segunda-feira, 21 de setembro de 2015
NET Rio ANUNCIA SHOWS DE ALMIR SATER PARA NOVEMBRO
sábado, 19 de setembro de 2015
MAMPITECA SOLIDÁRIA | CLUBE INAUGURA ESPAÇO LITERÁRIO
domingo, 13 de setembro de 2015
Bandas de rock fazem show beneficente em prol dos Animais
A Segunda edição do Vira Latas Rock Fest acontece no próximo dia 26 de setembro no charmoso Santa Sede Rock Bar.
O evento 100% beneficente reunirá bandas de rock em favor do
abrigo Dona Cida, localizado no bairro de Terra Preta, em Mairiporã, e abriga
em torno de 130 cães, na maioria, idosos, cardíacos, cegos e com todos os
problemas que a velhice apresenta, com o decorrer do tempo.
A causa tem chamada atenção de várias personalidades, entre elas, Célia Coev, Apresentadora do Programa Talk Show simpatizante de causas sociais e que ama os animais. O programa de entrevistas na web, vai ao Ar, pelo Canal da FlixTv e aborda Cultura, Artes, Literatura, etc.
O dinheiro arrecadado
será revertido integralmente para o Abrigo Dona Cida, para ajudar na
manutenção, assistência para os cães, e, assim como, amenizar parte dos gastos com ração, o aluguel, alimentação, medicamentos, limpeza, transporte caminhão
de água (em virtude do poço natural que havia no local, ter secado).
Sob os cuidados dos
moradores locais que, se revezam para dar toda a assistência necessária, em
manter os animais alojados, alimentados, e saudáveis, e uma excelente oportunidade. Ao Colaborar com a causa, terá a grata surpresa em assistir dois belos shows de rock ao Vivo.
Serviço:
Vira Latas Rock Fest
Quando: 26/09/15 – Sábado.
Onde: Santa Sede Rock Bar
Av. Luiz
Dumont Villares, 2.104 - Pertinho do Metrô Parada Inglesa.
Aberto a partir
das 18 horas.
O Evento conta com a participação das bandas Rádio
Rock BR e Black Coffee Band a partir das 20h30.
Valor: Entrada R$ 8,00 + dois quilos de ração para cães.
Ponto de Venda Local:
Mais informações: (011) 2639-0259
sábado, 12 de setembro de 2015
Cultura da vaidade como amor-próprio

7 prazeres capitais – pecados e virtudes hoje” .
“O grande problema do mundo é a comparação”. – Montaigne.
É cada vez mais difícil atribuir notas baixas a alunos;
Nós não consertamos mais coisas, nós não consertamos mais relações humanas, nós trocamos. E, ao trocar sapatos, computadores e pessoas que amamos, por outras pessoas, vamos substituindo, a dor do desgaste pela vaidade da novidade. Ao trocar alguém creio imediatamente, que eu me torno alguém mais interessante, e não percebo que aquele espelho continua sendo, o drama da minha vaidade, o que eu não tolero na pessoa anterior, é que ela me mostrou, o quanto estou decaindo, envelhecendo, e como eu sou desinteressante. E na nova pessoa, eu exploro o quanto eu quero ser interessante, instigante e assim por diante. É fascinante que o nosso mundo hoje, tenha eliminado a humildade como virtude. É fascinante, por exemplo, que nós aceitemos todo e qualquer elogio, porque dentro de nós há, segundo os místicos medievais, um demônio esperando isso: O demônio da soberba, da vaidade. Aquele que acredita, o que não pode ser acreditado. Como Lúcifer um dia, acreditou que podia ser igual a Deus. Repetimos o pecado de Lúcifer. E brigamos permanentemente, por esse ego insaciável, porque eu prefiro ser perseguido, que ser ignorado, que pegue no meu pé, eu prefiro parecer à vítima da sala, que parecer o Gasparzinho da sala, eu prefiro tudo, menos não ser visto, porque viver hoje é ser visto. Se eu não fotografar o que como, Se eu não falar onde eu fui, Se eu não tirar fotos, Se eu não fizer tudo isso, Eu não fui, e “ver é viver” e, ser visto é ter certeza que eu vivi.
Sobre o autor: Leandro Karnal é professor, historiador, graduado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e doutor pela Universidade de São Paulo.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Almir Sater: "Todo bom pescador que conheço gosta muito de preservar a natureza”.
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| Foto: Reprodução |
— Ah, que saudade de pescar... Foi com esse suspiro que o músico Almir Sater recebeu a equipe da Revista Pesca Brasil após a passagem de som do show realizado no final de agosto, em São Caetano do Sul – SP.
Nos bastidores, o violeiro também constrói em versos sua relação com a natureza: “Fui criado em Campo Grande – MS, cidade na qual as fazendas estão bem pertinho. A gente saía caminhando e já chegava naquela ‘chacrinha’. Eu sempre gostei muito de mato. A maioria dos pescadores, quando vai pescar, também está indo para o meio do mato, à procura de um pouco de paz, de contato com a natureza. Todo bom pescador que conheço gosta muito de preservar a natureza”, papeia. Mais importante do que fisgar o peixe é estar pescando, confessa Almir.
E se não pegar peixe? – “Sei lá eu... como um sanduíche, compro o peixe. Gosto é de estar num barco, sabendo que nesse dia ninguém vai me achar no meio do rio, e que não tem mais nada para fazer a não ser ficar dando comida aos peixes”. Durante muitos anos, Almir Sater criou a família na fazenda Campo Novo, em Aquidauana – MS, às portas do rio. Todo dia buscava peixe para o almoço e janta. Lá, nunca deixou de trazer peixe: — Nem que fossem piranhas, que é um peixe muito bom de comer.
Como gosta de pescar? “Eu gosto de pescar com linha de mão e uso uma câmara de bicicleta cortadinha como dedeira. Eu não gosto de ficar muito tempo segurando molinete, porque aquele rio nosso tem muito peixe. E molinete dá muito trabalho. E gosto de pescar com vara de bambu: aquela pescaria em que a gente solta o barco e vai descendo à beira do rio, fazendo de conta que é a frutinha que vai caindo. O peixe acha que é a frutinha, e a gente engana o peixe”, explica.
Durante muitos anos, seu instrumental de viola “Luzeiro” foi o tema musical de abertura do Globo Rural. Almir participou da novela Pantanal, hoje reprisada, Ana Raio e Zé Trovão, Rei do Gado — encenando o personagem Pirilampo, da dupla fictícia “Pirilampo e Saracura” — e Bicho do Mato. O último CD é o Sete Sinais — uma produção independente gravada em 2006. “Tudo é sertão, tudo é paixão, se o violeiro toca. A viola, o violeiro e o amor se tocam...” Pantaneiro.
Neste novembro, dia 14, Almir Sater completa 52 anos. Desde jovem toca violão, mas se apaixonou pela viola quando estudava Direito no Rio de Janeiro. Nascido na região Centro-oeste do Brasil, a influência musical vem de fora: folk americano, música paraguaia e andina. De dentro do país, Almir Sater autografa a Revista Pesca Brasil após entrevista. Os bonés — também autografados — serão sorteados aos leitores que fizerem assinatura Pesca Brasil.fim.
Serviço:
Quando: 12 de Setembro de 2015.
Onde: Festival do Peixe de Lagoa da Prata! Minas Gerais.
+ info: (37) 3261-1004 whatSapp: (31) 9561-1212
VENDAS ONLINE: ALO iNGRESSOS
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