sexta-feira, 29 de março de 2013

Sociedade: Juizos e Valores: Honra e Respeito.


“Quem me rouba a honra priva-me daquilo que não o enriquece e faz-me verdadeiramente pobre”. William Shakespeare. Num mundo capitalista e materialista, onde os valores ter (status, sucesso, dinheiro, poder, domínio) é mais importante que ser (simples, honesto, honrado, leal, justo, imparcial), devido a essa corrida pela ascensão social e competitividade, temos uma visão equivocada a respeito de alguns juízos de valores.
É difícil o entendimento, porque depende e muito da cultura, educação, experiência, vivência e dos princípios adquiridos aos longos dos anos, que estão intrinsecamente ligados com a moral, bons costumes, impostos pelas regras sociais ou familiares, de acordo com a ética destes e o que também as difere. Muitas vezes, se torna até circunstancial, eu arrisco a dizer, depende também da maturidade "emocional" de cada indivíduo.

É difícil explicar, porque vivemos numa sociedade, onde a todo o momento, estamos sendo bombardeados pela inversão de valores, e poupados pelo "jeitinho brasileiro" de viver, aquele onde agimos, fazemos coisas que no final das contas, acaba tudo em pizza, ou seja, "deixa pra lá". E dentro deste conceito social, ao invés de explorarmos sentimentos, como empatia (colocar se no lugar dos outros), compaixão (ter respeito pelo sentimento alheio), assertividade (falar o que se pensa ou sente, de forma apropriada, no momento oportuno e sem agredir o outro). Trata-se da habilidade de afirmar a sua vontade de maneira clara, direta e simples, sem com isso violar os direitos da outra pessoa. Em (outras palavras, um “meio termo”, onde o excesso seria a agressão e o contrário a submissão).

Enquanto para uns, isso se trata de colocar os pingos nos "is", para outros, são vistos como sentimentos de reforços negativos, e como consequência a represália, ações ou palavras dissimuladas, como cinismo e hipocrisia; esquecem que ainda existem pessoas, que são movidas, por ideologias, e de não se deixam levar por falsas bajulações e adulações, mas, que, leva muito a sério, o sentimento de honradez, e a falta de empatia, e quando esses valores são afrontados, se tornam ultrajantes, sentem-se invadidos, afrontados e desrespeitados. “Zé Ramalho tem uma música, que eu considero soberba a letra - ““ Não admito que me fale assim me deves respeito, pelo menos dinheiro”. Cala-te boca, companheiro, vá embora, que má criação! De outro jeito não se dissimularia a sua criação!

Por que? _ simples, não podemos tratar as pessoas, como se elas (todas) fossem um bando de cordeirinhos, prontos a nos servir e esquecer as injúrias e desfeitas passadas, e continuar sempre disponíveis e cordatas com as nossas formas de pensar, agir e proceder, ultrapassando as barreiras do respeito, e ferindo a nossa dignidade, sem se dar conta ou até por ter uma idade emocional infantil, aquela onde a criança "rebelde", se manifesta, de forma birrenta e equivocada, com uma falsa ideia sobre "limites" e valores. Aquilo que chamamos na gíria "uma pessoa sem noção". E, quando uma das pessoas, não tem noção de respeito, limites e compaixão pelo outro, vai certamente, gerar um campo minado, conflitos, atritos. Trata-se da lei da ação e reação e a pessoa menos provida, despreparada emocionalmente, vai atacar a outra, como um cão raivoso. Falta a ela, discernimento. Pessoas, que não aceitam seus erros, defeitos, se acham sempre no limite e da razão, na verdade, Freud explica que muito disso, está ligado, com as fases, em que vivemos na infância, e quando adultos, culminam numa personalidade mesquinha, doentia, egoísta, introspectiva e avarenta.

É provável, quando criança, foi mimada, nunca recebeu um "não, desconhecem a frustração, e quando, adulto, terão dificuldades, para aceitar o argumento, contra argumento, e, tomará a força, no "braço" sic, aquilo que acha que por direito lhe pertence, foi assim nos tempos feudais e medievais. Pessoas, assim, terão dificuldades em con (viver) socialmente, não são humildes, solidárias, empáticas. Quando afrontadas, se sentem violadas, parte para o rechaço, a ironia e cinismo, não entendem que há uma linha tênue, que separa o respeito e o limite pelos outros, agirão com ações dissimuladas, invertendo os papéis, se passando por vítima.

Oscar Wilde dizia que “estar dentro da alta sociedade é apenas um aborrecimento, mas estar fora dela é uma verdadeira tragédia”. Tião Carreiro tem uma música que diz assim "Na boca de quem não presta o que é bom não tem valor" é fato, isso, porque a pessoa não aceita, e rejeita o que vem de encontro sua frustração ou negação... Segundo o Duque de La Rochefoucauld "Raramente conhecemos alguém de bom senso, além daqueles que concordam conosco" -#fato. 
Para compreendermos esses conceitos, preciso definir alguns:

Honra é a avaliação do procedimento de uma pessoa e estado social baseado nas adoções daquele indivíduo e ações. Consideração ou homenagem à virtude, ao talento, às boas qualidades humanas. Sentimento, que leva o homem a procurar merecer e manter a consideração pública. dignidade, recato, respeito, honra, mérito, pudor.

Respeito: Ação ou efeito de respeitar. Sentimento que leva alguém a tratar outra pessoa com grande atenção, profunda deferência, consideração ou reverência: respeito filial.
 “Se meus inimigos pararem de dizer mentiras a meu respeito, eu  paro de dizer verdades a respeito deles”. Por Adlai Stevenson.

Dignidade: O respeito que merece alguém ou alguma coisa: a dignidade da pessoa humana. Maneira de se comportar de forma a demonstrar certo respeito pelo outro. Consideração pelos próprios sentimentos.A dignidade é essencialmente um atributo da pessoa humana: pelo simples fato de "ser" humana, a pessoa merece todo o respeito, independentemente de sua origem, raça, sexo, idade, estado civil ou condição social e econômica.

Em tempo: os conceitos de Honra, Respeito e Dignidade foram retirados de fontes do Google, dicionário online.

Motivação Pessoal: 12-Semanas-Para-Mudar-uma-Vida

    LER É PRECISO

_ Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro".by Henry Thoreau
 

Acredito piamente nisso. Houve época, que havia em mim, certas restrições, quanto aos livros de autoajuda, achava, que eles, na verdade, beneficiavam mais ( monetariamente) aqueles que os escreviam. 
Depois, de certo tempo, reformulei o meu conceito a respeito, na verdade, depois, que há alguns anos, onde tive a oportunidade, de estar dentro de um projeto social e voluntariamente, no meu curso, de Motivação Pessoal, porque eles (tambem) mudaram a mim, ao repassar o conteúdo para os demais.
12 Semanas Para Mudar Uma Vida escrito por Augusto Cury - é um livro muito interessante, eu já conhecia e trabalhava, no módulo Motivação Pessoal, com 'Nunca desista dos seus sonhos" - e esse veio a calhar também, tem uma proposta interessante, na verdade, trata-se de um programa de qualidade de vida, [ PAIQ]

O livro traz ferramentas psicológicas que contribuem para educar a emoção, vencer o estresse e prevenir a ansiedade e outros transtornos psíquicos. Seu objetivo é enriquecer as relações e levar o ser humano a ter sabedoria, a contemplar o belo, a se apaixonar pela vida e pela espécie humana. É uma verdadeira prática existencial para ser exercitada por todos aqueles que querem conhecer o seu próprio ser e dar um salto na qualidade de vida.

SEJA AUTOR DE SUA PRÓPRIA HISTÓRIA.

Justificativas para um programa de qualidade de vida

Por sermos uma espécie pensante, temos tendência de cuidar seriamente daquilo que tem mais valor. Cuidamos do motor do carro para não fundir, da casa para não deteriorar, do trabalho para não sermos superados, do dinheiro para não faltar.

Alguns se preocupam com suas roupas; outros, com suas jóias e, ainda outros, com sua imagem social.

Mas qual é o nosso maior tesouro? O que deveria ocupar o centro de nossas atenções? O carro, a casa, o trabalho, o dinheiro, as roupas, as viagens?

Não! A vida! Sem ela, não temos nada e não somos nada. E sem qualidade de vida, ainda que estejamos vivos, não temos sentido encanto, saúde e prazer de viver.

Sem qualidade de vida, os ricos se tornam miseráveis; os fortes se tomam frágeis; os famosos vivem uma farsa. Mas será que cuidamos com seriedade da nossa qualidade de vida como cuidamos das outras coisas? Raramente.

Há graves contrastes nas sociedades modernas que estão diante dos nossos olhos e não enxergamos. Protegemos nossas casas com grades nas janelas e com fechaduras nas portas, mas não sabemos como proteger nossa emoção contra as preocupações e dificuldades da vida.

Milhões de pessoas acordam cansadas, não aquietam sua mente, se tornaram máquinas de trabalhar. São vítimas do sistema social, não param de pensar, não viajam para dentro de si mesmas.

Todo esse corpo de argumentos revela a necessidade vital e urgente de um programa de qualidade de vida que tenha profundidade e praticidade, capaz de ser aplicado amplamente nas mais diversas áreas da sociedade.

Procure a sabedoria, pois a vida é muito breve.

Vivemos a vida como se ela fosse interminável.

Mas ela é tão breve. Entre a meninice e a velhice há um pequeno intervalo de tempo. Olhe para sua 18 história! Os anos que você já viveu não passaram muito rápido?

A vida é tão breve como os raios de sol que surgem sorrateiramente na mais bela manhã e se despedem sutilmente ao anoitecer sem deixar vestígios...

Para as pessoas superficiais, a rapidez da vida as estimula a viverem destrutivamente, sem pensar nas conseqüências dos seus comportamentos. Para os sábios, a brevidade da vida os convida a valorizá- la como um tesouro de inestimável valor. Que valor tem a sua vida para você mesmo?

Ser sábio não quer dizer ser perfeito, não falhar, não chorar e nem ter momentos de fragilidade. Ser sábio é aprender a usar cada dor como uma oportunidade para aprender lições, cada erro como uma ocasião para corrigir rotas, cada fracasso como uma chance para ter mais coragem. Nas vitórias, os sábios são amantes da alegria; nas derrotas, são amigos da reflexão.

Que você aprenda a ser um grande sábio! Um sábio que cuida carinhosamente da sua vida como um garimpeiro que descobriu a mais bela pedra preciosa depois de passar a vida toda removendo rochas e cascalhos.

Mudar a nossa personalidade significa reeditar o filme do inconsciente, ter habilidade para gerenciar os pensamentos, administrar a emoção e atuar no mais fantástico e complexo mercado, o mercado da memória. Reitero, é necessário aprendizado e treinamento.

Podemos fugir do mundo, mas não de nós mesmos. Para escrever nossa história precisamos conhecer nosso próprio ser.

Muitos levam para seus túmulos seus problemas e conflitos porque não sabem entrar dentro de si mesmos com serenidade e reescrever a sua história.

Para saber mais só lendo o livro até o fim...

bom feriado

Paz e Bem !!!.