sábado, 30 de março de 2013

Longas noites


O que temos para o sábado??? .O que temos de Novidades para Domingo ????? sic ......Não...Não...Não eu me recuso a saber....mesmo com toda a fama com toda lama...snif..[ eu quero ir no Lollapalooza ver Eddie Vedder amanhã, 31.] ... preciso acabar logo com isso, preciso lembrar que eu existo...vou usar a tática da A Raposa e as Uvas... sic...hehehe....e que afinal não é Led Zeppelin vide Robert Plant... ai sim eu ia me enforcar no pé de cebola... hehehe...
oh Yeah ..

 











 Eddie Vedder - Long Nights
Não tenho medo
Para quando eu estiver sozinho
Eu estarei numa situação melhor do que antes
Eu tenho essa luz
Eu irei em busca de crescimento
Quem eu era antes
Eu não posso lembrar
Longas noites permitam-me sentir...
Estou caindo ... Estou caindo
As luzes se apagam
Permitam-me sentir
Estou caindo
Estou caindo ao chão
Ah ...
Vou aproveitar esta alma que está dentro de mim agora
Tal como um novo amigo
Eu sempre saberei
Eu tenho essa luz
E a vontade de mostrar
Serei sempre melhor do que antes
Longas noites permitam - me sentir ...
Estou caindo ... Estou caindo
As luzes se apagam
Permitam-me sentir
Estou caindo
Estou caindo seguro ao chão
Ah ...

Eddie Vedder - Long Nights

A RODA QUE GIRA

A roda que gira é o tempo que vai e que vem, um tempo não linear, um círculo, numa constante dança, as coisas acontecem, as escolhas aparecem, e a roda gira.
Assim como é em cima, é embaixo, assim como embaixo, é em cima. Gira continuamente, é um ciclo que não tem fim. São leis baseadas na física do Universo, e a sua principal base se constitui a partir do movimento circular e infinito, que atua sobre as outras leis.



"Ninguém se iluda, pois Deus não se deixa escarnecer; aquilo que o homem semear isso mesmo terá de colher". “ Quem não deve não teme”  -são ditados populares e antigos, mas que vem a calhar, relacionados com a ação e reação, causa e efeito. E se nossa consciência repousa tranquila, não há o que temer.

A roda que gira, significa que tudo está em constante movimento e em estado impermanente, e que, invariavelmente, a paciência é o caminho.  Neste giro, os preparativos para colher o que semeou ou plantou, em outras palavras, segundo a crença, "tudo que vai, volta, e tudo que sobe tem de descer”. Isso não se trata de praga, maldição, inveja ou mau olhado, jogado contra nossos desafetos, inimigos ou adversários. Mas a Lei do Universo, da física quântica, ou que chamem de karma ou carma, não importa.Segundo Dalai Lama, “Toda ação humana, quer se torne positiva ou negativa, precisa depender de motivação”.

Haverá de colher aquilo que semeou, se nossa ação, foi positiva, neste giro, em que a roda vai passando, colheremos frutos bons, porém, se nossas ações foram de forma negativa, quando estivermos em situação boa ou ruim, ficaremos a mercê do nosso plantio ou semeadura no passado. O que fizermos ao outro, de forma mesquinha, cruel e covarde, atravancando o caminho dele ou até para alcançarmos os intentos e objetivos, obrigatoriamente, teremos que arcar com essas consequências, e para isso, não há sal grosso, que possa combater, está no livro da nossa vida, o universo é sábio. Assim como as estações do ano, primavera, outono, verão e inverno, [nascimento, crescimento, morte, renascimento], a roda que gira é um círculo, assim como o ano é uma viagem circular que fazemos em volta do sol, e não há como impedir o fluxo dela, ela vem, quer queiramos ou não.

Todo o ciclo da Roda do ano pode ser compreendido a partir dos processos interiores e psicológicos que vivemos à medida que vamos caminhando e progredindo no aprendizado. Percebemos, cedo ou tarde, que o novo é o velho renascido e o velho é o novo que virá. Muito há que se agradecer nesta e em todas as épocas pelos queridos que passaram por nossas vidas, os que ficaram, os que resgatamos da fornalha da incompreensão, os que escolheram ficar do nosso lado, sob circunstâncias tão adversas e aqueles que nunca nos abandonaram. É possível perdoar os erros dos amigos e dos inimigos, nos socorrendo da compaixão que vem com a prática e sacralidade que é a rotina sacerdotal. É possível, mais que tudo, perdoar a nós mesmos pelas escolhas erradas, ter compaixão por nós mesmos, buscando sempre acertar nas escolher.
"O plantio é livre; a colheita é obrigatória".


Oração da Deusa Mãe.
A lei mais elevada é agora o ensinamento.
Cuida bem dos seus atos, palavras e pensamentos.
Muitos seres podem ouvir, e espíritos, saber
a maldade que você tanto procura esconder.
Então gire a roda do ano; deixe o tempo passar,
viva cheio de amor e não deixe o medo imperar.
Essa antiga sabedoria eu transmito e vou além:
"Faça o que quiser, mas não prejudique ninguém."
Tenha cautela igualmente com a segunda lei,
Pois tudo o que vai volta, isso é o bem sei.
A roda continua girando, três vezes vai girar,
ninguém pode enganá-la ou dela algo ocultar.
Busque a harmonia, o equilíbrio e a autoestima,
pois como é embaixo, é assim também em cima.
Deixe brilhar a sua luz interior e que todo mundo a veja,
se é isso o que você quer, então que assim seja!
Pelos poderes de três vezes três,
Toda vontade vira ação
Sempre pelo bem de todos,
Essas energias se formarão
Blessed Be !!!
Texto adaptado de fontes e fotos de blogs by google.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Sociedade: Juizos e Valores: Honra e Respeito.


“Quem me rouba a honra priva-me daquilo que não o enriquece e faz-me verdadeiramente pobre”. William Shakespeare. Num mundo capitalista e materialista, onde os valores ter (status, sucesso, dinheiro, poder, domínio) é mais importante que ser (simples, honesto, honrado, leal, justo, imparcial), devido a essa corrida pela ascensão social e competitividade, temos uma visão equivocada a respeito de alguns juízos de valores.
É difícil o entendimento, porque depende e muito da cultura, educação, experiência, vivência e dos princípios adquiridos aos longos dos anos, que estão intrinsecamente ligados com a moral, bons costumes, impostos pelas regras sociais ou familiares, de acordo com a ética destes e o que também as difere. Muitas vezes, se torna até circunstancial, eu arrisco a dizer, depende também da maturidade "emocional" de cada indivíduo.

É difícil explicar, porque vivemos numa sociedade, onde a todo o momento, estamos sendo bombardeados pela inversão de valores, e poupados pelo "jeitinho brasileiro" de viver, aquele onde agimos, fazemos coisas que no final das contas, acaba tudo em pizza, ou seja, "deixa pra lá". E dentro deste conceito social, ao invés de explorarmos sentimentos, como empatia (colocar se no lugar dos outros), compaixão (ter respeito pelo sentimento alheio), assertividade (falar o que se pensa ou sente, de forma apropriada, no momento oportuno e sem agredir o outro). Trata-se da habilidade de afirmar a sua vontade de maneira clara, direta e simples, sem com isso violar os direitos da outra pessoa. Em (outras palavras, um “meio termo”, onde o excesso seria a agressão e o contrário a submissão).

Enquanto para uns, isso se trata de colocar os pingos nos "is", para outros, são vistos como sentimentos de reforços negativos, e como consequência a represália, ações ou palavras dissimuladas, como cinismo e hipocrisia; esquecem que ainda existem pessoas, que são movidas, por ideologias, e de não se deixam levar por falsas bajulações e adulações, mas, que, leva muito a sério, o sentimento de honradez, e a falta de empatia, e quando esses valores são afrontados, se tornam ultrajantes, sentem-se invadidos, afrontados e desrespeitados. “Zé Ramalho tem uma música, que eu considero soberba a letra - ““ Não admito que me fale assim me deves respeito, pelo menos dinheiro”. Cala-te boca, companheiro, vá embora, que má criação! De outro jeito não se dissimularia a sua criação!

Por que? _ simples, não podemos tratar as pessoas, como se elas (todas) fossem um bando de cordeirinhos, prontos a nos servir e esquecer as injúrias e desfeitas passadas, e continuar sempre disponíveis e cordatas com as nossas formas de pensar, agir e proceder, ultrapassando as barreiras do respeito, e ferindo a nossa dignidade, sem se dar conta ou até por ter uma idade emocional infantil, aquela onde a criança "rebelde", se manifesta, de forma birrenta e equivocada, com uma falsa ideia sobre "limites" e valores. Aquilo que chamamos na gíria "uma pessoa sem noção". E, quando uma das pessoas, não tem noção de respeito, limites e compaixão pelo outro, vai certamente, gerar um campo minado, conflitos, atritos. Trata-se da lei da ação e reação e a pessoa menos provida, despreparada emocionalmente, vai atacar a outra, como um cão raivoso. Falta a ela, discernimento. Pessoas, que não aceitam seus erros, defeitos, se acham sempre no limite e da razão, na verdade, Freud explica que muito disso, está ligado, com as fases, em que vivemos na infância, e quando adultos, culminam numa personalidade mesquinha, doentia, egoísta, introspectiva e avarenta.

É provável, quando criança, foi mimada, nunca recebeu um "não, desconhecem a frustração, e quando, adulto, terão dificuldades, para aceitar o argumento, contra argumento, e, tomará a força, no "braço" sic, aquilo que acha que por direito lhe pertence, foi assim nos tempos feudais e medievais. Pessoas, assim, terão dificuldades em con (viver) socialmente, não são humildes, solidárias, empáticas. Quando afrontadas, se sentem violadas, parte para o rechaço, a ironia e cinismo, não entendem que há uma linha tênue, que separa o respeito e o limite pelos outros, agirão com ações dissimuladas, invertendo os papéis, se passando por vítima.

Oscar Wilde dizia que “estar dentro da alta sociedade é apenas um aborrecimento, mas estar fora dela é uma verdadeira tragédia”. Tião Carreiro tem uma música que diz assim "Na boca de quem não presta o que é bom não tem valor" é fato, isso, porque a pessoa não aceita, e rejeita o que vem de encontro sua frustração ou negação... Segundo o Duque de La Rochefoucauld "Raramente conhecemos alguém de bom senso, além daqueles que concordam conosco" -#fato. 
Para compreendermos esses conceitos, preciso definir alguns:

Honra é a avaliação do procedimento de uma pessoa e estado social baseado nas adoções daquele indivíduo e ações. Consideração ou homenagem à virtude, ao talento, às boas qualidades humanas. Sentimento, que leva o homem a procurar merecer e manter a consideração pública. dignidade, recato, respeito, honra, mérito, pudor.

Respeito: Ação ou efeito de respeitar. Sentimento que leva alguém a tratar outra pessoa com grande atenção, profunda deferência, consideração ou reverência: respeito filial.
 “Se meus inimigos pararem de dizer mentiras a meu respeito, eu  paro de dizer verdades a respeito deles”. Por Adlai Stevenson.

Dignidade: O respeito que merece alguém ou alguma coisa: a dignidade da pessoa humana. Maneira de se comportar de forma a demonstrar certo respeito pelo outro. Consideração pelos próprios sentimentos.A dignidade é essencialmente um atributo da pessoa humana: pelo simples fato de "ser" humana, a pessoa merece todo o respeito, independentemente de sua origem, raça, sexo, idade, estado civil ou condição social e econômica.

Em tempo: os conceitos de Honra, Respeito e Dignidade foram retirados de fontes do Google, dicionário online.

Motivação Pessoal: 12-Semanas-Para-Mudar-uma-Vida

    LER É PRECISO

_ Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro".by Henry Thoreau
 

Acredito piamente nisso. Houve época, que havia em mim, certas restrições, quanto aos livros de autoajuda, achava, que eles, na verdade, beneficiavam mais ( monetariamente) aqueles que os escreviam. 
Depois, de certo tempo, reformulei o meu conceito a respeito, na verdade, depois, que há alguns anos, onde tive a oportunidade, de estar dentro de um projeto social e voluntariamente, no meu curso, de Motivação Pessoal, porque eles (tambem) mudaram a mim, ao repassar o conteúdo para os demais.
12 Semanas Para Mudar Uma Vida escrito por Augusto Cury - é um livro muito interessante, eu já conhecia e trabalhava, no módulo Motivação Pessoal, com 'Nunca desista dos seus sonhos" - e esse veio a calhar também, tem uma proposta interessante, na verdade, trata-se de um programa de qualidade de vida, [ PAIQ]

O livro traz ferramentas psicológicas que contribuem para educar a emoção, vencer o estresse e prevenir a ansiedade e outros transtornos psíquicos. Seu objetivo é enriquecer as relações e levar o ser humano a ter sabedoria, a contemplar o belo, a se apaixonar pela vida e pela espécie humana. É uma verdadeira prática existencial para ser exercitada por todos aqueles que querem conhecer o seu próprio ser e dar um salto na qualidade de vida.

SEJA AUTOR DE SUA PRÓPRIA HISTÓRIA.

Justificativas para um programa de qualidade de vida

Por sermos uma espécie pensante, temos tendência de cuidar seriamente daquilo que tem mais valor. Cuidamos do motor do carro para não fundir, da casa para não deteriorar, do trabalho para não sermos superados, do dinheiro para não faltar.

Alguns se preocupam com suas roupas; outros, com suas jóias e, ainda outros, com sua imagem social.

Mas qual é o nosso maior tesouro? O que deveria ocupar o centro de nossas atenções? O carro, a casa, o trabalho, o dinheiro, as roupas, as viagens?

Não! A vida! Sem ela, não temos nada e não somos nada. E sem qualidade de vida, ainda que estejamos vivos, não temos sentido encanto, saúde e prazer de viver.

Sem qualidade de vida, os ricos se tornam miseráveis; os fortes se tomam frágeis; os famosos vivem uma farsa. Mas será que cuidamos com seriedade da nossa qualidade de vida como cuidamos das outras coisas? Raramente.

Há graves contrastes nas sociedades modernas que estão diante dos nossos olhos e não enxergamos. Protegemos nossas casas com grades nas janelas e com fechaduras nas portas, mas não sabemos como proteger nossa emoção contra as preocupações e dificuldades da vida.

Milhões de pessoas acordam cansadas, não aquietam sua mente, se tornaram máquinas de trabalhar. São vítimas do sistema social, não param de pensar, não viajam para dentro de si mesmas.

Todo esse corpo de argumentos revela a necessidade vital e urgente de um programa de qualidade de vida que tenha profundidade e praticidade, capaz de ser aplicado amplamente nas mais diversas áreas da sociedade.

Procure a sabedoria, pois a vida é muito breve.

Vivemos a vida como se ela fosse interminável.

Mas ela é tão breve. Entre a meninice e a velhice há um pequeno intervalo de tempo. Olhe para sua 18 história! Os anos que você já viveu não passaram muito rápido?

A vida é tão breve como os raios de sol que surgem sorrateiramente na mais bela manhã e se despedem sutilmente ao anoitecer sem deixar vestígios...

Para as pessoas superficiais, a rapidez da vida as estimula a viverem destrutivamente, sem pensar nas conseqüências dos seus comportamentos. Para os sábios, a brevidade da vida os convida a valorizá- la como um tesouro de inestimável valor. Que valor tem a sua vida para você mesmo?

Ser sábio não quer dizer ser perfeito, não falhar, não chorar e nem ter momentos de fragilidade. Ser sábio é aprender a usar cada dor como uma oportunidade para aprender lições, cada erro como uma ocasião para corrigir rotas, cada fracasso como uma chance para ter mais coragem. Nas vitórias, os sábios são amantes da alegria; nas derrotas, são amigos da reflexão.

Que você aprenda a ser um grande sábio! Um sábio que cuida carinhosamente da sua vida como um garimpeiro que descobriu a mais bela pedra preciosa depois de passar a vida toda removendo rochas e cascalhos.

Mudar a nossa personalidade significa reeditar o filme do inconsciente, ter habilidade para gerenciar os pensamentos, administrar a emoção e atuar no mais fantástico e complexo mercado, o mercado da memória. Reitero, é necessário aprendizado e treinamento.

Podemos fugir do mundo, mas não de nós mesmos. Para escrever nossa história precisamos conhecer nosso próprio ser.

Muitos levam para seus túmulos seus problemas e conflitos porque não sabem entrar dentro de si mesmos com serenidade e reescrever a sua história.

Para saber mais só lendo o livro até o fim...

bom feriado

Paz e Bem !!!.


quinta-feira, 28 de março de 2013

O direito à privacidade


Dos muitos direitos fundamentais consagrados constitucionalmente,o direito à privacidade talvez seja um dos menos compreendidos pelos cidadãos sem formação jurídica.
Qualquer pessoa, por mais simplória que seja, compreende que um homicídio
é um ato ilícito, pois atenta contra o direito à vida de alguém; da mesma forma, um furto,
pois atenta contra o direito ao patrimônio; e o estupro, pois viola a liberdade sexual.

Poucas são as pessoas, porém, que compreendem as múltiplas violações que podem ser praticadas contra o direito à privacidade e, dentre elas, mais raras são as que dão ao fato a
devida importância.
O direito à privacidade há muito não se limita à sua clássica concepção de “direito de ser deixado só”. Se, no passado, uma casa devidamente fechada e com cortinas opacas foi uma garantia contra os olhos e ouvidos de intrusos, atualmente as modernas tecnologias
informáticas não só permitem que se observe à distância por microcâmeras e se ouça por microfones, mas, sobretudo, permitem que estas informações sejam gravadas e, posteriormente, publicadas nos meios de comunicação de massa.

Assim, o antigo “direito de ser deixado só” ganhou contornos bem mais abrangentes para tutelar não só o isolamento físico das pessoas,mas também, e principalmente, os direitos de não ser monitorado, de não ser registrado e de não ter registros pessoais
publicados. E é aqui que se encontra uma das principais dificuldades na correta compreensão do direito à privacidade: não é porque alguém tem o direito de monitorar outrem que se pode deduzir daí,necessariamente, que este alguém pode também registrar as cenas
e gravar os sons. De forma semelhante, não é porque se pode registrar que se pode necessariamente divulgar. E é aqui que surgem os problemas.

Tomemos um exemplo simples. Em um vestiário masculino os rapazes furam a parede de tal
forma que consigam ver as moças trocando de roupa no vestiário feminino ao lado. Obviamente, trata-se de uma monitoração ilegal e, muito mais grave ainda seria o registro fotográfico das imagens e sua divulgação. Se uma moça, no entanto, entra em um vestiário feminino e encontra sua colega trocando de roupa, evidentemente ela não comete nenhum ato ilícito por visualizara cena, pois é perfeitamente previsível que outra mulher entre no recinto e a veja em trajes sumários.

Se, porém, com sua câmera de celular ela fotografa sua colega despida, trata-se evidentemente de uma violação à privacidade, pois não há expectativa de que isso ocorra. É claro que a ilegalidade e as conseqüências seriam ainda maiores se a referida imagem fosse divulgada para terceiros.
Imaginemos agora uma praia. Um banhista que lá se encontre tem, por certo, o direito de
monitorar com seus sentidos as cenas que estão a seu redor. Pode ouvir a conversa do casal ao lado e apreciar a imagem das moças que perambulam pela areia. É possível admitir ainda que esse banhista tenha o direito de gravar a referida conversa e fotografar um topless
de uma moça na praia sem que isto implique por si só em um ato ilícito, pois há alguma expectativa de registro de imagens, já que se trata de um local público.

O mesmo não se pode afirmar em relação à divulgação desses registros na Internet ou em outro meio de comunicação de massa. O simples fato de se encontrar em um local público não gera em ninguém a expectativa de ter sua imagem ou suas conversas divulgadas posteriormente para um número potencialmente infinito de pessoas.
Toda e qualquer análise do direito à privacidade deve partir do pressuposto de que há três
graus possíveis de violação desse direito fundamental: a monitoração, o registro e a publicação.

Os limites desse direito estarão condicionados à expectativa de privacidade de cada um em cada momento.
A rápida diminuição das dimensões dos instrumentos tecnológicos de registro, aliada ao
crescente interesse público pela vida particular não só de celebridades, mas de pessoas comuns, remete-nos a um futuro aterrador, no qual todos vigiam as ações de todos e onde ninguém é livre em sua solidão. É preciso que cada cidadão compreenda que seu direito à
privacidade é muito mais que uma simples garantia de estar só, consistindo principalmente na garantia de agir livremente sem o julgo alheio.
Túlio Vianna
Professor da PUC Minas
Doutor em Direito pela UFPR
www.tuliovianna.org

quarta-feira, 27 de março de 2013

Comunicação Verbal/Não Verbal - O CORPO FALA -

"É verdade que se mente com a boca; mas a careta que se faz ao mesmo tempo diz, apesar de tudo, a verdade. ( by Nietzsche).

 
O Corpo fala – a linguagem dos gestos - Eu vejo a LUZ! 
by Prof. Rosana Spinelli dos Santo.

O corpo grita, agita, chora, ri, sente e se emociona. É uma maneira misteriosa e não verbal de comunicação.Não é só por meio de palavras que a gente pode se comunicar. Muitas vezes nosso corpo dá sinais que dizem muito mais que nossa boca. O corpo mostra o que está latente no ser humano, expressa as nossas ansiedades, desejos e conquistas de forma natural mesmo que nossas palavras digam o contrário. Os gestos podem significar mais que você imagina!

O seu corpo é um espelho revelador do seu inconsciente, é a projeção da sua mente.

Ele mostra através de gestos inconscientes, algo que estamos sentindo, ou mesmo tentando esconder ou disfarçar, e não queremos falar.

São muitos os sinais que o corpo pode dar (sorriso, postura do tórax, abdômen, cabeça, gestos das mãos, dos braços, dos pés, das pernas...) olhar, entonação da voz, dos ruídos e até mesmo da roupa que se está usando, revelando todo momento os seus sentimentos ou mesmo seus pensamentos.

Para que possamos entender o significado do gesto, precisamos fazer uma leitura corporal analisando o contexto da situação, que somente terá sentido quando os gestos apontarem uma congruência da comunicação corporal.  Um gesto isolado não significa nada!!!.

A linguagem corporal quando bem interpretada ajuda-nos a entender melhor o nosso semelhante, e nos permite agir de forma mais inteligente, para um melhor relacionamento familiar, profissional, social. Como também fornecem pistas que revelam quem você é, como pensa e vê o mundo, porque pensamento, palavra e ação transformam o destino.  

Linguagem Corporal:
•De acordo com as pesquisas, essa é a porcentagem do impacto de uma mensagem sobre o ouvinte:
07% - Verbal (o que a pessoa diz ou escreve)
38% - Vocal (tom de voz, inflexões e outros sons)
55% - Não Verbal (gestos e movimentos)


Dicas importantes:
•Evite posturas subservientes: ombros caídos, olhar para baixo, costas curvadas, expressão de desamparo.

•Evite posturas de superioridade: nariz empinado, olhos ameaçadores, queixo erguido, ar de superioridade.

•Olhe para as pessoas e não por cima de suas cabeças. Os olhos são responsáveis pelo diálogo silencioso.

•Quando se sentir tenso, procure relaxar até ficar mais seguro, a rigidez muscular interfere na harmonia dos gestos.

•Se o assunto ou a situação permitir, exiba o seu melhor sorriso, aquele que reflita seu lado mais bonito.

•Evite gestos exagerados, deixe suas mãos acompanharem a sua fala. Se não souber o que fazer com elas, deixe-as sobre seu colo de forma descontraída.

Não basta que o corpo se expresse, é preciso que ele se comunique!

O corpo é um instrumento que, se bem afinado, promove maior harmonia e maior credibilidade em sua pessoa.

Fontes:

Bibliografia:

•O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não verbal -Pierre Weil e Roland Tompakow Editora Vozes.

•Quem mexeu no meu queijo – Spencer Johnson, M.D.

•Você é insubstituível – Augusto Jorge Cury – Editora Sextante.



















_ Em tempo: além do texto acima, esse livro também faz parte do meu curso voluntário sobre desenvolvimento interpessoal - módulo Comunicação Verbal/ Não Verbal.