George Harrison, o beatle que ultrapassou a linha do rock, e se reinventou.
O beatle mais cool, George Harrison, My Sweet Lord, faria hoje, 25 de fevereiro de 2026, 83 anos, não é uma pena? Ele ter ido tão cedo, aos 58 anos, em 2001. Quanto falta ele faz! 😢
Reprodução/ acervo George Harrison.
Sua trajetória é indiscutível, perpetuará. Hoje vou falar mais do meu coração que se enche de gratidão. Meus influenciadores são pessoas assim que agregam, a maioria já faleceu, mas deixaram um legado eterno,
de reflexão, amor, equidade.
Ele deixou um vazio difícil de ser
preenchido não só pelo múltiplos talentos, como também pela espiritualidade,
inovação e reinvenção.
George Harrison também adorava ser “jardineiro”.
Em
16 de dezembro de 2025, foi lançado pelo site oficial no Youtube, o vídeo
clipe “Give Me Love (Give Me Peace On Earth)”, dirigido por Finn
Wolfhard que “busca trazer uma nova
perspectiva visual para esta obra musical atemporal, levando o espectador a uma
viagem pelos jardins do Friar Park, com referências sutis à trajetória de
Harrison e uma homenagem ao seu amor pela jardinagem”, que já ultrapassa mais
de 1.084.846 visualizações.
Não há muito o que falar dessa figura querida, apenas gratidão por nascer, mesmo que tenha vivido por poucas décadas, porém suas canções se espalharam pelos ares e nos convidam a refletir que sociedade desejamos para nós, os outros e os que virão, depois.
Em seus momentos finais de vida, segundo sua esposa Olivia, sua última mensagem foi “Amem-se uns aos outros”, refletindo sua fé e ensinamentos espirituais.
Por um mundo com mais George Harrison, com mais gente disposta a entender que todos têm finitude: “Do pó viemos e para o pó voltaremos”, não levaremos nada desta vida, riquezas, poder, luxos, tudo ficará para trás.
Nesta hora, seja pobre ou rico, todos fenecerão iguais. Entre o ódio e a dor, escolha o amor e a compaixão para aprimorar as diferenças e viver em paz com sua consciência e coração.
Namastê🙏 Blessed Be!🙏
Reproduçaõ: internet
Give Me Love (tradução livre). ॐ
Dá-me amor, dá-me amor
Dá-me paz na terra
Dá-me luz, dá-me vida
Mantém-me livre do nascimento
Dá-me esperança, ajuda-me a suportar
Este fardo pesado
Tentando tocar e alcançar-te com coração e alma
Om, meu Senhorॐ
Por favor,
segure minha mão para que eu possa te entender.
George Harrison, um dos mais icônicos músicos de todos os tempos, faria 80 anos neste sábado (25). Infelizmente, ele partiu cedo demais, faleceu em 29 de novembro de 2001, aos 58 anos.
Reprodução /Internet
Há um ditado que diz “Morre o homem, mas eterniza o
artista”, impossível esquecê-lo. Não sou fã dos Beatles, mas de George. Considero
a música “Something”, como a mais bonita, aliás; são 22 músicas compostas por
ele que foram gravadas pela banda.
Além de ser o mais bonito
e um multi-instrumentistade mão-cheia, dominava
a técnica de vários instrumentos (além de executar solos mágicos da sua guitarra), ele tocava
cítara, harmônica, piano, violino, baixo, conga ou ukulele, com muita
proficiência, e era um compositor excelente.
Apesar de ser considerado introvertido e o mais
discreto dos Beatles, George era também o mais talentoso, visceral e criativo
deles, mas foi “injustiçado” pelos colegas, Lennon e Paul, que assinavam todas
as composições e eram apoiados pelo maestro da banda, deixando-o de lado neste
quesito.
Lennon, atento à qualidade de suas composições, duas
delas “Something” e “Here Comes The Sun” explodiram nas paradas de sucesso,
propôs uma reunião para colocá-lo em pé de igualdade nos próximos discos,
porém, o egocêntrico McCartney não estava convencido disso, no dia 8 de
setembro de 1969, num diálogo revelado pelo The Guardian”, conforme o sitehqrock.com.br:
Lennon: [faz a proposta de 4 faixas para cada um e sugere
que Lennon e McCartney devem assinar suas faixas em separado]
McCartney: Eu pensava
até este álbum [Abbey Road] que as
canções do George não eram muito boas.
Harrison: Isso é uma
questão de gosto. Desde sempre as pessoas tem gostado de minhas canções.
Como não
chegaram ao um consenso, a banda chegou ao fim.
Diz o ditado que, quando lhe fecham
uma porta, pule a janela, o talento sobrevive às mazelas de gente mal resolvida
e insegura, pois, “Após o fim dos Beatles, Harrison lançou o álbum triplo 'All Things Must Pass' (1970) recheado de canções que não pôde gravar com os Beatles
e que, além de um enorme sucesso, foi considerado o melhor álbum solo entre todos os
gravados pelos ex-beatles!”.
Entre elas, “My Sweet Lord”,
uma das mais belas que faz a gente transcender. Sir George não só se
reinventou como se enveredou pelo caminho do hinduísmo, aprimorando sua espiritualidade, se alinhando com o universo e poemas em formas de canções, voltados para o bem, participou de causas
humanitárias e perpetuou seu nome.
Isn't It a Pity? (Não é uma pena?)
(Tradução Vagalume)
Não é uma pena? Não é uma vergonha? Como partimos os corações
E causamos dor uns aos outros? Como cada um de nós toma o amor do outro Sem parar mais para pensar Se esquecendo de dar em troca Não é uma pena? Algumas coisas levam tanto tempo Mas como eu posso explicar? Quando não muitas pessoas Podem ver que nós somos todos os mesmos E por causa de todas as lágrimas deles Seus olhos mal têm esperança de ver a beleza que os cerca Não é uma pena?
Não é uma pena? Não é de se envergonhar? Como despedaçamos nossos corações E causamos dor um ao outro? E por causa de suas lágrimas, Seus olhos não podem enxergar A beleza que os cerca. Isso não é uma pena? Esquecendo-se de devolvê-lo... Isso não é uma pena? Esquecendo-se de devolvê-lo... Isso não é uma pena? Que pena, Que pena... Que pena...
Para celebrar 50 anos do lançamento
deste álbum solo, em 2021, a Capitol e Ume, lançaram
uma edição comemorativa de aniversário no dia 6 de agosto, incluindo um box gigantesco com 8 LPs, 5 CDs e um
Blu-Ray.
Ainda conforme
o Wikimetalpara deleite dos fãs, uma versão
definitiva da canção “Cosmic Empire”, que nunca tinha sido lançada
oficialmente, mas já era bem conhecida do público.
Em 29 de novembro de 2001, às 15h30, o beatle mais “cool”
partia deste mundo, infelizmente, após travar uma batalha contra o câncer, mas
deixou o seu legado eternizado em suas belas canções e em sua figura ímpar.
Para mim, a música mais bonita dos Beatles é a composta por ele, “Something”, aliás, sou fã de George, mas não da banda. Sou declaradamente fã de Pink Floyd e Led Zeppelin, ouço Jethro Tull também.
Apesar do dia nostálgico e sua partida precoce aos 58 anos (as coisas mais belas parecem que duram menos, são apenas instantes), as que valem a pena, se eternizam. Para quem me conhece, de fato, sabe que sou leitora de romances históricos desde a adolescência.
De certa forma, eles sempre me inspiraram
para sair um pouco da realidade maçante e ajudam a desanuviar a mente, até para
contrastar com os de Filosofia, além de ajudar na criatividade. Talvez, foi
isso que sempre me fez ver a vida mais positiva, apesar das agruras. Dizem por
aí, aquarianos são “frios”, discordo de tudo que é generalizado. Mesmo porque não acredito em horóscopo, mas na personalidade, sim e deve agregar vários fatores. Cada pessoa tem uma identidade única e vivência.
Para mim, as coisas para fazer
sentido precisam ter algo que me sensibiliza, mas não nos
apegamos em uma só coisa por muito tempo.
Por ser elemento ar, a mente está sempre em movimento aqui e acolá,até por mecanismo de defesa, gostamos de independência e o desapego faz parte desta
trajetória.
Nietzsche nos define: “O que não nos mata, só nos
fortalece”, com alguns aprenderemos como devemos ser e com outros, como jamais.
Embora pareça piegas aos olhos de quem não lê, geralmente, assim como acho novelas (nunca tive paciência para esperar por seis,
oito ou um ano o final de uma trama), por isso prefiro ler. Livros e música
fazem parte de minhas atividades frequentes. Eu me aprofundo tanto nas leituras
que chego a discutir com o personagem em voz alta.
Como “Justo a mim coube ser eu” (Mafalda),
desde criança com uma mente curiosa e questionadora, embora adaptada, mas não
resignada, sempre confrontei ficção com realidade. Foram nestes romances que me
aprofundei sobre diversos temas sobre história medieval, conflitos sociais, hierarquia,
patriarcalismo, sociedade desigual, casamentos feitos apenas por contratos, interesses, influências e dotes. A mulher sob tutela de uma figura
masculina, numa sociedade hipócrita e machista.
Embora até “brigue” por Plant como
ocorreu em 2019, quando desprevenida caí novamente no ardil de uma figura ambígua, mas segundo Dalai Lama “Toda ação humana, quer se torne positiva ou negativa, precisa
depender de motivação”, foi o meu instinto de lealdade e gratidão (coisas que
gente vulgar desconhece a magnitude), o que fez eu reagir com ímpeto com a gracinha
do "tiozão" que se sente confortável no politicamente incorreto.
Pois, foi Led Zeppelin e a voz inigualável de Plant, que salvaram-me após
o falecimento de minha genitora aliada a terapia alternativa, pude vencer a apatia e a ansiedade que insurgiram no Pós-luto.
Perder a mãe é como romper o fio da
vida, correr por conta, desprotegida, “por mais que a gente cresça há
coisas que a gente não consegue entender”, Gessinger, definiu esse sentimento. Sou
testemunha viva que a música opera milagres, transcende e renova o espírito,
mente e emocional.
Mas não é nem Plant nem Waters os “mocinhos” que me inspiraram ao longo dos anos nos personagens dos romances, mas a figura de George.
O “beatle quieto” além de sua família ter origem irlandesa por parte dos avós maternosse parece com os lordes dos romances, geralmente descritos
com cabelos pretos, longos, desgrenhados, olhos pretos, bigode ou barba por
fazer de países nórdicos e baixos. Certa vez, ao traduzir um desses
livros, logo associei à imagem dele:
“O homem era
relativamente jovem, entretanto, as rugas deixadas pelo cansaço e as privações
recentes se acentuavam em uma barba incipiente, que lhe arrepiava as faces e o
queixo, envelhecendoseu rosto formoso”.
My Sweet Lord! 🙇 🙏
Enfim, George permanece
para sempre nas mentes que gostam de uma boa música com arte, ou até nas figuras
do mocinho irreverente e imaginados como eu, em não
deixar morrer a criança interior, o purismo, a imaginação fértil que ajuda na
criatividade, nos meus textos criados com lisura, muito além do marketing, mas para transformarmos nos em pessoas
melhores, em fazedores de sonhos, jamais de pesadelos, a vida é muito curta
para ser um déspota, verdugo dos outros!
Hoje, 29 de novembro de 2013, 12 anos sem George
Harrison, e para eu que nunca fui fã dos Beatles, mas admiro
incondicionalmente George. Eu faço questão de homenagear, a
inesquecível carreira como também ouso afirmar que, a música mais linda da
banda, foi escrita por ele, Something.
Não quero deixá-la agora
Você sabe que acredito e muito
Você me pergunta se meu amor vai crescer
Não sei, não sei
Fique por perto e você verá
Não sei, não sei...
10 motivos para George Harrison ser o seu beatle favorito
Humilde e generoso. Talentoso compositor e guitarrista.
Veja as qualidades que fazem de George Harrison um beatle inesquecível!
1. Habilidade com os instrumentos de cordas George Harrison, certamente, não tinha a mesma grife da famosa
dupla Lennon e McCartney, mas apresentava uma habilidade acima da média
com os instrumentos de corda. Talentoso e muito dedicado à guitarra,
Harrison é responsável pelos solos mais famosos das músicas dos Beatles.
É dele o marcante riff de “Day Tripper” e o solo inicial da emblemática
“Don’t Let Me Down”, que marcou a última apresentação do quarteto, em
janeiro de 1969. George conseguia encaixar o solo certo na melodia
certa. Sem eles, muitas das brilhantes composições de Lennon e McCartney
ficariam irreconhecíveis.
2. A mais bela canção de amor Escrever canções melancólicas é algo bastante comum na música.
Aliás, muitas são as composições brilhantes dos Beatles quando o tema é
amor. No entanto, escrever “a mais bela canção de amor dos últimos 50
anos”, segundo Frank Sinatra, é tarefa para George Harrison. “Something”
foi a primeira música de George a compor o lado A de um compacto dos
Beatles. A canção é a segunda mais regravada na história do quarteto,
perdendo apenas para “Yesterday”, de McCartney. Segundo o próprio
George, a inspiração veio de uma música de Ray Charles, mas muitos
acreditam que ela foi escrita para sua ex-mulher Pattie Boyd.
3. Primeiro disco triplo da história da música George Harrison lançou o primeiro vinil triplo da história da
música. “All The Things Must Pass” (1970) reúne o material desprezado
pelos Beatles nos últimos anos de banda. O disco é marca registrada de
George e chegou às paradas de sucesso com canções como “My Sweet Lord”,
“Isn’t It a Pity”, “Beware of Darkness” e “Let It Down”. O álbum é
apontado por muitos como o melhor disco da carreira solo de um
ex-beatle.
4. O Concerto para Bangladesh Em 1971, George Harrison organizou o Concerto para Bangladesh. O
show humanitário, no Madison Square Garden de Nova York, contou com as
presenças de Ringo Starr, Eric Clapton, Leon Russell e Bob Dylan, entre
outros artistas. O concerto foi feito com a finalidade de levantar
fundos para refugiados de Bangladesh. A apresentação acabou sendo um
sucesso e arrecadou mais de US$ 250 mil. Depois do projeto de Harrison,
outros grandes eventos em prol das causas humanitárias acabaram
surgindo. É o caso do “Live Aid” (1985) e do “We Are The World” (1985).
5. Visita ao Brasil George Harrison foi o primeiro beatle a visitar o Brasil. Ele
não veio ao país, no entanto, para se apresentar, mas assistir ao Grande
Prêmio de Fórmula 1. O músico era fã incondicional de corridas. George
era amigo próximo do campeão mundial Emerson Fittipaldi.
6. Instrumentos orientais Além da habilidade de George Harrison com o violão e a
guitarra, o músico também aprendeu a tocar instrumentos poucos usuais na
música ocidental, como a cítara e a tabla. A primeira canção dos
Beatles em que George mostra sua técnica é em “Norwegian Wood”, do álbum
“Rubber Soul” (1965). Posteriormente ainda viriam “Love You To” e
“Within You Without You”. George ganhou sua primeira cítara quando os
Beatles fizeram uma turnê pelos Estados Unidos. O mentor do britânico
com o instrumento foi Ravi Shankar, que posteriormente lançaria um disco
produzido por George.
7. Um beatle sem ressentimentos Mesmo após a separação dos Beatles, George Harrison nunca
deixou de dar aquela força aos ex-companheiros de banda. Ele participou
da gravação do álbum “Imagine” (1971), de John Lennon, tocando guitarra
nas músicas “Oh My Love” e a ácida “How Do You Sleep”, que faz duras
críticas a Paul McCartney. Harrison ainda participou ativamente da
carreira de Ringo Starr. Seu disco “Ringo” (1973), traz boas
contribuições de George nas músicas “It Don’t Come Easy” e “Photograph”,
as canções mais populares do baterista, depois do fim do quarteto.
George ainda convidou Paul para tocar em “All Those Years Ago”, canção
escrita por ele para homenagear John Lennon no CD “Somewhere in
England”. Apesar de anos ofuscados por Lennon e McCartney, George nunca
guardou ressentimentos, pelo menos quando o assunto era música.
8. Indiferença à fama Embora fizesse parte da maior banda de todos os tempos, George,
quase sempre, desprezou o sucesso. “Ele não se importava muito com o
material”, disse Martin Scorsese, diretor do recente documentário
“Living in The Material World”, que aborda a vida do beatle. O que mais
chamou a atenção do cineasta, entretanto, foi uma afetuosa carta escrita
por George para a mãe dele quando tinha um pouco mais de 20 anos.
“George expressava a ideia de que sabia que a vida não se limitava à
riqueza e à fama”, revelou Scorsese.
9. A hipoteca da casa Uma curiosidade pouco conhecida do público é a história por
trás do filme “A vida de Brian” (1979), dos Monty Python. De tão fã do
longa, George Harrison chegou a hipotecar sua casa só para garantir a
produção. De quebra, o beatle ainda fez uma participação especial.
10. Entre os melhores guitarristas de todos os tempos Ok, listas são sempre polêmicas, ainda mais quando o assunto é
música. Em 2003, todavia, a Revista Rolling Stone listou os 100 melhores
guitarristas de todos os tempos. George Harrison ficou em 21°.