quinta-feira, agosto 06, 2026

O peso silencioso da desvalidação emocional

Você já viveu algo assim em algum momento de sua vida? Seja quando criança ou adulto: a desvalidação

Imagem de Ryan McGuire por Pixabay
Segundo o dicionário, desvalidação significa “fazer com que se torne nulo; invalidar, deixar de ter importância ou tirar a relevância de algo”, como desmerecer ou desvalidar o mérito de alguém, minimizando os sentimentos de outra pessoa, a intensidade de algo ou fatos vividos.

Na psicologia, é tratado como invalidação emocional, ou seja, o mesmo que rejeitar, ignorar ou diminuir os sentimentos, pensamentos e dores de outra pessoa. É tratar o que o outro sente como errado, exagerado, bobagem ou inexistente, invalidando a sua experiência interna, segundo o Instituto de Psiquiatria do Paraná.

Você fala algo e a pessoa desvalida a sua dor, a frustração ou angústia, até um simples acontecimento ou fato passado. Consciente ou inconscientemente, ela cria outra narrativa que anula os sentimentos e suas percepções. Passa a ideia de que você esteja equivocada ou supervalorizando algo banal e, por consequência, sai como culpada pelo conflito gerado.

Esse tipo de faceta está enraizado nos âmbitos pessoal e profissional, na política, naquele que detém o poder da comunicação e no algoritmo. “Agora vou desdizer tudo aquilo que lhe disse antes”, como diria Raul.

Alguns exemplos comuns

Se a notícia for contra o que defendemos como verdade, minimizamos o relato. Mas, se for a favor do que temos como ideologia, transformamos a fala em algo banal até que ela perca o sentido.

Ou você desabafa sobre uma perda, dor ou doença e ouve: “Você supera isso.” Você expressa uma insatisfação e a pessoa diz que “você reclama de barriga cheia”.

Há quem diga: “Morrer todos vamos mesmo”, se você comenta o diagnóstico de uma condição mental como ansiedade, depressão, síndrome do pânico ou até mais grave — muitas vezes geradas pela própria pessoa que disparou o gatilho emocional anteriormente.

Existe uma ironia profunda nessa última frase: quem dá esse tipo de “conselho” egoístas sempre pensa em continuar vivendo e seguir em frente.

A agressão passiva e o silêncio

Há uma outra maneira também de invalidação emocional que vem da “Agressão Passiva”. Segundo a psicóloga criminal Júlia Shaw, ela é tão ruim quanto a agressão física, porque a pessoa se cala, ignora a outra, seja numa mensagem, feedback ou contato telefônico.

E como ela agiu na passividade, fingindo-se de “Inês é morta”, a outra parte, quando cobrada sobre o descaso, irá ouvir como argumento: “O quê? Eu não fiz nada”, “estava ocupada demais”, “tenho afazeres”, “você não sabe o que estou passando”. Ou seja, ela diminuiu e desvalorizou a importância de dar o retorno, seja ele positivo ou negativo.

O meu “bigodudo” e filósofo favorito, o alemão Friedrich Nietzsche, dizia: “A palavra mais ofensiva e a carta mais grosseira são melhores, são mais educadas do que o silêncio.”

É claro que haverá momentos em que a pessoa está ocupada no trânsito, numa reunião ou na “deprê”, mas há indivíduos que ignoram o outro utilizando de subjetividade e propositalmente. Temos duas escolhas: aplicar a reciprocidade ou não “perturbá-la” mais.

Novamente, Nietzsche em “Além do Bem e do Mal” alerta: “Se olhar por muito tempo para um abismo, o abismo também olha para você”, ou seja, nos transformaremos naquilo que tanto repudiamos.

A vida real não é um algoritmo

Quem lida com pessoas precisa estar atento a isso: elas não são como a inteligência artificial, exatas em compilar dados e destrinchá-los, mas desprovidas de entendimento de sentimentos, sensações e emoções.

“Ninguém chega a se tornar humano se está sozinho. Nós nos fazemos humanos uns aos outros. Somos, pois, frutos do contágio social”, segundo o filósofo Fernando Savater.

A vida real exige diálogo, entorno e retorno, uma via de mão dupla. Só assim faremos de nós e dos outros a necessidade de viver em uma sociedade pautada em empatia, respeito, seriedade e mais justa.

terça-feira, agosto 04, 2026

Pollyanna entre o Jogo do Contente e a anatomia da dor

Quem nunca? Ouviu alguém usar o nome “Pollyanna” em alusão a uma pessoa ingênua ou com um otimismo cego? 

Capa Pollyana - 1913

Foi um dos primeiros livros que li na minha adolescência, emprestado pela irmã de uma vizinha, e compreendi-o quando adulta sob um olhar mais apurado na psicologia.

Frequentemente, o jogo é confundido com cegueira emocional, quando na realidade, o livro traz uma camada dramática profunda sobre luto, autoaceitação e frustração.

Na maioria das vezes, as pessoas utilizam o otimismo de Pollyanna e o seu “Jogo do Contente” como sinônimos de ingenuidade ou tolice. No entanto, basta um olhar mais apurado sobre a obra para perceber que a menina aprendeu, a duras penas, que a dor chega para todos — mesmo para os otimistas.

Para entender esse conceito, eis um resumo da obra sobre O Jogo do Contente, que foi criado pelo pai de Pollyanna, um missionário muito pobre, num período de extrema penúria. Ao receber muletas de doação em vez da boneca que tanto desejava, a menina foi ensinada pelo pai a agradecer pelo fato de não precisar delas.

Aos 11 anos, a vida da menina muda drasticamente com a morte do pai; ela se torna órfã e tutelada por uma tia fria e distante. Para sobreviver a esse novo mundo hostil, Pollyanna faz do jogo uma ferramenta de resiliência, focando nas pequenas alegrias para não ser engolida pelas mazelas ao seu redor.

Contudo, ela sofre um acidente e perde o movimento das pernas. Diante da paralisia, ela entra em depressão e descobre que existem dores e medos que o jogo não consegue anestesiar. É desse sofrimento inesperado e da perda temporária do otimismo que Pollyanna descobre que não era imune à dor; ela apenas escolhia lutar contra o desespero.

Ao se ver vulnerável, a menina entende o peso de carregar a expectativa de ser o modelo de alegria para uma cidade inteira.

Ela finalmente se permite validar seus sentimentos negativos e lamber suas feridas ao chorar, sentir raiva e lamentar suas perdas. Descobre, assim, que a vulnerabilidade não é um fracasso, mas parte inerente da experiência humana.

Em uma inversão de papéis, a comunidade que antes a criticava se une para visitá-la, lembrando-a dos motivos para sorrir e apoiando-a em sua nova realidade. 

Pollyanna compreende que ser forte também significa aceitar a própria fragilidade, carências e apoio para superar suas próprias vulnerabilidades. O pai de Pollyanna tentou amenizar a dura realidade que a menina enfrentava, para ela sofrer menos com suas perdas precoces e orfandade.

A tentativa do pai da menina ecoa nos versos da música “Traumas”, de Roberto Carlos. Na canção autobiográfica, o artista relembra o acidente de trem que sofreu aos 6 anos, que lhe custou parte da perna na infância. Ele narra que seu pai, na tentativa de aliviar o impacto da tragédia, omitiu a gravidade do que ele enfrentaria dali em diante. 

O músico conclui que o pai agiu assim por uma razão simples: o filho sofreria muito mais se perdesse a esperança. Afinal, como diz a letra, “às vezes as mentiras também ajudam a viver”.

Para ouvir a canção de Roberto Carlos, acesse: 

segunda-feira, julho 27, 2026

Misofonia não é frescura, é sensibilidade seletiva

   Misofonia não é frescura, mas uma sensibilidade seletiva sobre alguns tipos de ruídos que podem causar sofrimento ou reação adversa.

Imagem de Luisella Planeta LOVE PEACE 💛💙 por Pixabay

Em algum momento, você já viveu ou presenciou uma pessoa que se irrita quando ouve um sussurro de outra. E sentiu raiva ou desconforto com o som de alguém sussurrando ou mastigando, não é falta de educação ou implicância.

É Misofonia, um curto-circuito no cérebro que dispara o modo de "luta ou fuga" por causa de um ruído.

Isso não é frescura, mau humor ou implicância. É uma condição neurológica real onde o cérebro interpreta sons de baixa intensidade (como sussurros, mastigação, bateção de pés ou cliques de caneta) como uma ameaça física.

Ela pode surgir em qualquer fase da vida, muitas vezes engatilhada por períodos de grande estresse crônico ou exaustão emocional.

Segundo o Jornal da USP, trata-se de uma “Síndrome da Sensibilidade Seletiva a Sons” que só foi reconhecida nos anos 2000, mas afeta a humanidade há muito mais tempo, causando desconforto por determinados sons.

Esses ruídos de baixa intensidade desencadeiam uma reação de luta ou fuga no cérebro, causando estresse e desconforto incontroláveis, porque o cérebro processa o sussurro como uma ameaça, liberando adrenalina e aumentando os batimentos cardíacos.

Segundo a ciência ainda não há uma conclusão final sobre e como a misofonia surge, sendo uma combinação de fatores neurológicos, genéticos e psicológicos. Ela não é uma doença de ouvido, mas sim uma falha no processamento do som pelo cérebro, que gera desconforto.

Exames de imagem mostram que pessoas com misofonia têm uma conexão excessiva entre o córtex auditivo (que processa o som) e o sistema límbico (responsável pelas emoções e pela reação de "luta ou fuga").

O cérebro interpreta um som inofensivo, como um sussurro, como uma ameaça física iminente. A condição pode surgir na infância entre os 9 e 13 anos.

Embora estudos científicos alguém que poden se manifestar em qualquer etapa da vida, inclusive na velhice, é menos comum do que na infância. Pode surgir de um histórico familiar ou condicionamento psicológico como associação negativa.

O primeiro surto geralmente ocorre ligado a uma pessoa próxima (como pais ou irmãos) em um momento de estresse, quando o cérebro grava essa experiência e passa a antecipar o som, aumentando a ansiedade antes mesmo de o barulho acontecer.

Conforme envelhecemos, é natural perder a capacidade de ouvir frequências mais altas. O cérebro tenta compensar essa perda aumentando sua sensibilidade interna para captar os sons.

Esse esforço do sistema nervoso central pode desregular os filtros auditivos, fazendo com que o cérebro passe a interpretar barulhos de baixa intensidade (como o sussurro) como ameaçadores ou irritantes.

O zumbido no ouvido é muito comum na velhice e anda de mãos dadas com a misofonia. O estresse contínuo de ouvir um chiado ou apito constante deixa o sistema nervoso em estado de alerta permanente, facilitando o desenvolvimento de intolerância a outros sons do ambiente.

O envelhecimento altera a química cerebral e a plasticidade dos neurônios.

Períodos de grande estresse na velhice — como o luto, isolamento social ou o diagnóstico de outras doenças — reduzem a tolerância emocional, abrindo espaço para que o cérebro crie uma aversão repentina a determinados ruídos e piora se estiver expoto ao cansaço mental, a perda de energia para tolerar o ambiente.

Um familiar que causa estresse pode provocar e até piorar a misofonia, porque é uma das características mais marcantes e dolorosas para esse tipo de sensibilidade.

O vínculo emocional próximo e o estresse interpessoal mudam diretamente a forma como o cérebro processa os sons. Pois o ambiente familiar e o estresse crônico desencadeiam a misofonia de formas bem específicas:

É extremamente comum que os gatilhos (como o sussurro) comecem ou sejam muito piores quando produzidos por um membro específico da família (pais, cônjuges ou irmãos).

A pessoa pode tolerar perfeitamente o sussurro de um desconhecido no transporte público, mas sentir uma raiva incontrolável se o mesmo som vier do familiar estressor.

Viver com um familiar que gera estresse constante mantém o seu sistema nervoso em estado de "luta ou fuga" permanente.

Como o cérebro já está esgotado e antecipando um conflito ou desconforto com aquela pessoa, ele perde a capacidade de filtrar os ruídos que ela faz. O sussurro vira o estopim físico de uma tensão emocional que já existia.

O cérebro associa o som do sussurro à sensação de angústia, controle ou irritação que a pessoa provoca. Com o tempo, o som passa a disparar a raiva de forma automática, mesmo que o familiar não esteja fazendo nada de errado naquele momento.

A raiva que a pessoa sente do sussurro é involuntária e neurológica. Ela não está "ficando louca" e nem fazendo isso por implicância maldosa, mas por causa do gatilho que a outra pessoa desperta.

A falta de compreensão, infelizmente, é o obstáculo mais doloroso e comum para quem sofre de misofonia. Como o sistema auditivo de quem tem a condição é normal, quem está de fora costuma confundir uma resposta neurológica involuntária com implicância, frescura, chatice.

Busque ajuda com profissionais de psicoterapia, fonoaudiólogo. Faça meditação, coloque fone de ouvidos, evite confrontos no momento da crise.

Lembre-se do autocuidado e proteja a sua saúde mental.


Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/misofonia-causa-sofrimento-por-exposicao-a-sons-e-pode-ser-tratada/

Outras Fontes: https://www.jbl.com.br/blog/misofonia-como-lidar.html

sexta-feira, julho 10, 2026

Beto Guedes leva show inédito para Juiz de Fora

O cantor, compositor e multi-instrumentista mineiro Beto Guedes leva seu show inédito “Página 43” para o Cine-Theatro Central de Juiz de Fora, MG, dia 19 de setembro de 2026, às 21h, acompanhado de sua banda.

Foto: Jorge Rosenberg 

Os ingressos estão à venda pelo Blueticket https://www.blueticket.com.br/evento/39925 e na bilheteria local do Zine Cultural.

Em seu novo espetáculo, “Página 43”, o cantor revisita sua trajetória e antecipa a celebração dos 50 anos do álbum “A Página do Relâmpago Elétrico”,  marco da música brasileira que será comemorado em 2027.

O repertório percorre todas as fases da carreira de Beto Guedes, reunindo canções de seus diversos álbuns, como "Amor de Índio", "Sol de Primavera", “Lumiar”, dentre outras, grandes sucessos e músicas que se tornaram parte do imaginário da MPB.

Obras como “A Página do Relâmpago Elétrico”, “Tudo em Você”, “Luz e Mistério” entre outras, aparecem em novos arranjos e leituras, ao lado de uma canção inédita. O show inclui ainda interpretações de canções de outros compositores que dialogam com o universo poético e musical do artista.

Um dos momentos centrais do espetáculo é a homenagem a Lô Borgesamigo e parceiro de vida e de criação, com quem Beto Guedes compartilhou a construção do Clube da Esquina, movimento fundamental da música brasileira surgido no início dos anos 1970, ao lado de Milton Nascimento e outros artistas.  

Com uma carreira iniciada nesse período histórico e consolidada ao longo de mais de cinco décadas, Beto Guedes construiu uma obra marcada pela coerência, pela delicadeza e pela profundidade musical, reafirmando a atualidade e a força de uma obra que segue viva e necessária. 

No palco, acompanhando o artista, estarão os músicos: Adriano Campagnani (Baixo), Ian Guedes (Guitarra), Will Motta (Teclados) e Arthur Rezende (Bateria). 

O show de Beto Guedes e banda é pura magia! Onde quer que se apresentem, eles encantam o público com uma noite repleta de emoções, música de qualidade e momentos inesquecíveis.

A realização do espetáculo será por conta de Jackson Martins Produções e Eventos, renomado produtor e ex-empresário do inesquecível Belchior, que, desde 1989, produz shows emocionantes com os artistas mais consagrados da música popular brasileira. 

SERVIÇO:

Show: Beto Guedes “Página 43” – turnê 2026.

Data: 19/09/2026 – sábado.

Abertura do local: 20h.

Horário do show: 21h.

Local do evento: Cine- Teatro Central, Praça João Pessoa, s/nº, Rua Halfeld, Centro, Juiz de Fora, MG.

Pontos de venda:

Obs.: compre somente dos pontos oficiais e autorizados abaixo:

Online: Blueticket (com taxa de conveniência).

Link direto: https://www.blueticket.com.br/evento/39925

Físico: Bilheteria do Zine Cultural (sem taxa de conveniência).

Endereço: Praça Menelick de Carvalho, 150, casa, centro, Juiz de Fora, MG.

Funcionamento: Aberto de segunda a sexta-feira das 10h às 18h.

Formas de Pagamento: Em até 10 vezes no cartão de crédito.

Aceitam-se cartões de crédito, débito, boleto e PIX.

Ingressos: preços em reais e variam conforme os setores para Lote 1:

Plateia A:

Inteira: R$ 200,00

Meia-entrada: R$ 100,00

Ingresso Solidário: R$ 140,00

Plateia B:

Inteira: R$ 140,00

Meia-entrada: R$ 70,00

Ingresso Solidário: R$ 110,00

Obs.: Ingresso Solidário acrescido de 1 quilo de alimento não perecível.

Balcão Nobre:

Inteira: R$ 125,00

Meia-entrada: R$ 62,50

Camarote – 6 lugares:

Inteira: R$ 900,00

Galeria:

Inteira: R$ 100,00

Meia-entrada: R$ 50,00

Obs.: Não haverá open bar e nem open food.

Mais informações: (31) 9.9930-4189.

Realização: Jackson Martins Produções e Eventos.

Nota: postagem atualizada em 16/03/2026 - data do evento que foi transferido para 19/09/2026, conforme comunicado da produção em sua página oficial, por motivo de força maior.

segunda-feira, julho 06, 2026

BETO GUEDES leva show inédito para Montes Claros

O cantor, compositor e multi-instrumentista mineiro Beto Guedes leva seu show inédito “Página 43”, no dia 28 de novembro de 2026, ao Espaço Vision, em Montes Claros, MG, única apresentação.

Foto: Jorge Rosenberg 

Os ingressos estão disponíveis no Blueticket e no ponto físico de Tony Foto em Montes Claros.

Em seu novo espetáculo, “Página 43”, o cantor revisita sua trajetória e antecipa a celebração dos 50 anos do álbum “A Página do Relâmpago Elétrico”, marco da música brasileira que será comemorado em 2027.

O título do show faz referência à canção “Page 43”, de autoria de David Crosby, cujas mensagens sobre tempo, escolhas e consciência coletiva dialogam diretamente com a obra e o pensamento musical de Beto Guedes.

O repertório percorre todas as fases da carreira de Beto Guedes, reunindo canções de seus diversos álbuns, grandes sucessos e músicas que se tornaram parte do imaginário da MPB, como as icônicas "Amor de Índio" "Sol de Primavera", “Lumiar”, “Sal da Terra”, dentre outras novidades.

Obras como “A Página do Relâmpago Elétrico”, “Tudo em Você”, “Luz e Mistério” entre outras, aparecem em novos arranjos e leituras, ao lado de uma canção inédita. O show inclui ainda interpretações de canções de outros compositores que dialogam com o universo poético e musical do artista.

Um dos momentos centrais do espetáculo é a homenagem a Lô Borges, amigo e parceiro de vida e de criação, com quem Beto Guedes compartilhou a construção do Clube da Esquina, movimento fundamental da música brasileira surgido no início dos anos 1970, ao lado de Milton Nascimento e outros artistas.

No palco, acompanhando o artista, estarão os músicos: Adriano Campagnani (Baixo), Ian Guedes (Guitarra), Will Motta (Teclados) e Arthur Rezende (Bateria).

O público de Montes Claros e região terá o privilégio de vivenciar “Página 43”, um dos espetáculos mais prestigiados da atualidade, onde Beto Guedes retorna à sua cidade natal para reviver toda a emoção de suas raízes mineiras e a sua veia poética, perpetuando-se como um dos artistas mais expressivos do cenário musical.

A realização do espetáculo será por conta de Jackson Martins Produções e Eventos, renomado produtor e ex-empresário do inesquecível Belchior, que, desde 1989, produz shows emocionantes com os artistas mais consagrados da música popular brasileira.

Leia também:
Vai ter Beto Guedes em Juiz de Fora também!

19/09/2026 - Beto Guedes em Juiz de Fora/MG -Cine-Theatro Central

SERVIÇO: Espetáculo: Beto Guedes – Show “Página 43” - Turnê 2026.
Data: 28/11/2026 – sábado.

Abertura da casa: 20h.
Horário do show: 22h.

Local do evento: Espaço Vision.
Endereço: Av. Geraldo Athaíde, 1334 – Alto São João, Montes Claros, MG.

Valores em Reais (R$):
Formas de Pagamento: Em até 10 vezes no cartão de crédito.
Aceitam-se cartões de crédito, débito, boleto e PIX.
(Compre ingressos somente dos pontos de venda autorizados pela produtora).

Pontos de Venda:
Online: Blueticket (valores abaixo mais taxa de conveniência).
Link direto: https://www.blueticket.com.br/evento/40412

Mesas para 4 pessoas: (valores em reais conforme os setores):
Diamante: R$ 1.000,00
Ouro: R$ 900,00
Prata: R$ 800,00

Pista:
Inteira: R$ 100,00
Meia-entrada: R$ 50,00
Ingresso Solidário: R$ 70,00 (mais 1 quilo de alimento não perecível).

Físico: Tony Foto (valores acima sem taxa de conveniência).
Endereço: Praça Dr. Carlos Versiani, 60, centro, Montes Claros, MG.

Obs.: Não haverá open bar e nem open food.
Evento no Facebook: Beto Guedes em Montes Claros

Mais informações: (31) 9.9930-4189.
Realização: Jackson Martins Produções e Eventos.