quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Pitaco de Loira: Filosofia como estilo de vida

Quem já não proferiu a célebre frase de Sócrates:
"Só sei que nada sei", até os parceiros Almir Sater e Renato Teixeira, a usaram sabiamente em sua canção imortal "Tocando em Frente". Filosofia, para mim, é um estilo de vida, uma forma de pensar, raciocionar, indagar e questionar o saber.

Pena que para o sistema nunca é interessante que indivíduos comecem a usar esses métodos - claro, seríamos livres e jamais escravos de uma sociedade que nos empurra as coisas goela abaixo, que quando estamos digerindo uma ideia logo surge outro protótipo para adotarmos. E aí que o papel da filosofia, seus grandes pensadores e filósofos fazem a diferença, um povo que lê, busca conhecimento será como um cervo, jamais um servo. Livre.

É importante falar sobre a filosofia, e deixar que isto fique no consciente coletivo e assim possamos manter vivos e atuais ensinamentos que existem 400ac como Sócrates. A filosofia segundo fontes,surgiu nos séculos VII-VI a.C. nas cidades gregas situadas na Ásia Menor.
A palavra "filosofia" (do grego) resulta da união de outras duas palavras: "philia"), que significa "amizade", "amor fraterno" (não no sentido erótico) e respeito entre os iguais e "sophia" ,(que significa "sabedoria", "conhecimento". De "sophia" decorre a palavra "sophos" que significa "sábio", "instruído".

Filosofia, modernamente é uma disciplina, ou uma área de estudos, que envolve a investigação, análise, discussão, formação e reflexão de ideias (ou visões de mundo) em uma situação geral, abstrato ou fundamental. Originou-se da inquietação gerada pela curiosidade humana em compreender e questionar os valores e as interpretações comumente aceitas sobre a sua própria realidade. A Filosofia é uma instituição cultural tipicamente grega, que surgiu em um dado momento histórico, a partir de determinadas condições históricas e tornou-se o modo de pensar do mundo ocidental, inicialmente na Europa e, com a colonização, expandiu-se para a América e o mundo.

Didaticamente, a Filosofia divide-se em:
Lógica: trata da preservação da verdade e dos modos de se evitar a inferência e raciocínio inválidos.
Metafísica ou ontologia: trata da realidade, do ser e do nada.
Epistemologia ou teoria do conhecimento: trata da crença, da justificação e do conhecimento.
Ética: trata do certo e do errado, do bem e do mal.
Filosofia da Arte ou Estética: trata do belo.

Nesse contexto histórico da Grécia, surge Sócrates, considerado o patrono da Filosofia. Ele discordava dos antigos poetas (mitologia), dos antigos filósofos (cosmologia) e dos sofistas (oradores). Sócrates nasceu em Atenas e é considerado um marco divisório na história da filosofia grega, pois ele desejava conhecer o homem e sua essência. Fazia perguntas como:
O que é o bem?
O que é a virtude?
O que é a justiça?
O que é a essência do homem?

Recomendava “conhece-te a ti mesmo”.Quanto mais penso que sei, menos sei, só sei que nada sei "Sócrates não deixou registros de seus conhecimentos e o que se sabe dele e o seu pensamento vêm dos textos de seus discípulos e adversários, sendo o principal de seus discípulos Platão. Sócrates desenvolveu o saber filosófico em praças conversando e mostrando que era preciso unir a vida concreta ao pensamento. Procurava um fundamento para as interrogações humanas. Para ele, o homem é sua alma, a alma é o desejo da razão, e isso distingue o ser humano de todos os outros seres da natureza. Ele dialogava com ricos e pobres, cidadãos ou escravos, importando-se apenas com as características internas de cada pessoa. Estava interessado na prática da virtude e na busca da verdade, contrariando os valores dogmáticos da sociedade ateniense. Então, foi considerado uma ameaça à sociedade e condenado a beber cicuta (veneno). Ele morreu coerente com os seus valores morais.

Platão foi responsável pelos registros dos ensinamentos Sócrates. A maior parte do pensamento de Platão foi transmitida por intermédio da fala de Sócrates, escritos por ele mesmo, Platão.

Referências Bibliográficas: CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 7. ed. 2. reimp. São Paulo: Ática, 2000, p. 19.
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia
http://www.ocultura.org.br/index.php/Filosofia

"Eu não posso ensinar nada a ninguém, eu só posso fazê-lo pensar" Sócrates -400ac.

Músicas de Almir Sater como Apoio Pedagógico

25/08/2010

Professor defende MPB como apoio pedagógico
Música Do Brasil.

Umuarama - O professor e mestre, Fernando Barradas, fez da Música Popular Brasileira (MPB), a espinha dorsal da sua carreira. Além de ter um programa de rádio diário "Revistando a MPB", que apresenta na Rádio Universitária e de ser professor de História, ele defende por onde passa a importância de se conhecer o caminho da música brasileira, desde o início até o massacre da indústria cultural. Para ele, os professores podem utilizar a MPB como um instrumento em sala de aula a fim de tornar o conhecimento algo mais completo e interessante, reacendendo a chama do que realmente é aprender a ter cultura.


Barradas navega por toda a trajetória da música do Brasil deste o século XVI até o século XX, quando surgiu o mercado fonográfico. Possui a primeira gravação no país, feita em 1902 e já com 20 anos de pesquisa, tem autoridade para falar do potencial da MPB, transitando com naturalidade desde Vicente Celestino até Rita Lee.

Para o professor, a função da educação é transmitir cultura, entretanto as escolas não estão interessadas nisso porque, primordialmente, as universidades não tocam no assunto e formam professores que não conhecem o potencial da música brasileira. "A função de um professor não seria perguntar para o aluno o que gosta de ouvir, até mesmo porque hoje o que se faz é essencialmente comercial, mas transmitir o legado cultural para eles", explica.


Segundo Barradas, a única maneira de reagir ao triste esquecimento da MPB pela educação brasileira, e consequentemente pela nova geração, é através das universidades do país. "O culpado disso não é a indústria cultural nem o povo por não gostar, mas a universidade brasileira". Ele também frisa o descaso do governo para com a história do país, por não incentivar, por exemplo, que cada rádio execute por dia uma hora de programação de MPB.


A MPB, segundo Barradas, é uma música mais estética e mais contemplativa para a alma, entretanto, se limita aos ouvidos da elite, porque as faculdades se esqueceram da MPB, e consequentemente formam-se professores desinteressados, afetando por fim os estudantes de ensino fundamental e médio. "Não sou contra a música que se toca hoje feita para divertir, até mesmo porque ninguém é de ferro, porém as pessoas precisam de música de qualidade", argumenta.


Para Barradas, se os atuais professores tivessem formação suficiente, até as aulas de geografia poderiam ser ilustradas com música como, por exemplo, ao falar do Pantanal, utilizar das composições de Almir Sater, ou ao lecionar sobre o sertão e o norte do país, utilizar o carimbó. Na disciplina de História então, são centenas e centenas de músicas que ajudam a contar a história do Brasil, assim como professores de filosofia e literatura poderiam fazer análises semânticas, semióticas e literárias de uma canção. "Entretanto, as coisas mais elementares ninguém sabe e o professor quando se arrisca a por uma música com carga cultural para o aluno, não sabe contextualizar e o estudante só irá desprezar algo tão ‘de gente velha e careta'", comenta.

Em síntese, para um professor motivar o aluno, Barradas afirma que é preciso conhecer. "Seriam milhares e milhares de pedagogias musicais através da MPB, até mesmo por ser algo tão barato", finaliza.

O professor dará uma palestra gratuita hoje à noite, a partir das 19h30min, com o tema "MPB e seu contexto histórico". Além da comunidade em geral, estão convidados acadêmicos de Pedagogia, Letras, Magistério, Comunicação e História. A palestra acontecerá no salão de eventos do Serviço Social do Comércio (Sesc) e faz parte do projeto Arte Expressão: Música e Sustentabilidade, que acontece durante toda esta semana.

Para o professor a indústria cultural não tem compromisso com a cultura e a massa escuta apenas músicas para dançar. "Essas músicas são feitas por um capitalismo que objetiva o lucro e o povo não dá audiência [para MPB] por não ter informação técnica de nada".

AULAS ILUSTRADAS COM MÚSICAS


Para Barradas, se os atuais professores tivessem formação suficiente, até as aulas de geografia poderiam ser ilustradas com música como, por exemplo, ao falar do Pantanal, utilizar das composições de Almir Sater, ou ao lecionar sobre o sertão e o norte do país, utilizar o carimbó. Na disciplina de História então, são centenas e centenas de músicas que ajudam a contar a história do Brasil, assim como professores de filosofia e literatura poderiam fazer análises semânticas, semióticas e literárias de uma canção. "Entretanto, as coisas mais elementares ninguém sabe e o professor quando se arrisca a por uma música com carga cultural para o aluno, não sabe contextualizar e o estudante só irá desprezar algo tão ‘de gente velha e careta'", comenta. Em síntese, para um professor motivar o aluno, Barradas afirma que é preciso conhecer. "Seriam milhares e milhares de pedagogias musicais através da MPB, até mesmo por ser algo tão barato", finaliza.

fonte:http://www.ilustrado.com.br/?mod=not&id_not=3775

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Almir Sater: Brasil que as pessoas querem ouvir em Sto.André

Ele está no ar diariamente como o protagonista masculino na reprise do SBT de A História de Ana Raio e Zé Trovão, mas é como intérprete de suas modas de viola que Almir Sater se sente realmente em casa. Amanhã e quinta, o sul-mato-grossense exibe seus dotes como violeiro e cantor no Teatro Municipal de Santo André. Os dois shows serão realizados às 21h.

Sater se diverte relembrando os tempos em que fazia bico como ator, tarefa que começou experimentando pouco antes, em Pantanal (também produzida pela extinta TV Manchete no início dos anos 1990 e reexibida com grande sucesso pela emissora de Silvio Santos). "Parece um pouco aquelas fotografias antigas em que você aparece com a sua família. Você lembra das coisas boas e se esquece das ruins", ri. Do primeiro e único protagonista dessa fase de bico na televisão, porém, ele guarda gratas recordações. "Viajamos todo o Brasil, foi uma novela feita na estrada". O folhetim, escrito por Marcos Caruso e Rita Buzzar, foi ao ar originalmente de dezembro de 1990 a outubro de 1991.

Apesar de se divertir à frente das câmeras, Sater faz questão de frisar: "Eu sou músico. Os papéis que fiz foram uma ‘brincadeira''. Me chamaram porque eram tipos bem segmentados, que tinham a ver com música", pondera. Quem iniciou o violeiro na TV foi o cantor Sérgio Reis, a quem Sater se refere como Serjão. Ele já tinha feito um papel em novela do Benedito Ruy Barbosa (a primeira versão de Paraíso; no remake, exibido no ano passado, o papel coube ao sertanejo Daniel).

Mais do que garantir uma nova função - a de ator - as temporadas na telinha rendem frutos até hoje como músico. "Uma novela que faz sucesso é uma mídia muito forte. Foi um jeito de se mostrar muito legal. Eram personagens que tocavam e eram ligados às coisas boas do Brasil. Desde que fiz Pantanal, nunca mais parei de trabalhar como músico, que é o que eu sempre quis", explica ele, que repetiu os papéis de violeiro em O Rei do Gado (1996), na Globo, e Bicho do Mato (2007), na Record.


VELHO REPERTÓRIO

"O show é praticamente o mesmo há quase 30 anos", ri Sater. "Eu toco o que as pessoas querem ouvir. Fico muito satisfeito em deixar alegre quem vai me ver", comenta o músico sobre a quase obrigatoriedade de incluir as parcerias com Renato Teixeira (Tocando em Frente, Um Violeiro Toca e Peão) e, claro Chalana, canção de Mario Zan e Arlindo Pinto.

A nova geração de violeiros tem revelado grandes instrumentistas, segundo Sater. "Mas ainda não conheci grandes poetas, daqueles parceiros para escrever letras", reclama.

Por gosto pessoal de Sater, os shows recentes têm acrescentado também peças instrumentais, que ele denomina como ‘da fronteira'' (com o Paraguai) e também tem boa aceitação. "O Grande ABC recebe super bem o meu show, porque é um povo que representa bem o Brasil, com gente que veio para São Paulo para trabalhar de todos as partes do mundo", comemora

fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5827409/brasil-que-as-pessoas-querem-ouvir-em-sto-andre.aspx

Almir Sater em Sto André 25 e 26/08 especialmente pra você














Almir Sater amanhã e depois num show exclusivo, diferente e único até no formato.
Vale a pena conferir de perto. Inesquecível !

Onde: Santo André-SP
Datas: 25 e 26 de Agosto - Quarta e Quinta -21h Local: Teatro Municipal de Santo André
Praça IV Centenário, S/No – Centro

Informações: (11) 4433-0786 / 4433-0789 / 4427-4360 / 4427-7986 / 7861-2915

Local de vendas: Somente na bilheteria do teatro. Funcionamento das 14h às 19h. Ou até o início do espetáculo. Aceitamos pagamentos em cheque ou dinheiro.

Valores: Inteira R$ 80,00. Promoção R$ 60,00. (Recorte do Jornal Estação Notícia). Meia R$ 40,00. (Estudantes, aposentados e maiores de 60 anos).

Duração: 90 minutos.

Recomendação: Livre.

Realização:http://www.diversaoearteproducoes.com.br/espetaculo.php?id=20&producao=26

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

LER É PRECISO: LANÇAMENTO DO LIVRO "A PROFECIA AWII"

Serviço:

Lançamento do livro: A Profecia Awii, de Luciana Martins e Clarissa De Franco.
Local: Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos
Data: 02 de setembro de 2010, quinta-feira
Horário: Das 19h às 21h30
Endereço: Av. das Nações Unidas, 4777 Pinheiros - São Paulo
Telefone: [11] 3024-3599


Resenha do Livro:
Uma turminha cheia de histórias para viver se encontra no famoso colégio Galilendo. Em um só ano, Marte descobre sua paixão por Vênus; Pani chega de outro colégio; Sol se prepara para tornar-se o futuro rei do sistema solar; enquanto Mercúrio, Urano e Plutão se vêem diante de descobertas instigantes. Além de tudo isso, em uma galáxia longínqua, algo parece ocorrer em Ofiúco, a 13ª. constelação. Mistérios do universo intrigam astrônomos e cientistas de todas as partes. Seriam ataques dos temíveis androides mutantes? Tudo torna-se definitivamente tenso quando o filho do rei é seqüestrado, revelando os segredos da Profecia Awii. Apresentando conteúdos e simbolismos astrológicos com leveza e descontração, A Profecia Awii se revela uma colcha de retalhos que integra histórias pessoais dos personagens e eventos cósmicos, levando o público jovem a refletir sobre importantes conceitos como destino, livre arbítrio, caos e harmonia do universo.

Luciana Martins é psicóloga, especializada em astrologia e terapias complementares. Trabalha com terapia floral, reiki, reflexologia, aconselhamento astrológico, acupuntura auricular e terapia vibracional. escreve o horóscopo da revista Capricho.
Consultório: Rua Rodésia, 110, cj 33 - Metrô Vila Madalena F. 8329 2223  e-mail: lucianamdias@hotmail.com

“A leitura é um mar de sentimentos e emoções presentes em nosso mundo real e imaginário,no qual precisamos mergulhar de cabeça para descobrir um infinito de coisas...”[Rivaldo Rocha]

domingo, 8 de agosto de 2010

Pitaco de Loira: Pai é um só

Mãe é tudo igual, só muda de endereço.

Não concordo 100% com essa afirmação, mas é verdade que nós, mães, temos lá nossas semelhanças. Basta reunir uma meia-dúzia num recinto fechado para se comprovar que, quando o assunto é filho, as experiências são praticamente xerox umas das outras.

Por outro lado, quem arriscaria dizer que pai é tudo farinha do mesmo saco? Nunca foram devidamente valorizados, nunca receberam cartilhas de conduta e sempre passaram longe da santificação. Cada pai foi feito à imagem e semelhança de si mesmo.

As meninas, assim que nascem, já são tratadas como pequenas "nossas senhoras" e começam a ser catequizadas: "Mãe, um dia você vai ser uma". E dá-lhe informação, incentivo e receitas de como se sair bem no papel. Outro dia, vi uma menina de não mais de três anos empurrando um carrinho de bebê com uma boneca dentro. Já era uma minimãe. Os meninos, ao contrário, só pensam nisso quando chega a hora, e aí acontece o que se vê: todo pai é fruto de um delicioso improviso.

Tem pai que é desligado de nascença, coloca o filho no mundo e acha que o destino pode se encarregar do resto. Ou é o oposto: completamente ansioso, assim que o bebê nasce já trata de sumir com as mesas de quinas pontiagudas e de instalar rede em todas as janelas, e vá convencê-lo de que falta um ano para a criança começar a caminhar.

Tem pai que solta dinheiro fácil. E pai que fecha a carteira com cadeado. Tem pai que está sempre em casa, e outros, nunca. Tem pai que vive rodeado de amigos e pai que não sabe o que fazer com suas horas de folga. Tem aqueles que participam de todas as reuniões do colégio e outros que não fazem ideia do nome da professora. Tem pai que é uma geleia, e uns que a gente nunca viu chorar na vida. Pai fechado, pai moleque, pai sumido, pai onipresente. Pai que nos sustenta e pai que é sustentado por nós. Que mora longe, que mora em outra casa, pai que tem outra família, e pai que não desgruda, não sai de perto jamais. Tem pai que sabe como gerenciar uma firma, contruir um prédio, consertar o motor de um carro, mas não sabe direito como ser pai, já que não foi treinado, ninguém lhe deu um manual de instruções. Ser pai é o legítimo "faça você mesmo".

Alguns preferem não arriscar e simplesmente obedecem suas mulheres, que têm mestrado e doutorado no assunto. Mas os que educam e participam da vida dos filhos a seu modo é que perpetuam o charme desta raça fascinante e autêntica. Verdade seja dita: há muitas como sua mãe, mas ninguém é como seu pai.

Texto: Martha Medeiros: Pai é um só.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Almir Sater Viola &Violão em Osasco e Sto André SP

Almir Sater,viola & violão,num formato de show exclusivo em Osasco e posteriormente em Santo André,(25 e 26/08).Rodrigo Sater(violão) e Cristiano Kotlinski (violão),completam o trio,para tocar,cantar e encantar o público mais uma vez.

Um show diferente, inovador e ousado, assim como os acordes mágicos da viola do artista e ficar para sempre gravado na memória. Humanamente Imperdível !!!

















Serviço:
Almir Sater - viola & violão.
Data:Dias 04(quarta) e 05 de Agosto(quinta) -às 21h.
Cidade:Osasco-SP
Local:Teatro Municipal de Osasco (500 lugares)
Av. dos Autonomistas, 1533 – Vl Yara
Osasco - São Paulo
Informações: (11) 3685-9596 / 4427-4360 / 4427-7986 / 7861-2915

Local de vendas:
Somente na bilheteria do teatro.
Funcionamento das 14h às 19h. Ou até o início do espetáculo.
Aceitamos pagamentos em cheque ou dinheiro.

Valores:
Inteira R$ 80,00.
Promoção R$ 60,00. (Leitores do Jornal Leve e Leia (com recorte)).
Meia R$ 40,00. (Estudantes, aposentados e maiores de 60 anos).


Cidade: Santo André-SP
Data:Dias 25 e 26 de Agosto - Quarta e Quinta -21h
Local:
Teatro Municipal de Santo André (475 lugares)
Praça IV Centenário, S/No – Centro
Santo André - São Paulo
Informações: (11) 4433-0786 / 4433-0789 / 4427-4360 / 4427-7986 / 7861-2915

Local de vendas:
Somente na bilheteria do teatro.
Funcionamento das 14h às 19h. Ou até o início do espetáculo.
Aceitamos pagamentos em cheque ou dinheiro.

Valores:
Inteira R$ 80,00.
Promoção R$ 60,00. (Recorte do Jornal Estação Notícia).
Meia R$ 40,00. (Estudantes, aposentados e maiores de 60 anos).


Duração: 90 minutos.
Recomendação: Livre.