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22 outubro, 2011

Mídias sociais: você está preparado?

A resposta é “não”! Ninguém está preparado para lidar com a revolução das mídias sociais.
Texto Por Deborah Dubner -



Nem os experientes seniors do mundo digital, nem os nativos da Internet que “twittam” todos os dias. O fato é que novidades chegam todos os minutos pelo Google, Orkut, Twitter, Ning, Myspace, Youtube, Facebook, Flickr e tantos outros. Novos verbos como “googar” e “twittar” se incorporam rapidamente ao vocabulário diário, nos dando a estranha sensação de que não podemos mais viver sem essas palavras.
A Mídia Social elegeu o Obama, está revolucionando o jornalismo, acabou com a guerra no Irã, está reinventando a propagandas, implementando saúde e educação.
Mas afinal, o que é Mídia Social? Mídia Social é a comunicação de todos para todos. Até poucos anos atrás a comunicação de massa era de um para todos.
Quem detinha os meios de comunicação, detinha o poder. Isso mudou! Agora todos podem produzir e receber informações através da maior rede de comunicação do planeta: a Internet. "Mídia" são os meios e "Sociais" são os relacionamentos.
Quem decide mergulhar nesse mar de possibilidades passa por vários estágios:
o primeiro é a regra é que não há regras nesse mundo: cada comunidade tem sua razão de ser e funciona do seu “jeitão” exclusivo e particular, emitindo determinadas formas de comunicação,
2-encontrar amigos, familiares, colegas de trabalho, descobrir o que você pode fazer, como se comunicar, ler coisas interessantes, compartilhar o seu mundo, ter novas ideias, fazer negócios. Começa a ficar gostoso. Ou não! Você pode descobrir no meio do caminho que aquilo não tem nada a ver com você. Tudo bem! Nada é para todo mundo--
3-é quando você se sente em casa, familiarizado com as ferramentas, e consegue explorar o melhor dos mundos. É quando você pensa: “Ah! Agora saquei!” e se diverte pra valer, cria, inventa, faz, refaz, compartilha, experimenta, arrisca, evolui.

03 outubro, 2010

Solidão - O mal do século

Vivemos apressados e comprometidos mais com nossa capacidade de competir e demonstrar produtividade do que com nosso lado pessoal e de lazer.

E neste corre-corre, notamos que as pessoas, coisas e fatos se tornam voláteis. Nem percebemos que, apesar de estarmos cercados de tantas novidades e interações, estamos sós em nossa essência.

Imagem de;Grae Dickason /Pixabay

Renato Russo profetizou: "a solidão é o mal do século" - provavelmente o artista não se referia à solidão de "estar só", mas à solidão de alma, um vazio, que não se preenche com palavras, protocolos e sociabilidade.

Com o advento da internet e a globalização, as pessoas se aproximaram mais, entretanto, se distanciaram dos laços parentais, familiares e amigos na vida real.

Não que isto seja de todo ruim, mas é algo para refletir.

O que nos leva a agir assim?

Talvez, a impaciência de lidar com o outro, evitando choques e confrontos diretos, nos prepare para os elogios e não o contrário.

Fica mais interessante acreditar em pessoas que nos dizem que somos lindos, perfeitos, inteligentes, virtuosos, enfim, o protótipo de tudo que realmente sonhamos ou desejamos ser, do que transformar nossas fraquezas e defeitos e trabalhar com elas em nosso favor para o bem.

Conviver com pessoas dá trabalho, estresse por requerer flexibilidade, entrega, negociação, paciência, muitas vezes ceder, perder, fazer acordos, recuar, alma quebrantada, envolve discussão, diferenças, assertividade e reações cognitivas.

Mas é necessário, se a gente foge do embate, conflito ou atrito, uma hora temos que encarar.

“É mais fácil viver de sombras do que de sóis”, Zeca Baleiro diz em sua canção. Fato, por ser mais fácil criar um mundo imaginário do que enfrentar a nossa própria essência e viver de meias-verdades.

Guimarães Rosa cita: “A vida é assim, esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.”

“Conheça a si mesmo”, como já nos ensinou o filósofo Sócrates, é o primeiro passo para o autoconhecimento.

Quem tem capacidade e discernimento para mapear seus próprios sentimentos e necessidades, enumerando seus pontos fortes (virtudes, qualidades e habilidades) e pontos fracos (defeitos, vícios e fraquezas), consegue, com maior rapidez, identificar os problemas que afetam seu desempenho pessoal e profissional no dia a dia.

Tem mais condições de calcular os riscos, solicitar ajuda se for necessário e construir ao redor um mundo mais equilibrado.

O segundo passo é o autocontrole— a capacidade de controlar as emoções, evitando agir/reagir por impulso. Quem é dotado de autocontrole contribui para reduzir os conflitos e disseminar a harmonia nos ambientes.

E o terceiro passo é a Motivação:
Uma característica marcante num verdadeiro líder que pode ser traduzida como desejo realizado. Uma pessoa motivada, bem resolvida, busca realizar além das expectativas e tem paixão pelo que faz e desenvolve.

Seu otimismo é seu compromisso e contribui para contagiar os funcionários ou familiares, os que estão ao seu redor. Construir pontes e não muros. 

Me pergunto: Como, diante de tantos desafios, empecilhos, sabotagens, pessimismo, diálogos ou carência, perseguir o otimismo?

Zig Ziglar dá uma dica: “As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bem, nem o banho — e é por isso que ele é recomendado diariamente.”

Obs.: Faz parte do curso “Desenvolvimento Interpessoal”, do qual essa autora disponibiliza seu tempo livre para prática de voluntariado e voltado para o bem coletivo.