Loira do bem ∞ : 04/19/13

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Todo o dia era Dia de Indio, AGORA, só 19 de Abril...

̶Ⓐ̶ |FEUDALISMO| | ERA MEDIEVAL|

"Aquele que botar as mão sobre mim para me governar, é um usurpador, um tirano. Eu o declaro meu inimigo" ̶Ⓐ̶ Proudhon.

O feudalismo foi o sistema socioeconômico dominante na Idade Média. É derivado de feudo, a área de direito do senhor sobre as pessoas, coisas e terras. A sociedade feudal era formada pela aristocracia proprietária de terras (composta pelo alto clero e pela nobreza) e pela massa de camponeses (servos e vilões não proprietários).

O clero ocupa papel relevante na sociedade feudal. Os sacerdotes destacavam-se como servidores de Deus, detentores da cultura e administradores das grandes propriedades da Igreja, além de sua marcante ação assistencial aos desvalidos. A Igreja procurava legitimar o modo de agir da aristocracia, afirmando que Deus tinha distribuído tarefas específicas a cada homem e que, portanto, uns deviam rezar pela salvação de todos (o clero), outros deviam lutar para proteger o povo de Deus (a nobreza) e os outros deviam alimentar com seu trabalho, aqueles que oravam e guerreavam (os camponeses).

Sociedade

A sociedade medieval era dividida em estamentos e os três principais grupos eram nobreza, clero e servos. Haviam outros grupos sociais, como os poucos comerciantes existentes na alta idade média. Foi somente na baixa idade média que surgiu a burguesia e rompeu com esse modelo social,  já que a classe medieval  apresentava ausência de ascensão social e quase inexistia mobilidade social. Como o clero e a nobreza comandavam a sociedade, era comum o clero criar justificativas religiosas para que os servos não contestassem a sociedade. Era uma sociedade estamental ( pirâmide de cima para  baixo, dividida por grupos sociais ). Na sociedade feudal cada grupo social detinha uma função. O clero cumpria a função da salvação da alma de todos, a nobreza deveria proteger a todos e os servos deveriam trabalhar para sustentar a todos. Assim se justificava a exploração do servo e a necessidade dele seguir os desígnios da Igreja. 

Obrigações do servo a seu senhor
Cada feudo compreendia uma ou mais aldeias, as terras cultivadas pelos camponeses, a floresta e as pastagens comuns, a terra pertencente à igreja paroquial e a casa senhorial, que ficava melhor cultivável. A base do sistema feudal eram as relações servis de produção. Os servos viviam em extrema miséria, pois, além de estarem presos à terra por força de leis estavam presos aos senhores, a quem deviam obrigações como:

a talha
a corvéia
a banalidades

A talha era a obrigação de o servo dar a seu senhor, uma parte do que produzia. Essa parte, em geral, correspondia à metade. A corvéia era a obrigação que o servo tinha de trabalhar de graça alguns dias por semana no manso senhorial, ou seja, no cultivo das terras reservadas ao senhor. As banalidades eram os pagamentos que os servos faziam aos senhores pelo uso da destilaria, do forno, do moinho, do celeiro etc.

Além disso, uma parte da sua produção era destinada à Igreja. Tudo isso levava a um baixíssimo índice de produtividade, pois além de as técnicas serem rudimentares, os servos não tinham a menor motivação para desenvolvê-las porque sabiam que, quanto mais produzissem, mais os senhores lhes sugariam. O fator que mais contribuiu para o declínio do sistema feudal foi o ressurgimento das cidades e do comércio. Com o ressurgimento das cidades, os camponeses passaram a vender mais produtos e, em troca, conseguir mais dinheiro. Com o dinheiro alguns puderam comprar a liberdade. Outros simplesmente fugiram para as cidades em busca de melhores condições de vida.

Características Políticas
Poder Político descentralizado nas mãos do Rei e centralizado nas mãos do senhor Feudal;
Trabalho Servil: os servos trabalhavam em troca de proteção;
Estado monárquico feudal (base- relação de subsistência e vassalagem entre a nobreza e o Rei);
Caráter Ideológico;
Igreja Católica (formadora de ideias).

Relação de Trabalho:
Era para legitimar as obrigações servis.
Corvéia: trabalhos gratuitos e obrigatórios realizados pelos servos durante alguns dias na semana nas terras do manso senhoril;
Talha: taxa paga pelo servo ao senhor feudal que consistia em metade da produção obtida no manso servil;
Banalidade: taxa paga pelo servo pelo uso de determinadas localidades do feudo;
Capitação: taxa que o servo pagava ao senhor feudal por cada membro de sua família dentro do feudo;
Dízimo: taxa paga à Igreja Católica pelo fato do servo respeitar a Igreja e ainda “comprar um terreno no céu”;
Taxa de casamento: era paga pelo servo ao senhor feudal, quando aquele fosse se casar com uma mulher pertencente a outro feudo;
Taxa de nascimento: taxa paga pelo servo, quando o seu filho nasce;
Taxa de justiça: é a taxa que o servo pagava ao senhor feudal para que se fizesse justiça dentro do feudo;
Taxa da mão-morta: taxa que o servo pagava ao senhor feudal para ocupar heranças.
Haviam outras taxas que variavam de região para região. Assim, o servo vivia uma grande exploração que permitia o sustento do restante da população.
Poder Ideológico da Igreja
A Igreja tinha grande poder ideológico e coercitivo sobre as pessoas da época. Até hoje a Igreja possui grande influência cultural.

Fonte: coladaweb.com/historia/feudalismo
Por  Natalie Rosa Pires

CULTURA E COSTUMES ÁRABES -



Para qualquer pessoa que quiser ter relações comerciais com os países árabes, é aconselhável que aprenda algo relacionado ao Islã, sua história e suas crenças e a tratar com respeito suas manifestações.Os árabes são, em geral, sociáveis e festivos e a melhor maneira de conhecer esta faceta é respeitando e aceitando os seus costumes.

As leis, a ética e os sistemas comerciais podem variar de um país árabe para o outro; mas, em todos eles há elementos culturais comuns. Na vida empresarial árabe, a família tem uma influência dominante.
O cumprimento com aperto de mão é muito bem-vindo desde que entre pessoas do mesmo sexo. Por outro lado, o contato físico entre sexos opostos é bastante rigoroso, sendo o toque somente facultado dentro de uma relação lícita ou quando há um vínculo forte de parentesco. Entretanto, se uma pessoa de sexo oposto lhe estender a mão, aceite o cumprimento.

Em negociações, esqueça a representação feminina, mesmo que uma mulher seja a autoridade máxima dentro da empresa. Na melhor das hipóteses, ela acompanhará o seu representante na viagem, vestindo-se e comportando-se de acordo com os costumes locais.

As mulheres ocidentais que viajam à Arábia Saudita devem respeitar as leis locais, o que significa trajar-se de acordo com o usual, não usar maquiagem, não dirigir automóveis, freqüentar apenas a área reservada às mulheres nos restaurantes, mesmo em hotéis, e não trabalhar em feiras. As esposas são, geralmente, excluídas das reuniões sociais.

Nunca cruze as pernas, pois mostrar a sola do sapato se constitui em insulto por ser a parte mais baixa do corpo e, por estar em contato com o chão, ela é considerada impura.

Também se considera "suja" a mão esquerda, pois é utilizada na higiene pessoal conforme a tradição islâmica; portanto, evite dar e cumprimentar, gesticular, receber presentes e cartões com a mão esquerda.

Jamais ofereça mimos à esposa de seu interlocutor; tal iniciativa poderia ser considerada bastante ofensiva, pois a atribuição de oferecer presentes é do esposo e não do visitante. Caso você venha a receber um presente, o mesmo não deve ser aberto na frente de seu anfitrião; reserve-o para abri-lo em sua privacidade.

Outra dica: Nunca comente a beleza da mulher, irmã, filha ou funcionária de seu anfitrião árabe; com certeza não será interpretado como um elogio.

Finalmente, jamais tire uma foto de pessoas, sem antes pedir permissão.

Os árabes não costumam fechar negócios, antes de estabelecer um certo grau de familiaridade e confiança; ao negociar, gostam de fazer amizades, valorizando a integridade e a palavra de seus interlocutores. Se receber um convite para um almoço ou jantar social, jamais rejeite – a porta já se abriu 51%...





Foto: Sheikh Nasser ( Bahrain) e Seikh Hamdan ( Dubai). durante campeonato esportivo.Foto





CULTURA E COSTUMES ÁRABES SOBRE COMPORTAMENTO E AMIZADE NO GERAL
Os árabes, em geral, valorizam a lealdade e a honra. Nos relacionamentos, é importante estabelecer confiança. Diferentemente da maioria ocidental, os árabes, geralmente, levam a amizade muito a sério. Eles somente consideram um seleto grupo de pessoas como "amigos", os demais são considerados conhecidos, amigos da família e agregados. Em comparação ao Ocidente, a interação masculina na cultura árabe é extramamente diferente. Algumas vezes, ao encontrar bons amigos, os homens se abraçam e trocam beijos na bochecha. Na rua, eles podem andar de mãos dadas ou por a mão sobre o braço de outro homem. Esse comportamento não indica uma preferência homossexual.
Fonte: eHow Brasil Educação e ciênciap Cultura e costumes árabes.
Escrito por lorraine j. floyd | Traduzido por samantha g. silva
http://www.fas.org/irp/agency/army/arabculture.pdf