domingo, 25 de novembro de 2012

CANCELADOS SHOWS DO MDA ONDE ALMIR SATER SE APRESENTA NO DOM 25

Foto Namour Photos - Campo Grande MS
 Os shows que estavam previstos para acontecer no domingo, 25 Novembro, onde o músico Almir Sater, faria o encerramento do evento, à noite, foram cancelados pelo MDA, devido ao triste desabamento de uma estrutura metálica,  hoje, sábado (24).
E, segundo eles, conforme NOTA OFICIAL abaixo, postando no site e twitter oficial, o momento é de solidarizar com as vítimas, e antecipando o fechamento do evento nesta noite.
Abaixo, na íntegra comunicado do MDA para a imprensa e sociedade:

 
















NOTA OFICIAL
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) lamenta o acidente ocorrido na tarde deste sábado (24) na Feira Nacional da Agricultura Familiar, provocado pela queda de uma estrutura metálica, que resultou em três feridos e uma vítima fatal.
O MDA se solidariza com as famílias das vítimas e vem por meio desta dar conhecimento das providências adotadas.
As vítimas foram atendidas no local e, prontamente, encaminhadas ao Hospital Souza Aguiar.
Os visitantes e expositores foram orientados a deixar o local por medida de precaução. Neste momento a prioridade é prestar atendimento às vítimas e aos familiares.
Além disso, o registro policial foi feito e aguardamos as perícias para identificar as causas do acidente. A programação da Feira está suspensa e aguarda o laudo da Defesa Civil, que está no local verificando as condições das instalações.
O MDA aguarda e confia na apuração das causas do acidente. Outras informações sobre o procedimento serão divulgadas, em breve.
 
NOTA OFICIAL SOBRE O ENCERRAMENTO DA FEIRA
Por motivo de precaução, a Feira Nacional da Agricultura Familiar – Brasil Rural Contemporâneo –, que abriu na última quarta-feira (21), na Marina da Glória, Rio de Janeiro (RJ) teve o encerramento antecipado.
O evento terminaria neste domingo (25), mas não irá mais ocorrer. A decisão foi tomada em respeito às vítimas e os seus familiares. A medida, em comum acordo entre a Defesa Civil e Coordenação da feira, também levou em consideração a falta de tempo hábil para verificar com cautela todas as estruturas do local e garantir a segurança dos expositores e visitantes.
As pessoas que possuem os ingressos magnéticos para a Feira ou para o show podem procurar a bilheteria neste domingo das 10h às 22h, apresentar o cartão e solicitar o ressarcimento.
O dinheiro será devolvido na hora. O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) reforça que lamenta o acidente e permanece à disposição das vítimas e suas famílias.
 
EM NOTA À IMPRENSA, PRESIDENTA LAMENTA ACIDENTE NA FEIRA NACIONAL DA AGRICULTURA FAMILIAR
A Presidenta da República, Dilma Rousseff, recebeu com tristeza a notícia do acidente ocorrido neste sábado na Feira Nacional da Agricultura Familiar, no Rio, que provocou a morte de Adriana Ribeiro de Jesus Porto e ferimentos em mais três pessoas. Dilma Rousseff se solidariza com a família de Adriana e deseja aos demais acidentados o mais pronto restabelecimento.
A Presidenta foi informada pelo Ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, das providências que estão sendo tomadas para dar apoio às vítimas e a suas famílias. Ela determinou que seja feita rigorosa apuração das causas do acidente. Secretaria de Comunicação da Presidência da República
fonte: http://www.mda.gov.br/feira

Afinal, O que é ser honesto?


Hoje, ser verdadeiro custa um preço muito alto, que às vezes, por mais dispostos que a pagar, algumas experiências nos ensinam a recuar, a menos que sejamos autossustentáveis, quando vier à retaliação, a sabotagem, o fechamento de portas.
Quantas vezes, ao expressar nossos sentimentos, mediante uma conduta injusta,  e ao questioná-la, ficamos sem amizade, sem o emprego e sem futuros serviços. “As relações", “para se dar bem” pessoais e profissionais, baseia-se no” faz de conta”, ser dissimulado nas ações, fingir que o certo é errado e o errado é o certo, não "palpitar" tanto, abaixar a cabeça sempre, e fazer vista grossa para as injustiças e a falta de comprometimento. Um dos assuntos que  chamam atenção, frases feitas, como estas, aos montes:- "Você espera honestidade de todos? Então comece ser honesto com você mesmo”..
Ou seja, os outros, porque nós somos os “santos, cumpridores de obrigações, vivemos na retidão e jamais causamos danos, decepções e prejuízos aos outros, ou descartamos quando mais precisam de nós, de um apoio, de um voto de confiança, de uma oportunidade”... etc e tal.

O que é ser honesto, afinal?
Ser honesto pra mim, não está intrinsecamente  ligado (somente) com a roubalheira, a dinheirama e negócios escusos,  a política, como a frase sobre corrupção insinua, e sim com as simples atitudes, do dia a dia, conduta e ações, que fazemos longe... dos outros, pelos e para os outros.
Vamos ao conceito de Honestidade:
Segundo o Google "Honestidade, é uma qualidade de ser verdadeiro; não mentir, não fraudar, não enganar. A honestidade é a honra, uma qualidade da pessoa, ou de uma instituição, significa falar a verdade, não omitir, não dissimular. O indivíduo que é honesto repudia a malandragem,  a esperteza de querer levar vantagem em tudo". Isso me faz pensar, -...
Ser honesto é complexo, talvez... Geralmente cobramos dos outros e achamos que nós somos. "Quanta hipocrisia". -honestidade (pra mim) não é tomar partido, visando favorecimento próprio ou porque é conveniente, a situação no momento, ou para que lado à corda seja mais forte. Mas a máxima de Jesus, o Cristo: “O que não desejo e não serve pra mim, não desejo e nem deve servir para o meu semelhante" e  manter a postura  ou conduta justa e reta, mesmo na adversidade.

Ser honesto, na minha visão é dar uma palavra, e honrá-la até o fim e às vezes, é ficar no prejuízo, também, mas cumprir com o trato do mesmo jeito. Se assumir um compromisso, honre.

Final de semana, eu assisti um filmaço, "medo da verdade", onde a honestidade, ética e moralismo dos personagens, são colocados em xeque. Vibrei com a atitude do detetive, de não se deixar levar pela ética circunstancial, e sua recusa, significaria muitas perdas para ele, (relacionamento e dinheiro), mas não abriu mão dos seus princípios e valores, nem sobre pressão emocional, mas fez cumprir o compromisso assumido e o que na concepção dele, entendia como "fazer a coisa certa".

Ser honesto, não é levar vantagem sobre o outro e principalmente, quando este está vulnerável e fragilizado.
Ser honesto, não é lucrar em cima de uma situação miserável, como por exemplo, uma pessoa que está em dificuldades financeiras, e oferecermos por seu bem, uma quantia irrisória, tipo "é pegar ou largar".
Ser honesto, para mim, é não "passar a perna no outro" - é não  bajular (somente) por interesse e quando convém apenas.

Ser honesto, é ser justo na medida certa, independente para que lado à balança vá pender, não se deve considerar justo, o que se faz em cima (tomada de decisão) de uma injustiça, sem ouvir os lados de uma mesma moeda.
Ser honesto nas palavras e transparente nas ações, muitas vezes o risco é o hospício e a prisão, quando dissemos o que pensamos, sobre determinadas situações, e assumir o risco de sermos retaliados, negligenciados, taxados de "sensíveis" - (prefiro ser odiado pelo que sou do que amado pelo que não sou).

"Todos nós precisamos saber o que significa ser honesto”. Honestidade é muito mais do que não mentir. É falar a verdade, contar a verdade, viver a verdade e amar a verdade.por James E. Faust.
Eu acrescentaria: Mesmo que essa verdade venha depor contra nós.

Brasileiros são um bando de maria-vai-com-as-outras


A explicação para o excesso de reclamação e para a falta de reação já virou estudo aqui no Brasil. O resultado não apresentou nenhuma novidade: O brasileiro não tem o hábito de protestar no cotidiano. A corrupção dos políticos, o aumento de impostos, o descaso nos hospitais, as filas imensas nos bancos e a violência diária só levam a população às ruas em circunstâncias excepcionais. Por que isso acontece? A resposta a tanta passividade pode estar em um estudo de Fábio Iglesias, doutor em Psicologia e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, o brasileiro é protagonista do fenômeno “ignorância pluralística”, termo cunhado pela primeira vez em 1924 pelo americano Floyd Alport, pioneiro da psicologia social moderna.

“Esse comportamento ocorre quando um cidadão age de acordo com aquilo que os outros pensam, e não por aquilo que ele acha correto fazer. Essas pessoas pensam assim: se o outro não faz, por que eu vou fazer?”, diz Iglesias. O problema é que, se ninguém diz nada e conseqüentemente nada é feito, o desejo coletivo é sufocado. O brasileiro, de acordo com Iglesias, tem necessidade de pertencer a um grupo. “Ele não fala sobre si mesmo sem falar do grupo a que pertence.”
Iglesias começou sua pesquisa com filas de espera. Ele observou as reações das pessoas em bancos, cinemas e restaurantes. Quando alguém fura a fila, a maioria finge que não vê. O comportamento-padrão é cordial e pacífico. Durante dois meses, ele analisou o pico do almoço num restaurante coletivo de Brasília. Houve 57 “furadas de fila”. “Entravam como quem não quer nada, falando ao celular ou cumprimentando alguém. A reação das pessoas era olhar para o teto, fugir do olhar dos outros”, afirma. O aeroviário carioca Sandro Leal, de 29 anos, admite que não reage quando vê alguém furar a fila no banco. “Fico esperando que alguém faça alguma coisa. Ninguém quer bancar o chato”, diz.

Iglesias dá outro exemplo comum de ignorância pluralística: “Quando, na sala de aula, o professor pergunta se todos entenderam, é raro alguém levantar a mão dizendo que está com dúvidas”, afirma. Ninguém quer se destacar, ocorrendo o que se chama “difusão da responsabilidade”, o que leva à inércia.

O antropólogo Roberto DaMatta diz que não se pode dissociar o comportamento omisso dos brasileiros da prática do “jeitinho”. Para ele, o fato de o povo não lutar por seus direitos, em maior ou menor grau, também pode ser explicado pelas pequenas infrações que a maioria comete no dia-a-dia. “Molhar a mão” do guarda para fugir da multa, estacionar nas vagas para deficientes ou driblar o engarrafamento ao usar o acostamento das estradas são práticas comuns e fazem o brasileiro achar que não tem moral para reclamar do político corrupto. “Existe um elo entre todos esses comportamentos. Uma sociedade de rabo preso não pode ser uma sociedade de protesto”, diz o antropólogo.

Apesar das explicações diversas sobre o comportamento passivo dos brasileiros, os estudiosos concordam num ponto: nas filas de espera, nos direitos do consumidor ou na fiscalização da democracia, é preciso agir individualmente e de acordo com a própria consciência. “Isso evita a chamada espiral do silêncio”, diz o pesquisador Iglesias. O primeiro passo para a mudança é abrir a boca.

Fonte Blog Ahduvido.com.br
Artigo  Os 12 defeitos insuportáveis dos Brasileiros.