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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Administração: Prestar um bom serviço, é brincar de fazer o que gosta.

 O segredo do destaque profissional e empresarial está está em brincar de fazer o que gosta.
 
Criação da artista plástica Catarina Gushiken

Obviamente, que ao tratarmos do assunto prestação de serviços nas diversas áreas de atuação no mercado, vamos esbarrar inevitavelmente a todo momento na forma em que tais serviços são prestados, pois na verdade é o serviço que na maioria dos casos enriquece um produto tangível.
Se buscarmos a teoria de comportamento do consumidor ficará ainda mais óbvio que o real diferencial de um produto, é o valor agregado que ele traz, e grande parte desse tal "valor agregado" está no intangível, ou seja naquilo que não se pode empacotar, mas está sim no que se pode sentir. E como sentir se não há alguém que nos estimule a isso?
Aí, exatamente aí entram as pessoas e a forma que oferecem seus serviços e talentos.
Na tipologia de serviços é usual subdividir os serviços em: prestação de serviços pra grande massa (ônibus, metrô, internet, telefonia...), lojas de serviços, (bancos, restaurantes, hospitais, academias, lan house's...) e finalmente serviços profissionais (consultorias, projetos, médicos, especialistas...) . Esse último exerce um alto nível de contato com o cliente, e por isso mesmo, irá demandar muito feeling desse profissional.
Esse fato ocorre porque a prestação de serviço em alto nível apesar de buscar padronização de procedimentos não pode incidir no erro de ser "engessada" fria ou distante. Ao contrário, deve perceber no cliente o que nenhum serviço "empacotado" poderia oferecer, esse é o diferencial que toda empresa que presta serviços deve buscar, a sensibilidade humana não pode ser copiada, enlatada, produzida em massa... Não! o ser humano é único e como tal deve dia a dia buscar dentro de si o melhor que tem, e oferece-lo de bom grado. Isso é diferencial competitivo! Isso chama-se PAIXÃO!!!
Convido a cada uma que faz parte da grande "família dos administradores" a oferecer seu talento com muita paixão!
Um bom dia a todos!
Neíla Reis Kessler (Gestão de processos)
Site: administradores.

Pitaco de Loira: Touché: O Texto é tão inteligente, dinâmico, moderno, arrojado e inovador, que me cabe apenas terminar com a frase de Chaplin:"Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando".

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Espetáculo Musical do MS, chega a São Paulo, com releituras de Manoel de Barros.


Imperdível. Sucesso por todo o MS, encenado nos melhores teatros e locais de cultura. Finalmente, chega a São Paulo, a meu ver, um espetáculo para todas as Idades, embora seja direcionado ao público infantil. Nele, Artistas engajados com a cultura num âmbito geral, traz releituras da Obra do genial poeta Manoel de Barros,  que veio a falecer ano passado, em Novembro. Esse show musicalizado nos remete ao universo do poeta, ao mesmo tempo, que estimula as crianças, não só elas, eu diria,  a ter um interesse mais aguçado pelas Artes no geral. Segue o release mais que perfeito que tão bem retrata o evento em si. por pitaco Loira Do bem.

 Crianceiras estreia em São Paulo

Concebido pelo músico sul-mato-grossense Márcio de Camillo, a partir da obra de Manoel de Barros, o mais aclamado poeta brasileiro da contemporaneidade, inspirado nas iluminuras da artista plástica Martha Barros, sob a direção do premiado diretor Luiz André Cherubini do Grupo Sobrevento de Teatro de Animação, o show Crianceiras reúne poesia, música, imagem, ação e movimento em uma encenação delicada e inusitada, concebida por artistas criadores comprometidos com a arte contemporânea feita para crianças.

O espetáculo contribui para aproximar as crianças das artes: da literatura, da música, do teatro, do cinema de animação e da tecnologia digital, fazendo-se ponte da obra poética para a infância.

Serviço:
Dia: 8 de fevereiro
Horário: 16H
Local: Auditório Ibirapuera
Ingressos: www.auditorioibirapuera.com.br

www.crianceiras.com.br

Reproduzido via pauta enviada da produção oficial do espetáculo.




































sábado, 22 de novembro de 2014

22 Novembro | Abençoados sejam os Músicos!.

╔═══╗ ♪
║███║ ♫
║ (●) ♫
╚═══╝♪♪ Abençoados sejam os Músicos!. Aqueles que repartem emoções e através de sua sensibilidade comovem até mesmo as almas blindadas.. ‪#‎FelizDiaMúsicos‬.

— Por que a Música?
—A música transforma, é mágica, nos salva, nos alimenta, nos cura, afirma Almir Sater. #DiadoMúsico
Não seria uma hipérbole afirmar o que Nietzsche dizia: —Sem a música, a vida seria um erro!
☆๑㋡๑—"A música é o tipo de arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo", proferiu Oscar Wilde, um dos gênios seculares. Só o verdadeiro artista compreende o propósito da Arte, coloca seu coração numa música, numa escultura, numa pintura ou numa poesia e a transforma em real. ::===☆.♬♪♫ Beethoven decretou: "A música é capaz de reproduzir em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria". E a alma virtuosa, que tem a paixão pelo bem ou do belo, que adquiriu harmonia, produzirá obras primas capazes de penetrar as almas mais blindadas e comovê-las. ʚ㋞ɞ Assim é o compositor que concebe a harmonia e a traduz na linguagem chamada música, concretiza a ideia e escreve. #DiadoMúsico              

 *Tela de Kiko Medeiros, Porto Alegre//RS.


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Administração e Marketing: "roube como um artista"


Copiar, você sabe, também é uma forma de criar. Um bom roubo dá créditos. Honra o trabalho original. Não imita; transforma. É o que diz o escritor americano Austin Kleon no livro Steal like an artist (Roube como um Artista, ainda sem tradução para o português), em que lista 10 coisas que ninguém te contou sobre ser criativo.
_ Steal like an artist (roube como um artista)
_ Don’t wait until you know who you are to get started (Não espere até você saber quem é você para começar)
_ Write the book you want to read (Escreva o livro que você quer ler)
_ Use your hands (Use suas mãos)
_ Side projects and hobbies are important (Projetos paralelos e hobbies são importantes)
_ The secret: do good work and share it with people. (O segredo: faça um bom trabalho e compartilhe com as pessoas
_ Geography is no longer our master. (Geografia não é mais o nosso mestre)
_Be nice. (The world is a small town.) (Seja legal: o mundo é uma cidade pequena)
_ Be boring. (It’s the only way to get work done.) (Seja chato: é a única forma de começar o trabalho já feito.)
_ Creativity is subtraction. (criatividade é subtração)
 
Bons artistas copiam, grandes artistas roubam”. Pablo Picasso

Austin Kleon, traduziu e explorou muito bem o significado dessa frase de Picasso, em seu livro “Steal like an Artist” (Roube como um Artista).
Não é um roubar no sentido de tirar do outro, mas no sentido de tomar para si, de tonar aquilo para da sua obra, parte de você, sua fonte de inspiração.
“Quando duas pessoas se cruzam e trocam seus cavalos, cada uma vai para casa com um cavalo; quando elas se cruzam e trocam suas ideias, cada uma vai para casa com duas ideias.” Provérbio chinês,
Um dos pontos do livro é que Nada Vem do Nada, e e se todo trabalho criativo surge do que existiu antes, Nada é Totalmente Original.

Artistas são colecionadores não acumuladores, eles colecionam somente aquilo que gostam de verdade e, por isso,  Kleon que você tenha um caderno de anotações para guardar tudo aquilo que te inspira. Inspire-se por aquilo que fala a tua alma.
Steve Jobs diz melhor do que ninguém: ”Exponha-se para as melhores coisas que seres humanos já fizeram (suas obras)”

Kleon sugere também que você crie sua árvore de inspiração com fotos e obras de seus heróis e que aprenda sobre eles e também sore quem os inspirou. Colete tudo e transforme em algo novo. Mas, seja como um curador e saiba o que deixar de fora.

Lembre-se que você é tão bom quanto as pessoas que te rodeiam. Por isso rodeie-se de pessoa brilhantes. Você é uma combinação de tudo que faz parte da sua vida.

Você pode fingir ser até que seja de verdade. Pode copiar até encontrar-se. Grandes bandas, por exemplo, começaram como covers de outras bandas. Grandes esportistas inspiram suas jogadas em outros, e misturam e adaptam à seu novo e próprio estilo. Mas não imite superficialmente, busque compreender a essência e o que está por detrás do trabalho do artista.
“Não escreva o que sabe, escreva o que gosta.
Escreva os Livros que quer Ler;
Desenhe a Arte que quer Ver;
Comece o Negócio que quer Administrar;
Toque a Música que quer Ouvir;
Crie os Produtos que quer Usar;
Faça o trabalho que quer Feito;”

resenha do Livro:
Você não precisa ser um gênio, só precisa ser você mesmo. Essa é a mensagem de Austin Kleon, um jovem artista convicto de que a criatividade está em toda parte e é para todos. Baseado em uma palestra feita pelo autor na Universidade do Estado de Nova York que em pouco tempo se viralizou na internet, Roube como um artista é um manifesto ilustrado sobre como ser criativo na era digital.

Nada é original, portanto entregue-se à influência. Eduque-se através do trabalho dos outros. Siga seus interesses para onde quer que eles possam levá-lo - o que hoje parece um hobby pode ser transformar no trabalho de sua vida. E esqueça o velho clichê de escrever sobre o que você conhece: escreva o livro que você quer ler, faça o filme que deseje assistir.

Por fim, mantenha-se antenado, fique longe das dívidas e aceite o risco de ser chato em seu dia a dia, garantindo assim o espaço necessário para a ousadia, o improviso, a imaginação. A partir de princípios práticos e inspiradores, Roube como um artista coloca os leitores em contato direto com seu lado artístico.
Fontes: Resenha do Livro: Site Submarino.
Textos: André Faria Gomes (@andrefaria) é Sócio-Diretor de Produtos e Tecnologia na Bluesoft em São Paulo e Associated Trainer na Adaptworks blog andrefaria.com
e Site: baixacultura.org

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Pitaco by Loira do Bem "Cada um no seu quadrado" --

Como diz Oscar Wilde "A verdade jamais é pura e raramente é simples. Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal".
Ainda assim fico no time da fatalidade de... prefiro pecar pelo excesso do que pela falta dela ( sinceridade).
 
Xi...me perguntaram o que acho de alguns músicos, cantores e etc ...arriscado responder, mas não costumo maquiar nada não...e sou direta no que penso a respeito e bajular algo que não me toca a alma ou tem emoção na voz, só para agradar não é comigo, nada do que é "técnico" me atrai, então me calo por respeito.

 
Um dos pontos fortes que considero no curso que ministro como voluntária social é o de fazer cada um pensar, através do autoconhecimento e assim descobrir quais são suas verdadeiras habilidades e a partir daí desenvolver suas potencialidades.


Como diria "Sócrates" Conheça a Ti mesmo e a verdade vos libertará".



Hoje no mercado fonográfico, um monte de gente dizer que começou a tocar, cantar, atuar, compor ou jogar futebol, porque viu seus ídolos ou porque vem de família artística.  Acho louvável até, mas será que as coisas são assim - apenas por admiração ou por "invejar" no bom sentido o talento original destas pessoas, e que elas não pessoas comuns, mas que possuem um dom destinado a elas e a ninguém mais?.

 
Todos temos o direito claro, de tentar mas não de se equivocar.
Não existem muitos Pelé, Zico ou Sócrates por aí.. assim como não existem muitos
Nietzsche, Fernando Pessoa, Voltaire, Shakespeare, George Harrison, Almir Sater, Tião Carreiro, Raul Seixas, Robert Plant, Elis Regina, Beethoven, Mozart, Da Vinci, Rousseau, Cervantes, Oscar Wilde, Vila Lobos, Jimmy Page, Guimarães Rosa, Belchior,  dando sopa também por aí.


Melhor seria é que fôssemos nós mesmos,
como sinaliza Nietzsche "Tornar-te o que tu é " e pronto e seguir nossa verdadeira vocação - concordo plenamente com o produtor musical Marco Camargo - quando diz que "Alguns nasceram para cantar e a maioria somente para ouvir"
 
Bom seria, se essa "maioria" seguissem sua missão verdadeira, o mundo precisa e muito de bons profissionais como lixeiros, bombeiros, professores, médicos, dentistas, ecologistas, escritores, atores, músicos e compositores, mas "cada um no seu quadrado" ou seja com aptidão nata, agregar a humanidade, e não por modismos ou estratégias do marketing fonográfico, mais que um espaço para a fama, dinheiro ou status, é preciso ter habilidade como tocar, cantar, atuar ou jogar, escrever, ser pensador, etc.

  

Não é complicado de entender, mesmo que não aceitamos, muitas vezes nascemos para ser os coadjuvantes ou só os alavancadores dos que já nasceram com estas habilidades naturais e não o personagem principal da história. 

Uns nasceram para jogar, outros para ser técnicos, outros para ser juízes e outros só para torcer, a maioria. Outros nasceram para cantar, tocar e compor, a minoria talvez, como outros para cantar, outros somente para atuar, outros somente para compor, e ainda outros somente para tocar ou representar, e a arte considerada mais humana,  agradeceria certamente. Embora, todos somos produtos, na visão de mercado, mas no mundo das Artes, embora a tecnologia facilita tudo, mas mesmo assim, deveríamos ser de fato autênticos, pelo menos neste item.



"A massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto. Nunca vi um gênio com gosto médio. Ariano Suassuna faz pensar!. 


Imagens Pixabay - domínio público e grátis.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Oscar Wilde - “a arte não é moral nem imoral, mas amoral”!


“A arte não é moral nem imoral, mas amoral”!

- O que Oscar Wilde quis dizer é que a arte não tem senso do que seja moral, por isso, para alguns, tudo o que é visto não causa assombro, está dentro dos costumes. Já para outros, dependendo do que se vê, é ultrajante, indecente! extraído do Facebook A Gramática nossa de cada dia


 





















Parte do Texto de Oscar Wilde.


Afirmei que a sociedade, por meio da organização da maquinaria, fornecerá o que é útil; o que é belo será criado pelo indivíduo.

Um indivíduo que tenha de produzir artigos destinados ao uso alheio e à satisfação de necessidades e expectativas alheias, não trabalha com interesse e, conseqüentemente, não pode pôr em seu trabalho o que tem de melhor. 
Por outro lado, sempre que uma sociedade, ou um poderoso segmento da sociedade, ou um governo de qualquer espécie, tenta impor ao artista o que ele deve fazer, a Arte desaparece por completo, torna-se estereotipada, ou degenera em uma forma inferior e desprezível de artesanato.

Uma obra de arte é o resultado singular de um temperamento singular, sua beleza provém de ser o autor o que é, e nada tem a ver com as outras pessoas quererem o que querem. Com efeito, no momento em que um artista descobre o que estas pessoas querem e procura atender a demanda, ele deixa de ser um artista e torna-se um artesão maçante ou divertido, um negociante honesto ou desonesto. Perde o direito de ser considerado artista. 
A Arte é a manifestação mais intensa de individualismo que o mundo conhece. Sinto-me inclinado a dizer que é a única verdadeira manifestação sua que ele conhece. Em determinadas condições, pode parecer que o crime tenha dado origem ao individualismo. Para a execução do crime é preciso, no entanto, ir além da alçada própria e interferir na alheia. Pertence à esfera da ação.
Por outro lado, sozinho, sem consultar ninguém e livre de qualquer interferência, o artista pode dar forma a algo de belo; e se não o faz unicamente para sua própria satisfação, ele não é um artista de maneira alguma.
Cumpre observar que é o fato de ser a Arte essa forma intensa de individualismo que leva o público a procurar exercer sobre ela uma autoridade tão imoral quanto ridícula, e tão aviltante quanto desprezível. A culpa não é verdadeiramente do público. Este nunca recebeu, em época alguma, uma boa formação. Está constantemente pedindo à Arte que seja popular, que agrade sua falta de gosto, que adule sua vaidade absurda, que lhe diga o que já lhe disseram, que lhe mostre o que já deve estar farto de ver, que o entretenha quando se sentir pesado após ter comido em demasia, e que lhe distraia os pensamentos quando estiver cansado de sua própria estupidez. 

A Arte nunca deveria aspirar à popularidade, mas o público deve aspirar a se tornar artístico.  Oscar Wilde.