sexta-feira, 13 de março de 2015

quinta-feira, 12 de março de 2015

Um encontro entre dois: olho a olho, cara a cara

"Existem palavras sábias, mas a sabedoria não é suficiente, falta ação." Jacob Levy Moreno.



                                
                     













"Um coração não pode ser roubado, pode apenas ser dado." Catherine arche (escritora de romance).

Ao ler um romance medieval com essas palavras acima, me lembrei de Jacob Levy Moreno,  criador do psicodrama, sobre o "encontro de dois" e resolvi fazer uma análise, segundo meu entendimento, para divagar sobre como as relações interpessoais são complexas, ora constroem, ora desconstroem, muitas vezes, desconcertam.

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O outro não quer compreender, não quer perdoar ou tornar o convívio mais flexível, nunca queremos ceder. É como se ao abrir essa possibilidade, abrimos brecha para nossas fragilidades e nos tornamos vulneráveis. Árdua luta, entre nosso eu e do outro, o que vence no final, o quanto estamos dispostos a desnudar? E se não o fizermos, é possível o consenso? Às vezes ceder também é vencer. 

"Um encontro entre dois: olho a olho, cara a cara
E, quando estiveres perto, arrancarei teus olhos
E os colocarei no lugar dos meus
E tu arrancarás meus olhos e os colocarás no lugar dos teus 
Então te olharei com teus olhos e tu me olharás com os meus".



Mais complicado do que expressar é entender o amor ou os laços que formamos ao longo da nossa jornada. São fios que interligam. Não há como estarmos isolados, inertes, ou desligados, porque dependemos desses entrelaçamentos para a convivência habitual. Requer flexibilidade, concessões, negociações, recuar ou avançar. 

Sem estes laços a vida se torna inóspita e insignificante. O que fazer então?. É necessário o enfrentamento das situações que vão resultar no encontro, "olho a olho, cara a cara". Assim como Sartre "Entre Quatro Paredes" e a frase icônica “O inferno são os outros”, na verdade, esse outro passa a ser o nosso espelho. À partir do momento que ocorre essa troca, passamos a enxergar através da subjetividade (penetrar no intímo do outro, como ele vê, sente, pensa em relação ao mundo interior e exterior).

Quase nunca estamos preparados em aceitar ou compreender a identidade do outro, queremos que seja como nós, e intransigentes que somos, exigimos devoção. E os conflitos se tornam inevitáveis. Mas as relações não podem serem construídas na base de nossa vontade, é necessário entender o outro, só a partir do outro, é que eu sei quem sou.

Só a partir do enfrentamento é que podemos afirmar essa percepção, o reconhecimento das diferenças, facilitar ou dificultar para mediar conflitos, atritos e os desconcertos que “supostamente” o outro nos causa.

Para nos entregar e conhecer é inevitável o encontro, arrancar o véu dos olhos, se revelar e desnudar os sentimentos e sensações, mesmo que o outro nos arranque a alma, se relacionar nem sempre é um processo indolor, segundo Fernando Savater, filósofo. espanhol.

Nota: Jacob Levy Moreno (1889-1974) foi médico, psicólogo, filósofo e por fim: dramaturgo. Manteve seu foco na Psicologia Social, sendo o criador da sociometria e do psicodrama (ciência que atua como uma investigação da mente humana através da ação). Jacob Levy Moreno morreu aos 85 anos de idade, e pediu que em sua sepultura fossem gravadas as seguintes palavras: "Aqui jaz aquele que abriu as portas da Psiquiatria à alegria”.

Fonte de pesquisa:
Federação Brasileira de Psicodrama.
https://teatroemescala.com/2021/11/01/perfil-jacob-levy-moreno/
Texto Adaptado/ autorreflexão.
Imagem: Reprodução Internet.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Show Intimista de Almir Sater agita Botucatu nesta Sexta.

Almir Sater dia 06 de março em Botucatu!
Cantor e Compositor,  o instrumentista Almir Sater, se apresenta nesta final de semana, em Botucatu/SP, em mais um show imperdível.  Por onde se apresenta, é ovacionado pela plateia, ao cantar suas canções marcantes: "Trem do Pantanal" e as clássicas "Um Violeiro Toca", "Tocando em Frente" e "Chalana", sempre solicitadas em suas apresentações.
O show mescla com o CD "7 Sinais", sem deixar de lado a técnica ímpar e o magistral toque de viola indispensável nas suas apresentações, que o tornou consagrado. Além do toque peculiar e diferenciado na viola, o músico não dispensa o violão folk de 12 cordas, que alternados, produzem um espetáculo original e de primeira qualidade.

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Foto: Cibele Olarte./ MS.


Almir Sater é um violeiro, compositor, cantor, instrumentista e ator. Seu estilo caracteriza-se pelo experimentalismo e sua música é classificada como atemporal. Agrega uma sonoridade tipicamente caipira da viola de 10 cordas e também com influências das culturas fronteiriças do seu estado Mato Grosso do Sul, como a música paraguaia e andina. E o resultado é único: ao mesmo tempo reflete traços populares e eruditos, despertando atenção de públicos diversos.

Com mais de 30 anos de carreira sólida e 10 discos solo gravados, Almir tornou-se um dos responsáveis pela preservação da viola de 10 cordas, sendo reinventada, o músico acrescentou um toque mais sofisticado ao instrumento, temperado com estilos estrangeiros como o blues, o rock e o folk, uma mistura de música folclórica, erudita e popular, considerada atemporal. O seu último CD, 7 Sinais, traz um repertório eclético e inovador.

“Minha geração veio de um som mais folk. Eu sou um folk rock assim. Mas sempre gostei de música. Eu gosto de Pink Floyd, Jethro Tull. Gosto da música inglesa, ela é referencia mundial, a música irlandesa é bonita, gosto também de charangos, folclore dos andes, música latina americana. Ponteio de viola no Brasil, são as músicas folclóricas que quando misturam com o Pop vira Folk”. — Almir Sater.

serviço:
BOTUCATU
datas: 06 de março – sexta-feira
horário: 21h
gênero: show
duração: 80 minutos
classificação: 10 anos
local: Auditório Colégio La Salle
Ingressos: (poltronas numeradas)
Área Vip: R$ 100,00
meia: R$ 50,00 (estudantes, idosos e professores)
clientes Porto Seguro : R$ 50,00 (clientes + 1 acompanhante: R$ 50,00 cada)
Unimed ou Uniodonto: R$ 60,00
Inteira: R$ 100,00
Pontos de Venda:
- Papelaria da Travessa – Rua Siqueira Campos, 184 – F: (14)3813-6337
- Dalu – Av Dom Lúcio, 231 – F: (14) 3882-9656

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Fonte Reprodução: culturaeteatro

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

27 de Fevereiro – Dia Nacional do Livro Didático

























Estar em redes sociais exige dinâmica constante - onde é preciso agregar coisas que somam, além da marca em si, e o "triplé" que trabalho sobre Almir Sater, desde 2006 sempre foi este: Música, Cultura e Meio Ambiente... são coisas que estão intrinsecamente ligadas com o Artista, o que ele apoia, estimula e conscientiza na sociedade. Ser uma figura pública também exige responsabilidade sobre e a imagem altamente positiva de Sater funciona bem com esse três assuntos distintos mas tão ligados entre si: Afinal, só quem tem sensibilidade artística, terá respeito e empatia pelos outros dois. E vários artistas, não só publicitários, "marketeiros" e entidades organizacionais já descobriram esse"insight".  E até onde eu sei,  são coisas que o artista vivencia em sua vida, o amor pela natureza e a curiosidade pelo saber, esta última, endossada por sua mãe, anos atrás, em um vídeo escolar. E verdade seja dita, eu nunca vi mãe mentir, portanto qualquer coisa ao contrário, é tudo culpa da mãe dele então..risos...

Voltando ao Dia do Livro Didático... Segundo os Jornais, "o dia de hoje é importante pois serve para resgatar o valor da utilização do livro didático como ferramenta fundamental para o trabalho pedagógico dos professores e seus alunos. De caráter pedagógico, o livro didático surgiu inicialmente como um complemento aos livros clássicos auxiliando na alfabetização, no conhecimento da história, da filosofia, da matemática e das ciências".  Eu acrescentaria, que os professores, educadores, não só estimulem os alunos a aprender ou a ler, mas também leiam antes o conteúdo, criem dinâmicas que tornam o aprendizado mais atrativo, que aguça a curiosidade das crianças, envolva todos no processo, como partes que se completam, e assim, podemos mudar a Sociedade num todo. A mudança começa do individual para o coletivo. "Boa Leitura e Bom Aprendizado".
Esta é uma viagem que vale a pena prosseguir.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

ALMIR SATER INICIA AGENDA DE SHOWS NO PARANÁ


























Depois de um recesso na agenda de shows, cantor e compositor, o instrumentista Almir Sater, dá início novamente em sua agenda de shows, no Paraná. Com mais de 30 anos de carreira e dez discos gravados é considerado um dos artistas mais completos, graças ao seu virtuosismo na viola. Em 2012, apontado pela Revista "Rolling Stone Brasil" entre os 30 maiores ícones brasileiros da guitarra e do violão.

Almir tornou-se um dos responsáveis pela valoração da viola de 10 cordas,  agregando um toque mais sofisticado ao instrumento, estilos como blues e rock, embalados pela pegada do folk, uma mistura de música folclórica, erudita e popular. O seu estilo caracteriza-se pelo experimentalismo e sua música agrega uma sonoridade tipicamente caipira da viola de 10 cordas, do folk norte-americano, irlandês e influências da música inglesa e das fronteiriças com seu estado, a paraguaia e andina, e os ritmos regionais como guarânias, polcas e chamamés. 

Graças a sua virtuose, foi o vencedor no 4º Prêmio da Música Brasileira (1991), como o melhor Solista e Música Instrumental, a belíssima “Moura” e também como coautor de "Tocando em Frente", em parceria com Renato Teixeira, na voz de Maria Bethânia, como a melhor canção do ano, esta considerada um "hino" motivacional desde então. 

Dono de um carisma único, Sater possui "toque de midas", por onde se apresenta, além do toque inconfundível da viola,  no palco relembra canções marcantes como: "Trem do Pantanal" e as clássicas "Um Violeiro Toca", "Tocando em Frente" e "Chalana", sempre solicitadas em suas apresentações. Além de  mesclar com as belas instrumentais e o último Álbum "7 Sinais", "repertório eclético e inovador", que conta com participações especiais dos sanfoneiros, o saudoso Dominguinhos e Luiz Carlos Borges.

Além do toque peculiar e diferenciado na viola, o músico não dispensa o violão folk de 12 cordas, que alternados, produzem um espetáculo original e de primeira qualidade. E o resultado é único, ao mesmo tempo reflete traços populares e eruditos, despertando atenção de públicos diversos. 

Também obteve grande destaque como ator nas novelas: "Pantanal" (1990), "Ana Raio e Zé Trovão" (1991), "O Rei do Gado" (1996) e "Bicho do Mato" (2006).  O Artista será acompanhado pelos músicos de sua banda que dão um toque especial ao espetáculo.

Serviço: Almir Sater e Banda no Paraná:
26 - Quinta- feira - Campo Mourão - Teatro Municipal
27 -Sexta-feira - Maringá - Teatro Marista
28- Sábado - Londrina - Ginásio do Teatro Marista