Loira do bem ∞ : 11/09/12

sexta-feira, novembro 09, 2012

"SER GENTIL VALE A PENA"

Foto: Pitaco by Loira do Bem via by Tenório Lucena
'SER GENTIL VALE A PENA 
“Conta-se uma história que um empregado de um frigorífico da Noruega, certo dia, ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, já que todos já haviam voltado para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Ele estava há quase cinco horas preso, debilitado, com a temperatura insuportável.De repente, a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia por que ele foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho…
Ele explicou:
- Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter lhe acontecido algo. “Por isto, o procurei e o encontrei…”
Ponto de Reflexão:
Isso me faz pensar.. Isso me faz pensar como Led Zeppelin diria.
Que um gesto de simplicidade pode fazer a diferença em nossas vidas. Nunca sabemos a que hora vamos precisar um dos outros.
Paz  e Bem .Pitaco by Loira do Bem via by Tenório Lucena
'SER GENTIL VALE A PENA "
“Conta-se uma história que um empregado de um frigorífico da Noruega, certo dia, ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. 
Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, já que todos já haviam voltado para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Ele estava há quase cinco horas preso, debilitado, com a temperatura insuportável.De repente, a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia por que ele foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho…
Ele explicou:
- Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter lhe acontecido algo. “Por isto, o procurei e o encontrei…”
Ponto de Reflexão:Isso me faz pensar.. Isso me faz pensar como Led Zeppelin diria.

Que um gesto de simplicidade pode fazer a diferença em nossas vidas. Afinal, nunca sabemos a que hora vamos precisar um dos outros e de quem seria os outros.

Ei você, não me diga que não há mais nenhuma esperança.
Juntos nós resistimos, separados nós caímos .by
Pink Floyd.

Paz e Bem .

Diferente num mercado de iguais?


Pitaco by Loira do Bem -
- Incrível como este artigo vem de encontro, com o que eu penso a respeito da falta de mão-de-obra qualificada no país, eu havia visto na TV, durante a semana a respeito, e eu debati sobre o mesmo ponto de vista do artigo abaixo, e eu concordo com ele, e acrescentaria mais, falta empatia, assertividade e comprometimento também.

 Eu sou da seguinte opinião, que, mesmo que tenhamos estudo, preparo, e teoria, a parte prática, sempre teremos que aprender, adaptar e serem treinados. E esta, qualquer um de nós, podemos assimilar, aprender, se tivermos habilidade natural para tal, iremos, claro, desenvolver nossas potencialidades, mas, como somos dotados da inteligência natural, com certeza, uns com mais tempos ou outros menor, irão aprender o ofício e funções no seu trabalho.

O que falta, não é pessoas qualificadas, porque, a maioria das empresas e entidades de cursos específicos,  estimulam pessoas e  colaboradores a estudar, a qualificar, a se aprimorar, para estarem mais preparados para a competitividade no mercado ou até mesmo, para galgarem cargos mais relevantes.

O que falta, mesmo, é o comprometimento, não enxergar (apenas)  o trabalho como um meio de ganhar dinheiro ou pagar suas contas no fim do mês. Mas, encará-lo como um projeto de vida e que envolve várias partes.  Estar por inteiro nele, faça sol, faça chuva.

A partir, desenvolver as capacidades assertivas e cognitivas,  mecanismos necessários e entender que todos estão interligados, que fazem parte integral do processo, da qual resultará no êxito e resultado final. sem se sentir mais ou menos.

No Piso de um fábrica, por exemplo, desde a colaboradora que exerce ( considerado por alguns ou muitos como trabalho irrelevante) que seria varrer o chão, manter a ordem de higiene e limpeza, fazer o café, o estoquista, porteiro, motorista, enfim, todos são partes da engrenagem que faz acontecer.

No mundo do trabalho, não cabe mais os sentimentos individuais, como o egoísmo, altivez, soberba, marasmo e apatia, e sim, o de espirito de equipe, como diriam os tres mosqueteiros "todos por um e um por todos",

 De nada adianta ser um Regente, O maestro na frente de uma orquestra, se não tivermos sensibilidade e assertividade, para compreender o ritmo e limite de cada um dos seus componentes, e todos afinados para o mesmo fim.

e que um ou outro, ao se sentir motivado por tocar ou fazer parte daquela  orquestra, se esforça para dar o seu melhor, com acordes e inovadores, para somar e agregar ainda mais ao sucesso do espetáculo, sem que aja afetação.

E isso não diminui o brilho, capacidade de ninguém, quando estamos abertos as novas possilibidade e ideias.
Em equipe, não se subtrai, se soma e se multiplica. O que dizemos em administração, com relação aos sistemas, e sua retroalimentação, 2+2=6 (quando juntamos as forças), ocorre a sinergia, e ao contrário, quando a dividimos ou subtraimos, ocorre a entropia 2+2=0.

Por isso, temos que ficar atentos ao "feedbacks", com reforço positivo ou negativo, e não sermos resistentes para  quebra de paradigmas, que geram insegurança, que nos faz olhar as pessoas como concorrentes e riscos.

Se um líder, gerente, diretor e empreendedor, não conhece o mecanismo da sua organização, e não ouvem os "feedbacks" dos seus e de como ela funciona, desde a menor e significativa função de trabalho, como poderá traçar metas, objetivos ou detectar estratégias quando, o mercado, que age e reage sempre de forma dinâmica e fugaz,  alterar o curso das coisas?.

Outra coisa, que deve ser abolida, a "sabotagem"- se uma pessoa se destaca na corporação, logo o outro tenta minar seu progresso e crescimento, a ignorância é tamanha, que não consegue enxergar o óbvio, que, se todos (realmente)  estão comprometidos em atingir as metas, o sucesso e a eficácia dos projetos, não há melhor ou pior, só assim o faz, quem não tem certeza de suas habilidades e potencialidades. No mundo do "todos juntos e juntos todos", não cabe esse sentimento mesquinho, pois devem ser compartilhados.
Como diria São João quando perguntado o por que ele sendo considerado maior que Jesus, no início, se recua diante dele e o apresenta como o maior":
"É necessário que eu diminua para que Ele cresça" - ou seja, cada um de nós, é bom em determinado propósito, não quer dizer que somos menos valorizados.

No mundo corporativo oriental, as coisas funcionam assim, lembro-me de um engenheiro de segurança, oriundo de família japonesa, que, iria ser treinado, para assumir o gerenciamento de uma grande industria de seus familiares.. e, foi justamente, no piso, chão de fábrica, que ele teve que começar.  Ou seja, na concepção deles,  entender o mecanismo de baixo pra cima, para depois, se considerar apto para exercer um cargo de chefia ou líder. O que seria humilhante para nossa cultura, é fator primordial para eles.

O que falta mesmo é respeito e valor no e pelos outros. Noto isso nitidamente, nas aulas que ministro, no projeto voluntario, que atuo, no curso de "desenvolvimento interpessoal e assertividade".  Eu sempre instigo as pessoas, a fazerem o que amam, para depois, não se sentir na obrigatoriedade de continuar a fazê-lo, e como diria o ditado portugues, "fazer tudo nas coxas", ou seja de qualquer modo, só porque está na moda,  rende dividendos.

Quanto custa nossa qualidade de vida? nossos sonhos?  ... nossa liberdade pessoal e emocional? ... só quando vemos a vida escoar pelos ralos, é que veremos, o quanto perdemos tempo, com o que não nos faz feliz.

Ser livre para mim, é fazer o que gosta, quantas pessoas, se frustram, são oprimidas, adoecem, por estar num trabalho que não gostam, não se sentem parte do processo, mas, porque lhe trazem uma vida confortável e com equilíbrio?

Pergunto - que equilíbrio? que conforto será este, que junto traz a angústia, a depressão, a doença emocional, que nos roubam os melhores anos da nossa vida, engulindo sapos, talvez,
Como diria Dalai Lama - "Perdemos toda a saude para enriquecer, depois gastamos todo o dinheiro para tentar recuperar a saude."

O conceito felicidade não está correlacionado diretamente com status, riqueza, dinheiro e poder. não mesmo. Se fosse assim tantas celebridades, beldades e afins, não viveriam entorpecidos, de remédios, drogas e afins.

Felicidade pra mim, tem outro nome - "Liberdade" - a livre escolha  de ser o que somos, quem somos, do  jeito que somos, sem se importar com que os outros pensam e almejam de nós. Se o sucesso, o dinheiro, a riqueza vir junto com isso, será uma consequencia natural, por exercemos o que amamos, mas não fazer disto, o alvo principal .

Perguntem para seus filhos, quando adultos- o que marcaram mais sua infância ou adolescência? - Eles dirão - dos momentos mais singelos que existiram, mas nem lembrarão dos eletrônicos dados a eles, porque fez parte de um momento fugaz, modismo e sem valor emocional.
Mas, jamais se esquecerão, do abraço caloroso, do sorriso na cara, quando voltaste do trabalho, do seu colo nos momentos aflitos,  das noites em claros, quando passastes com eles, da preocupação com a febre que não baixava, da proteção e segurança que os fazia caminhar, no dia a dia. da palavra "eu te amo", "conte comigo", "estou do seu lado", "não temas".
Quase todos nós, a medida que amadurecemos, diremos: - ali podia faltar muita coisa, mas não faltava amor, valores e calor.
E hoje, eu diria, a mesma coisa, no trabalho, sobra qualificações, mas falta, amor, valores e lealdade. criar laços e verdadeiros. o resto vem com o tempo e o interesse em fazer acontecer.

Quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Vejo muita gente falar que existe, no Brasil, uma escassez de mão-de-obra qualificada, daí todos partem para a busca incessante dos tais diferenciados profissionalmente. O pior é que os empregadores acabam esbarrando, novamente, nas limitações de sempre: pessoas sem pró- atividade, sem conhecimentos gerais, com escrita ruim e com a famosa síndrome do comodismo. Perceba que os últimos quatro tópicos que mencionei não estão sob a regência do governo e muito menos do meio no qual você habita, mas sob sua regência.

O sucesso profissional de um indivíduo, obviamente, circula entre aspectos de ordem cultural, política e pública, mas grande parte da responsabilidade por esse sucesso cabe, unicamente, a você e a suas atitudes.  Portanto vencerá aquele que usar com mais intensidade seus próprios recursos. Quem nunca ouviu histórias de pessoas que tinham quase nada e, hoje, usufruem de ótimos frutos? Você já percebeu que existem pessoas com salários menores, mas, contraditoriamente, com patrimônio maior que o seu? Seria sorte? Talvez essas pessoas empreguem os recursos de que dispõem com maior ênfase em seus objetivos.

Pessoas reclamam sobre as dificuldades de se destacar profissionalmente, num mercado altamente competitivo. Não posso negar que a disputa é acirrada, mas também observo que a maioria não obtém destaque porque é composta de pessoas situadas na média, ou seja, indivíduos que não inovam, não criam, nem tampouco procuram se aprimorar naquilo que realizam. Ao contrário, vão aumentando sua carga horária e até, por vezes, matando sua vida social e familiar em busca de mais respaldo financeiro.

Não percebem que fazem “mais do mesmo”. E isso não tem valor substancial de mercado. Preferem ganhar mais, a valer mais!

Quero salientar que o grande diferencial, nos dias de hoje, não está somente nos títulos e formação que o indivíduo possui, mas em suas atitudes perante normas organizacionais, relacionamento com seus pares, superiores e subordinados, ética, assiduidade, responsabilidade e disponibilidade.

Falta, o que chamo de “práticas do primeiro amor no trabalho”. Essas práticas permitem que o mesmo empenho e dedicação daqueles primeiros três meses (período de experiência) perdurem. Nesse início, tudo era visto com bons olhos. Você sabia que valia a pena o esforço, independentemente de ser ou não reconhecido pela chefia, porque o importante era estar alocado no mercado de trabalho.

Sei que muitas empresas não contribuem para que perdurem as práticas do primeiro amor, mas manter essa chama, essa vontade primeira de evoluir e contribuir, está sob o seu controle. Quando você permite que sua chama se apague, você se torna igual num mercado de iguais!

by Prof. Edison Andrades - sócio da Reciclare Consultoria & Treinamento. Site: www.reciclareconsultoria.com.br. E-mail: edison@reciclareconsultoria.com.br