Loira do bem ∞ : Setembro 2012

domingo, setembro 30, 2012

Pitaco by Loira do Bem..Avante Brasileiros !!!...

Loira Dobem
Pitaco by Loira do Bem..Avante Brasileiros !!!...
Podem até não concordar mas como Voltaire defenderei até a morte o direito de vos dize-lo mas esta é o meu pitaco e a bandeira que defendo..
Existem três coisas ao meu ver que deviamos pensar mais a respeito e tratar com mais seriedade, abandonando as conotações de deboche, de ordem pejorativa ou de pouca importancia..
1- a importância da nossa língua mãe - ela nao pode ser mudada - ela é a identidade de um povo - o que o diferencia dos demais -
2 - Bandeira Brasileira - ela representa o símbolo de um país, o povo, o estado, e assim por diante e  significa algo da história desse país.


 
3- Hino Brasileiro -  feito por Joaquim Osório Duque Estrada e música de Francisco Manuel da Silva - não podem ser tratados com deboches, pieguices - ou coisas ultrapassadas, mas como símbolos de respeito e de nacionalismo -
Quando amamos o que somos e  onde vivemos, somos mais rigorosos no cuidar e proteger, e desta forma mais conscienciosos, até ao dar nosso voto nas urnas e eleger representantes ou em compactuar com as injustiças sociais essa onda de corrupção que invade o congresso e não ficarmos  de braços cruzados para impunidades que assolam o País..
Mas despertando o sentimento de patriotas em nós, é que podemos dar o primeiro passo de mudanças e dizer "não" a tudo que vai contra o propósito de cidadãos e cidadanias até então adormecidos em nós...Assim é com nossa família, nos protegemos um aos outros porque os amamos e queremos o melhor e só somos amados porque o respeitamos também e damos os devidos valores a eles e eles a nós..e estamos mais imunes aos vendilhões, bufões e usurpadores do nosso templo.
 
"Uma raça, cujo espírito não defende o seu solo e o seu idioma, entrega a alma ao estrangeiro, antes de ser por ele absorvida.
"A degeneração de um povo, de uma nação ou raça, começa pelo disvirtuamento da própria língua.” By Rui Barbosa.

— E se você tivesse uma segunda chance?

E se você tivesse uma segunda chance"??
Eu assisti esse filme ontem (29) pela NET - e me fez pensar.... O filme conta a história de Ben Walker que, há 15 anos, abandonou sua namorada da faculdade, Wendy (Kristy Swanson), e sua vocação para perseguir uma oportunidade no mundo dos negócios. Agora, com um emprego altamente remunerado, noivo e dono de um novo Mercedes, ele vê sua vida se transformar depois que seu carro quebra misteriosamente
 e a partir daí os seus valores são totalmente transformados..
E “tava” aqui pensando eu com a minha violinha, —  sobre o desencarne da apresentadora Hebe —  que aquelas palavras "Tu és pó e ao pó voltarás e não levaremos nada desta vida" é a única certeza sobre a realidade. Ela que tinha tantos amigos, rodeada de estrelas, uma celebridade, morreu de madrugada, serena, pois já estava sedada, segundo relatos. Uma viagem sozinha, pois  nenhum amigo ou ente querido,  pôde acompanhá-la, e,  neste palco, as cortinas foram cerradas, sem nenhum aplauso.
Isso me faz pensar o quão somos todos iguais nesta hora e que nada levamos além de nossa essência e no entanto, ao longo da vida, somos tão vaidosos, arrogantes, orgulhosos, interesseiros, individualistas, egoístas, ambiciosos, rancorosos, vingativos, invejosos e soberbos. No entanto chega uma hora que tudo isso também será deixado para trás .
A ironia é que quando vivos alimentamos as larvas e vermes que estão dentro do nosso organismo, quando mortos, eles se alimentam de nós.
Sejamos bons ou maus, ricos ou pobres, altivos ou simples, não importa, todos passaremos pelo mesmo processo de desencarne, quando nosso prazo de validade sobre a Terra expirar.
Nada levaremos , segundo o poema de Silvana Duboc A vida não passa de uma estação de trem onde estamos somente de passagem e que em uma delas, em algum determinado momento teremos que descer para sempre. O problema é que nunca saberemos, quando e onde vamos subir ou descer, nesta andança vamos conhecendo uma porção de pessoas, importantes ou não, marcantes ou não. Algumas permanecem em nossas vidas, outros se vão, e não retornam e  outros que saíram retornam. À medida que o trem percorre os trilhos  elas se encaixam de novo em nossas vidas, mas nunca saberemos em qual destas estações, enfim também vamos ficar.
E então o que levamos como aprendizado ser mais assertivos e aptos para aceitar mudanças e melhorias em nós, para quando chegar a hora de descermos na estação sem volta, que sejamos lembrados, pelos feitos e pela vontade de nos transformarmos em pessoas melhores ao longo do tempo...
Sem tantas neuras, ambições ou prejudicando pessoas, atropelando outras a fim de realizar nossos intentos, mas deixar que a vida flua, de acordo com nossos merecimentos e propósitos.
 Perdoando mais e nos perdoando também... e sempre reavaliando nossas ações e reações- viver um dia de cada vez, e que o bem mais precioso é a saúde, pois com ela, podemos continuar a nossa viagem enquanto nosso prazo de validade aqui não estiver vencendo....
“Ás vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.” by Fernando Pessoa ---

07/06/2010 É bonito ser simples Almir Sater conta um pouco de sua experiência com agroecologia

07/06/2010 É bonito ser simples.
Almir Sater conta um pouco de sua experiência com agroecologia

A entrevista é antiga, 2010,  dois anos atrás, infelizmente só a descobri hoje, mas eu tenho o maior orgulho, de ser a criadora deste slogam referente ao artista Almir Sater 
"É Bonito ser simples" - porque ele sintetiza de fato, o que o representa, na verdadeira acepção da palavra. Simplicidade de alma, que nada tem haver com vestimentas, posição social ou status. Conheço uma porção de pessoas, simples no materialismo e sem posses, no entanto, dotados de sentimentos menos nobres, como arrogância, altivez, orgulho e soberba, cheios de vaidades.

Quando criei a frase, como sempre eu li, fiz uma pesquisa e  estudo sobre a trajetória do artista desde o início de sua carreira ate´os dias atuais,  lendo e relendo entrevistas, sua maneira de ser, nos palcos, camarins e postura como pessoa pública até então.. e cheguei a conclusão que era o que se enquadrava para definir quem o era. 
Ser simples não é ignorar tudo isso, o materialismo, mas não abrir mão de nossa essência, não se deixar corromper, pelo brilho, status, posição alcançada,  mas saber lidar com o que é essencial.  É ter tempo para que se gosta, é desapegar-se dos excessos, é a simplicidade do existir. São aqueles que vivem na autenticidade sem ostentação ou em permanente simulação, apenas para agradar aos demais. Simplifique, simplifique." eis a questão.
A simplicidade não nasce espontaneamente, mas é alcançada através de um processo de desenvolvimento extenso e complicado." diz Lohse.

Mais recentemente, após estar em um dos seus shows, cheguei a outra conclusão, que trata se de um  som genuíno e verdadeiro,  sem parafernálias, ou aparato tecnológicos, ele e sua banda, entram em palco, munidos apenas de alma e coração, e deixam fluir de dentro deles, toda a emoção e sincronia, dando vida a cada acorde, enquanto cantam ou tocam, nos levando a comoção, e que seu show só poderia ser definido desta forma: "Se tem Almir Sater tem emoção", porque foi o que eu vi  e ouvi, uma plateia literalmente entregue e sensibilizados com o que viam e ouviam, e que somente a alma de um verdadeira artista, que faz Arte, na mais pura acepção da palavra, pode conceber, e é capaz de reproduzir nas demais... como eu e afins..



É bonito ser simples
Almir Eduardo Melke Sater
é pantaneiro, natural de Campo Grande/ MS. Desistiu da faculdade de Direito no Rio de Janeiro para se tornar um violeiro. No início da década de 1980 fez alguns shows com o grupo Lírio Selvagem, de Tetê Espíndola. Mas a viola era a sua vocação e o primeiro disco veio em 81, com a participação de Tião Carreiro. Em 84, com a Comitiva Esperança, percorreu mais de mil quilômetros pelo Pantanal onde pesquisou os costumes e a música do povo pantaneiro. Daí para os discos solo instrumentais foi um pulo. Apesar de já ser um músico bem conceituado no meio artístico, Almir Sater tornou-se conhecido no Brasil por sua participação como ator nas novelas Pantanal, A História de Ana Raio e Zé Trovão, ambas pela extinta TV Manchete, e o Rei do Gado da TV Globo. A televisão deu visibilidade à sua imagem, mas o violeiro não tem planos de voltar para a telinha. Quer viver da sua música e das suas violas.
Em Campo Grande, onde vive, consegue também se dedicar à agroecologia. Na associação de agricultores do local, há a troca de mercadorias, uma prática que o cantor defende e participa. “Planto para subsistência, mas adoro o escambo, pois a primeira moeda que existiu foi a troca”. Por também ser agricultor, sabe das dificuldades de se manter uma atividade promissora e sustentável: “Agricultor parece que veio para sofrer no mundo. Quanto o tempo é bom, o preço cai. Quando o tempo é ruim, se perde o que plantou.” Mas na sua simplicidade, acredita na mudança. “Não sei se é possível subverter o capitalismo, mas deveríamos tentar”.
Pai dedicado, Almir Sater saiu da tranqüilidade de sua casa Murundu à beira do rio, no Mato Grosso do Sul, para que “os meninos” tivessem mais oportunidades para estudar. “Saí da beira do rio por obrigação de pai. Era uma opção minha, não podia impor isso aos meus filhos.” Hoje os adolescentes também se dedicam à música. “O exemplo vem de casa”, comenta satisfeito, já que além do pai, os avós também eram violeiros e cantores. Enquanto moraram no campo, criaram um projeto de educação rural para as crianças da região. A escola era um dos motivos que tirava o cantor da sua vida simples: tocar Brasil a fora lhe dava os recursos para manter o projeto.
Almir Sater é sempre lembrado como um artista do povo, que canta a alma rural e que faz suas violas transmitirem sentimento como poucos. “A música emana do povo e a viola sempre teve um espaço cativo. Têm violas com vários sotaques. Como é o povo brasileiro”.

Rua João Pinto 30, Sl 803, 8º andar - Florianópolis/SC 88020-040 - BRASIL - tel +55 (48) 3025 3949
fonte: http://www.primeiroplano.org.br/index.asp?dep=7&pg=458

sábado, setembro 29, 2012

Especial com Almir Sater vai ao Ar 30/09 com reprise 06/10

Família Sater
Musical inédito na TV traz o violeiro sul-mato grossense Almir Sater, seu irmão Rodrigo, seu filho Gabriel e sua banda, que vai ao Ar  pela Tv Cultura 30/09 domingo, 9h e em 06/10
Horário alternativo: sábado,19h 30.

Arte & Cultura
25/09/12 15:32 - Atualizado em 25/09/12 18:09


viola minha viola _almir satre e familia_foto jair magri (252)
A trajetória desse violeiro é marcada por geniais arranjos de viola caipira, importantes papéis em novelas e um número sem-fim de fãs por todo o Brasil. Natural de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, Almir Sater se tornou um dos principais inovadores da viola e um dos mais admirados instrumentistas brasileiros. Pela primeira vez, o violeiro e sua família gravam um programa musical inteiro e inédito na televisão brasileira. O especial do Viola, Minha Viola vai ao ar no domingo (30/09), com reprise no sábado (06/10).
Ao lado de Almir e sua banda, também participam do programa o seu irmão, o violonista e compositor Rodrigo Sater, e o seu filho Gabriel Sater. Rodrigo e Gabriel também possuem uma carreira própria com vários trabalhos lançados. Os três apresentam sucessos e novas composições. “Esse era um velho sonho nosso no Viola, Minha Viola. Fazer uma gravação especial com a família do Almir Sater. Porque, de fato, ele voou mansinho como uma garça e conquistou um espaço entre os mestres da viola”, diz Inezita Barroso.
Tímido, mas muito educado, Almir Sater é aplaudido de pé logo ao entrar no programa. Sentado ao lado de Inezita e usando seu tradicional chapéu boiadeiro, Almir contou sua história musical desde os tempos em que largou a faculdade de Direito e foi se dedicar à música. “Minha história é a de gostar de música e de viola. E também muito ligado no radinho que dormia na minha cabeceira, escutando os grandes violeiros paulistas, mineiros e de todo o Brasil”, explica.
O violeiro também comenta suas grandes parcerias com Renato Teixeira, Sérgio Reis, Paulo Simões e tantos outros. “Gosto muito de compor em parceria. Gosto de discutir sobre a música, então quando a gente compõe com um parceiro isso fica mais animado”, empolga-se. Uma de suas principais parcerias com Renato Teixeira, a clássica “Tocando em Frente”, é interpretada no programa para a plateia emocionada. Almir ainda revelou que essa música foi surpreendemente composta no período de se cozinhar um jantar. “Aquilo foi mágico”, diz.
Rodrigo Sater e Gabriel Sater também conversaram com Inezita Barroso sobre seus trabalhos solos como compositores. Ambos possuem uma larga influência da música tradicional e moderna. Rodrigo apresenta “Ordem Natural das Coisas” e “Te Amo em Sonhos”, já Gabriel traz “Milhões de Estrelas” e “Além das Fronteiras”. Ao final das participações dos músicos, Almir e Inezita fazem um dueto inédito na música “Cabecinha no Ombro”. É a união de uma das grandes vozes da música caipira com um de seus melhores violeiros.
Acompanham Almir, Rodrigo e Gabriel, os músicos Antônio Porto (contra-baixo), Guilherme Cruz (violão de 12 cordas), Marcelus Anderson (sanfona) e  Paulo Ribeiro (violão).

viola minha viola _almir satre e familia_foto jair magri (69)
Histórias

Natural do Mato Grosso do Sul, Almir tocava violão desde criança, mas só foi descobrir a viola caipira - instrumento que o celebrizou - no Rio de Janeiro, aonde foi estudar Direito. Desistiu de ser advogado e foi buscar o sonho de ser artista. Mais tarde voltou para Campo Grande e formou a dupla Lupe e Lampião.  Em 1979 foi para São Paulo e passou a acompanhar cantoras como Tetê Espínola e Diana Pequeno, além de integrar o show "Vozes & Violas". Seu primeiro disco, "Almir Sater", saiu pela Continental em 1981, sendo logo seguido por "Doma", pela RGE. Três anos depois montou a Comitiva Esperança, que viajou pelo pantanal mato-grossense pesquisando a música e os costumes da região.
Depois de lançar outros discos e abrir o Free Jazz Festival de 1989, Sater atuou na novela "Pantanal", da TV Manchete, que o projetou nacionalmente, junto com sua música. Em seguida, continuou como ator, estrelando "Ana Raio e Zé Trovão", da mesma emissora. Afastou-se das novelas para se dedicar mais à música, lançando "Terra de Sonhos" em 1994, mas dois anos mais tarde voltou a atuar em "O Rei do Gado", da TV Globo. Almir Sater possui onze discos gravados em mais de 30 anos de carreira. Tornou-se um dos responsáveis pelo resgate da viola, agregando um toque mais sofisticado ao instrumento, estilos como blues e rock, embalados pela pegada do folk, uma mistura de música folclórica, erudita e popular. Na música tradicional, traz a influência das melodias fronteiriças do seu estado, como as guarânias, as polcas e os chamamés.
O irmão de Almir, o compositor, violonista e cantor Rodrigo Sater repetiu a história de ator do irmão ao participar da novela Paraíso, da TV Globo, ao lado do amigo e violeiro Yassir Chediak. Eles eram a dupla Tiago e Juvenal. Mas a história de ambos com a música é muito mais antiga e profunda. Yassir é sobrinho do produtor musical Almir Chediak e adotou a viola como seu instrumento preferido. Rodrigo é parceiro e arranjador do irmão Almir. Costuma dizer que seu pé na terra não o impede de viajar nos mais atuais caminhos da música. Sua inspiração nos mostra uma arte burilada em combinações de elementos universais e as formas musicais da terra que é seu berço – Campo Grande, Mato Grosso do Sul, à beira do Pantanal.
Já o filho do violeiro Almir Sater, Gabriel passou sua infância e juventude entre pólos tradicionais e modernos. Nascido em São Paulo, criado em Mato Grosso do Sul e Pantanal, e ainda tendo completado seus estudos nos EUA, Gabriel absorveu de forma dinâmica e única, o que de melhor tinha a oferecer cada um desses lugares. Já gravou dois discos, sendo um deles, “A Essência do Amanhecer”, o resultado de um prêmio da Funarte. Os três integrantes da Família Sater tocam e cantam junto com músicos convidados nesse programa especial.
Repertório:
Ciriema, por Inezita Barroso
No Rastro da Lua Cheia, por Almir Sater
Chamamé Rio Abaixo, por Almir Sater
Tocando em Frente, por Almir Sater
Milhões de Estrelas, por Gabriel Sater
Além das Fronteiras, por Gabriel Sater
Turuniño, por Gabriel Sater
Ordem Natural das Coisas, por Rodrigo Sater
Te Amo em Sonhos, por Rodrigo Sater
Comitiva Esperança, por Almir Sater
Cabecinha no Ombro, por Inezita Barroso e Família Sater

sexta-feira, setembro 28, 2012

Pitaco by Loira do Bem "Cada um no seu quadrado" --

Como diz Oscar Wilde "A verdade jamais é pura e raramente é simples. Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal".
Ainda assim fico no time da fatalidade de... prefiro pecar pelo excesso do que pela falta dela ( sinceridade).
 
Xi...me perguntaram o que acho de alguns músicos, cantores e etc ...arriscado responder, mas não costumo maquiar nada não...e sou direta no que penso a respeito e bajular algo que não me toca a alma ou tem emoção na voz, só para agradar não é comigo, nada do que é "técnico" me atrai, então me calo por respeito.

 
Um dos pontos fortes que considero no curso que ministro como voluntária social é o de fazer cada um pensar, através do autoconhecimento e assim descobrir quais são suas verdadeiras habilidades e a partir daí desenvolver suas potencialidades.


Como diria "Sócrates" Conheça a Ti mesmo e a verdade vos libertará".



Hoje no mercado fonográfico, um monte de gente dizer que começou a tocar, cantar, atuar, compor ou jogar futebol, porque viu seus ídolos ou porque vem de família artística.  Acho louvável até, mas será que as coisas são assim - apenas por admiração ou por "invejar" no bom sentido o talento original destas pessoas, e que elas não pessoas comuns, mas que possuem um dom destinado a elas e a ninguém mais?.

 
Todos temos o direito claro, de tentar mas não de se equivocar.
Não existem muitos Pelé, Zico ou Sócrates por aí.. assim como não existem muitos
Nietzsche, Fernando Pessoa, Voltaire, Shakespeare, George Harrison, Almir Sater, Tião Carreiro, Raul Seixas, Robert Plant, Elis Regina, Beethoven, Mozart, Da Vinci, Rousseau, Cervantes, Oscar Wilde, Vila Lobos, Jimmy Page, Guimarães Rosa, Belchior,  dando sopa também por aí.


Melhor seria é que fôssemos nós mesmos,
como sinaliza Nietzsche "Tornar-te o que tu é " e pronto e seguir nossa verdadeira vocação - concordo plenamente com o produtor musical Marco Camargo - quando diz que "Alguns nasceram para cantar e a maioria somente para ouvir"
 
Bom seria, se essa "maioria" seguissem sua missão verdadeira, o mundo precisa e muito de bons profissionais como lixeiros, bombeiros, professores, médicos, dentistas, ecologistas, escritores, atores, músicos e compositores, mas "cada um no seu quadrado" ou seja com aptidão nata, agregar a humanidade, e não por modismos ou estratégias do marketing fonográfico, mais que um espaço para a fama, dinheiro ou status, é preciso ter habilidade como tocar, cantar, atuar ou jogar, escrever, ser pensador, etc.

  

Não é complicado de entender, mesmo que não aceitamos, muitas vezes nascemos para ser os coadjuvantes ou só os alavancadores dos que já nasceram com estas habilidades naturais e não o personagem principal da história. 

Uns nasceram para jogar, outros para ser técnicos, outros para ser juízes e outros só para torcer, a maioria. Outros nasceram para cantar, tocar e compor, a minoria talvez, como outros para cantar, outros somente para atuar, outros somente para compor, e ainda outros somente para tocar ou representar, e a arte considerada mais humana,  agradeceria certamente. Embora, todos somos produtos, na visão de mercado, mas no mundo das Artes, embora a tecnologia facilita tudo, mas mesmo assim, deveríamos ser de fato autênticos, pelo menos neste item.



"A massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto. Nunca vi um gênio com gosto médio. Ariano Suassuna faz pensar!. 


Imagens Pixabay - domínio público e grátis.

Pitaco by Loira do Bem ""Cadê o português que estava aqui?"


Tava aqui pensando eu com a minha violinha...
Andaram me perguntando das coisas que me aborrecem...Uma delas falei ontem destas correntes que nos enviam, falando que se não darmos continuidade o mal ou azar virá.. 

  e a outra ...que o meu pitaco de hoje, vai para o rumo que a nossa língua, tem tomado de anos pra cá..(depois de ter recebido ontem um comentário tecendo elogios ao artista, mas que com aquele internetês, onde todas as palavras eram trocadas, Ç por S, L por U, que sinceramente ao meu ver, eu preferia não ter lido)...e isso me fez pensar ...isso me fez pensar...que nossa ortografia e grafia, vem tomando proporção nos ultimos tempos, nada inteligentes, com o advento e crescimento da internet e das redes sociais, pelas massas.
Enquanto alguns vão cometendo esses deslizes, que por mais que eu tente, eu não entendo, cada vez mais os estrangeiros estudam o idioma falado no Brasil, para vir trabalhar ou atender viajantes brasileiros lá fora, daqui a pouco, quando estarmos na disputa de uma entrevista de emprego, os estrangeiros vão tomar nossos lugares, por estar também mais preparados com a nossa própria língua mãe.
Talvez, porque, essas pessoas, estejam equivocadas, quanto a escrita, e talvez, porque achamos que estar na Internet, é ser livre para se expressar e escrever da forma que e como quisermos, um novo dialeto, o “internetês”. Espécie de “dialeto das relações virtuais”. As coisas não funcionam assim. Não podemos mudar a identidade de um povo, nossa tradição.
É a mesma coisa, que alguém entrar em nossa casa, nosso sagrado lar, e mudar toda estrutura dela, sem nossa permissão, seria uma afronta a nossa honra, costumes e tradições.
Veja, bem, não estou me referindo ao linguajar nem de dialetos típicos de cada região, porque estão intrinsecamente ligados a cultura, costumes e tradições das pessoas, estas devem ser sempre respeitadas, assim como temos a linguagem culta, coloquial ou a popular, "as gírias e os jargões" adotados regionalmente e que faz parte da cultura dos povos, denominado folclore, que originou do Folk palavra de origem Inglesa, ou em uma das muitas definições -"Pessoas comuns de uma sociedade ou região considerados como representantes de um modo de vida tradicional e especialmente como as entidades cedentes ou portadores de costumes, crenças e artes que compõem uma cultura distinta: um líder que é proveniente da folclórica. ou seja folk em Português significa folclórica (povo) e Lore (sabedoria), tradição em qualquer parte do mundo"-
O que quero dizer com isso? - Que a nossa língua e formas de escrever, não pode sofrer trangressões virtuais e nem ser assassinada de forma tão inconsequente ou banalizada assim.
A língua é a nossa identidade, é o que nos diferencia dos demais povos e tradições.
"A língua é expressão de um povo. É unânime a comunidade científica quando diz que o grupo social manifesta seu pensamento e sua visão do mundo por meio da sua língua, ou seja, como disse Martinet, o pensamento não pode existir sem a língua (Martinet, 1970:9).
Eu tenho muito dificuldade de compreender isso, essa cafonice que infelizmente assolam a mente de alguns e entendem como "liberdade de expressão" -modernidade ou até nova geração de dialetos virtuais.
Desde criança pequena, quando eu tinha 10 anos - eu pedi de presente, um dicionário da língua portuguesa, eu não queria escrever errado ou não saber o sinônimo das palavras.
Ontem mesmo quando eu percebi que escrevi um texto de divulgação aterrisa com "s" só quase morri de vergonha e fui imediatamente fazer a correção.
Senão vira uma terra de ninguém, e essas é uma das coisas em que o bom senso deve perdurar sempre. Se existisse alguma linguagem ao meu ver que deveria ter obrigatoriedade de estar sendo falada e usada entre nós, seria as dos povos indígenas, que faz parte do nosso legado, como brasileiros, desde que foi descoberto. E ao meu ver, aonde isso vai nos levar?
Já imaginou quando estarmos no mundo real, a redação para entrar numa faculdade, uma carta de apresentação para proposta de emprego, ou até um carta reclamando de nossos direitos, ao negociar uma dívida por exemplo? - argumentando para um juiz de direito... - fico a imaginar ...como seria na linguagem internetês...
"Presado" Senhor .. estava "paçando" por aqui quando vi o "cartas" sobre uma "brexa" (duvido que vamos lembrar do pleitear ) para "enprego", como tô "nessecitado" e sem "posces"...e por aí afora...Sejamos rídiculos no excesso de proferir palavras de amor, empatia, solidariedade e compaixão..
Queremos mudar, que mudamos nossa forma de pensamento, que lutamos por nossos direitos, que exigimos de nossos governos, uma política mais honesta e transparente, que usamos a nossa línguagem, para defender nossos direitos, regredir jamais.. desesperar sempre, do não contentamento de aceitar tudo como natural, é por essas e outras que tudo por aqui acaba em pizza... !
"-O maior dos crimes é matar a língua de uma nação com tudo aquilo que ela encerra de esperança e de genio." by Charles Nodier."

quarta-feira, setembro 26, 2012

Entrevista :Para Almir Sater, CD hoje é filantropia. Por isso, faz shows

Campo Grande, Terça-Feira, 25 de setembro de 2012 

25/09/2012

Para Almir Sater, CD hoje é filantropia. Por isso, faz shows

Paula Maciulevicius
(Foto: Elverson Cardozo)
O charme do homem pantaneiro em pessoa, voz e violão. Almir Sater esteve em Campo Grande participando do show de lançamento do CD de Paulinho Simões nesta segunda-feira e já adiantou que volta ao palco, outra vez no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, para um show entre amigos no dia 21 de outubro.
A apresentação será única e dividirão as mesmas canções Rodrigo Sater, Toninho Porto, Guilherme Cruz, Marcelo Zanderson e Gisele Sater.
O show, segundo Almir, será o mesmo realizado neste último final de semana no Credicar Hall, em São Paulo. Da ideia de reunir os amigos e irmãos, ele diz que não está ainda em prática a de fazer um CD ou DVD. Até desconversa e diz que gravar CD virou para os artistas, filantropia diante dos sites de baixar música.
“Somos só amigos que se encontraram e foram se ajuntando. Músicos antigos de mais idade, tem que fazer isso...” A frase ele termina dizendo que enquanto ainda há tempo, como quem diz que apesar de conhecer o perigo, eles têm de fazer de conta que o tempo não ronda seus corações.
“Aí tem que brincar com os mais jovens”, completa, falando sobre o misto de experiências e idades que sobem ao palco no próximo dia 21.
Em uma época em que se pode contar nos dedos das mãos quem compra CD, Almir argumenta que para os artistas não existe retorno à altura do custo da gravação.
“Mas eu não posso reclamar, eu também baixo”, admite.
Aí o Lado B pergunta que música tem na playlist o precursor da chalana? Ele responde “uma música do século passado. Ontem eu queria escutar 'Parabéns a você' de Tonico e Tinoco. Fui atrás e achei. Era um pouco diferente daquela que eu ouvia os peões tocando, mas eu ouvi de graça e não paguei nada”.
Realizar shows virou sinônimo de diversão e encontro de velhos amigos, que rejuvenescem ao lembrar loucuras de outros verões.
“Se cantar abatesse no imposto de renda pelo menos, já era um benefício para o artista. Ingresso não paga show. É metade pra estudante e outra metade pra idoso. Só vai estudante e idoso nos shows. Mas ainda bem que artista é bem humorado”, brincou.
Sobre o próximo show aberto ao público, Almir diz que não tem o que falar. Gentilmente ele sorri dizendo que faz o mesmo show há 200 anos.
“Procuro manter comigo as mesmas canções, assim aproveito melhor a afinação. As músicas muito distantes, eu acado nunca tocando”. Fora do repertório ficam na saudade de quem é fã, músicas como Capim de Ribanceira e Vaso Quebrado, por exigirem afinação ou tensão muito forte, explica Almir.
A versão Mochileira, original de Geraldo Roca e gravada pelo artista, foi tocada apenas duas vezes por ele. Numa delas, ficou tão boa que foi para o disco.
“Eu liguei para o Roca e ele me perguntou, mas qual versão? Eu disse a sua. E ele, mas eu tenho duas. Gravei uma delas, eu acho linda, mas é difícil. Muito intimista”.
Almir Sater e os velhos amigos sobem ao palco às 19 horas do dia 21 de outubro, um domingo. Os ingressos ainda não começaram a ser vendidos.

terça-feira, setembro 25, 2012

[Oficial] ALMIR SATER SERÁ ATRAÇÃO EM FESTIVAL CHORO JAZZ EM JERICOACOARA - NO CEARÁ

"Fugindo de artistas da moda ou de apelo mais promocional que musical, a programação foca em instrumentistas e intérpretes virtuosos, assim diz o brilhante produtor Cappucho, da Capucho Produções, e entre eles,claro, não poderia deixar de estar,  o tudo de bom "multi instrumentista",  o artista Almir Sater.
O cantor, compositor e instrumentista Almir Sater se apresenta e está confirmado oficial, no dia 06 de de Dezembro, em Jerericoacoara, num dos mais festivais mais importantes do Nordeste, o Choro Jazz.
O evento será realizado entre Novembro e Dezembro, nas cidades de Fortaleza e Jerericoacoara,CE a seguir: 





Festival terá atrações em Fortaleza e Jeri

24.09.2012
Em novembro e dezembro, o evento promove na Capital e na praia shows e oficinas com nomes de destaque

Mônica Salmaso, Almir Sater e Antônio Nóbrega são atrações do festival que vai passar por Fortaleza e Jericoacoara fotos: thiago gaspar (08/05/2008) e divulgação

Os ventos de final de ano em Jericoacoara terão muitas e boas vibrações musicais para soprar. Em dezembro, o Festival Choro Jazz Jericoacoara reúne na praia cearense grandes referências da música brasileira. Fugindo de artistas da moda ou de apelo mais promocional que musical, a programação divulgada foca em instrumentistas e intérpretes virtuosos, a exemplo do violonista Guiga, em duo com a clarinetista italiana Gabrielle Mirabassi, dos irmãos Sergio e Odair, do Duo Assad, dos chorões do Trio Madeira Brasil, além de Almir Sater, Mônica Salmaso Trio e Antônio Nóbrega (programação completa ao lado).

Entre as novidades anunciadas para esta quarta edição, está uma etapa do festival em Fortaleza, com oficinas e apresentações de 29 de novembro a 1º de dezembro no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Cdmac). O local e data das oficinas ainda não foram definidos. Dando sequência, no dia 4, a mostra segue para Jericoacoara, onde será armado um palco na praça principal do vilarejo. Entre os cearenses que se apresentam, tem Tarcísio Sardinha e Moacir Bedê, em Fortaleza, Cainã Cavalcante e Carlinhos Patriolino, em Jericoacoara. Uma grande banda de choro formada por músicos e alunos da Escola Choro Jazz Jericoacoara abre a programação.

Música ideológica
"Muita gente não sabe absolutamente nada do Brasil. E eu luto, o ano todo, porque acho que o País precisa. Nós temos a cultura mais rica desse mundo! Em lugar nenhum se encontra tanta diversidade", defende Capucho, coordenador do Festival, sobre a decisão quase que ideológica de levar ao interior do Ceará um festival deste porte e voltado para propostas musicais mais densas do que comumente se oferece. Residindo em São Paulo, ele já produziu artistas como o mago Hermeto Pascoal e compondo a participação de brasileiros em festivais como "Tocar La Vida", na Argentina, "Copa da Cultura", na Alemanha e o "Istanbul Jazz Festival", na Turquia. "O filho do Hermeto (Fábio) vai dar aula lá, de percussão", destaca. Além de Fábio Pascoa, ministram oficinas Arismar do Espírito Santo (prática de Conjunto); Alessandro Penezzi (violão); Maurício Carrilho (Choro); Gabrielle Mirabassi (clarinete); Jean Garfunkel (composição); Bolão (bateria); Filó Machado (canto); Cristóvão Bastos (piano); e Teco Cardoso (sopros). "Sou contra o artista vir aqui, encher os bolsos e ir embora. Ele tem que deixar alguma coisa pra comunidade. Escolho 10 profissionais a dedo para fazer as oficinas", brada Capucho, que além de incluir as oficinas na programação vem lutando para manter funcionando a Escola de Música Choro e Jazz.

"A escola atende mais de 50 jovens. Ao invés de fumar pedra, estão lá estudando musica. Todo sábado, os alunos tocam no por do sol da praça. Levo a musica aos ouvidos e olhos das pessoas. A criança que ver o maiorzinho tocando na praça, vai ser motivado", diz. Idealizada desde o ano de fundação do festival, em 2009, a escola só foi efetivamente fundada em janeiro passado. Entre as dificuldades, pontua Capucho, estão desde manter e aumentar a quantidade de instrumentos musicais, até pagar os professores.

"A ideia é ir aumentando a medida que o festival for crescendo", diz ele. Rememorando os primeiros lampejos de montar um festival nos moldes do Choro Jazz, Capucho explica que a ideia vem de mais de 20 anos atrás, em 1999. Na época, a intenção era radicá-lo na cidade histórica de Tiradentes, em Minas Gerais. "Eu sentia a necessidade de ter um festival diferenciado. Que não fosse de música de massa, mas de informação. Queria mostrar para as pessoas um Brasil que o Brasil não conhece. Somos muitos carentes disso", lembra. O nome, citando o choro e o jazz, ressalva, não é uma maneira de restringir as atrações musicais aos dois estilos. É simbólico, justifica, traçando a ponte entre a música de qualidade local e global. "O choro foi a primeira música brasileira e é a mais representativa. E o jazz, é a música universal. Além disso, uma coisa leva a outra. Por conta de melodia rica das duas, ambas são músicas que levam ao improviso", argumenta ele.

Com restrição apenas a chamada música de massa, feita por artistas ligados à indústria do entretenimento, o festival acabou não se viabilizando em Tiradentes, "porque as empresas queriam retorno imediato", explica Capucho, e acabou, anos depois, se realizando em Jeri. "É um lugar que vou sempre, há muitos anos. E foi o pessoal de lá que me instigou: ´pô, cara, você é produtor, porque não faz um festival aqui?", lembra.

A programação do festival é inteiramente gratuita. Aos interessados em participar das oficinas, as inscrições estão abertas pelo site www.chorojazz.com.

ProgramaçãoFortalezaLocal: Anfiteatro do Centro Cultural Dragão do Mar

29/11

21h - Tarcísio Sardinha (CE) e Moacir Bedê (CE)

22h30 - Arismar do Espírito Santo (SP) convida Vinícius Dorin (SP)

30/11

21h - Maurício Carrilho (RJ) e Toninho Carrasqueira (SP)

22h30 - Guinga (RJ) e Gabrielle Mirabassi (Itália)

01/12

21h - Alessandro Penezzi (SP) e Alexandre Ribeiro (SP)

22h30 - Duo Assad (SP)

JericoacoaraLocal: Praça principal

04/12

21h - Bandão Choro e Jazz (CE)

22h - Duo Assad (SP)

23h30 - Cainã Cavalcante (CE) e Carlinhos Patriolino (CE)

05/12

21h - Guinga (RJ) e Gabrielle Mirabassi (ITÁLIA)

22h30 - Cristóvão Bastos (RJ) e João Lyra (AL)

06/12

21h - Tambo do Bando (RS)

22h30 - Almir Sater (MS)

07/12

21h - Mônica Salmaso Trio (SP)

22h30 - Trio Madeira Brasil (RJ)

08/12

16h - Lançamento do Livro Infantil "Shui" de Paulo Garfunkel (SP)

17h - Balé Jeri (CE)

21h - Raul de Souza (RJ)

22h30 - Lindigo (Ilha da Reunião, França)

09/12

21h - Quinteto Vento em Madeira (SP) convida Filó Machado (SP)

22h30 - e Trio Madeira Brasil (RJ), Almir Sater (MS) , Mônica Salmaso Trio e Antônio Nóbrega (PE)

Fugindo de artistas da moda ou de apelo mais promocional que musical, a programação foca em instrumentistas e intérpretes virtuosos

Mais informações:
Festival Choro Jazz Jericoacoara, de 29 de novembro a 1º de dezembro em Fortaleza, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Cdmac); e de 4 a 9 de dezembro em Jericoacoara. Contato: (11) 3032.3312

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