Loira do bem ∞ : Setembro 2014

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Pitaco Do bem: Vai deixar Saudades: "Adeus Old Orkut"

 "É sempre tempo de semear boas canções".
Dizem que tudo um dia termina, até o que é bom. Orkut se encerra nesta terça-feira.
 E pensar que tudo começou com uma teste e uma pesquisa, por causa de uma faculdade de Administração. Onde se dizia, que na Europa e EUA, as redes sociais, na época Orkut, myspace e blogs ditavam as novidades e notícias até antes mesmo da publicação nos jornais e pelas mídias oficiais. Começou no Blog, cresceu e foi se alastrando até chegar no Orkut. De repente, Almir Sater foi surpreendido, um Canal onde se filtrava tudo sobre a carreira dele, agenda de shows, novidades, Discos, fotos enfim. Rapidamente disseminado entre os demais.
Almir Sater agradece os fãs da Comunidade do Orkut durante show em Brasília 2009.
Se a Mídia não falava tanto em Almir Sater, o público não se fez de rogado, com mídia ou sem mídia, a gente botava tudo na rede. Pouco a pouco, todos  se renderam ao público fiel e sedento de Almir Sater e me procuravam para resenhas, fotos,  levantamento de shows, eventos etc e tal.



















Foto: Lívia Macedo.

Nestes 8 anos, "Só sou o que sou", porque acreditaram nos meus sonhos, artista, empresária, produtores, fãs, mídias,  simpatizantes ou não ... se renderam a força do marketing viral, da era digital. Um clique e a informação estava dentro do computador de cada um. Me considero pioneira de uma das ideias, da criação do "Cantinho do Fã". Quem ia no show,  trazia uma foto com o artista. E a corrente Do bem, ia aumentando e cada fã ou novo admirador, mais entusiasmado pela simplicidade do artista, em recebê-los nos shows e eventos.

  
Ananda e Almir Sater  - Citibank Hall/RJ - 06/08/2010. 
E assim foi até o Facebook e Twitter se transformar em febre nacional. 
Continuamos então "Tocando em Frente"  nossa Página está aqui, sejam bem-vindos todos os bons e cordatos na semeadura Do bem. Se no Orkut éramos quase 50 mil.. aqui em menos tempo somos 656.838 curtidas  \0/
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Pitaco Música: ❦ ROBERT PLANT E SEU NOVO TRABALHO❦.#'Rainbow.

Ex-Led Zepelin Robert Plant mistura groove e violinos africanos em disco
10/09/2014 12h53
"Estou sempre em estado de fluxo", disse Robert Plant, e depois se corrigiu: "Ou assim espero".
Plant, 66, estava falando por telefone de sua casa em Shropshire, Inglaterra, sobre seu novo álbum "lullaby and... The Ceaseless Roar" (Nonesuch), que saiu na terça-feira (8).


Trata-se do primeiro álbum de Plant com composições próprias novas desde o lançamento de "Mighty Rearranger" (2005). E é o trabalho de um músico que —depois de definir o estrelato do rock de estádio quando ele liderava o Led Zeppelin, com seus longos cabelos dourados, seus gritos roucos e seus lamentos —sempre seguiu seus instintos e impulsos, e não caminhos mais comerciais, com a maior determinação.
"Sempre que faço um disco", ele disse, "tenho de encontrar um tempo no qual o trabalho me enfeitice completamente."Estilos musicais norte-americanos, célticos, do Oriente Médio e africanos recebem uma transformação tecnológica nas novas canções, enquanto o álbum transforma e reconfigura elementos que estão presentes na música de Plant desde os anos 60. Grooves hipnóticos de world music se combinam ao blues e country, e loops eletrônicos e sequenciadores se misturam a banjos, guitarras elétricas, sintetizadores e um violino africano ocidental de uma corda só.
"Tive muita sorte por ter me apegado a e apaixonado por tantos gêneros diferentes", disse Plant. "Parece justo, para mim, explorar e me deixar seduzir por todas essas formas diferentes, e uni-las". Plant não está exatamente ocioso, de 2005 para cá. Em 2007, lançou "Raising Sand", álbum de duetos com Alison Krauss que tomava por base um repertório de canções fantasmagóricas do folclore dos Estados Unidos, o que o devolveu aos 10 mais das paradas de sucessos e lhe valeu prêmios Grammy. Ele excursionou com Krauss e em seguida com o seu grupo norte-americano, o Band of Joy, e com o Sensational Space Shifters, que inclui músicos britânicos e um griot [menestrel e poeta itinerante] da Gâmbia, na África Ocidental.

No período, Plant também se reuniu com o Led Zeppelin para um único show na arena O2, de Londres —milhões de pessoas tentaram comprar ingressos. "Celebration Day", o filme e álbum lançado em 2012 para celebrar a apresentação, ficou com o Grammy de melhor disco de rock daquele ano. Mas Plant continua a descartar novas reuniões do Zeppelin, o que claramente irrita Jimmy Page, o guitarrista e parceiro de Plant nas composições da banda. Até a metade de 2015, Plant tem planejada uma turnê mundial com o Sensational Shape Shifters.
Quanto a "lullaby and... The Ceaseless Roar", Plant em muitas faixas canta com uma voz sobrenatural: sustentada, andrógina, perfeitamente equilibrada entre a serenidade e a dor. O álbum começa e termina com versões muito diferentes de "Little Maggie", a velha balada do folclore dos Apalaches sobre amor não correspondido e separação. Uma versão combina banjo e instrumentos africanos, a outra é um turbilhão ruidoso de eletrônica e dance music, em ritmo de seis batidas por compasso e com a voz exultante do griot Juldeh Camara cantando "abaden!", uma palavra do idioma fulani que, segundo Plant, significa "vamos dar o máximo que pudermos por uma boa diversão".

Entre as duas há canções de Plant que refletem sobre o amor terreno e o transcendente. Em "Embrace Another Fall", a voz dele surge em meio à percussão, a um riff insistente tocado em um alaúde africano e a tons eletrônicos sustentados e distantes, e Plant canta que "para você desnudo minha alma/ meu verão está quase acabado"."Sei cantar sobre amor, porque amor é a montanha-russa constante", disse Plant. "Não precisa ser de verdade. Basta que seja considerado como algo belo, tortuoso, solitário e ocasionalmente unificador. Sinto a necessidade do amor, e também sinto o desespero, e junto tudo isso".
Ao compor as canções, "me senti muito vulnerável", disse Plant. "Não sei se essa é a palavra certa. Senti-me exposto, mas achava que precisava fazer algo por mim, em lugar de escrever sobre situações imaginárias e estranhos romances".

Plant voltou à Inglaterra e retomou o trabalho com Justin Adams, um guitarrista muito viajado e conhecedor da música do Oriente Médio e África. Adams foi uma das peças centrais da Strange Sensation, banda que acompanhou Plant entre 2001 e 2007.

Em junho, o Led Zeppelin lançou versões remasterizadas e expandidas de seus três primeiros álbuns, um trabalho supervisionado por Page, o produtor original. Ainda que Page tenha sido o integrante mais envolvido no projeto, o baixista John Paul Jones e Plant também se enfronharam na música que fizeram juntos. "Nós todos participamos da seleção de trechos e versões", disse Plant.

Ouvir hoje o que ele cantou quatro décadas atrás com o Led Zeppelin é "como visitar um velho amigo, as coisas que você esqueceu e que o fizeram gostar de algo, para começar", disse Plant. "E é claro que, do ponto de vista do vocalista, eu ainda estava aprendendo a profissão. O R. P. que existia então é totalmente diferente do que existe hoje, e isso é bom. É como deveria ser. Sempre adiante".

Tradução de PAULO MIGLIACCI 
Trecho Reprodução: folha.uol
Fotos: imagem 1. piponcando blog 2.sites google.

Uma das mais belas que já entrou no meu coração, mente e alma:
Eu ouvi a chamada
Há alguém lá que eu sei
Há alguém lá que eu o conheço assim...
As chamadas da estrada a meu coração
Seu amor aquecerá meu sangue
O sol brilhará cada vez mais
| Robert Plant | Somebody There | 

Pitaco Cultural: Almir Sater se apresenta em Maringá, neste Sábado.

 Almir Sater e Banda se apresentam neste Sábado, 27, em Maringá, PR, no Country Club Maringá. Com mais de 30 anos de carreira e 10 discos solos gravados, é considerado um dos artistas mais completos, graças ao seu virtuosismo na viola.
Imagem: Imprensa/IC  por Blog  Kleber Patricio online.
Imagem: Diario MS.


Por onde se apresenta, é ovacionado pela plateia, ao cantar suas canções marcantes: "Cavaleiro da Lua", "Trem do Pantanal" e as clássicas "Um Violeiro Toca", "Tocando em Frente" e "Chalana", sempre solicitadas em seus shows. O show mescla com o CD "7 Sinais", sem deixar de lado a técnica ímpar e o magistral toque de viola indispensável nas suas apresentações, que o tornou consagrado.

O artista é um dos poucos que não deixou a emoção de lado e a música flui de seu coração, com originalidade, sem subterfúgios ou aparatos tecnológicos, transborda em sentimentos, na forma real, capaz de penetrar até nas almas mais blindadas e aguçar a comoção.
A interação com o público é tão natural que a impressão, após o show é de ter estado no quintal de casa, completamente à vontade, num tom mais intimista.
Serviço: 
Almir Sater e Banda.
Quando: 27/09/14 - sábado.
Onde: Maringá/PR
Local: Country Club Maringá
Convites à venda: secretária do Country Clube Informações: (44) 3224 -2275
ou À venda pelo site Okingressos.com
Obs: O evento é limitado para 700 pessoas, e será 100% open bar/open food.
COMO CHEGAR COUNTRY CLUB
http://guiascapes.com.br/maringa/country-club-maringa
Fonte: Internet Sites Divulgação.

Filosofia: ESTA TAL POLIDEZ

"Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal" já dizia Oscar Wilde. "Polido demais para ser honesto”, diz-se então, pois a honestidade às vezes impõe ser desagradável, chocar, trombar. Mesmo honestos, aliás, muitos ficarão a vida toda como que prisioneiros de suas boas maneiras, só se mostrando aos outros através da vidraça – nunca totalmente transparente – da polidez, como se tivessem confundido de uma vez por todas a verdade e o decoro. No estilo certinho, como se diz hoje em dia, há muito disso. – é melhor ser honesto demais para ser polido do que polido demais para ser honesto!. Trecho A polidez | André Comte-Sponville.

“A polidez nem sempre inspira a bondade, a equidade, a complacência, a gratidão; mas, pelo menos, dá-lhes a aparência e faz aparecer o homem por fora como deveria ser por dentro.”―Jean de la Bruyere -moralista francês. “Polidez é inteligência; consequentemente, impolidez é parvoíce. Criar inimigos por impolidez, de maneira desnecessária e caprichosa, é tão demente quanto pegar fogo na própria casa.” ―Schopenhauer. Tem um ditado português que diz assim "por fora bela viola, por dentro pão bolorento", ou seja, pessoas que vivem de aparências. Creio eu que se enquadra muitas vezes nesta tal polidez. Nota-se que Comte, Bruyere e Schopenhauer, tem opiniões não convergentes. Enquanto Comte, afirma que a polidez, muitas vezes é um estado comedido para demonstrar socialmente boas maneiras, mas que ao mesmo tempo nos deixa frustrados, "omitimos na maioria das vezes", o que realmente pensamos e sentimos.

Bruyere e Schopenhauer, quase se convergem, o primeiro acha que a polidez se fosse verdadeira, seria uma virtude ideal e admirável, tendo em vista que na maioria das vezes, é praticada pelo cinismo e a hipocrisia. Nada mais que um disfarce. Schopenhauer já acha que a dissimulação e o jogo de cintura é o melhor caminho, para evitar desafetos e se dar bem socialmente. Enfim, para con (viver) socialmente precisamos usar de perspicácia, um pouco de cinismo, uma dose de dissimulação e adotando máscaras de acordo com a situação. Porque estamos mais propícios a aceitar um falso elogio, uma adulação vulgar e bajulação barata, do que valorar a autenticidade e a sinceridade. Assim vamos nós, de omissão em omissão, em reuniões, diálogo com o vizinho, o patrão, o casal, relações pessoais, amizades, dissimulando sempre. Falamos somente aquilo que a nossa vaidade e ego almejam ouvir. Muitas vezes quando abrimos os nossos olhos, desapontamos porque não tivemos o devido respeito por nós mesmos, em não permitir em faltar com a verdade e a sinceridade.  


Rousseu coloca mais lenha na fogueira ainda "Ninguém mais ousa parecer aquilo que é; e, nesse constrangimento perpétuo, os homens que formam esse rebanho chamado sociedade colocados nas mesmas circunstâncias farão todos as mesmas coisas, se motivos mais poderosos não os desviarem. Jamais saberemos bem a quem nos dirigirmos: precisamos pois, para conhecer um amigo, esperar as grandes ocasiões, isto é esperar que não haja mais tempo, pois que é precisamente nesse tempo que seria essencial conhecê-lo". Ao adorar a postura social, do protocolo politicamente correto, caímos no infortúnio da dúvida gerada, até onde vai e termina a sinceridade em relação ao outro. Se não passa de uma simples adulação, bajulação envolvidas por interesses e convenciência apenas.
Ainda prefiro a acidez de Nietzsche: — "A palavra mais ofensiva e a carta mais grosseira são melhores e mais educadas que o silêncio".

Imagens: reprodução internet.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Show de Almir Sater em Corumbá atrai 25 mil pessoas.


(Foto: Clóvis Neto)


Um dos artistas mais completos da Música Brasileira, Almir Sater lota a praça de Corumbá, no encerramento do Aniversário do Município.

De acordo com a Polícia Militar o show foi prestigiado por cerca de 25 mil pessoas, um belíssimo espetáculo, além de saborear deliciosos tipos de comida na quermesse da Santa Casa de Corumbá, cuja renda foi destinada ao hospital de Corumbá.

Antes do show dos 236 anos, Almir recebeu o prefeito Paulo Duarte no camarim e disse estar encantado com Corumbá que "está mais bonita", enalteceu. "Cheguei e fui direto almoçar um peixe e fiquei encantado com a alegria que as pessoas me receberam. Foi bom ver que elas estavam felizes com as mudanças que vem acontecendo na cidade. E nas voltas que dei pude perceber como a cidade está sendo recuperada e está bem arrumada. Isso é muito bom de se ver", comentou.

Almir encantou o público com músicas tradicionais, como "Trem do Pantanal" e "Comitiva Esperança", que exaltam Corumbá. Além de seus maiores sucessos: "Cavaleiro da Lua”, "Um Violeiro Toca”, “Tocando em Frente" e "Chalana". O show teve uma mescla da sua viola caipira e o violão folk de 12 cordas que, alternados, produzem um espetáculo original e de primeira qualidade.

E a expectativa começou logo cedo, após o desfile. Em quanto aguardava o show, Rose Silva, que estava com a família, demonstrava ansiedade. "Viemos prestigiar a festa de aniversário da cidade. Aproveitei que uma das minhas filhas desfilava e desci com as outras para vê-la. Agora vamos comer algo e esperar o belíssimo show do Almir Sater", disse. No final, fez parte do coro quando Almir retornou ao palco para finalizar sua apresentação com a música "Cabecinha no ombro".

Almir estava acompanhado da sua banda, de seu irmão Rodrigo Sater e da irmã Gisele Sater. Teve também a companhia de Guilherme Cruz (violão) da banda Filho dos Livres.

Foto e Fonte: Site Corumbá Assessoria de Imprensa PMC.
Reproduzido Fontes: Correio do Estado |  Assessoria de Imprensa PMC

domingo, 21 de setembro de 2014

Vale Cultura: "Onde utilizar e quem tem o direito ao Benefício"

Imagem: Reprodução Internet.

















Vale-Cultura

O Vale-Cultura dá oportunidade para que mais pessoas tenham acesso a espetáculos, shows, cinema, exposições, livros, música, instrumentos musicais e muito mais. Se você é um trabalhador com carteira assinada, procure a sua empresa e peça o seu.
 
O que é o Vale-Cultura?
É um benefício de R$ 50,00 mensais concedido pelo empregador para os trabalhadores. É cumulativo e sem prazo de validade, e só pode ser usado para comprar produtos ou serviços culturais, em todo o Brasil.
 
Por que o Ministério da Cultura criou o Vale-Cultura?
O acesso à cultura estimula a reflexão e a compreensão da realidade, além do respeito à diversidade, o reconhecimento da identidade e a plena cidadania. Tudo isso é uma melhoria na qualidade de vida de todos os brasileiros. O Vale-Cultura também fomenta o crescimento da produção cultural em todo o Brasil.
 
Quem pode receber o Vale-Cultura?
Todos os trabalhadores que tenham vínculo empregatício formal com empresas que aderiram ao programa. O foco são aqueles que recebem até cinco salários mínimos, para estimular o acesso à cultura aos cidadãos de baixa e média renda.
 
Quem fornece o Vale-Cultura?
São as empresas empregadoras que fornecem este benefício aos seus empregados. Elas são chamadas de "empresas beneficiárias".
 
Quem aceita o Vale-Cultura como forma de pagamento?
O Vale-Cultura é aceito por uma rede de cerca de 40 mil empresas em todos os estados do país, inclusive lojas virtuais. Apenas empresas que comercializam produtos e serviços culturais podem se habilitar como recebedoras. Elas são chamadas de "empresas recebedoras".
 
Como este dinheiro chega ao trabalhador?
O valor do Vale-Cultura é creditado por meio de cartão magnético pré-pago, emitido por uma operadora de cartão.
 
O Vale-Cultura é uma bolsa oferecida pelo Governo Federal?
Não. O Vale-Cultura é um benefício trabalhista, assim como o auxílio-alimentação ou o auxílio-transporte. São as empresas que arcam com a sua oferta para os seus empregados. Não se trata de uma bolsa, nem é o Governo que concede o Vale-Cultura.
 
O que a empresa que concede o benefício ganha com o Vale-Cultura?
Além de reforçar o seu compromisso com o bem-estar de seus trabalhadores, a empresa pode agregar valor ao salário sem incidência de encargos sociais e trabalhistas. E as empresas tributadas com base no lucro real poderão deduzir até 1% do imposto de renda se concederem o Vale-Cultura a seus empregados.
 
Os servidores públicos podem ser beneficiados?
A legislação não veda a participação de servidores públicos, mas, para que eles tenham direito ao benefício, deve haver uma iniciativa de cada município, estado ou da União na adoção de medidas próprias. Basta que se inspirem no modelo do programa e aprovem uma legislação para regulamentar o seu próprio Vale-Cultura.
 
O Vale-Cultura é extensivo aos aposentados pela Previdência Social?
Neste caso, não é possível identificar vínculos trabalhistas diretos, de modo que não há o agente empregador que possa conceder o benefício, conforme formatação do programa.
 
Os estudantes podem receber o Vale-Cultura?
Se o estudante tiver algum vínculo empregatício formal e se seu empregador tiver aderido ao programa e houver mútuo interesse, sim. No entanto, a concessão se dá pela relação de trabalho e não pelo fato de ser estudante.
 
Um trabalhador pode receber o Vale-Cultura sem que a empresa onde trabalha tenha feito adesão junto ao Ministério da Cultura?
Não. Para que o trabalhador possa receber o Vale-Cultura, é necessário que haja a adesão do empregador por meio de credenciamento junto ao Ministério da Cultura. Peça à sua empresa!
 
Reproduzido do Site Ministério da Cultura.
Mais detalhes acesse o site http://www.cultura.gov.br/valecultura

Santiago Lima | fã de Almir Sater leva a melhor em Festival Sertanejo no SBT

"É preciso amor pra poder pulsar"
Santiago Lima, assim como Almir Sater coloca a alma em suas canções, sem deixar a simplicidade do lado. E não deu outra, na estreia do novo programa Festival Sertanejo, pelo SBT, hoje 20, com os ícones Chitãozinho e Xororó, venceu os 2 duelos.

E como não poderia deixar de ser, ele cantou um das mais belas canções de Almir Sater e Renato Teixeira, a música considerada um "hino motivacional", Tocando em Frente. E em seguida, os 2 desafiantes cantaram a mesma música Nuvem de Lágrimas.
Merecida vitória e feliz a escolha para homenagear Almir Sater, um dos mais completos da música brasileira.
De mais de 30 mil inscritos, Santiago ficou entre os 14 selecionados, para disputar a tão sonhada vaga no programa.
Assista emocionante apresentação que culminou com a vitória do cantor.


Para lembrar sobre Santiago Lima, em 07 de Julho, 
compartilhei na Página o vídeo onde ele canta para Almir que faz inclusive a 2 voz, o incentivando.. e já tivemos quase 300 mil acessos...
"É Bonito ser simples" | Encontro emocionante de Santiago e seu ídolo Almir Sater.

Pitaco Música: Lollapalooza‬ 2015 : Robert Plant, finalmente vem aí...

【ツ】Alguém acha que eu por acaso estou felizzzzzzzzz?..
Felicidade é pouco para definir o meu sentimento, na verdade eu estou é de "ponta cabeça".. huhuhuuuuuu \m/.
Chega logo Deus Dourado.... \m/. #‎Lollapalooza‬ Brasil 2015 ‪#‎RobertPlant‬ ‪#‎Março2015‬ .. pula para 2015 ..Senhor....\0/.
Por Carol Souza 10/09/2014 19:48 |

"Lollapalooza 2015": Robert Plant e Jack White são os primeiros confirmados no evento"

Fãs brasileiros de Robert Plant, ex-vocalista da lendária banda Led Zeppelin, e Jack White, ex-White Stripes, podem iniciar suas comemorações e também economias.

Nesta quarta-feira (10) ambos os artistas foram confirmados pela própria organização do evento no line-up da edição 2015 do festival "Lollapalooza" no Brasil.

Segundo informações, Plant deve promover seu novo trabalho no festival, o álbum "Lullaby and...The Ceaseless Roar", lançado ainda neste ano, com as costumeiras adições de canções do Zeppelin em seu set-list, porém com novas roupagens. Já White divulga o repertório de "Lazaretto", seu segundo trabalho em carreira solo.

Com pouquíssimas informações sobre o evento, o que se sabe até agora é que o "Lollapalooza Brasil 2015" será realizado nos próximos dias 28 e 29 de março, sem valores de ingressos ou outras atrações ainda divulgadas.

Reprodução: diario24horas. 

PITACO REFLEXÃO: OS OLHOS SÃO A JANELA DA ALMA E O ESPELHO DO MUNDO.

OS OLHOS SÃO A JANELA DA ALMA E O ESPELHO DO MUNDO. (Leonardo da Vinci)


Os meus olhos veem as mesmas imagens que seus olhos veem? As árvores de que tanto gosto, cuja beleza tanto aprecio, comovem-no tanto quanto a mim? Quando tenho a oportunidade de observar a lua (principalmente a lua cheia) por entre os galhos e as folhas de uma frondosíssima árvore, sinto que me aproximo de algo divino. O contraste proporcionado entre a claridade da lua e das nuvens e a escuridade das folhas e dos galhos me deixa embevecido como num transe, em que me parece estar em sintonia com algo transcendente.

Para Fernando Pessoa, por meio de seu heterônimo Alberto Caeiro, o luar através dos altos ramos nada mais é do que o luar através dos altos ramos. Era assim que sua alma, seu espírito, via o luar através dos altos ramos: apenas a existência física de uma imagem. Ele era um poeta existencialista, e o existencialismo, teoria filosófica do início do séc. XX, se caracterizou pela realidade concreta; o que importava a um existencialista era o que se via, como se o que se vê existisse exatamente como se o vê. Não o é, porém. Discordo, portanto, de Fernando Pessoa, apesar de ser leitor contumaz de seus poemas e o julgar um dos melhores poetas de todos os tempos.

VER É PERCEBER COM A ALMA.

Ver não é simplesmente ver; não é simplesmente perceber com os olhos. Ver é perceber com a alma, com o espírito; é deixar-se envolver-se; é deixar-se cativar. Muitos são os que olham e nada veem, pois não se emocionam com o que as imagens representam. Veem fria e racionalmente. Não sabem, talvez, que é possível mudar a maneira de enxergar o que o mundo nos proporciona. Ou sabem, mas não se interessam por isso; estão tão acostumados com a frieza de seu próprio olhar perante as imagens que se lhes apresentam, que se negam a ver a beleza nelas contida.
Pode-se treinar o olhar, pois nunca uma mesma imagem representa a mesma sensação. Cada olhar é um fenômeno diferente do outro, mesmo que se olhe para o mesmo objeto no mesmo lugar, repetidamente. É mais ou menos como a teoria de Heráclito de Éfeso, um filósofo pré-socrático, considerado o pai da dialética, que dizia que ninguém entra duas vezes no mesmo rio, pois nem a pessoa é a mesma que havia entrado no rio anteriormente, nem o rio é o mesmo de quando ela havia entrado nele. Tanto um quanto o outro se modificaram com o tempo.

NÃO SOMOS O QUE JÁ FOMOS; NÃO SEREMOS MAIS O QUE SOMOS.

Não somos agora o que fôramos outrora e não seremos mais o que agora somos. É imprescindível, portanto, que se eduque o próprio olhar para aprender a ver com mais emoção o que se passa diante dos olhos. É o aprender a ver, não meramente com os olhos ou com o intelecto, mas o aprender a ver com o coração. Educar o olhar inicia-se com a consciência de que não vemos as imagens, mas sim a nós mesmos refletidos nelas.
Eu sou aquela árvore que vejo, sou os ramos e as folhas, sou a lua e as nuvens, sou a claridade e a escuridade. Meus olhos são o espelho do mundo, pois refletem a mim mesmo o que há de concreto no mundo, mas o que é refletido tem o significado que minha alma expuser, que meu espírito decifrar. Sou eu mesmo, portanto, refletido nas imagens que captei, que já não são mais as mesmas; transformaram-se nas imagens que eu criei.

APRENDER A DECIFRAR A PRÓPRIA ALMA.

Para isso ocorrer, porém, tenho de aprender a decifrar minha própria alma; tenho de aprender a me conhecer, a mim e às minhas raízes, aos meus princípios. Tenho de abrir as janelas de minha alma. Tenho de transformar meu olhar em algo substancial, nutritivo, pois ele que proverá minha alma de imagens a serem decodificadas.
Tenho também de transformar minha alma num núcleo formador de benevolência, para que tudo o que seja a ela incorporado por meio do olhar me deleite, me deixe embevecido, satisfeito. Assim me transformarei numa pessoa melhor e poderei ajudar as pessoas com as quais convivo a melhorar também nosso meio. Acredito que quanto mais pessoas houver pensando assim, melhor será a nossa sociedade.
Por Dílson Catarino, professor de Gramática da Língua Portuguesa, Literatura e Redação, desde 1980. Graduado em Letras, graduando em Pedagogia,pós-graduado em Psicopedagogia. Criador e mantenedor, desde 1999, do site Gramática On-line. Autor e compositor.  Reproduzido Portal O bonde.

Comportamento | Sociedade Celta.

Os povos celtas estiveram espalhados por quase todo o continente europeu. Não formaram um império, nem possuíam um governo centralizado. Não tinham um sistema de escrita e, portanto, a precisão cronológica sobre seu surgimento se baseia em escavações e em muitas pesquisas, datando de 1800 a 1500 a.C., na Europa Central e Ocidental.
Para os celtas, o mundo estava em constante transformação, noção baseada na experiência de observação e de adoração da natureza; o importante é o presente, o momento, a harmonia e a saúde do corpo e do espírito.

Foto: reprodução Internet.
Dentro da sociedade celta, a mulher dominava a religião. Podia ser uma guerreira e podia escolher o seu parceiro. Quando ela se casava, trazia para o casamento seus bens, e se eles fossem superiores aos do marido, ela se tornava chefe do casal. No casamento, privilegiava-se o amor, ao mesmo tempo em que o casamento era visto como um contrato que poderia ser rompido, pois existia o divórcio. São concepções interessantes para uma época tão distante porque, na verdade, a mulher celta era tudo o que a mulher de hoje “briga” muito por ser.
A primeira grande lição que os celtas nos dão é a da observação e do respeito pela natureza.
A filosofia de vida celta era muito simples:
Para eles, a vida era um eterno movimento cíclico de transformação permanente: nascemos, crescemos, morremos e renascemos. Há o momento certo para cada coisa: arar a terra, semear, colher. As estações do ano são a prova da Natureza de que sempre, após um inverno rigoroso, há a chegada da primavera. Eles nos mostram que é preciso aprender a perder para   ganhar depois.
Outra coisa muito bonita e importante nos ensinamentos celtas é o valor que eles davam à amizade, ultrapassava qualquer fronteira, qualquer plano. Existe a expressão gaélica que retrata muito o valor que davam à amizade, anam cara (amigo da alma). 
Por Ana Elisabeth Cavalcanti da Costa, formada em  História e Estudos Sociais.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

| NOVIDADES SETEMBRO| : ALMIR SATER SE APRESENTA EM DOURADOS/ MS EM SETEMBRO |

Lembrando que Almir Sater foi apontado pela revista ‘Rolling Stone Brasil’ entre os 30 maiores ícones brasileiros da guitarra e do violão na edição de 2012.




Assista o vídeo Youtube - divulgação
O violeiro Almir Sater se apresentará em Dourados no dia 20 de setembro com a Banda Chalana de Prata & Paulo Simões. O show faz parte da turnê nacional dele, intitulada ‘Comitiva 2014’ e do lançamento do CD ‘Canções, simplesmente canções’, de Paulo Simões.

 foto: divulgação.
Mesas e camarotes estão à venda, a partir de hoje, com Gisele Pizzini, pelo telefone (67) 9972-1778. Haverá participação especial da dupla Caco & Bella.
A obra de Almir Sater é marcada por temas como a defesa e a preservação do Pantanal, região onde mora, e a interação entre homem e natureza. No show, o público pode cantar junto músicas como ‘Chalana’, ‘Um Violeiro Toca’, ‘Tocando em Frente’, ‘Cabecinha no ombro’ e ‘Trem do Pantanal’. Nascido em Campo Grande, Almir Sater demonstrava o estilo que desenvolveria em sua carreira desde os 12 anos. Ele, desde cedo, já tocava viola e gostava do mato e sons da natureza.

Seu estilo caracteriza-se pelo experimentalismo e sua música é descrita como folk, agregando uma sonoridade tipicamente caipira da viola de 10 cordas, o folk norte-americano e com influências das culturas fronteiriças do seu Estado, como a música paraguaia e andina. O resultado é único e, ao mesmo tempo, reflete traços populares e eruditos. Com mais de 30 anos de carreira sólida e 10 discos solos gravados, Almir tornou-se um dos responsáveis pelo resgate da viola de 10 cordas. Além disso,ele desenvolveu seu talento de ator, tendo atuado em diversas novelas. Ele é também um compositor que tem suas canções gravadas por grandes interpretes da música brasileira, entre eles Elis Regina, Maria Bethânia e Roberto Carlos.

PAULO SIMÕES
O compositor, cantor e violeiro Paulo Simões está lançando o CD ‘Canções, simplesmente canções’. Nascido no Rio de Janeiro, mas criado em Campo Grande, Paulo Simões é um dos mais importantes compositores de sua geração, que introduziu sonoridades e ritmos fronteiriços no caldeirão musical brasileiro.Alternando vivências distintas, do litoral ao interior, sua obra reflete essa diversidade, do caipira ao sertanejo, incorporando os ritmos ternários da Bacia do Prata, à música urbana brasileira e internacional. Gravadas por astros como Sergio Reis, Ivan Lins, Sandy e Junior e Renato Teixeira, suas canções são ouvidas no Brasil e exterior, destacando-se Comitiva Esperança (com o habitual parceiro Almir Sater), da trilha da novela Pantanal, sucesso em muitos países.

Fonte notícia: 28 de agosto de 2014 as 11:22 - Copyright 2014 © Diário MS - Todos os direitos reservados. 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Sociedade: Convulsão Social

"Apertem os cintos, o bom senso sumiu". Ando desconfortável e acho preocupante essa "Convulsão Social" segundo significado ( um evento do qual a estrutura social, incluindo estratificação ( população separada por classes), distribuição de renda, hábitos culturais, enfim saem do controle e assola o nosso país, parece que de uma vez só liberamos todos os nossos demônios internos e entramos em ebulição.
imagem: Idade Medieval. google.

Pitaco: Vale Cultura

O Aécio declara sobre o Vale Cultura “É uma boa ideia, mas não pegou. temos que entender porque não pegou”, vide site valor.com ... porque no Brasil, ainda está em gestação, o conceito "culturalização de negócios".
Culturalizar segundo dicionário "Forjar novos processos culturais" e logo se trata de (valor agregado a partir de elementos intangíveis e culturais), traduzindo "valor agregado a marca". Um conceito bastante amplo e comum na Europa e EUA.
A organização se torna mais humana, e ao mesmo tempo envolve a sociedade no processo. Produtos e Preços se assemelham entre si, mas esse campo pouco explorado ainda é bastante eficaz, e cria uma nova dinâmica.
Já citei isso algumas vezes no meu Blog Loira Do Bem. E verdade seja dita, desde 2006 - antes do Itaú Cultural, do Mc Donald´s que desde ano passaram, lançaram essa tendência no mercado, de associar sua marca a leitura..
Posso não ser uma "expert" no assunto e quesito criatividade, mas como aquariana com 2 pés no futuro...

Pitaco Poesia: Esfinge.



Revesti-me de mistério
Por ser frágil,
Pois bem sei que decifrar-me
É destruir-me.
Por ser mulher e pássaro
E leoa,
Tendo forjado em aço
As minhas garras,
É que se espantam
E se apavoram. 
por Myriam Fraga | Trecho do poema A Esfinge.| De O Risco na Pele (1979).
Imagem: Google

Pitaco Sociedade: "O Analfabeto midiático".

Pitaco para pensar: Trechos "O Analfabeto midiático".
"Reflexões do jornalista Celso Vicenzi em torno de poema de Brecht, no século 21".

Ele ouve e assimila sem questionar, fala e repete o que ouviu, não participa dos acontecimentos políticos, aliás, abomina a política, mas usa as redes sociais com ganas e ânsias de quem veio para justiçar o mundo. Ele não entende como é produzida cada notícia: como se escolhem as pautas e as fontes, sabendo antecipadamente como cada uma delas vai se pronunciar.

O analfabeto midiático imagina que tudo pode ser compreendido sem o mínimo de esforço intelectual. Não se apoia na filosofia, na sociologia, na história, na antropologia, nas ciências política e econômica – para não estender demais os campos do conhecimento – para compreender minimamente a complexidade dos fatos. Sua mente não absorve tanta informação e ele prefere acreditar em “especialistas” e veículos de comunicação comprometidos com interesses de poderosos grupos políticos e econômicos. Lê pouquíssimo, geralmente “best-sellers” e livros de autoajuda. Tem certeza de que o que lê, ouve e vê é o suficiente, e corresponde à realidade. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o espoliador das empresas nacionais e multinacionais.”

O analfabeto midiático gosta de criticar os políticos corruptos e não entende que eles são uma extensão do capital, tão necessários para aumentar fortunas e concentrar a renda. Por isso recebem todo o apoio financeiro para serem eleitos. E, depois, contribuem para drenar o dinheiro do Estado para uma parcela da iniciativa privada e para os bolsos de uma elite que se especializou em roubar o dinheiro público. Assim, por vias tortas, só sabe enxergar o político corrupto sem nunca identificar o empresário corruptor, o detentor do grande capital, que aprisiona os governos, com a enorme contribuição da mídia, para adotar políticas que privilegiam os mais ricos e mantenham à margem as populações mais pobres. Em resumo: destroem a democracia.

Para o analfabeto midiático, Brecht teria, ainda, uma última observação a fazer: Nada é impossível de mudar. Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Imagem: blog gleudecyrodrigues./ google.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

ROCk: LED ZEPPELIN DIVULGA INÉDITA DE ‘Black Dog’

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,led-zeppelin-divulga-versao-inedita-do-classico-black-dog,1556823O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:
Led Zeppelin divulga versão inédita de “Black Dog”
A banda estreou uma versão nunca antes lançada de um de seus maiores clássicos, como um aperitivo do relançamento de “Led Zeppelin IV”, programado para sair em 28 de outubro.
“‘Black Dog” é uma canção que possui um riff incrível e é fruto de um grande trabalho da banda”, declarou Jimmy Page à revista Rolling Stone.
A versão apresentada agora pelo Led traz uma guitarra mais crua e com o vocal original e cristalino de Robert Plant .
O relançamento de “Led Zeppelin IV” é bastante aguardado porque é um disco que recheados de clássicos da banda, como “Stairway To Heaven” e “When The Levee Breaks”, que ganham também suas respectivas versões inéditas.

Reprodução: radiorock


http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,led-zeppelin-divulga-versao-inedita-do-classico-black-dog,1556823
ersão inédita de ‘Black Dog’ do Led Zeppelin

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Almir Sater: ♫"A música transforma, é mágica, nos salva, nos alimenta, nos cura".♫

 Cultura: 11/08/2014 - Almir Sater foi destaque no encerramento da Festa do Vinho.

 
Um grande público reuniu-se na noite de ontem (10), no Mergulhão, em São José dos Pinhais, para assistir ao show do cantor Almir Sater. Ele encerrou a programação da 12ª Festa do Vinho, evento tradicional na Cidade, que reuniu cerca de 15 mil pessoas durante o fim de semana. 
O famoso violeiro, compositor, cantor e instrumentista brasileiro concedeu entrevista exclusiva para a jornalista Mauren Luc, do Guiasjp. Acompanhe!

 “SENTI MUITA EMOÇÃO
 *GUIASJP: Como você sentiu o show, a energia do público que estava emocionado ao lhe ouvir?
ALMIR SATER: Achei um evento maravilhoso. Pessoas muito felizes, calientes, estava bom de tocar, som bom. Espero que tenham gostando tanto quanto eu gostei.

*Qual a motivação que lhe leva a subir no palco depois de tantos anos de carreira e continuar o mesmo, com o mesmo sucesso?
AS: A música! A música transforma, é mágica, nos salva, nos alimenta, nos cura.

*Tinha muita gente emocionada durante o seu show. Famílias inteiras que gostariam de estar aqui tirando uma foto e lhe conhecendo pessoalmente. Se pudesse falar com um a um, o que diria?
 AS: Eu cantei olhando nos olhos desse público e senti muita emoção, algo que transcende e  motiva. Agradeço muito esta 
*Você já conhecia SJP? O que acha da Cidade?
AS: Eu já tive este privilégio e acho que quem faz a Cidade são as pessoas, a gente que a constrói. Aqui, desde o mandatário até os mais humildes, todos são maravilhosos. 

*Então pretende voltar mais vezes?
AS: Sempre que me convidarem, afinal, eu vivo de convites.                
Fotos: Roberto Dziura/PMSJP // Mauren Luc.
Publicado por: GuiaSJP.com - Mauren Luc - Reproduzido parcial Blog Loira Dobem.
Fonte: http://www.guiasjp.com