Loira do bem ∞ : 02/20/14

quinta-feira, fevereiro 20, 2014

IMPRENSA PUBLIQUEM, DEEM ESPAÇO AOS ARTISTAS!.


Foto: PITACO IMPRENSA PUBLIQUEM, DEEM ESPAÇO AOS ARTISTAS!.
ODEIO OS INDIFERENTES, Gramsci mas também os STATUS QUO.. na verdade "statu quo", Vem do latim...mas vamos lá...O que vem a ser isso?..o "estado atual das coisas seja em que momento for" ou seja, aqueles que só preocupam com as coisas e como elas estão no presente, e conservam, claro, as que causam sensacionalismos, polêmicas ou as "cartas marcadas" como figurinhas de baralho, como direi mesmo, ah, "Celebridades"  então lá vai um recado direto e um Pedido:
— "Querida IMPRENSA falada, escrita, mais conhecida como Jornal, Rádio, Televisão, Sites Virtuais...NÃO QUERENDO generalizar, porque existem SIM programas, rádios e jornais que ousam investir no novo, no talento e na cultura que agrega, sem ser essa cultura de massas ou  "massificadora"  etc e tal..
— Mas faço um PEDIDO...Não tenham medo de divulgar, investir e contribuir nem que seja com uma pequena nota em seus conceituados veículos de notícias, a fim de dar OPORTUNIDADE para que os novos e Talentosos Artistas que não fazem parte do contexto adotado pela maioria, possam mostrar seu trabalho, eventos e shows. 
— Ao invés de manipular as massas, com o que dá IBOPE, façam diferente, coloquem opções no mercado, e deixem as pessoas, o público ter a escolha final, de qual tipo de produto deseja adquirir!. 
Cultura é UNIVERSAL, ela não pode ser condicionada ou restrita. 
Não sejam indiferentes !
Como diria Bonaparte, "De não adianta o talento, sem oportunidade!.. Grande parte dos malefícios e equívocos que a sociedade vivencia, são gerados pelas informações e inversão de valores que tanto anunciam aos 4 cantos.  Pensem nisso!.. Coisas boas e frutíferas também dão IBOPE, se vocês usarem da mesma eficácia para transmitir a notícia!. sejamos PARCEIROS DO BEM!. 
FOTO: google.

PITACO: IMPRENSA PUBLIQUEM, DEEM ESPAÇO AOS ARTISTAS!.
 ODEIO OS INDIFERENTES, Gramsci mas também os STATUS QUO.. na verdade "statu quo", Vem do latim...mas vamos lá...O que vem a ser isso?..o "estado atual das coisas seja em que momento for" ou seja, aqueles que só preocupam com as coisas e como elas estão no presente, e conservam, claro, as que causam sensacionalismos, polêmicas ou as "cartas marcadas" como figurinhas de baralho, como direi mesmo, ah, "Celebridades" então lá vai um recado direto e um Pedido:
— "Querida IMPRENSA falada, escrita, mais conhecida como Jornal, Rádio, Televisão, Sites Virtuais...NÃO QUERENDO generalizar, porque existem SIM programas, rádios e jornais que ousam investir no novo, no talento e na cultura que agrega, sem ser essa cultura de massas ou "massificadora" etc e tal..
— Mas faço um PEDIDO...Não tenham medo de divulgar, investir e contribuir nem que seja com uma pequena nota em seus conceituados veículos de notícias, a fim de dar OPORTUNIDADE para que os novos e Talentosos Artistas que não fazem parte do contexto adotado pela maioria, possam mostrar seu trabalho, eventos e shows.
— Ao invés de manipular as massas, com o que dá IBOPE, façam diferente, coloquem opções no mercado, e deixem as pessoas, o público ter a escolha final, de qual tipo de produto deseja adquirir!.
Cultura é UNIVERSAL, ela não pode ser condicionada ou restrita.
Não sejam indiferentes !
Como diria Bonaparte, "De não adianta o talento, sem oportunidade!.. Grande parte dos malefícios e equívocos que a sociedade vivencia, são gerados pelas informações e inversão de valores que tanto anunciam aos 4 cantos. Pensem nisso!.. Coisas boas e frutíferas também dão IBOPE, se vocês usarem da mesma eficácia para transmitir a notícia!. sejamos PARCEIROS DO BEM!.
FOTO: google.

Pitaco “CAOS SOCIAL"

Foto: Pitaco “CAOS SOCIAL" 
Óh isso me faz pensar... como a Intolerância é capaz de nos transformar em pessoas estúpidas!. Abro o Bol para ler meus e-mails e lá está.. pai e filho se jogam do prédio e morre, pai espanca filho até a morte por este recusar a cortar o cabelo, fico a pensar o que vem a ser isso?... 
Nós estamos como "panela de pressão" prestes a explodir, se perdeu toda a delicadeza, respeito, empatia e amor INCONDICIONAL pelas outras pessoas.. a qualquer momento, voamos na jugular do outro e o devoramos até nas entranhas...
Como se isso fosse o suficiente para estancar, corrigir ou suprimir os fragmentos de nossa alma! E, nos perdemos no meio deste caos social, por medo ou egoísmo, não sei, de seguir em frente mesmo com esse turbilhão de sentimentos!.
Renato Russo, dizia, "O mal deste século é a Solidão", e concordo com ele, temos solidão de alma, um vazio que não se preenche, com status, dinheiro, estabilidade, presentes, talvez por colocar, no outro toda a expectativa por nossa alegria na alma. E quando somos preteridos, jogamos a responsabilidade de nossa  frustração, entraves  ou perdas no outro.
Se não somos felizes não rimos o outro é o culpado... Será mesmo¿.. Lembra-me Sartre, “O Inferno são os outros”.   ─ Será que a partir do outro, eu não enxergo eu mesma, e com isso, posse me conhecer melhor?  
   ─ Vixe está até parecendo início de aula do meu curso... sic.. "sejamos mais egoístas”, e vamos elevar nosso amor próprio! ─ sejamos mais desapegados, para que quando as frustrações, os desapontamentos e separações ocorram, mais maduros emocionalmente ficamos,  para perceber que tudo segue um curso, um tempo, nada é para sempre e definitivo! nem o tempo, ele é fugaz, nosso maior atroz !. a vida é fugaz, os pensamentos são fugazes!.
Prefiro a palavra dura e a verdade de    ─ Nietzsche, "O que não nos mata nos fortalece". 
⊙︿⊙  ─ Antes de colocarmos tanta expectativa de que somente o outro nos supre, vamos lembrar que quando morrermos, ninguém nos acompanhará, “viemos, só e regressamos, só”... ─ Por que então, essa necessidade pegajosa de coisas, pessoas e fatos?   ─ Deixem ir,  ─ a alma pede leveza! Tudo tem um tempo para aprender, corrigir, viver e sobreviver. Quando pararmos de olhar o outro como nosso inimigo, tudo fica mais fácil de compreender e o livro de nossa história cabe somente a nós escrever ou reescrever, o que não vale é deixar a vida passar e com as páginas em branco!.  
fotografia: Google. 
Óh isso me faz pensar... como a Intolerância é capaz de nos transformar em pessoas estúpidas!. Abro o Bol para ler meus e-mails e lá está.. pai e filho se jogam do prédio e morre, pai espanca filho até a morte por este recusar a cortar o cabelo, fico a pensar o que vem a ser isso?...
Nós estamos como "panela de pressão" prestes a explodir, se perdeu toda a delicadeza, respeito, empatia e amor INCONDICIONAL pelas outras pessoas.. a qualquer momento, voamos na jugular do outro e o devoramos até nas entranhas...
Como se isso fosse o suficiente para estancar, corrigir ou suprimir os fragmentos de nossa alma! E, nos perdemos no meio deste caos social, por medo ou egoísmo, não sei, de seguir em frente mesmo com esse turbilhão de sentimentos!.
Renato Russo, dizia, "O mal deste século é a Solidão", e concordo com ele, temos solidão de alma, um vazio que não se preenche, com status, dinheiro, estabilidade, presentes, talvez por colocar, no outro toda a expectativa por nossa alegria na alma. E quando somos preteridos, jogamos a responsabilidade de nossa frustração, entraves ou perdas no outro.
Se não somos felizes não rimos o outro é o culpado... Será mesmo¿.. Lembra-me Sartre, “O Inferno são os outros”. ─ Será que a partir do outro, eu não enxergo eu mesma, e com isso, posse me conhecer melhor?
─ Vixe está até parecendo início de aula do meu curso... sic.. "sejamos mais egoístas”, e vamos elevar nosso amor próprio! ─ sejamos mais desapegados, para que quando as frustrações, os desapontamentos e separações ocorram, mais maduros emocionalmente ficamos, para perceber que tudo segue um curso, um tempo, nada é para sempre e definitivo! nem o tempo, ele é fugaz, nosso maior atroz !. a vida é fugaz, os pensamentos são fugazes!.
Prefiro a palavra dura e a verdade de ─ Nietzsche, "O que não nos mata nos fortalece".
⊙︿⊙ ─ Antes de colocarmos tanta expectativa de que somente o outro nos supre, vamos lembrar que quando morrermos, ninguém nos acompanhará, “viemos, só e regressamos, só”... ─ Por que então, essa necessidade pegajosa de coisas, pessoas e fatos? ─ Deixem ir, ─ a alma pede leveza! Tudo tem um tempo para aprender, corrigir, viver e sobreviver. Quando pararmos de olhar o outro como nosso inimigo, tudo fica mais fácil de compreender e o livro de nossa história cabe somente a nós escrever ou reescrever, o que não vale é deixar a vida passar e com as páginas em branco!.
fotografia: Google.

O PODER EMBURRECE

O poder, seja ele político, econômico ou burocrático – aumenta o potencial nocivo de uma pessoa burra. Um exemplo extremo é dado no filme Dr. Fantástico, de Stanley Kubrick. Nele, um grupo de estúpidos de grau máximo pensa em detonar uma carga explosiva nuclear que levará ao fim do mundo, por uma simples frivolidade.
Por seu lado, o rei Luís 16, no dia 14 de julho de 1789 (a data da Queda da Bastilha, evento que deu início à Revolução Francesa), escreveu em seu diário: “Hoje, nada de novo.”
O mesmo obtuso e burro senso de invencibilidade fez o general George Custer supervalorizar suas forças e atacar os índios em Montana (EUA), em 1876. Resultado: Centenas de soldados do Exército norte-americano foram massacrados pelos índios sioux e cheyennes no riacho Little Big Horn. Ou, ainda, levou Napoleão a atacar a Rússia em pleno inverno de 1812: o Exército francês foi dizimado pelo frio e pela exaustão. Sem contar as previsíveis tragédias das guerras do Vietnã e do Iraque de hoje.
Em cada um de nós há um fator de burrice que é sempre maior do que imaginamos. Isso não é necessariamente, um problema. Ao contrário, a estupidez tem uma função evolutiva: serve para nos fazer agir precipitadamente, sem pensar muito, o que em certos casos se revela mais útil do que não fazer nada. A burrice nos permite errar, e na experiência do erro há sempre um progresso do conhecimento. Assim, o ponto-chave para anular a burrice está em reconhecer os próprios erros e se corrigir. Como dizia o escritor francês Paul Valéry: “Há um estúpido dentro de mim. Devo tirar partido de seus erros.”

Como?Um estudo da Universidade de Exeter (Grã-Bretanha), publicado no Journal of Cognitive Neuroscience, identificou uma área do cérebro – no córtex temporal – que é ativada quando está para se repetir um erro já cometido: um sinal de alarme nos impede de recair na mesma situação. Se na base da burrice existisse uma anomalia localizada, talvez um dia pudéssemos corrigi-la com uma cirurgia. Desde que não caíssemos nas mãos de um cirurgião idiota.
Todos nós estamos prontos a admitir que somos um pouco loucos, mas burros, jamais. Fuçando na literatura científica, é possível descobrir que somos um pouco burros, cada qual de um jeito diferente; mas o cérebro funciona de forma a nos esconder essa realidade. E mais: podemos descobrir que, apesar de tudo, é melhor assim. As estatísticas indicam que 50% dos motoristas não sabem dirigir: um tem dificuldade para estacionar, outro circula a 20 km/h, um terceiro ocupa duas faixas como se a rua fosse dele. Mas quem não sabe dirigir não tem consciência disso, ou desistiria, preferindo o transporte público e aumentando, assim, as próprias (e as alheias) possibilidades de sobrevivência. O mesmo exemplo pode ser aplicado às pistas de esqui, ao universo de trabalho, ao campo de futebol e assim por diante.

Quem é suficientemente inteligente para reconhecer que não sabe guiar direito? Se formos a um hospital e entrevistarmos os recém retirados das ferragens de um carro, descobrimos que ninguém admite integrar a categoria dos incapazes. Pesquisas mostram que 80% das pessoas internadas por acidente de carro acreditam pertencer à elite dos motoristas com habilidades superiores à média. E a responsabilidade do acidente? A maioria atribui seus erros à falta de sorte ou a algum idiota que cruzou seu caminho.

Ações suicidas
Em 1876, o general George Custer, no comando da 7ª Cavalaria americana, decidiu atacar – apesar do pequeno contingente disponível – um grande acampamento sioux em Little Big Horn. Os soldados foram todos massacrados. Um exemplo da burrice no poder.

VÁRIAS ESCOLHAS absurdas são feitas de maneira burra, sem uma avaliação dos prós e contras, dados e estatísticas reais. Casar-se, por exemplo, é uma decisão que implica um vínculo para toda a vida. Quem, cruzando as portas da igreja ou do cartório, tem a perfeita consciência de que, segundo as estatísticas, o casamento tem 50% de chance de dar errado? No momento do “sim”, só sabem disso os pais dos noivos, os avós, os amigos, parentes e até mesmo o padre e o juiz. Os interessados diretos demonstram uma obstinação cega, perfeitamente convencidos de que sua união será uma exceção a todas as regras. Até porque, se não estivessem seguros, a continuidade da raça humana dependeria da péssima eficácia dos contraceptivos e o Homo sapiens poderia já estar extinto.

E a capacidade de admitir nossos erros de avaliação? Quase inexistente: estamos atados a nossas convicções como se elas fossem coletes salva-vidas. O que pedimos ao mundo não são novos desafios a nossas ideologias políticas e sociais. Preferimos amigos, livros e jornais que compartilham e confirmam nossos iluminados valores. Mas, cercando-nos de pessoas oportunistas, reduzimos a chance de que nossas opiniões sejam questionadas. Todas as vezes que nosso cérebro pensa no futuro, tende a produzir previsões otimistas. Por exemplo: estamos sempre certos de que nosso time do coração vai ganhar o jogo, embora haja outra possibilidade. As previsões “autocelebrativas” também acontecem nas bancas de apostas, nos cassinos e nas loterias, nas quais as pessoas desperdiçam dinheiro porque a capacidade de julgamento fica dominada pelo desejo de vencer. Qual é a razão desse estúpido otimismo do cérebro? Ele nos protege contra as verdades desconfortáveis.
HÁ PESSOAS QUE chegam incrivelmente perto da verdade sobre si mesmas e a respeito do mundo. Elas têm uma percepção equilibrada, são imparciais quando se trata de atribuir responsabilidades de sucessos e fracassos e fazem previsões realistas para o futuro. Testemunhas vivas do quanto é arriscado conhecer a si mesmas, elas são, para muitos psicólogos, pessoas clinicamente depressivas.

Martin Seligman, docente de psicologia na Universidade da Pensilvânia (EUA), demonstrou que o chamado “estilo explicativo” pessimista é comum entre os deprimidos: quando fracassam, assumem toda a culpa, consideram-se burros, péssimos em tudo e se convencem de que essa situação vai durar para sempre.E quais são os resultados de tanta (às vezes excessiva) honestidade intelectual?

Deborah Danner, pesquisadora da Universidade de Kentucky (EUA), examinou os efeitos da longevidade em 180 noviças norte-americanas, otimistas e pessimistas. Quanto mais otimistas se mostravam as religiosas, mais tempo viviam. As mais joviais viveram em média uma década além das pessimistas. É claro que ser realistas e ao mesmo tempo serenos e otimistas seria o ideal; mas não há dúvida de que às vezes um pouco de burrice faz bem.
Equipe Planeta