sábado, 16 de agosto de 2014

Família sem internet envia carta ao Google e ganha resposta inusitada


Família sem internet envia carta ao Google e ganha resposta inusitada Reprodução/Twitter

Eles estavam com dificuldades para comprovar a existência de um animal
15/08/2014 | 14h17

Foto: Reprodução / Twitter
Ficar sem internet nas férias pode ser bem difícil para algumas pessoas, não é mesmo? Mas saiba que o Google também está com uma equipe (beta) off-line. Sim, aconteceu na Alemanha.

Michael Wiethe e seu filho Timm ficaram sem conexão durante as férias e se viram em um beco sem saída ao tentar descobrir informações sobre uma espécie de esquilo. Foi aí que eles resolveram mandar uma carta para o Google. Isso mesmo, uma carta de PAPEL.
carta

Reprodução
A mensagem diz mais ou menos o seguinte:
"Querido Google,
Como estamos sem internet atualmente, pedimos que você responda a uma consulta, do seu jeito rápido e gratuito de sempre. Precisamos de informações e imagens para:
"Deichhörnchen (esquilo-vermelho)" 

Parece uma grande jogada de marketing da empresa (e pode até ser mesmo), mas Michael Wiethe garante que a mensagem foi espontânea. Paramédico de um acampamento de verão em Otter, na Alemanha, ele contou ao jornal Stern que o filho ouvia muitas histórias sobre o tal esquilo, mas nunca conseguiu confirmar sua existência. Wiethe afirma, contudo, que não esperava receber uma resposta.





googleMas ela veio. E de forma muito espirituosa. Poucos dias depois, eles receberam uma correspondência que dizia assim:
"Olá Timm, olá Michael!
Você quis dizer "Eichhörnchen"?
Resultados para Deichhörnchen
Wikipédia: (como não existe esse animal, o autor da carta inventou um "primo distante" para o animal) Raro parente do Eichhörnchen (esquilo-vermelho) extinto devido à falta de árvores nos diques ("Deich" significa "dique")
Anúncio: Use o Google para todas as suas buscas — de preferência, online!
Aproveite o acampamento de verão!
Equipe offline do Google (beta)"
Reprodução
Fonte: zh.clicrbs

15.000 pessoas prestigiam Almir Sater em Olímpia, SP .

  15.000 pessoas marcaram presença em show do Almir Sater em Festival no Interior de SP.
                                                                   
Foi assim que ouvi dizer no jornal local, cerca de quinze mil pessoas presentes no show de Almir Sater, nesta sexta-feira, 15, em Olímpia, SP, durante 50º Festival do Folclore. 
O  Show este que começou quase 0h00, mas que não foi empecilho para afugentar o público nem mesmo o virtual, da tão esperada apresentação do artista. 

— Não entendeu? — eu explico, sim, os internautas, os fãs e admiradores do Almir Sater ♬♬(◦'⌣'◦)♬♬ também tiveram a oportunidade de assistir "ao Vivo" e em tempo real, o showzaço do músico, através do Canal www.tvolimpia.com

 —O que eu vi? — Vi um show de um Almir Sater descontraído e puramente artístico.  E até "surpresa" de que não deixou a tal famigerada Chalana para o quase final... atendeu logo no início o pedido de fã.








O artista interpretou seus sucessos e os mais conhecidos e das trilhas de novelas: Tocando em Frente, Peão, Cabecinha no Ombro e Chalana, naturalmente. Cantou, tocou e encantou com Kikiô, Doma, o desafio de Toque de Viola. Uma banda como sempre, competente e redondinha acompanhava o músico, enaltecendo ainda mais o show e as canções. 
E, por fim, tudo que é bom tem prazo de validade para terminar, deixou em mim, um gosto de quero mais e se "coçando" de vontade  para ir aos próximos shows. 
Almir Sater é assim, um show feito de simplicidade, sons de violas, violões, baixo e acordeon que se completam, sem parafernálias, mas que juntos "crescem" e dão um toque especial em cada apresentação. Talvez o segredo deste artista seja este, a originalidade. 

As imagens registradas
da Fefol 50 Anos Show Almir Sater são do Diário de Olímpia.com — Fotos de Cristiane Gracindo, para o Blog do Concon, " Cultura e Lazer" Coluna do Jornalista
Leonardo Concon 




 











 

Amor sem tradução: palavras de carinho que só existem em uma língua

Um blog americano reuniu dez palavras do universo do amor e de relacionamentos que não podem ser traduzidas para nenhuma outra língua além da original.

MAMIHLAPINATAPEI (Yagan, dialeto indígena da Terra do Fogo, na Patagônia): olhar sem palavras, com significado da cumplicidade entre duas pessoas, que desejam começar alguma coisa, mas estão relutantes.

YUANFENYUANFEN (Chinês): um relacionamento pela sorte ou destino. É um conceito complexo, inspirado nos princípios antigos da cultura chinesa, que dita as relações, encontros e afinidades, principalmente entre amantes e amigos.

RETROUVAILLES (Francês): a felicidade do reencontro depois de muito tempo.

LLUNGA (Bantu, dialeto africano – o mesmo de onde tem origem cafuné): uma pessoa que está disposta a perdoar um abuso pela primeira vez, tolerá-lo pela segunda, mas nunca uma terceira.

LA DOULER EXQUISE (Francês): a dor de partir o coração que é desejar alguém e não poder ter.

KOI NO YOKAN (Japonês): quando se sente, logo no primeiro encontro com uma pessoa, que vocês vão se apaixonar.

YA’ABURNEE (Árabe): “você vai me enterrar”. Quem faz essa declaração quer dizer que vai morrer antes do(a) amado(a) porque seria impossível viver sem ele(a).

FORELSKET (Norueguês): A euforia que se sente quando se apaixona pela primeira vez.

Fonte: Revista Marie Clare. Por Mayra Stachu.