quinta-feira, 25 de abril de 2013

Ambivalências



"Nenhum de nós é pura luz. Nessa nossa natureza humana, o excesso de luz cega, por isso, convivemos com nossa ambivalências e temos que administrá-las.
  
Não sei amar, mas tento praticá-lo.
Não sei perdoar, mas todos os dias tenho oportunidades de exercê-lo.

Não sei ser bom, e a vida me enche de chances para que eu seja.

Não sou humilde, mas seria tolo se não admitisse que a falta de humildade mata; por isso exercito-a.

Não sou essencialmente grato, e então presto atenção na vida e encontro milhões de razões para ser.

Quando me enxergo, vejo o que não gostaria de ver. 
 
Quando me sinto mais do que sou, minha natureza me chama de volta e, seja pelas acentuações de dores, o instalar-se de desconfortos, o revelar de ambiguidades, sou obrigado a reconhecer que nesse corpo frágil, de pele, carne, osso e sangue, somos todos aprendizes, expostos ao Mistério, intocável, incontível, inexorável, inacessível por completo, no entanto, presente, visível, viável em mim.

Assim somos nós, seres improváveis, contraditórios, luz pontuada pela escuridão, carregando as alegrias de ser e as dores de existir, convivendo com o agora e o ainda não, finitos, mortais, perecíveis enquanto algo lateja lá dentro dizendo que não termina aqui, que não somos só isso, que estamos fora de casa."

Autor:by Flavio Siqueira

fotos: by internet/ google.

"TIMIDEZ REVELADA"

 
Aí eu digo...
que sou assim mesma
que gosto de solidão porque sou sensível
sou discreta, que gosto de privacidade
Ai céus!
O meu problema
e que eu sou o meu maior problema!
Como resolvo isso?
Não sei. Atrapalho-me toda
Meio me sentindo ridícula aliás, totalmente ridícula.
Timidez, desmedida, medida, tida, contida, explodida, ilógica
Desculpe o mau jeito, deste jeito meu
de declarar o meu amor que parece não ter final,
TRECHO DO POEMA "TIMIDEZ REVELADA" Incluída em 1999 na peça CASCANDO O BICO.(Baseado no Original de: Ana Vitória Vieira Monteiro)
foto by internet/ google.

Do Riso a Alegria do Mundo!!!

Foto: “Um Encontro de dois: olhos nos olhos, face a face. E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos e colocá-los-ei no lugar dos meus; E arrancarei meus olhos para colocá-los no lugar dos teus; Então ver-te-ei com os teus olhos e tu ver-me-ás com os meus.” by J.L.Moreno. “Um Encontro de dois: olhos nos olhos, face a face. E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos e colocá-los-ei no lugar dos meus; E arrancarei meus olhos para colocá-los no lugar dos teus; Então ver-te-ei com os teus olhos e tu ver-me-ás com os meus.” by J.L.Moreno.



Cultivemos o riso contra as armas que destroem a vida.
O riso que resiste ao ódio, a fome e às injustiças do mundo.
Cultivemos o riso.
Mas não um riso que discrimine o outro pela sua cor,
Religião, etnia, gostos e costumes.
Cultivemos o riso para celebrar as nossas diferenças.
Um riso que seja como a própria vida: múltiplo, diverso, generoso.
Enquanto rirmos estaremos em paz .
fonte by Declaração do Riso da Terra -Carta da Paraíba
foto by internet/ google.

Eu quero mais, e você?



Em todas as encruzilhadas da vida é necessário saber o que, como,quando e onde, se pode fazer alguma coisa para mudar, superar, revidar ou mesmo assimilar.
Aceitar os contrapontos aos quais estamos submetidos pela nossa condição de viventes, humanos, cidadãos, membros, eleitores, clientes, estranhos, estrangeiros, pobres ou ricos, intelectuais ou analfabetos, gordos ou magros, participantes ou omissos, vítimas ou réus, entre mil outras facetas que a vida em sociedade nos impõe.
Podemos apenas aceitar o sistema no qual fomos introduzidos e, pacíficos e cordatos, conviver com as estruturas e limites que ora possuímos, ainda que esta atitude corrompa o nosso íntimo e comprometa a nossa esperança.
Ou podemos também utilizar dos instrumentos e ferramentas disponíveis para exercer nossa vocação de inconformismo, para pacificar o nosso lar, para valorizar o nosso ambiente de trabalho, para mudar o nosso meio social, para ampliar o limite de nossas aspirações e, afinal, descobrir que tudo podemos, apenas porque queremos. E fundamental conhecer, diferenciar, avaliar, confiar e agir.

Talvez não seja o caso de toda a humanidade, mas, pelo menos alguns poucos seres terrenos deverão postar-se no alto de suas próprias convicções e poder gritar, em alto e bom som:·.
'À partir deste minuto eu serei uma referência universal pelos meus pensamentos, atitudes e realizações, porque depois de pesquisar, estudar, avaliar, conhecer, entender e compreender,
“Eu sei o que, como, quando e onde, se pode fazer alguma coisa para construir uma meta, realçar a vida, alterar o futuro, procurar a felicidade e, quiçá, reescrever a história, apesar de tudo.”
Fonte: by Danilo Santana –Para ler na íntegra:  http://www.danilosantana.com.br/v1/euqueromais.asp