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| Imagem: Reinaldo Canato/ UOL |
Foi um momento mágico: um local bem organizado, pessoas muito civilizadas e aquele show de “responsa”, lotadíssimo. Até o universo conspirou a nosso favor. Não choveu no local durante a tarde e tampouco durante o show. E olha que, quando cheguei no sábado, estava chovendo muito.
Robert Plant, acompanhado pela vocalista Suzi Dian e uma banda de primeira qualidade, transbordou de emoção ao cantar seus novos sucessos, sempre se reinventando, além de clássicos do Led Zeppelin. Fechou o show com chave de ouro ao cantar “Rock and Roll”.
Fomos à loucura! Quando ele dava aqueles rugidos dele, parecia que estávamos de volta ao Led Zeppelin dos velhos tempos.
Essa energia incansável não é por acaso. Recentemente, o músico foi homenageado com o ilustre prêmio “Record Store Legend”, concedido pelo Record Store Day. A distinção reconhece o impacto eterno do artista na história da música e seu apoio contínuo às lojas de discos independentes ao redor do mundo, mostrando que sua conexão com a arte física e com os fãs continua mais viva do que nunca.
O rock tem dessas coisas: a gente nunca envelhece. A galera — como ele gosta de se referir aos fãs — estava lá presente, representada por todas as gerações.
Sou testemunha viva de que a música salva, que ela transborda na emoção e abre caminhos dentro do nosso consciente. Não é à toa que o músico e monge beneditino Guido d’Arezzo, segundo relatos, criou as frequências de Solfeggio — 396 Hz, 417 Hz, 528 Hz, 639 Hz, 741 Hz e 852 Hz —, que compõem a antiga escala de 6 tons amplamente utilizada pela Igreja, no Canto Gregoriano e no Hino de São João Batista. E o gênio Nikola Tesla afirmava que nesses números — 3, 6 e 9 — “estaria a chave do universo”.
Por isso, mesmo quando tentam fazer piada ou falar mal dele para mim, ajo com insolência e saio em defesa do músico. Aconteceu um fato assim em março de 2019, no final de um show. A pessoa também era fã da banda, mas o engraçadinho veio lá de cima do palco me provocar, perguntando se eu ainda amava "o tal do cabeludo do Led Zeppelin" (vou omitir o resto). Respondi com tudo: "Sim, para sempre! Pouco me importa o que dizem. Para mim, ele é eterno!"
Voltando ao presente, este foi um dos melhores shows que pude assistir este ano. Pude rever amigos, cercada de familiares, em um fim de semana inesquecível.
Desejo vida longa ao “Deus Dourado” do rock, que continua sua jornada cheia de sucesso. Não sei se ele retornará ao país, mas o que importa é que, mais uma vez, estive lá para presenciar tudo de perto.
Há coisas que são impagáveis na vida, a música é uma delas — e o Robert Plant também!
Gratidão por sua existência, por sua voz e por suas canções, que fazem desta sociedade cheia de ruídos um lugar com um pouco mais de sonhos, esperança e quietude.
Robert Plant, acompanhado pela vocalista Suzi Dian e uma banda de primeira qualidade, transbordou de emoção ao cantar seus novos sucessos, sempre se reinventando, além de clássicos do Led Zeppelin. Fechou o show com chave de ouro ao cantar “Rock and Roll”.
Fomos à loucura! Quando ele dava aqueles rugidos dele, parecia que estávamos de volta ao Led Zeppelin dos velhos tempos.
Essa energia incansável não é por acaso. Recentemente, o músico foi homenageado com o ilustre prêmio “Record Store Legend”, concedido pelo Record Store Day. A distinção reconhece o impacto eterno do artista na história da música e seu apoio contínuo às lojas de discos independentes ao redor do mundo, mostrando que sua conexão com a arte física e com os fãs continua mais viva do que nunca.
O rock tem dessas coisas: a gente nunca envelhece. A galera — como ele gosta de se referir aos fãs — estava lá presente, representada por todas as gerações.
Sou testemunha viva de que a música salva, que ela transborda na emoção e abre caminhos dentro do nosso consciente. Não é à toa que o músico e monge beneditino Guido d’Arezzo, segundo relatos, criou as frequências de Solfeggio — 396 Hz, 417 Hz, 528 Hz, 639 Hz, 741 Hz e 852 Hz —, que compõem a antiga escala de 6 tons amplamente utilizada pela Igreja, no Canto Gregoriano e no Hino de São João Batista. E o gênio Nikola Tesla afirmava que nesses números — 3, 6 e 9 — “estaria a chave do universo”.
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Robert Plant: A lenda viva está de volta
O Led Zeppelin, na voz do monstro sagrado Robert Plant, já me salvou algumas vezes. Em 2015, quando eu estava em luto há alguns meses pela perda da minha mãe, o acúmulo de situações emocionais acabou disparando o gatilho da ansiedade. Ele estava lá, com sua voz e seus rugidos, para me salvar.Por isso, mesmo quando tentam fazer piada ou falar mal dele para mim, ajo com insolência e saio em defesa do músico. Aconteceu um fato assim em março de 2019, no final de um show. A pessoa também era fã da banda, mas o engraçadinho veio lá de cima do palco me provocar, perguntando se eu ainda amava "o tal do cabeludo do Led Zeppelin" (vou omitir o resto). Respondi com tudo: "Sim, para sempre! Pouco me importa o que dizem. Para mim, ele é eterno!"
Voltando ao presente, este foi um dos melhores shows que pude assistir este ano. Pude rever amigos, cercada de familiares, em um fim de semana inesquecível.
Desejo vida longa ao “Deus Dourado” do rock, que continua sua jornada cheia de sucesso. Não sei se ele retornará ao país, mas o que importa é que, mais uma vez, estive lá para presenciar tudo de perto.
Há coisas que são impagáveis na vida, a música é uma delas — e o Robert Plant também!
Gratidão por sua existência, por sua voz e por suas canções, que fazem desta sociedade cheia de ruídos um lugar com um pouco mais de sonhos, esperança e quietude.

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