sexta-feira, fevereiro 27, 2015

Teatro Marista: O Diario entrevista Almir Sater Show Maringá 2015.

 Almir Sater concedeu entrevista ao O Diário de Maringá, referente ao show, logo mais à noite, no Teatro Marista. O Artista fala sobre estilos musicais, de Tião Carreiro a Pink Floyd, o que pode esperar de seu show e sobre tocar no Paraná e do poeta Manoel de Barros. Abaixo na íntegra:

A volta do arrebatador de almas - Cultura

Almir Sater retorna à cidade para tocar e encantar um público cativo, "sempre muito carinhoso e receptivo" Dedilhar das violas começa às 22 horas, no Marista; ingressos custam R$95 (meio) e R$ 190 (inteiro)
  • 27/02/2015 às 02:00    -   Victor Duarte Faria
    Almir Sater retorna à cidade para tocar e encantar um público cativo, "sempre muito carinhoso e receptivo"
Hoje à noite, o Teatro Marista vai se transformar em uma extensão do Pantanal. De volta à cidade, Almir Sater vai fazer do palco a varanda da casa da fazenda que tem no Mato Grosso do Sul. Aliás, das fazendas. São três propriedades, onde o cantor, compositor e ator dá vida a um eficiente fazendeiro.

Mais o assunto aqui é música. E da boa. Com as violas nas mãos, Sater transfigura-se. O jeito tímido, o falar pausado e cativante são substituídos por um virtuose que arrebata corações e almas.

Os sons das dez cordas inundam o ambiente. As letras contam histórias, causos. Nas músicas instrumentais, o silêncio impera. Nas cantadas, a plateia compõe um coro de apoio.

Considerado um dos sucessores de Tião Carreiro, Sater busca inspiração na natureza em meio à paisagem bucólica do verde das matas. Com mais de 30 anos de carreira, dez discos solos gravados e participações em novelas nos anos noventa e, em 2006, o poeta pantaneiro abriu espaço na agenda dele para conversar com a reportagem de O Diário.

O DIÁRIO - Maringá está quase todo ano na agenda do senhor. Por que esse relacionamento com a cidade?
ALMIR SATER - Acho que é uma via de duas mãos. Gosto muito de tocar no Paraná e sou convidado para me apresentar no Estado quase todo ano. Eu adoro tocar em Maringá. O público é sempre muito carinhoso e receptivo.

Em 2012, o senhor fez um show gratuito na Expoingá. Hoje, os ingressos estão sendo vendidos a R$ 95 (meio) e R$ 190 (inteiro). Em relação aos dois públicos, qual é mais receptivo? O que muda?
O show é semelhante. O que muda é a quantidade de pessoas. Mas o show que faço no teatro é o mesmo que eu faria em um ginásio ou arena.


Almir Sater é influência de muitos jovens e cantores. Mas quem o influenciou?
Sou bastante eclético. Gosto da viola do Tião Carreiro, Pink Floyd e música clássica. Gosto muito da música folclórica inglesa.

Qual o repertório que está reservado para o público que for ao Marista hoje à noite?
O show é o mesmo faz 20 anos, mudam algumas canções. Toco com excelentes músicos. Estou com o mesmo grupo há tempos. São praticamente minha família. Cada show é um show. Posso mudar uma música ou outra, mas é basicamente o mesmo show.

No Brasil inteiro explodiu a moda do sertanejo universitário. Existe algum cantor dessa nova leva que o senhor gosta? O que acha dessa nova vertente da música?
Se é arte, os músicos serão lembrados daqui um tempo. E é isso que importa. Sempre que a música for arte, ela perdurará.

A música sertaneja perdeu grandes violeiros como Pena Branca, Renato Andrade e Ibirarema. A viola ressurge, em grande parte, com as novas duplas. O senhor sente um pouco dos mitos desse instrumento em novas duplas ou eles têm estilo próprio?
Algumas duplas caipiras sempre são referência para novos músicos. Todos gostam da boa música caipira. Todos têm formação da música caipira, sempre seguem isso. Em termo de violeiro, tenho visto alguns jovens violeiros muito bons. Sinal que o instrumento é parte da cultura brasileira.

A poesia pantaneira é composta por quem? Como é o estilo de vida do poeta pantaneiro?
Nosso grande poeta Manoel de Barros (cuiabano, que morreu em 13 de novembro de 2014, aos 97 anos) é um bom representante. Quando você está isolado no mato, você aprende muita coisa. O poeta pantaneiro almeja a terra e as pessoas. Além de serem simples, seguem um modelo simples de vida.

SAIBA +
ALMIR SATER AO VIVO
Quando: Hoje
Onde: Teatro Marista
Horário:21 horas (abertura do teatro), com show previsto para as 22 horas
Ingressos: R$ 95 (meio) e R$ 190 (inteiro)
Ponto de venda: diskingresssos.com.br
 Fonte:  digital.odiario.com/cultura

LER É PRECISO: 27 de Fevereiro – Dia Nacional do Livro Didático



Sociedade produtiva: Ler é preciso, pensar e compreender mais ainda. Algumas pessoas, ( a minoria felizmente) , não atentas ao mecanismo de redes sociais ou leigas sobre, sempre perguntam, quando estimulo nos meus Canais, e na página Almir Sater que administro, em conjunto com o Sertanejo Online, sobre isso. "Eu costumo lembrar da frase do Pequeno Príncipe, cansativo para as crianças ficarem sempre explicando as coisas para eles, as pessoas grandes não compreendem nada sozinhas" - AHAHAHA, e assim é...mas eu explico mesmo assim:

Estar em redes sociais exige dinâmica constante - onde é preciso agregar coisas que somam, além da marca em si, e o "triplé" que trabalho sobre Almir Sater, desde 2006 sempre foi este: Música, Cultura e Meio Ambiente... são coisas que estão intrinsecamente ligadas com o Artista, o que ele apoia, estimula e conscientiza na sociedade. Ser uma figura pública também exige responsabilidade sobre e a imagem altamente positiva de Sater funciona bem com esse três assuntos distintos mas tão ligados entre si: Afinal, só quem tem sensibilidade artística, terá respeito e empatia pelos outros dois. E vários artistas, não só publicitários, "marketeiros" e entidades organizacionais já descobriram esse"insight".  E até onde eu sei,  são coisas que o artista vivencia em sua vida, o amor pela natureza e a curiosidade pelo saber, esta última, endossada por sua mãe, anos atrás, em um vídeo escolar. E verdade seja dita, eu nunca vi mãe mentir, portanto qualquer coisa ao contrário, é tudo culpa da mãe dele então..risos...
Voltando ao Dia do Livro Didático... Segundo os Jornais, "o dia de hoje é importante pois serve para resgatar o valor da utilização do livro didático como ferramenta fundamental para o trabalho pedagógico dos professores e seus alunos. De caráter pedagógico, o livro didático surgiu inicialmente como um complemento aos livros clássicos auxiliando na alfabetização, no conhecimento da história, da filosofia, da matemática e das ciências".  Eu acrescentaria, que os professores, educadores, não só estimulem os alunos a aprender ou a ler, mas também leiam antes o conteúdo, criem dinâmicas que tornam o aprendizado mais atrativo, que aguça a curiosidade das crianças, envolva todos no processo, como partes que se completam, e assim, podemos mudar a Sociedade num todo. A mudança começa do individual para o coletivo. "Boa Leitura e Bom Aprendizado". Esta é uma viagem que vale a pena prosseguir.