segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Pitaco Marketing: Mala Direta: comunicação poderosa, acessível e criativa.



Marketing Digital: Te contei a Novidade?.....
Ao contrário da mídia tradicional, em que o controle é dos grupos empresariais, na Internet o controle é do consumidor. O consumidor fala livremente sobre produtos, serviços, compara com os concorrentes, e busca formas de se relacionar com as marcas.
Na internet, os consumidores estão sempre inseridos em vários ambientes e contextos, de forma interligada e dinâmica. Cada ação interferirá na outra. É difícil separar uma ação da outra.
Num mundo cada vez mais eletrônico e virtual, onde temos a oportunidade de estarmos conectados 24 horas do dia, e em tempo real, o e-mail eletrônico, passa  a ser nossa rede de relacionamentos, de alguma forma, vamos abri-lo para ver as mensagens. O consumidor de hoje quer informação entretenimento entretenimento relacionamento. 

Os resultados do marketing digital podem ser mensurados. Permite verificar os resultados e agir para correção de rumos e melhoria das ações. Através de estratégias, de forma coordenada e interdependente, gerando sinergia e resultados. Cada ação potencializa a outra, e cria um mundo de novas possibilidades. 

 Isso às vezes traz uma falsa ideia para as pessoas leigas de que será a “salvação da lavoura”, ou seja, que o envio da mala direta, vai garantir a comercialização e o sucesso 100% do produto. Trata-se de um serviço diferenciado, para dar mais ênfase e visibilidade ao produto, foco e evidência, mas que depende de outros fatores inerentes na aceitação, como  região, perfil de público, demanda, preço de acordo com a renda per capita de cada cidade, etc etc etc.
O objetivo é que seja disseminada, como a famigerada propaganda "boca a boca", encaminhamento instantâneo e apresenta uma vantagem com relação a outras mídias de massa, como TV, rádio, jornal ou revista, pode ser mais dirigida para o público que se quer atingir, evitando a dispersão presente em maior grau nas alternativas, como também de atrair novos interessados e manter a fidelização dos demais.

Isto, contudo, não significa que a mala direta possa sempre substituir as outras mídias, mas sim que ela constitui um recurso importante a ser considerado no rol das mídias utilizadas numa campanha. Bem utilizada, a Mala Direta pode reforçar e potencializar o efeito da comunicação desenvolvida através das demais mídias, no intuito de agregar e somar, como ponto de apoio.
Assim a utilização da mala direta é bastante eficaz particularmente para a divulgação de produtos, serviços ou para fins informativos. A Mala Direta pode te ajudar a construir uma marca, melhorar os resultados do seu negócio e aumentar sua base de clientes. Para se aproximar dos clientes a mensagem precisa ser relevante e for ao encontro dos interesses do seu público. A Mala Direta é essencial para gerar proximidade. Nada é tão poderoso quanto à interação e o diálogo.

Geralmente, produtos e marcas se assemelham entre si, a dinâmica está em manter-se presente no mercado,  e as características intrínsecas de cada produto, as vantagens e benefícios,  são mecanismos que aumentam as possibilidades de construir relacionamentos duradouros e, naturalmente, obter informações valiosas para gerar melhores resultados para o negócio.
Benefícios da Mala Direta (Por que usar a mala direta?)
A Mala Direta é uma mídia poderosa para entregar a mensagem certa para a pessoa certa. Como também atrair novos simpatizantes da marca ou produto. Permite segmentar o público e a região geográfica, personalizar a mensagem ou a sua oferta e mensurar os resultados da ação.
  Quando devo usar Mala Direta?
- Para conquistar novos clientes; novos mercados.
- Para recuperar ou ativar clientes antigos;
- Para fidelizar e manter um bom relacionamento com os clientes;
- Para aumentar as vendas e expandir os negócios;
- Para lançar ou testar um novo produto;
- Para construção da sua marca;
- Para promover eventos como espetáculos, exposições, competições, desfiles e etc..
Como a Mala Direta pode ajudar seu negócio?
Se você precisa ampliar sua base de clientes, vender mais, ter clientes mais fiéis ou tornar seu produto conhecido, a Mala Direta pode ajudar.  Com a Mala Direta, você pode ampliar a atuação do seu negócio com vendas à distância.
Uma mala direta é uma mídia interativa, prática e inovadora, com custo baixo e que gera benefícios a curto e longo prazo:
- Criativa: utiliza uma infinidade de estratégias para sua mensagem como, como texto objetivo, elaborado, moderno e atualizado com a linguagem digital.
-Interativa: A mensagem vai direta nas mãos, de acordo com a cidade, nicho de público e envolvendo mídias faladas, escritas e digitais, de forma direta e incentiva a interação nos canais sociais, divulgando indiretamente, os sites dos apoiadores, organizadores e patrocinadores dos eventos, que estão envolvidos no processo.
-Flexível e Mensurável: Mala direta oferece várias possibilidades e alternativas, para a realização de feedbacks, tomar decisões e novas estratégias, estar continuamente atualizando sobre as inovações do produto e ao mesmo tempo, acompanhar a trajetória e perfil ou nicho de público que pode atingir com mais segurança e onde investir e assim medir o resultado de cada tipo de ação.
Enfim:
“É a semelhança que nos aproxima, mas é a novidade que nos conservará unidos. Seja sábio, seja estimulante, seja empolgante, partilhe as novas ideias, cresça, desenvolva-se. Nunca seja previsível!.” ―Leo Buscaglia - professor e escritor ítalo-americano.
Fonte: Adaptação de sites Google. Conceitos do marketing digital - por Luiz Agner.

Comportamento: LEMBRE-SE DE QUE VAI MORRER.

A “Caveira com Cigarro”, de Van Gogh, serve para nos lembrar que, um dia, morreremos.
Os romanos tinham o seguinte provérbio: “Memento mori”. Que quer dizer: lembre-se de que vai morrer. Não há como escapar. E no entanto nos atormentamos o tempo todo por algo que com certeza, um dia, se realizará.



Marco Aurélio, que comandou o mundo no último grande momento de Roma, foi um imperador filósofo. Como imperador, nos primórdios da Era Cristã, Marco Aurélio conduziu uma Roma já ameaçada a um período dourado.
Sugestão do imperador filósofo para o começo de cada dia: “Previna a si mesmo ao amanhecer: vou encontrar um intrometido, um mal agradecido, um insolente, um astucioso, um invejoso, um avaro”.

Estamos a toda hora brigando com alguém e sendo tomados por sentimentos de rancor e aversão. Em suas anotações, Marco Aurélio disse com majestosa sabedoria: “Sempre que você se desentender com alguém, lembre que em pouco tempo você e o outro estarão desaparecidos”. É um dos chamamentos à paz e à concórdia mais simples e mais eficientes.

Fonte: Como a filosofia nos ajuda a viver melhor - por Paulo Nogueira. site diariodocentrodomundo.

Filosofia: Julgamento social: é possível compreender a moralidade de forma imparcial?

Nos últimos tempos, diante dos espancamentos coletivos de criminosos, fomos instigados a pensar se é certo ou errado fazer justiça com as próprias mãos. E quanto a atacar mulheres que andam com pouca roupa na rua? E o aborto, a eutanásia, ou a união homoafetiva, são práticas corretas? E quanto ao Estado, é justo ele promover ações afirmativas, como a política de cotas para afrodescendentes nas universidades ou as políticas públicas de estímulo de renda? Todas essas indagações nos conduzem à distinção moral entre o certo e o errado, o bem e o mal, o justo e o injusto. Como, então, entender a moralidade dessa distinção?


 “Só podemos dar uma opinião imparcial sobre as coisas que não nos interessam, sem dúvida por isso mesmo as opiniões imparciais carecem de valor.” ―Oscar Wilde.
O ponto de partida para começarmos a compreender a moralidade é perceber que somos seres sociáveis e dependentes da vida em grupo; somos seres comunitários que julgam moralmente e compartilham crenças sobre o bem e o mal. Julgamos e agimos moralmente o tempo inteiro e usamos as palavras para expressar aprovação ou censura. Nós nos pronunciamos - enunciamos juízos - com base naquilo que julgamos ser o certo e o errado. Não só elaboramos a distinção moral, como também dizemos qual é a coisa certa a ser feita. 

Inseridos em um sistema de exigências e obrigações recíprocas, todos nós possuímos uma opinião sobre nossas ações e as ações alheias, seja no círculo familiar ou no social, seja na esfera pública do Estado ou na autorregulação do mercado. Julgamos o Estado ao reivindicar, como cidadãos, a distribuição igualitária dos seus bens e serviços. Por incrível que pareça, até mesmo o mercado - tido como regulado pela lógica da livre iniciativa - acaba sendo enquadrado nos limites da moralidade. É justo, por exemplo, um vendedor de produtos básicos, como água e alimentos, se aproveitar de uma catástrofe natural para inflacionar o preço de sua mercadoria, ou um professor ganhar infinitas vezes menos que uma celebridade da tevê ou um jogador de futebol? É justo o governo prestar socorro financeiro a instituições bancárias que ganharam muito dinheiro devido à ganância dos seus sócios e que, no anseio do lucro ilimitado, foram levadas à bancarrota?

Para compreendermos com imparcialidade a moral, precisamos tomar o cuidado de não dizer o que é o bem e o mal; não definirmos a essência desses valores, nem julgarmos no lugar daquele que estamos a observar - que é o agente moral. Podemos, se muito, explicar os motivos que levam a julgar desse ou daquele modo, mas nunca dizer em nome de outrem o que é certo ou errado. 

Do contrário, estaremos sendo moralistas, mais preocupados em exteriorizar nosso senso moral do que propriamente em entender a formulação dos juízos e o que nos leva a agir moralmente. Engana-se aquele que pensa que a investigação filosófica sobre o fenômeno moral consegue dizer, com certeza, o que é o certo e o errado, o bem e o mal, o justo e o injusto. Isso é filosoficamente insensato e não mais do que um projeto fadado ao fracasso.
Estamos envolvidos em obrigações morais que nascem e se fortalecem a partir da distinção entre o bem e o mal, tanto é que não conseguimos ser indiferentes às atitudes dos outros. Por vezes, nós as aprovamos, e outras vezes, manifestamos nossa reprovação e dizemos que determinado comportamento é errado e não deve ser feito.

Mesmo quando não conseguimos mudar o mundo, julgamos moralmente e manifestamos nossa opinião sobre o que é o correto naquela situação. Não que todos compartilhem o mesmo código de valores, visto que uns consideram alguns comportamentos como corretos, enquanto outros julgam o contrário, considerando errada a prática das mesmas ações. Contudo, temos um ponto em comum: o fato de que todos nós formulamos juízos sobre o bem e o mal. por André Luiz Olivier da Silva.Doutor em Filosofia. Fonte: jornal Zero Hora.