sábado, novembro 30, 2013

Pitaco Administração e Marketing — "Não deixe a Peteca cair" ...




Analogia entre a Peteca e o Clima Organizacional das Empresas.
Quando eu era criança aprendi que Peteca, era um brinquedo, de origem indígena, um esporte depois e bem disputado e interessante, e não há como restringir idades.
O jogo consiste em manipular as ações, e joga-se para todo lado, mas até a peteca tem regras, planejamento.. Peteca no chão, perde ponto.
O pulo do gato, talvez, seja não tanto defender, mas agir.
De nada vai adiantar repetir jogadas ensaiadas, nem esperar que o fulano faça como o beltrano, se estes continuarem a cometer sempre as mesmas jogadas!

E por isso também é preciso saber medir ritmos e forças, nem pra mais, nem pra menos. Se os dois jogam limpo, peteca no alto. Jogada suja e maldosa não funciona, pode provocar lesões e faz com que a dupla desanime e perca o gás. E, por fim, se começar a ventar forte não se engane: os dois vão ter que se esforçar mais. Em períodos de dificuldade não adianta culpar seu parceiro pela peteca difícil, trate de estimular positivamente o jogo na adversidade.

Acredito que a grande sacada é a Comunicação, de forma transparente, para todos iguais!. e Chegar ao um consenso com o tamanho da quadra a usar em cada partida, os limites, a altura da rede e os pontos fortes e fracos de cada um.

O jogo neste caso, não pode se realizar, como competitividade, mas por união de forças, e somas. Essa é uma dificuldade, pois, fomos treinados a vida toda para a competição, para ganhar, para dificultar mais do que facilitar, para sermos reconhecidos individualmente. Até o dia em que entendemos que numa relação em que âmbito for, nada disso funciona mais.

Ganha-se “com” alguém, e não “de” alguém. E quando humildes, aceitarmos que o maior adversário é a nossa impaciência, arrogância, ansiedade e, principalmente, a expectativa de receber só peteca boa, só filé.
Lembrando que uma partida nunca é igual a outra, não funciona generalizar todas as quadras, pois os fatores externos influenciam e muito. Se acaso a peteca cair no chão, temos que buscar novas estratégias, um novo jeito de dar o saque, sem esquecermos que numa relação ninguém erra ou acerta sozinho.
Paráfrase adaptada do Texto Original de Gustavo Mokusen — Físico, Monge Budista e Coach.

sexta-feira, novembro 29, 2013

12 anos sem George Harrison e 10 motivos para ser o seu beatle favorito.

10 motivos para George Harrison ser o seu beatle favorito.

Hoje, 29 de Novembro, 12 anos sem George Harrison, e para mim,  que nunca fui fã dos Beatles, mas admiro incondicionalmente, George Harrison.

Eu faço questão de homenagear, a inesquecível carreira como também, afirmo, que a música mais linda da banda, foi escrita por ele, Something. 

Não quero deixá-la agora
Você sabe que acredito e muito
Você me pergunta se meu amor vai crescer
Não sei, não sei
Fique por perto e você verá
Não sei, não sei...


O nascer do sol não dura a manhã toda...
Um céu carregado de nuvens não dura o dia todo!
Mas não será sempre cinza assim
Tudo deve passar
Tudo deve ir embora...
Tudo deve passar
Nada na vida pode durar pra sempre
Então, devo seguir meu caminho
E encarar um novo dia ...


Humilde e generoso. Talentoso compositor e guitarrista. Veja as qualidades que fazem de George Harrison um beatle inesquecível
1. Habilidade com os instrumentos de cordas
George Harrison, certamente, não tinha a mesma grife da famosa dupla Lennon e McCartney, mas apresentava uma habilidade acima da média com os instrumentos de corda. Talentoso e muito dedicado à guitarra, Harrison é responsável pelos solos mais famosos das músicas dos Beatles. É dele o marcante riff de “Day Tripper” e o solo inicial da emblemática “Don’t Let Me Down”, que marcou a última apresentação do quarteto, em janeiro de 1969. George conseguia encaixar o solo certo na melodia certa. Sem eles, muitas das brilhantes composições de Lennon e McCartney ficariam irreconhecíveis.
2. A mais bela canção de amor
Escrever canções melancólicas é algo bastante comum na música. Aliás, muitas são as composições brilhantes dos Beatles quando o tema é amor. No entanto, escrever “a mais bela canção de amor dos últimos 50 anos”, segundo Frank Sinatra, é tarefa para George Harrison. “Something” foi a primeira música de George a compor o lado A de um compacto dos Beatles. A canção é a segunda mais regravada na história do quarteto, perdendo apenas para “Yesterday”, de McCartney. Segundo o próprio George, a inspiração veio de uma música de Ray Charles, mas muitos acreditam que ela foi escrita para sua ex-mulher Pattie Boyd.
3. Primeiro disco triplo da história da música
George Harrison lançou o primeiro vinil triplo da história da música. “All The Things Must Pass” (1970) reúne o material desprezado pelos Beatles nos últimos anos de banda. O disco é marca registrada de George e chegou às paradas de sucesso com canções como “My Sweet Lord”, “Isn’t It a Pity”, “Beware of Darkness” e “Let It Down”. O álbum é apontado por muitos como o melhor disco da carreira solo de um ex-beatle.
4. O Concerto para Bangladesh
Em 1971, George Harrison organizou o Concerto para Bangladesh. O show humanitário, no Madison Square Garden de Nova York, contou com as presenças de Ringo Starr, Eric Clapton, Leon Russell e Bob Dylan, entre outros artistas. O concerto foi feito com a finalidade de levantar fundos para refugiados de Bangladesh.  A apresentação acabou sendo um sucesso e arrecadou mais de US$ 250 mil. Depois do projeto de Harrison, outros grandes eventos em prol das causas humanitárias acabaram surgindo. É o caso do “Live Aid” (1985) e do “We Are The World” (1985).
5. Visita ao Brasil
George Harrison foi o primeiro beatle a visitar o Brasil. Ele não veio ao país, no entanto, para se apresentar, mas assistir ao Grande Prêmio de Fórmula 1. O músico era fã incondicional de corridas. George era amigo próximo do campeão mundial Emerson Fittipaldi.

6. Instrumentos orientais
Além da habilidade de George Harrison com o violão e a guitarra, o músico também aprendeu a tocar instrumentos poucos usuais na música ocidental, como a cítara e a tabla. A primeira canção dos Beatles em que George mostra sua técnica é em “Norwegian Wood”, do álbum “Rubber Soul” (1965). Posteriormente ainda viriam “Love You To” e “Within You Without You”. George ganhou sua primeira cítara quando os Beatles fizeram uma turnê pelos Estados Unidos. O mentor do britânico com o instrumento foi Ravi Shankar, que posteriormente lançaria um disco produzido por George.

7. Um beatle sem ressentimentos
Mesmo após a separação dos Beatles, George Harrison nunca deixou de dar aquela força aos ex-companheiros de banda.  Ele participou da gravação do álbum “Imagine” (1971), de John Lennon, tocando guitarra nas músicas “Oh My Love” e a ácida  “How Do You Sleep”, que faz duras críticas a Paul McCartney. Harrison ainda participou ativamente da carreira de Ringo Starr. Seu disco “Ringo” (1973), traz boas contribuições de George nas músicas “It Don’t Come Easy” e “Photograph”, as canções mais populares do baterista, depois do fim do quarteto. George ainda convidou Paul para tocar em “All Those Years Ago”, canção escrita por ele para homenagear John Lennon no CD “Somewhere in England”. Apesar de anos ofuscados por Lennon e McCartney, George nunca guardou ressentimentos, pelo menos quando o assunto era música.
8. Indiferença à fama
Embora fizesse parte da maior banda de todos os tempos, George, quase sempre, desprezou o sucesso. “Ele não se importava muito com o material”, disse Martin Scorsese, diretor do recente documentário “Living in The Material World”, que aborda a vida do beatle. O que mais chamou a atenção do cineasta, entretanto, foi uma afetuosa carta escrita por George para a mãe dele quando tinha um pouco mais de 20 anos. “George expressava a ideia de que sabia que a vida não se limitava à riqueza e à fama”, revelou Scorsese.
9. A hipoteca da casa
Uma curiosidade pouco conhecida do público é a história por trás do filme “A vida de Brian” (1979), dos Monty Python. De tão fã do longa, George Harrison chegou a hipotecar sua casa só para garantir a produção. De quebra, o beatle ainda fez uma participação especial.
10. Entre os melhores guitarristas de todos os tempos
Ok, listas são sempre polêmicas, ainda mais quando o assunto é música. Em 2003, todavia, a Revista Rolling Stone listou os 100 melhores guitarristas de todos os tempos. George Harrison ficou em 21°.
Fonte: Estadão

quinta-feira, novembro 28, 2013

Acidente no Itaquerão.

― As pessoas se assustam porque um Acidente assim só é divulgado porque a Obra é de conhecimento público e tem muitos interesses, a favor e contra.
Ontem foi dia 27, o Dia que se destina aos profissionais de Segurança do Trabalho, que ironia !.
Mas, só quem trabalha na área, sabe o quanto, as NRs - (Normas Regulamentadoras do Trabalho) 'não" são cumpridas à risca. E diga-se de passagem existe uma NR 18 que fala somente de construção Civil. 


No caso, não é a Diretoria do Corinthians, que tem que pedir desculpas, mas a Construtora, embora os riscos de acidentes existem, é certo, mas para isso, que existe a prevenção.. porque depois de nada adianta elaborar a "Arvore de causa", como nós chamamos, para detectar aonde foi a falha, que ceifou vidas.


E, os Profissionais de Segurança, Engenheiros e Técnicos, respondem civil e Criminalmente, até sem serem os responsáveis direto. Muitas empresas, burlam normas, procedimentos e o profissional que não for astuto, de documentar em relatório, sobre quais seriam os procedimentos e que eles foram devidamente comunicados, antes do ocorrido, infelizmente estará a mercê da responsabilidade.


E, no ramo de construção civil como de trabalhadores rurais, a tarefa é árdua e ingrata, porque, a mão de obra é rotativa e sazonal. Por isso, a pergunta que fica é ― — Quanto vale uma vida? ― Vale a pena, ter o sucesso e êxito, a custa da vida de um colaborador?. ― milhares de pessoas, perdem suas vidas diariamente, por negligência, omissão e falta de consciência!. Não estou a afirmar que esse seja o caso, afinal, não podemos julgar, mas, que seja visto, como um alerta, no dia do técnico de segurança, a fim de conscientização.


Eu falo isso com conhecimento de causa, antes de ser a Loira do Bem, sou uma profissional de segurança também, no ramo de assessoria.


— E conheço bem a luta árdua, de muitos colegas que desejam o bem do trabalhador, mas que estão engessados, diante da ganância, dessa busca incessante por lucro e riqueza. Poucas são as empresas, que realmente, agregam ao trabalhador, condições honrosas, para garantir sua integridade física, no manuseio de tarefas, que podem sim, destruir vidas, 


E, que ao meu ver ouso afirmar, que se trata de investimento, em melhoria de qualidade de vida e aumento de produtividade!, afinal o lucro que se tem no final, as regalias e mordomias, vieram das mãos suadas, calejadas, do sangue daquele trabalhador, que só queria alimentar seus filhos!.

A ALEGRIA DO URUBU

Viajando certa vez pelo interior de Minas Gerais, na zona da mata, vi uma cena que nunca mais esqueci.
De longe, vimos uma quantidade enorme de urubus no meio da estrada. Estavam bem ocupados com um animal atropelado que ficou no meio da pista. Fiquei impressionado com a cena: eles estavam tão concentrados com a carniça que não se importavam conosco. 



Daí por diante essa cena não saiu mais da minha mente e se tornou uma boa ilustração para um tipo de pessoa que se alegra com os mortos. Não propriamente os que morreram fisicamente, mas sim os que morreram emocionalmente ou espiritualmente. Gente que, no meio da estrada da vida, se feriu, adoeceu e morreu nas expectativas, esperança, fé ou mesmo razão para viver. Nessa hora, aparecem os urubus que se alegram em devorar o que restou... 


E, ainda que estejam em um ambiente cristão, ouçam a Palavra, cantem hinos sobre comunhão e estudem sobre temas de relacionamento, continuam devorando os mortos com tanta satisfação que nem se importam com as advertências divinas sobre ajudar, amar, ter paciência, misericórdia, compaixão, partilhar a dor e outros.
Como na estrada de Minas Gerais, encontramos pessoas atropeladas pelas lutas e tristezas da vida e outras que se alegram com essa situação. Que triste! Pior quando um líder, seja na igreja ou fora dela, partilha dessa alegria pelos que estão caídos. Sua atitude acaba motivando outros e, em um ambiente de trabalho, familiar, na igreja ou em outro ambiente qualquer, se forma um bando de urubus, que se distraem com a morte de pessoas.


Pesquisei um pouco sobre urubus e descobri coisas curiosas, dentre elas, que o cheiro da carniça entorpece o urubu de forma que ele entra em um estado de concentração profunda até que o animal morto seja plenamente devorado. Não são poucos os casos de urubus que foram abatidos porque simplesmente não perceberam a aproximação de alguém. Essa é também a explicação para o fato de os urubus saírem voando sem orientação quando terminam de devorar sua presa. Imagine que coisa: ficar entorpecido com a morte do outro a ponto de colocar em perigo a sua própria vida. 


Há pessoas que correm o mesmo risco. Alegres ou envolvidas demais com a morte de alguém, colocam em perigo sua própria vida. Correm o perigo de cultivar maledicência entre irmãos, de se tornarem pessoas malquistas no grupo, tudo porque estão muito animadas com a morte de alguém. Por outro lado, aquele que está semimorto, mas já com cara de morto, que foi ao chão depois de uma crise ou desistiu de lutar, perde qualquer rastro de esperança quando os urubus chegam. E ao vê-los alegres, muitos destes simplesmente, desistem de lutar pela vida. 


Quem está morto em suas esperanças, alegria ou motivação para viver precisa de uma injeção de vigor através de alguém que leve esperança nova, se apresente como um incentivador e amigo.
Não podemos ser como os urubus que celebram a morte de alguém. Longe de nós uma atitude de alegria com a dor e o desespero dos outros. 


Que pelas estradas da existência humana sejamos os porta-vozes da vida, espantando os urubus e promovendo a paz!
Trechos do Texto de Guilherme de Amorim Ávilla Gimenez
Pastor Titular da Igreja Batista Bete.

sábado, novembro 23, 2013

MARKETING: Simplifique! Tornar o complicado simples exige criatividade, e pode vender mais.


Por Adriana Noviski*
Baseado no texto de Irene Etzkorn* “How To Improve Any Service By Simplifying It”
“Tornar o simples complicado é lugar-comum, tornar o complicado simples, isso é criatividade.” – Charles Mingus.

Pode parecer absurdo, mas em um ambiente de negócios que normalmente sempre tudo tem que ser mais e mais, as pessoas estão  optando por “menos”, respondendo bem a produtos com características mais simples e, alimentos com menos ingredientes. 
Vamos ver alguns exemplos deste fenômeno… A fabricante de sorvete Häagen-Dazs observou pela primeira vez esta tendência há alguns anos atrás, quando o gerente de marketing, na época, identificou nos EUA consumidores que expressaram uma clara preferência por produtos alimentícios com menos ingredientes. Então, concluíram: Por que não fazer sorvete usando essa preferência pelo “menos”? O resultado foi uma nova linha de sorvetes chamados de Five (ou Cinco, em português) – com cinco ingredientes – leite, creme, açúcar, ovos e baunilha. Foi um sucesso imediato com os consumidores.

Talvez as coisas realmente não tenham que ser tão complicadas
Na verdade, não é só ser criativo, é preciso também uma atitude oportunista, sensibilidade para saber o que o consumidor deseja, e vontade de abandonar práticas e abordagens usuais.  Encontrar uma maneira de tornar tudo mais simples. Uma nova forma de pensar que permita visualizar e buscar novas possibilidades que podem levar a grandes avanços.
O conceito de simplicidade é uma forma de inovar para levar uma melhor experiência aos clientes (ou dos pacientes, dos cidadãos). E qual é uma das melhores maneiras de melhorar qualquer experiência? Remover as complicações, as camadas desnecessárias, aborrecimentos, ou distrações, enquanto se concentra na essência do que as pessoas querem e precisam em uma determinada situação. Seja visitando um site, manuseando um produto,  encomendando um jantar, ou escolhendo um sorvete.
Desbravar novos caminhos via simplicidade não é tão simples, é claro. Parte do que torna difícil essa tarefa é que dentro de quase toda a indústria ou categoria de produto, a complexidade foi construída ao longo do tempo – e, gradualmente, passa a ser aceito como uma parte inevitável nos negócios.
Vejamos o caso da companhia aérea Southwest Airlines. Quatro décadas atrás, ela queria entrar no mercado de aviação, que era lotado, caótico e complexo, já naquela época. Na época ela foi a primeira companhia aérea a simplificar. Em vez de ter a sua frota equipada com vários tipos de aviões, optou por um único tipo de avião, o Boeing 737.
E, enquanto outras companhias aéreas tinham se acostumado a um sistema de atender várias regiões, a Southwest fez a corajosa decisão de se concentrar em vôos diretos e sem escalas. Nestes voos, eles também mudaram o serviço oferecido, em vez de refeições completas serviam lanches. Esta simplificação do modelo de negócio, criou enorme eficiência para a companhia poupar dinheiro em manutenção de avião, alimentação e custos de limpeza, além de assegurar que os seus aviões passassem mais tempo no ar, e menos no chão. Ela “maximizou os ativos produtivos” e usou as economias de custos, para oferecer tarifas mais baixas aos passageiros.
Os resultados da Southwest foi uma das poucas companhias aéreas consistentemente rentáveis ao longo das últimas três décadas.

Quanto mais complicado um determinado produto ou serviço pode ser, mais oportunidades existem para a simplificação. 

Hoje, está claro que a maioria das pessoas está procurando maneiras de simplificar suas vidas. Parte disso, é sem dúvida, uma reação a um mundo que está cada vez mais acelerado, hiper conectado, e sobrecarregado com informações, escolhas e distrações.

De acordo com uma pesquisa recente da empresa de pesquisa Outlaw Consulting, realizada com os consumidores americanos da geração Y (aqueles com idade entre 21-27), concluiu-se que estes jovens respondem muito positivamente às marcas que se comunicam de uma forma simples e despojada. Seja em suas embalagens mais simples, ou, simplesmente evitando o excesso.
Os entrevistados citaram uma série de empresas como modelos admiráveis de simplicidade, incluindo a Apple, Trader Joe, JetBlue, e In-N-Out Burger, este último, conhecido por seu limitado “menu hambúrguer sem frescuras”. Uma das qualidades citadas pelos entrevistados foi associar a simplicidade com a autenticidade, ou seja, fazer as coisas simples, equivale a mantê-las verdadeiras.
Conclusão? A simplicidade pode vender mais, sim!

Por: Adriana Noviski*
*Irene Etzkorn é uma autoridade mundial na construção da simplicidade em branding estratégico, e autora do livro “SIMPLE: CONQUERING THE CRISIS OF COMPLEXITY”

quarta-feira, novembro 20, 2013

—Ser bom não é ser bobo —

Ser bom não é ser bobo — por Anderson Coutinho - 



















Algumas pessoas, acabam por se colocar em situações difíceis que inicialmente não teriam razão de ser. Consideram que ser uma pessoa boa, significa se sujeitar aos escárnios. É certa a necessidade que temos de suportar dores, tolerar impropérios, sofrer com as mazelas, necessidades e carências das pessoas que convivem conosco, seja no lar, entre enamorados, noivos, casados, no trabalho - diante de funcionários difíceis ou chefes irascíveis - entre os amigos e no meio social que vivemos e com tudo isso, nos aperfeiçoarmos como seres humanos em busca de uma condição moral mais valorosa. Indispensável ter a paciência, a resignação, renunciar clamores pessoais da vaidade, do orgulho e de todas as fraquezas características de um mundo de provas e expiações. 

Mas é inexorável a necessidade que temos de não adotarmos essa postura diante da maldade gratuita ou dos que pretendem aproveitar-se de nossa bondade para cometerem perversos abusos, sejam de ordem física, moral, judicial ou de qualquer natureza. 


O problema é que diante da bondade, a primeira tendência dos maus é considerar que o interesse das pessoas em se tornarem melhores, é um interesse insincero, crendo que ninguém é capaz de ser tão bom se não houver por trás disso uma intenção que o beneficie de alguma forma. A segunda tendência é a de se aproveitar da bondade alheia, levando ao extremo a resistência do outro. E sentem-se de certo modo seguros, porque sabem que os princípios da bondade e da fraternidade sempre falarão mais alto no coração de quem assumiu o papel de agir no bem.
Esse é o equívoco na conduta dos bons, que acabam por dispensar a previdência e não raro, tornam-se joguetes nas mãos dos aproveitadores perniciosos. 


É preciso que saibamos nos guardar da devastação gratuita, mesmo que os maus considerem que sempre seremos bobos apenas porque nos dispomos a sermos bons; mas ser bom não significa ser bobo. Vou mais além: ser bom não significa ser parvo; ser bom é sim uma virtude que alguns parvos não compreendem.


A bondade deveria ser entendida como o altruísmo de dedicar uma parte de nós mesmos, de nosso tempo e recursos, para a sociedade, uma causa, um ideal ou uma pessoa. Mas para os desprovidos dos princípios elevados e do entendimento de que a vida é uma troca - recebemos o que damos - ser bom significa ser passível de ser enganado por alguém que utiliza - consciente ou inconscientemente - nossa boa vontade em benefício de si mesmo.


Daí a importância de nos mantermos no caminho do bem - mas sem sermos bobos - fugindo às aquiescências para os perversos.
Defendamos nossa cooperação no bem, ATÉ O FIM!

— Marketing Digital: Profissional de Mídia Social | uma nova profissão

Você já pensou e parou para analisar que faz um "analista de mídia social" ?
Há um pouco mais de dois anos, uma nova profissão surgiu no Brasil impulsionado pelo fenômeno de audiência gerado pelos blogs, Orkut, YouTube, Twitter, Facebook e companhia limitada. Trata-se do analista em mídias sociais. A grosso modo, é um profissional capaz de analisar tendências e ficar antenado com as principais discussões que são repercutidas ou criadas pelos internautas. Mas não é só isso que um analista de mídia social faz. Geralmente, ele cria campanhas publicitárias dirigidas exclusivamente para internet, ou melhor: nas chamadas redes sociais.Um analista de mídias sociais é um profissional que pode trabalhar em agências de publicidades, empresas ou até mesmo por conta própria prestando consultoria e Assessoria. 
Tudo depende da criatividade do analista e da sua percepção de ficar constantemente de olho em tudo que acontece nos sites de relacionamentos.Nem sempre um analista de mídias sociais é, necessariamente um blogueiro, ou um internauta influente nas redes sociais.  Mas apesar de ser um mercado promissor, um analista de mídias sociais precisa também de muita organização e ser uma pessoa antenada, como lembra Gustavo Schmitz, da RIOT. “É um trabalho bastante cansativo, porém muito divertido".

 O trabalho é dividido em quatro etapas: planejamento, conteúdo, redação e atendimento. 
Em termos práticos, primeiro, atendimento. Na sequência, o planejamento desenvolve a estratégia de divulgação. Uma vez aprovada, o conteúdo fará o contato com os blogueiros e os redatores farão a divulgação nos demais núcleos sociais. — fonte google.

— Resumindo um analista, é um bom camarada, que rastreia, filtra, e coloca num mesmo lugar, tudo que se fala sobre a marca ou um produto, a fim de destacar, atrair, conquistar e fidelizar, compradores e consumidores.—

domingo, novembro 17, 2013

Pitaco de Administração:" Shows Virada do Ano" O Por que sempre os mesmos?

Foto: Pitaco de Administração:" Shows Virada do Ano"
— O por que são sempre os mesmos? ..— com licença Pink Floyd,— mas não só os velhos medos, que encontramos "Ano após ano" Correndo sobre este mesmo velho chão . mas os mesmos velhos "arroz de festa" também. 
Oh isso me faz pensar .....— que  num momento onde se fala tanto em "Economia Criativa", para empreendedores, empresas e organizações, a bola da vez é "culturalização de negócios" ( valor agregado a partir de elementos intangíveis e culturais). —  Os recursos: criatividade, cultura e conhecimento, que não se esgotam e sim, se renovam e multiplicam, e, que o Brasil, infelizmente, na maioria, ainda não se despertou para tal). 
— Tendo em vista, que estão (ainda) centrados em capitais, máquinas, os bens tangíveis e produtos, esquecendo da inclusão cultural e social ( oportunidades, design, comunicação) entre eles. 
Os materiais e produtos se assemelham entre si, o que vai diferenciá-los? — a capacidade de gestão, de inovação, do improviso, do elemeto "diferencial".
— Aonde entra a "culturalização de negócios", ao "inovar produtos e serviços", ampliar mercado e fidelizar clientes através da incorporação de elementos culturais e criativos ao negócio, é o caminho para a sobrevivência da marca e empresa.
— Uma empresa agrega à sua marca o valor de quem sabe “apostar no futuro”, quando ela deixa de usar sempre "os mesmos recursos", e apostar no futuro, é dar oportunidade para todos, os novos talentos, os grandes artistas, merecedores de oportunidades, e principalmente, ter um olho mais apurado, para aqueles que dependem, do incentivo, patrocínio de uma grande organização. 
— E para isso, é preciso ser uma empresa com ideias, atitudes e ações inovadoras, não na mesmice sempre,  que não tenha medo de apostar, no futuro, que tem visão holística, e investiam também nos talentos, que não dominam a mídia, nem possuem QI *quem indica, amigos influentes nos altos escalões, mas, que levam verdadeiramente no coração, a única vontade, de que sua Arte, seja a música, teatro, literatura, possam ter oportunidade, de serem vistas, nos veículos de comunicação, ou patrocinados por essas organizações, que tanto visam, inovação e elementos que surpreendam!!. Até o Papa, já deixou o alienismo para trás., almeja o novo, o equilíbrio, investe no desconhecido, arrisca na inovação, e eu pergunto, o  por que insistem somente nos " arroz de festa"?... Vamos de Virada, mas de Virada Cultural mesmo, não só valorizar as figurinhas carimbadas da mídia, mas incluir os novos e talentosos artistas, que o Brasil, possui!
— O por que são sempre os mesmos? ..— com licença Pink Floyd,— mas não são, só os "velhos medos", que encontramos "Ano após ano" Correndo sobre este mesmo velho chão . mas os mesmos velhos "arroz de festa" também.
Oh isso me faz pensar .....— que  num momento onde se fala tanto em "Economia Criativa", para empreendedores, empresas e organizações, a bola da vez é "culturalização de negócios" ( valor agregado a partir de elementos intangíveis e culturais). —  Os recursos: criatividade, cultura e conhecimento, que não se esgotam e sim, se renovam e multiplicam, e, que o Brasil, infelizmente, na maioria, ainda não se despertou para tal).
— Tendo em vista, que estão (ainda) centrados em capitais, máquinas, os bens tangíveis e produtos, esquecendo da inclusão cultural e social ( oportunidades, design, comunicação) entre eles.
Os materiais e produtos se assemelham entre si, o que vai diferenciá-los? — a capacidade de gestão, de inovação, do improviso, "diferencial".
— Aonde entra a "culturalização de negócios", ao "inovar produtos e serviços", ampliar mercado e fidelizar clientes através da incorporação de elementos culturais e criativos ao negócio, é o caminho para a sobrevivência da marca e empresa.
— Uma empresa agrega à sua marca o valor de quem sabe “apostar no futuro”, quando ela deixa de usar sempre "os mesmos recursos", e apostar no futuro, é dar oportunidade para todos, os novos talentos, os grandes artistas, merecedores de oportunidades, e principalmente, ter um olho mais apurado, para aqueles que dependem, do incentivo, patrocínio de uma grande organização.
— E para isso, é preciso ser uma empresa com ideias, atitudes e ações inovadoras, não a mesmice de sempre, torna-se enfadonho, até, não tenha medo de apostar, no futuro, que tem visão holística, e invista também nos talentos.

Aqueles não dominam a mídia,( por falta de oportunidade), nem possuem QI (quem indica, amigos influentes nos altos escalões), mas, que levam verdadeiramente no coração, a única vontade, de que sua Arte, seja a música, teatro, literatura, possam ter oportunidade, de serem vistas, nos veículos de comunicação, ou patrocinados por essas organizações, que tanto visam?..sic.. inovação e elementos que surpreendam!!.
 — Até o Papa, já deixou o alienismo para trás, almeja o novo, o equilíbrio, investe no desconhecido, arrisca na inovação, e — eu pergunto, o  por que insistem somente nos "arroz de festa"?... —Vamos de Virada, mas de Virada Cultural mesmo, — não só valorizar as figurinhas carimbadas da mídia, mas incluir os novos e talentosos artistas, e aqueles bons que a mídia faz cara feia e que o Brasil, possui!
— Minha cabeça só pensa aquilo que ela aprendeu. Por isso eu não confio nela, eu sou mais eu! — Raul Seixas.

sábado, novembro 16, 2013

Cultura: A eloquência do poema árabe

A literatura árabe é rodeada de sabedoria, imaginação e espiritualidade. Entre os árabes a eloqüência sempre foi valorizada, era inclusive, uma condição exigida para se poder exercer a chefia da tribo e, com certeza essas tribos primitivas eram imbatíveis na poesia. Havia feiras anuais e gravava-se em ouro, sobre folha de palmeira, as peças vitoriosas que eram dependuras. Desde a infância, aprendia-se a refletir e a descrever o camelo, o vento, as montanhas, o deserto.
Dois componentes determinam a sabedoria: o dom natural e o tempo, que sazona o homem, e essas características tornam a literatura árabe privilegiada.
A sabedoria, que não é repartida entre todos os homens e todos os povos, se expressa em livros como os Prolegômenos, de Ibn-Alkhaldun, Libertação do Erro, de Al-Ghazzali, A Epístola do Perdão, de Al-Maarri, O Profeta de Gibran, entre tantos outros.
A sabedoria se manifesta em anedotas, aforismos, provérbios, reflexões.

A literatura árabe é extensa e magnífica, conseguiu sobreviver a terrores, os poetas que foram exilados ou mortos até hoje são lembrados.É uma arte eterna de pura magia, que consegue atingir a alma, e que chegando ao fundo dessa alma consegue escrever um poema dentro de qualquer coração. Por Cláudia Brino.

Um outro ponto a destacar é a sonoridade: os peculiares recursos fonéticos da língua estão a serviço da expressão poética. É o caso de um longo poema do príncipe dos poetas da época pré-islâmica, Imru Al-Qays, que contém um verso antológico nesse sentido.
O poema – um dos tantos da época, dedicados a celebrar o cavalo árabe – começa descrevendo a sensação de cavalgar um portentoso corcel, dotado da força do vento.
É madrugada, os pássaros nem ainda saíram de seus ninhos; é tal a imponência do nobre animal que, se alguma fera o avista, fica imediatamente paralisada, estarrecida ante a fogosidade do puro-sangue. Seu tropel é belo e harmônico, embora indomável como a rocha que a chuva precipita em desabalada carreira desde o alto.

Ao descrever a impetuosidade desse movimento, o poeta-cavaleiro diz que sua montaria "avança, retrocede, arranca e recua num mesmo ato" o que, no original árabe, é toda uma onomatopéia: Mikarrin, mifarrin, muqbilin, mudbirin, ma'an!

 — Você tem o relógio, eu tenho o tempo!.
“No deserto, cada pequena coisa proporciona felicidade. Cada roçar é valioso. Sentimos uma enorme alegria pelo simples fato de nos tocarmos, de estarmos juntos! Lá ninguém sonha com chegar a ser, porque cada um já é.”
— Que turbante bonito!
É apenas um tecido fino de algodão: permite cobrir o rosto no deserto quando a areia se levanta e, ao mesmo tempo, você pode continuar vendo e respirando através dele.
— Aqui, vocês têm o relógio; lá, temos o tempo.
No deserto não existe engarrafamento!
Por — Moussa Ag Assarid escritor, jornalista, contador de histórias e ator.

E como se não bastasse ler, ouça o Sheikh Hamdan, que usa o pseudônimo de Fazza3, para seus poemas:














Fotografia: Prince Hamdan - Sheikh Dubai.

segunda-feira, novembro 11, 2013

Pitaco de Administração: Como transformar conflito em cooperação.


Cada vez mais a competição acirrada, de forma predatória, e a necessidade por resultados imediatos provocam uma verdadeira revolução nas relações interpessoais.

Algumas das mais comuns são: não conseguir enxergar honestamente o ponto de vista do outro e pensar que estamos certos o tempo todo; dificuldade em aceitar as diferenças existentes sem querer "formatar" a outra pessoa ao nosso jeito;

Nós temos o hábito de criticar mais ou de elogiar mais? Criticar é muito fácil e não custa nada. Elogiar exige, no mínimo, observação, autoconfiança e o desejo verdadeiro de contribuir para o crescimento da pessoa.

Como escreveu Dale Carnegie em seu best-seller “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, mais atual do que nunca após sessenta anos: "a crítica é fútil, porque coloca um homem na defensiva, e, comumente, faz com que ele se esforce para justificar-se. A crítica é perigosa, porque fere o precioso orgulho do indivíduo, alcança o seu senso de importância e gera o ressentimento".

Muitos dizem: "São críticas construtivas!"; ora, críticas são críticas e nada mais. Também não estou dizendo que devemos a partir de agora sermos todos “zens” e não criticarmos mais nada. A forma com que abordamos as diferenças é que leva às divergências, conflitos e falta de cooperação entre as pessoas. Ficam ressentimentos muitas vezes insuperáveis.

Muitos gerentes possuem o foco na parte técnica, nos processos, e pouco nas pessoas, pois a sua formação é essencialmente técnica e pouco comportamental e assim, querem mais controlar do que liderar. Querem é mandar e demitir, pois isto é fácil de fazer. Difícil é conduzir uma gestão que reconheça e desenvolva a capacidade das pessoas e contribua para a melhoria do ambiente de trabalho e produza resultados efetivos e duradouros.


O mais importante é que uma vez que se tenha identificado alguma questão a ser trabalhada, é fundamental a existência de um plano de avanço e comprometimento para segui-lo, pois só assim, com ação e compromisso, é que as coisas mudam e evoluem. Caso contrário, continuamos falando e falando sobre as questões e nada fazemos para mudá-las.

Muitas pessoas perguntam, será que é possível reverter um quadro ruim de relacionamento? Para revertermos uma fragilidade no relacionamento, seja pessoal ou profissional, precisamos primeiro "querer" fazer isso. Precisar só não basta, pois não durará muito tempo, quando a necessidade passar, voltaremos a fazer do mesmo jeito. Quando realmente queremos, as coisas acontecem.

Para isso temos que mudar a nossa atitude. Pergunte-se: Eu preciso mudar essa relação? Eu quero mudar essa relação? Eu posso fazer algo para transformar esta situação? Eu vou fazer isso?

Se a resposta for positiva para as quatro perguntas, estamos preparados para mudar e reverter o quadro. Sem a nossa mudança de atitude, não há mudança nos relacionamentos. É muito fácil querermos mudar o outro, quando na verdade, temos que começar por nós mesmos.

Uma dica é começar a ficar mais atento com as suas atitudes e gestos e antes de criticar uma ideia, uma opinião de outra pessoa, pare e pense: O que eu faria se estivesse na situação dessa pessoa? Desta forma, com uma análise sincera e ponderada, conseguiremos ver um pouco mais o ponto de vista do outro e assim diminuiremos cada vez mais as nossas criticas que não ajudam a obter a cooperação e ainda provocam ressentimentos nos outros e, em várias situações, em nós mesmos.

A forma como lidamos com o conflito é que faz toda a diferença. Todo conflito apresenta uma oportunidade de enxergarmos o ponto de vista do outro e percebermos se faríamos o mesmo caso estivéssemos no lugar dele. Se agirmos assim, os conflitos começam a ter um lado extremamente positivo, pois podem ser ótimas oportunidades para mudança de percepção, inovação na empresa, cooperação entre as pessoas e, principalmente, estímulo para que aconteça maior sinceridade nas relações interpessoais.

Antonio Luiz Mendes de Almeida Júnior
Sócio-diretor da Dale Carnegie Training Rio. Atua como consultor da área de gestão de pessoas e planejamento estratégico para as mais importantes empresas brasileiras.