
— E aquele paquera? Lá estamos nós, suspirando, e a mãe, “desmancha-prazer”, nos diz — esse não é um cara legal, não serve para você e mais uma vez “que mãe sem noção”, passa uns meses e lá está o nosso príncipe, dando mostras que era (mesmo) um sapo.
Quantas vezes a gente ignora, menospreza, acha que não nos entende, está ultrapassada, “careta”, mas o coração desta leoa está sempre atento, ali, nem precisa assoviar, lá vem ela, com toda sua ferocidade, nos defender dos invasores, das adversidades e nos socorrer, nem que seja com seu colo ou simplesmente dizer: vai passar.
Desconfio mesmo que a única pessoa que de fato tem sangue nas veias é o tal coração de mãe.
Feliz Dia das Mães a todas as mulheres e homens, que também exercem o papel de mãe, assim como mães exercem o papel de pai e que ousam amar incondicionalmente, mesmo que a gente como filho (a) não mereça!





