Pitacos sobre Cultura e Humanidades

quinta-feira, 18 de maio de 2023

Alex Campelo Quintet se apresentam em Pinheiros, SP, em tributo a Thelonious Monk, pianista de jazz

O Compositor e professor, Alex Campelo, exímio pianista/organista, se apresenta nesta quinta (18) em formato quinteto a partir das 20h, em um dos mais aconchegantes locais da noite paulistana, “Colchetes Café”, café, bar e restaurante (Pinheiros), para mais um “show” memorável em tributo ao pianista de jazz norte-americano Thelonious Monk.

Foto/ Divulgação 

Acompanhado de músicos ímpares, Cleber Guimarães (guitarra), Adriano de Lima (sax), Renzzo Malone (baixo), Victor Busquetz (bateria) e Campelo (órgão), eles formam o quinteto dos mais requisitados para “shows” e eventos. Juntos relembram as composições marcantes de Monk como “Blue Monk”, “Well You Needn't”, “It Don't Mean A Thing”, “Epistrophy”, “Lulu's Back In Town”, “In Walked Bud” entre outras inesquecíveis, sempre acompanhado de narrativas sobre os acontecimentos de sua vida. O repertório também conta com músicas de compositores que foram uma grande influência para Monk, como Duke Ellington e Al Dubin.

Imagem da Apresentação na Câmara de Cultura de SBC

Ao som de músicos de primeira qualidade, os clientes poderão ainda usufruir do espaço confortável e agradável, com cardápio variado e “drinks” diferenciados e exclusivos, reunidos num lugar só. Uma noite imperdível! 

SERVIÇO:

Show: Alex Campelo Quintet (Thelonious Monk Organ Tribute)

Quando: 18/05/2023 -  Quinta-feira.

Horas: 20h

Onde: Colchetes Café – Bar e Restaurante

Endereço: Rua Mateus Grou, 162 - Pinheiros, São Paulo.

Telefone: (11) 3081-6296

 

Para saber mais sobre  a trajetória de Alex Campelo  Quintet, acesse links oficiais:

- https://www.youtube.com/watch?v=8NDmNAe4ZOs

Alex Campelo Quintet (Thelonious Monk Organ Tribute) - Straight, No Chaser

Alex Campelo Quintet (Thelonious Monk Organ Tribute) - Straight, No ChaserQuintet dedicated to honor the great pianist: Thelonious Monk. Musicians in this vi...

www.youtube.com

https://www.instagram.com/monktribute

https://is.gd/monkspotifytribute

https://is.gd/releasealexjazz

Bons ventos o trazem, que bons ventos o levem! Um feliz Outono e excelente show!

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Oswaldo Montenegro retorna à Ipatinga “Pra Te Rever”

 Oswaldo Montenegro se apresenta em Ipatinga/MG, no Centro Cultural Usiminas, dia 29 de junho de 2023, às 20h, com novo show  “Pra Te Rever”, em formato duo. 


Foto de Celso Moraes/ divulgação 

Ingressos já estão disponíveis pelo Sympla e na Bilheteria local do “Teatro Centro Cultural Usiminas”.

Se revezando nos violões e piano, o artista sobe ao palco acompanhado da flautista Madalena Salles, musicista que o acompanha desde a adolescência, e que acrescenta virtuosismo e emoção ao espetáculo!

Com sua fonte criativa inesgotável, o cantor, compositor e multi-instrumentista têm produzido coisas novas com frequência impressionante. É o caso da canção título de sua nova turnê: “Pra Te Rever”.

Além dessa novidade, Montenegro relembra os grandes clássicos de sua brilhante trajetória como “Bandolins”, “Lua e Flor”, “A Lista”, “Estrelas” e “Intuição”, inclui sucessos recentes, como “A Alma do Rio”, clipe e música recheados de mistério e conotação ecológica, que já tomou de assalto o coração dos fãs do menestrel. Fãs esses que se renovam a cada ano, lotando os lugares por onde esse artista, com abençoada compulsão criativa, se apresenta.

A realização ficará a cargo de Favo Cultural, Jackson Martins Produções & Laranjeira Produções (MG), sempre a produzirem shows com os artistas mais renomados da MPB.

 

                                                                   Assista o vídeo 




SERVIÇO:

Oswaldo Montenegro em novo show "Pra te Rever"   formato duoacompanhado da flautista Madalena Salles.

Data: 29/06/2023 – quinta-feira

Local: Teatro Centro Cultural Usiminas

Endereço: Avenida Pedro Linhares Gomes, 3900, Shopping Vale do Aço
Horto
– Ipatinga, MG.

Abertura da casa: 19h

Horário do show: 20h

Duração do Espetáculo: 1h30

Classificação: 12 anos

Valores em Reais para Terceiro Lote:

Balcão 

Inteira: R$ 220,00  [Esgotado]

Meia-entrada: R$ 110,00  [Esgotado]

Obs.: Plateia  [Esgotado]

Ingresso Solidário: R$ 170,00 (doação de 1 quilo de alimento não perecível ou produto de limpeza). [Esgotado]

Obs.: Meia-entrada para estudantes, professores, menores de 18 anos, maiores de 60, doadores Eu dou Valor e colaboradores Usiminas, Unigal, Mineração Usiminas, Usiroll, Usiminas Mecânica e Soluções Usiminas.

Pontos de Venda: 

Online:  (Cobrança de taxa de conveniência)

Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/81255

Formas de Pagamento: Em até 12 vezes no cartão de crédito.

Aceitam-se cartões de crédito, débito, em dinheiro e Pix. 


Físico: (Sem cobrança de taxa de conveniência)

Local: Bilheteria  do Teatro Centro Cultural Usiminas

Avenida Pedro Linhares Gomes, 3900, Shopping Vale do Aço, Horto.

Mais informações:  

Evento Oficial Facebook: 

https://www.facebook.com/events/2426848240826274

Telefone: (31) 9.9930-4189

Realização: Favo Cultural, Jackson Martins Produções & Laranjeira Produções (MG).

Importante: Compre seu ingresso só nos pontos de venda oficiais acima!

quinta-feira, 27 de abril de 2023

Roger Waters derruba mais um muro ao vencer batalha judicial

“Será possível que me tornei vosso inimigo apenas por vos declarar a verdade?” (gálatas 4,16) tradução King James 1999. 

                        

Foto: Kate Izor 



É o que ocorre com a maioria das pessoas que tentam uma posição conciliadora, não emudece e nem se resigna diante das injustiças sociais, segregação, abuso de direito e muros criados, diante dos que distorcem a verdade.

Há os que mesmo escrachado, sabotado e boicotado por aqueles que almejam o poder, interesses individuais ou mesquinhos como a esposa do ex-colega de banda e apoiado pelo mesmo, ao difamar o mais importante elemento e conhecido mundialmente, Roger Waters, Cofundador de Pink Floyd com Syd Barrett (in memoriam), Nick Mason e Richard Wright (in memoriam), em 1965, de maneira vergonhosa.
Foi o que aconteceu com Roger Waters ao ter sua apresentação proibida por entidades locais, Frankfurt, Alemanha, em fevereiro passado por alegações (falsas) de antissemitismo, mas agora revertida pelo tribunal, da qual o músico saiu vitorioso e estará no Festival Festhalle, no próximo dia 28 de maio, como prometeu antes do embate. 

Artistas consagrados como Tom Morello, Eric Clapton e Nick Mason (ex-colega de banda) criaram até uma petição contra a proibição dos “shows” na  Alemanha, fãs do mundo todo, entre eles, eu, assinaram!

 Não é novidade o posicionamento de Waters, o cantor e compositor sempre se opôs contra os muros da ignorância, do separatismo e das consequências destas ações que trazem mais sofrimentos do que proteção, sempre defendeu os diálogos e pontes, ao invés de muralhas.  Em 2009, de acordo com o jornal europeu “A ideia surgiu há três anos, quando Waters se dirigiu a Israel para tocar perante 50 mil pessoas. ‘Já vira, fotografias, já ouvira falar muito dele, mas só quando o vemos é que nos damos conta do opressivo que é, e do triste que é ver todas as pessoas a passar por esses pequenos buracos. É uma loucura’”, dissera o músico.

Ao emprestar sua voz a um documentário de 15 minutos, intitulado “Walled Horizons (“Horizontes Murados”, numa tradução livre), músico fala sobre o muro que Israel começou a construir em 2002, onde discorre sobre a “barreira de segurança”, como é conhecido este muro, construída por Israel em 2003 e segundo o governo israelita, defender o país dos ataques vindos da Cisjordânia. Em 2004, o Tribunal Internacional de Justiça considerou ilegal a “barreira de segurança”, ignorado pelo governo da época até agora.


Família Waters 

Para quem desconhece sobre Waters e o motivo do seu ranço com armas e guerras, divisão de povos e nações, “The Wall” (1979) trata-se de sua própria história de protesto, quando se tornou um órfão no pós-guerra ao perder seu pai ainda bebê, o tenente Eric Fletcher Waters, que lutava contra o fascismo durante a II Guerra Mundial em 18 de fevereiro de 1944 e o seu avô, na Primeira, em 1916.

Roger Waters tem direito de se posicionar por aquilo em que acredita, sobre suas perdas e dos muros criados para a ignorância, o ódio, o obscurantismo, que geram lucros à indústria armamentista enquanto milhares de civis, soldados e nações destruídas, sem chegar a um consenso, a paz!

Enquanto não temos confirmação oficial que esse “monstro sagrado” do Rock mundial virá ao Brasil no final do ano, segundo comentam, será sua despedida do palco em definitivo.
Porém, os sortudos e sortudas, infelizmente, não me encontro entre eles, poderão “assistir à apresentação que acontecerá em Praga, na República Tcheca, que será transmitida ao vivo em salas de cinema da rede UCI no dia 25 de maio, às 20h45 (horário de Brasília) diretamente da O2 Arena na capital do país europeu, segundo o site nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Ribeirão Preto, Juiz de Fora, São Luís, Campo Grande, Manaus, Canoas e São Bernardo do Campovocê já pode adquirir seus ingressos aqui ”.

Roger Waters não é antissemita, mas Antissistema, contra tudo aquilo que oprime e nos transforma em oprimidos!

Vida larga, Sir Waters, os seres que almejam o bem te amam!

Para seguir a agenda oficial de Roger Waters, acesse o site e assine para receber novidades em seu endereço eletrônico:

https://rogerwaters.com


                                                Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

sábado, 15 de abril de 2023

Gente Pobre

Primeiramente nunca li antes um livro de Dostoiévski, conhecia-o como um dos maiores escritores de todos os tempos e por ouvir falar de “Crime e Castigo”.

Ano passado ao deparar com um site de livros dele, me interessei em ler sua primeira obra “Gente Pobre” (1846).




Segundo o prefácio do livro, trata-se de uma literatura característica do século XVIII assim como repercutia o “ensaio fisiológico” francês, mas o autor mantém sua originalidade tipicamente russa, com ênfase a clima gogoliano (Nikolái Gógol,  escritor, romancista e dramaturgo russo do século XIX), e além dele também.

Uma das coisas que me chamou a atenção logo de início são as palavras escritas no diminutivo, vim a descobrir que se trata de algo trivial na cultura russa (alminha, coraçãozinho, paizinho, igualzinho, folhinha, papelzinho, anjinho, cantinho, mãezinha, librinhas, diazinho, moedinhas) entre tantas outras.

Dostoiévski conta a história de Makar, um funcionário público solitário, de baixo escalão que mora num pardieiro, pouco letrado e Varvara, uma jovem costureira, órfã e injustiçada, mora com uma senhora em frente a ele, se correspondem através de cartas e relatam dia a dia as penúrias vividas por eles numa São Petersburgo cheia de contrastes e se torna seu protetor, mesmo com todos os mexericos em volta deles, mas ambos estão dispostos a superar as maledicências e se ajudar mutuamente. A grandeza de afeto, respeito e solidariedade superam a falta de bens materiais.

A princípio achei a escrita prolixa, embora não poderei opinar com propriedade, já que pouco conheço sobre a literatura russa, cultura e sistema deste país, mas a cada carta lida de ambos, suscitava a curiosidade em saber mais e mais destes personagens complexos.


Autoria de Jean-François Millet - Woman Sewing by Lamplight, 1870–72 – óleo sobre tela - 100.6 x 81.9 cm – The Frick Collection, New York, USA.
Fonte: https://www.arteeblog.com
 

Apesar do trabalho de costura e apoio recebido, agrados, livros e incentivos morais, ela se sente constrangida, pois, desconfia que ele passe por privações para ajudá-la de modo a livrá-la das más intenções e dependência de sua parenta ardilosa, após a morte de seus pais. Num desses lampejos, Varvara, o repreende pelo seu sacrifício, enquanto se preocupa com o amanhã:

Ah que vai ser mim, qual será a minha sina! É duro  viver nessa incerteza, sem ter um futuro, sem poder sequer prever o que há de acontecer comigo. Tenho até medo de olhar para trás. Há tanta miséria lá que,  só de lembrar, fico com o coração dilacerado. Hei de me queixar para sempre das pessoas malvadas que destruíram minha vida!

Apesar de todas as injustiças, tramoias e falsidade vividas, parcas condições financeiras e apertos, permanece entre eles, a grandeza de sentimentos, compaixão e otimismo para amenizar o sofrimento e sequelas que os marcarão para sempre. Cada carta entre eles cria uma expectativa e troca de livros, uma reflexão.

Num deles,  Makar, discorre sobre suas virtudes e profissionalismo, cumpridor dos seus deveres e da lei, mas como qualquer pessoa suscetível a defeitos e erros. Mas desconfortável com comparações picuinhas e situações vividas e faz duras observações sobre a leitura:

“Para que escrever sobre o outro que, por exemplo, vez por outra ele passa por necessidades, não toma chá? Como se todo mundo tivesse obrigação de tomar chá! Quem foi que eu ofendi a tal ponto? Não, minha filha, para que ofender os outros quando não estão perturbando! Veja Varvara, vou dar um exemplo, veja o que isso significa: você trabalha, trabalha, com todo o zelo e aplicação — ora! — e o próprio chefe o respeita (seja lá como for, mas o respeita), — mas eis que vem alguém e bem debaixo do seu nariz, sem qualquer motivo aparente, sem mais nem menos, lhe arma uma pasquinada”.

Com o tempo, as agruras se intensificam, devido aos boatos por gastar seus recursos com ela e ter caído em desgraça, no entanto, se sente magoado por sua repreensão, pois, se preocupa mais com os mexericos que podem afetá-los do que toda a ajuda que lhe prestastes em sua doença. A partir daqui,  atiçarei a curiosidade para lê-lo e conhecer o final, pois, não sou favorável a “spoilers”.

Muito mais que um livro, um retrato social em defesa da dignidade das pessoas pobres, à mercê da própria sorte para sobreviver, encontra nas outras iguais apoio, e passam despercebidas por uma sociedade egoísta que os torna invisíveis para ela.

Não tem como em algumas partes não se identificar com as agruras de Varvara, em dado momento estamos fadados a cruzar com pessoas mesquinhas, cruéis e perniciosas, julgam às outras conforme sua própria régua e benesses!

Para adquirir o livro “Gente Pobre”, acesse o link:  https://www.editora34.com.br/detalhe.asp?id=542

O próximo a ler deste autor será: “Humilhados e Ofendidos”, curiosidade despertada ao associar com a canção de Belchior “Onde Jazz Meu Coração”: “Ei, senhor meu rei do tamborim, do ganzá, cante um cantar, forme um repente pra mim. Aqui, nordeste, um país de esquecidos, humilhados, ofendidos e sem direito ao porvir. Aqui, nordeste, sul-América do sono… No reino do abandono, não há lugar pra onde ir”.

Como um intelectual que ele fora, o artista deve ter lido Dostoiévski, certamente.

domingo, 5 de março de 2023

Sinceridade é um “tiro no pé”

Segundo a psicologia, entre a sinceridade e a franqueza há uma linha tênue,  porém, em qualquer relacionamento, creio que a sinceridade deve prevalecer, mesmo que seja dolorida. 



Imagem de StockSnap por Pixabay

Muitos negócios se tornam prejudicados pela ausência dela, porque algumas pessoas preferem permanecer na zona de conforto e viver dentro de uma bolha, alheias às mudanças e medo de perder seu espaço, em vez de unir forças e juntar conhecimento e ideias.

“Se você não tem uma equipe dedicada e capaz represen­tando seu negócio, você não tem um negócio.”  Melanie Milburne (escritora romancista e australiana).

Essa frase num romance clichê que eu li me despertou para essa postagem e reflexão. Entretanto, até esses romances populares nos levam à criatividade.

Na administração moderna em lugar de funcionário, empregado, a partir dos anos 90, as empresas passaram a empregar o termo colaborador, para “reforçar” a ideia de que eles são peças fundamentais para o sucesso delas. Nos anos 40 eram divididos por categoria: empregado, operário e trabalhador. O primeiro prestava serviços ao governo. 

Ou seja, o “colaborador” se sente mais motivado por ser agregado como capital humano, indispensável para a empresa progredir. Porém, é fundamental a sinergia e interação, principalmente o feedback (reforço negativo ou positivo), assim como a transparência na comunicação para não ocorrer ruídos e corrigi-los para atingir a excelência.

Todos comprometidos e alinhados com as estratégias, a missão da empresa que se propõe a ser ética e com responsabilidade social, etc. Muitos chamam por funcionários mesmos, o que considero mais correto. 

Mas de anos para cá, virou cafonice ser ético, sincero, comprometido e responsável, um atestado para o desemprego e persona non grata. A contar pelos exemplos que vemos corriqueiramente, os praticantes da desonestidade intelectual, do sofismo como qualificação profissional, são os mais requisitados.  

É como se, para as empresas, pessoas virassem todas voláteis, como bula de remédio com prazo de validade: “Hoje, atuamos assim, amanhã veremos como fica e, se for preciso desdizemos tudo o que nos comprometemos antes!”. 

“Será possível que me tornei vosso inimigo apenas por vos declarar a verdade?” Gálatas 4.16.

É o caso do engenheiro, considerado um dos mais importantes da plataforma, que perdeu o emprego devido ao feedback dado em reunião quando o CEO questionou o motivo de seu perfil tornar-se menos lido pelos usuários na rede social adquirida e acreditava tratar-se de um bug, ao explicar para seu empregador “que nada anormal acontecera e que o algoritmo mantinha um funcionamento padrão. Para o engenheiro, o que causou a diminuição no engajamento do chefe foi uma queda no interesse pelo empresário e pela aquisição do pássaro azul.

Ainda mais quando um bilionário excêntrico adquire uma rede de interação social, é natural ocorrer uma insegurança de patrocinadores, dos inscritos e afins. Mudanças sempre geram certo desconforto. 

Um dos módulos mais importantes da administração é sobre “gestão de pessoas” e "endomarketing", quando uma empresa demite um funcionário por motivos torpes, na verdade, ela demitiu junto seus clientes.

O custo para treinar um novo (quando, na verdade, um diálogo entre gente bem-resolvida resolveria a questão) é considerável e ainda oferece de bandeja para que o concorrente o contrate; será maior que o estrago causado no ego da chefia.

Um funcionário assim deveria ser respeitado e valorizado por expor a verdade; ele é um agente agregador da empresa, ao monitorar dados e análises para que um líder dos mais visionários decida quais medidas estratégicas e urgentes necessitam para alcançar a excelência nos resultados de forma eficaz, muito além de ser apenas eficiente no que faz.

É o perfil de "colaborador" nos cursos de 
Administração, Marketing em seus estudos científicos estimulam a requisitar para suas empresas.



Não aqueles pagos apenas para cumprir ordens, fazer o trivial, permanecer engessados e apáticos quanto à administração arcaica e autocrática, porque não estão verdadeiramente interessados em resultados eficazes, mas apenas em receber o pagamento no fim do mês.

Talvez os egocêntricos, displicentes preferem um profissional como o conto de Andersen (A roupa Nova do Imperador), onde dois espertalhões, sabendo da vaidade e ego inflado do rei, o ludibriram sobre a fabricação de uma roupa invisível que somente inteligentes conseguiriam ver, seus asseclas para não passar por tolos, fingiam enxergá-la, mas a criança espontânea ao vê-lo nu desfaz a farsa, expondo a verdade.

Porém, o rei, para não ser considerado um parvo que caiu num conto do vigário, fingiu não entender!

Em Gálatas, 4.17, está a resposta: “Aqueles que se mostram fazendo tanto esforço para vos agradar não agem com boas intenções, mas seu real propósito é vos isolar a fim de que sejais constrangidos a demonstrar vosso cuidado para com eles”. 

"Como gerente você é pago para estar desconfortável. Se você está confortável, é um sinal seguro de que você está fazendo as coisas erradas."  Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna.