciais dos artistas. Gravado entre o Brasil e Nashville (EUA) e produção do norte-americano Eric Silver, o Álbum conta com 10 faixas inéditas. 

O disco navega por diversas vertentes, como a junção da música rural com o country americano, o bluegrass, rock dos anos 70, com o purismo da música caipira e da poesia bucólica. Distribuído pela Universal Music, leva o selo Som de Gringo e já à venda nas plataformas digitais e lojas do Brasil. 
Entre um e outro 9 anos se passaram. Mas em 2007 - Almir fala sobre os instrumentos que gosta e usa nos shows, como criou canções com violõezinhos de brinquedos, seu respeito pela Música Caipira, o que levou a atuar em novelas, seus estilos, suas fusões e flertes com vários gêneros musicais, as participações especiais dos acordeonistas no disco 7 Sinais, o saudoso Dominguinhos e o gaúcho Luiz Carlos Borges e claro, os discos que influenciaram sua carreira, entre eles Tião Carreiro e Pink Floyd e dicas sobre como afinações e marcas.
A Seguir trechos mais relevantes: Por Loira Dobem ზ Entretenimento Cultural | Assessoria Digital.

Como surgiu seu interesse pela Música?
AS - Sempre fui um apaixonado por Música tanto que esse era assunto recorrente quando encontrava com meus amigos. Comecei a tocar violão ainda menino.

Como surgiu o interesse pelo violão?
AS - Achava um instrumento muito bonito e, desde menino, sempre gostei de música caipira. Comecei a tocar na época da Jovem Guarda e era vidrado em rock and roll, flamenco e clássico, tanto que escutava Bach e Villa-Lobos. Nunca fui um excelente violonista, mas era curioso. O que eu queria, porém, era um som pesado. E isso ele não me dava. Foi quando descobri a viola "caipira" e achei o timbre que procurava.

Quando você completou 20 anos, estava no Rio e viu um show de violeiros...
AS - Isso. Por incrível que pareça, foi a primeira vez que vi esse instrumento.

Então, você voltou para Campo Grande e resolveu trocar de instrumento. Como foi a transição?
AS- Quando peguei a viola, já saí tocando. E, no outro dia, estava compondo. Parecia que aquilo estava guardado dentro de mim. Um amigo meu de Campo Grande, músico amador, falou para eu ouvir, dois discos do Tião Carreiro: Modas de Viola Classe "A" volume 1 e 2. E, isso me ajudou demais, principalmente quando eu o conheci pessoalmente.

Houve muita dificuldade na adaptação do novo instrumento?
AS - Não. Aprendi a afinação mais tradicional e saí tocando. Tinham algumas coisas mais difíceis de seres feitas, como rasqueados e batidões. Fui incorporando essas técnicas ouvindo o Tião. Cada vez que encontrava com ele, pedia para tocar umas músicas, além de dar dicas, pois é impossível compreender algumas coisas só ouvindo.

Mas o aprendizado foi todo autodidata?
AS- Isso. Sempre estudei e aprendi sozinho. Aproveitava para escutar os discos dele e, também, de outros violeiros.

Você sofreu alguma influência do Paraguai por sua avó ser de lá?
AS- Sim, muito. Campo Grande era uma cidade onde os habitantes costumavam sair à noite para ouvir música ao vivo, e quem animavam essas festas eram os paraguaios. Até hoje é assim. As canções daquele país foram importantes para a minha carreira.
 

Qual Carreira ajudou mais a outra: a de ator ou de músico?
AS- Acredito que o músico ajudou mais o ator. Quando me chamaram para fazer a novela e o filme, foi porque eu já era instrumentista. Mas não tenha dúvida que quando apareci na televisão isso ajudou muito minha carreira, pois divulgou o meu trabalho. Infelizmente, essas aparições atrapalharam um pouco, já que não tinha tempo para estudar. Em compensação, fiquei mais famoso.

No disco Cria, você inovou e colocou guitarras, teclados, baixo e saxofone. Por que resolveu incorporar todos esses instrumentos?
AS- Foi um álbum repleto de fusões. Sempre gostei de um som mais pesado e as músicas escolhidas tinham uma sonoridade assim. Além disso, naquela época trabalhava com um violão de 12 cordas com afinação aberta. Por isso, sentia que o resultado seria bom.

E, atualmente você tem preferência por algum instrumento?
AS - Gosto mais da viola. Neste último disco, o 7 Sinais, porém, trabalho muito com um violãozinho de criança.

Como assim ?
AS- Gravei o Instrumental 2, que tem "Moura", um tema para pequeno violão e orquestra. Para executar aquela música, utilizei um instrumento que o Renato e eu compramos numa rodoviária para presentear o Chico Teixeira que, na época era, era neném. Fui tocando-o de Mairiporã até a Serra da Cantareira e achei o som muito lindo. Virei para o companheiro e falei: "Ele é muito pequeno e vai estragar. Quando crescer eu devolvo". Fiz aquela canção e fui gostando mais da sonoridade, mas, depois, entreguei ao dono.

E por que resolveu incluir o violão de criança no novo trabalho?
AS- A minha sobrinha ganhou um instrumento assim e, como era muito pequena, peguei emprestado também. O Chico ofereceu o dele, mas eu disse que só gravava com violão de criança. Esse instrumento possibilitou que eu ficasse deitado na rede durante todo o dia e, por isso, as canções recentes foram compostas com o auxílio dele. Tanto que o utilizei na gravação em quatro ou cinco faixas.

Dominguinhos e Luis Carlos Borges participaram de seu disco. Por que pensou nesses artistas?
AS- Algumas músicas apresentavam uma sonoridade que eles se encaixavam perfeitamente. Sou fã do Dominguinhos e, por isso, fui atrás. Quando conseguir falar, ele estava voltando da Bahia. Aproveitou a jornada, passou no meu estúdio e matou de primeira. Sua performance enriqueceu o disco. Já o Luis Carlos Borges ficou aqui uns dois dias para conhecer os integrantes da banda e participar do CD. Outro artista que também gravou foi o baterista Maguinho, que deu um destaque maravilhoso.

Quais são seus os seus próximos projetos?
AS- Pretendo acabar a novela em que estou envolvido desde Março ( Bicho do Mato em 2006). Acredito que vou retornar à tarefa de Compositor. Além disso, recentemente fui convidado para fazer um DVD com o making of do 7 Sinais. Filmamos muitas coisas e, por isso, estava pensando em disponibilizar esse material. Não gostaria de lançar apenas um de shows.

Qual o seu setup de Shows?
AS - Costumo usar minha velha viola Del Vecchio construída em 1979, e outra feita pelo luthier Joacir de Carvalho. Além disso, tenho dois violões Taylor, um de 12 e outro de 6 cordas, e um tonante, que faz tempo que não levo a um show. As cordas são da Elixir, tensão livre.

E para gravação?
AS- São os mesmos instrumentos. Só usei um Martin de seis cordas para fazer um som mais metálico.

Como costuma gravar o seu violão?
AS- Depende muito da sonoridade que quero atingir. Gosto de usar dois microfones e linha. A soma de tudo isso dá um efeito bom. Costumo posicionar o AKG no 12° traste e o Bruel, no cavalete. Na viola é a mesma coisa.

O que você acha da Música Sertaneja Atual?
AS- Gosto de música de raiz, dos grandes violeiros. Isso sempre me encantou.

Quais foram os principais discos que influenciaram sua carreira?
AS- Essa pergunta é complicada. Acredito que Modas de Viola Classe "A" volume 1 e 2, do Tião Carreiro, A Fantástica Viola de Renato Andrade e alguns do James Taylor, Pink Floyd e Jethro Tull. Além deles, gosto muito de Zé Ramalho e Fagner.

Para ler na íntegra, assine ou compre a revista:
Fonte: Revista Acústico -a arte de tocar violão. Edição Abril 2007.
Texto: Rafael Furugem
Foto: Namour Fotografia. 


Discografia completa de Almir Sater: http://goo.gl/lVePRl 
AR nas plataformas digitais: https://umusicbrazil.lnk.to/DDeDestino

Foto: Encarte CD "AR" - Eduardo Galeno.