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21 de setembro de 2026

Sociedade do Cansaço

Um pitaco em forma de reflexão sobre a obra 'Sociedade do Cansaço' de Byung-Chul Han, e a teoria da autoexploração com a realidade dos trabalhadores autônomos e as falsas ilusões do empreendedorismo moderno.

Completamente “absurdada” com a teoria do filósofo sul-coreano Byung-Chul Han, "Sociedade do Cansaço", após assistir a uma análise do psicólogo Fernando Rainho e ler um artigo no portal Razão Inadequada, no início deste ano.

Mediante a curiosidade e deste saber, fui atrás do livro, mas só achei resumido na internet; então, resolvi pedir como presente de aniversário. E assim pude completar o meu raciocínio pautado na visão sociológica e no comportamento da sociedade atual.

A obra discorre sobre uma sociedade obstinada pelo desempenho, que se distancia cada vez mais do modelo passado, impreterivelmente.

Hoje, os detentores da mão de obra transformaram-se em empreendedores, “patrão de si mesmo”, como muitos se autointitulam em suas bios em redes sociais ou em cartões.

A controvérsia é que, por trás dessa liberdade que eles enxergam e que o mercado vende como modelo ideal de trabalho, há uma sutil armadilha, disfarçada de autoexploração.

Diante desta subjetividade, o Estado se isenta do dever constitucional de promover o bem-estar social e nos faz crer que somos os únicos responsáveis por nossas vitórias e, consequentemente, por nossos fracassos.

Foi assim que a Dama de Ferro convenceu seus cidadãos de que “não existe sociedade, apenas indivíduos” — ou seja, corremos por conta.

Essa dinâmica se materializa perfeitamente na realidade atual de trabalhadores autônomos, como entregadores de aplicativos, pintores e pedreiros, que pude constatar e observar empiricamente.

Seduzidos pelo discurso de que são "patrões de si mesmos" e donos do próprio tempo, eles enfrentam jornadas exaustivas de 10, 12 ou até 14 horas diárias.

O que é vendido como autonomia esconde uma vulnerabilidade extrema: trabalham no limite das forças e sem nenhuma garantia ou direito básico.

Muito destas profissões sem Equipamentos de Segurança Individual (EPI), se arriscando por conta própria à riscos iminentes.

A ilusão do empreendedorismo se converte, assim, em uma máquina invisível de exaustão.
Segundo Chul Han, esse excesso de positividade, produtividade e cobrança cria uma nova forma de sofrimento psíquico, resultando em doenças modernas como o burnout, a depressão e os transtornos de ansiedade e estresse.

O indivíduo se isola em uma busca frenética por novas metas, competindo constantemente com os outros e tornando-se escravo de si mesmo.

Vivemos, portanto, sem intervalos reais para descanso, sem férias mentais e sem fins de semana para gastar o tempo com a família, lazer, cultura e ociosidade.

A todo momento, o mercado e os privilegiados estimulam essa competitividade, vendendo uma falsa ideia de liberdade, sucesso e felicidade sob o mantra do “Nós podemos”.

O resultado é a busca pelo reconhecimento social e produtivo, atingida em detrimento da saúde mental e física, provocando o distanciamento familiar e afetivo. Justamente vindo de uma sociedade que prega tanto a família.

Quantas vezes o ronco dos motores de motocicletas ou bicicletas motorizadas surge logo na madrugada ou ao amanhecer, de pessoas saindo de casa bem cedo para ir a um centro de distribuição pegar as encomendas?

Ou motoristas de aplicativos estacionados em frente às ruas, estrategicamente à espera de um chamamento?

Sob um calor excessivo ou forte chuva, parados por mais de 20 minutos, meia hora ou muito mais, até que os chamem?

Imagine o forte estresse ou a ansiedade da pessoa dentro daquele carro fechado esperando a oportunidade da corrida? As pessoas precisam de estabilidade e segurança financeira.

Qualquer pessoa, por mais leiga que seja, entende de contabilidade básica antes de se aventurar a gastar sem saber o que terá no final do mês.

Como alguém pode financiar algo, fazer um empréstimo, pagar o aluguel ou dar um presente ao seu filho sem saber o quanto irá ganhar no dia seguinte?

Diante disso, é impossível não questionar: teria Thomas More, em sua obra "Utopia", previsto o nosso futuro?

Há séculos, ele já indagava: “É justo que um nobre, um ourives, um usurário, um homem que não produz senão objetos de luxos, inúteis ao Estado, que levem uma vida caprichosa e esplêndida por entre a ociosidade e ocupações frívolas, enquanto um trabalhador, um carreteiro, um artesão, um lavrador vivam na mais reles miséria, mal podendo alimentar-se? Mas qual é o destino do Operário? Um trabalho infrutífero, estéril, a esmagá-lo agora, e a expectativa de uma velhice miserável no futuro...”

Passados os séculos, a dinâmica social e elitista permanece igual.Quando o trabalhador de hoje deixar de ser produtivo — quando estiver velho, cansado e sem uma aposentadoria que lhe garanta o básico —, aqueles que o incentivaram a ser "dono de si mesmo" e a abraçar o empreendedorismo disfarçado de “canto de sereia” não se lembrarão de suas mazelas.

O sistema fará acreditar que ele não se esforçou o suficiente. Ignorará o quanto ele deixou de desfrutar de sua vida pessoal, de seus filhos e de sua família em busca dessas narrativas capciosas. Tampouco se lembrará do quanto ele se empenhou até a exaustão apenas para ocupar um lugar ao sol.

Ao atingirmos o topo da produtividade à custa da nossa própria humanidade, embasada napromessa vazia da meritocracia atual, que tem nos cobrado um preço alto demais.

Afinal, como bem sabia Napoleão Bonaparte: “Sem oportunidades, de nada adianta o talento”. E sem dignidade ou saúde, o futuro é apenas uma utopia distante.

Reflita!

Imagem: Magnific

6 de agosto de 2026

O peso silencioso da desvalidação emocional

Você já viveu algo assim em algum momento de sua vida? Seja quando criança ou adulto: a desvalidação.

Imagem de Ryan McGuire por Pixabay

Segundo o dicionário, desvalidação significa “fazer com que se torne nulo; invalidar, deixar de ter importância ou tirar a relevância de algo”, como desmerecer ou desvalidar o mérito de alguém, minimizando os sentimentos de outra pessoa, a intensidade de algo ou fatos vividos.

Na psicologia, é tratado como invalidação emocional, ou seja, o mesmo que rejeitar, ignorar ou diminuir os sentimentos, pensamentos e dores de outra pessoa. É tratar o que o outro sente como errado, exagerado, bobagem ou inexistente, invalidando a sua experiência interna, segundo o Instituto de Psiquiatria do Paraná.

Você fala algo e a pessoa desvalida a sua dor, a frustração ou angústia, até um simples acontecimento ou fato passado. Consciente ou inconscientemente, ela cria outra narrativa que anula os sentimentos e suas percepções.

Passa a ideia de que você esteja equivocada ou supervalorizando algo banal e, por consequência, sai como culpada pelo conflito gerado.

Esse tipo de faceta está enraizado nos âmbitos pessoal e profissional, na política, naquele que detém o poder da comunicação e no algoritmo. “Agora vou desdizer tudo aquilo que lhe disse antes”, como diria Raul.

Alguns exemplos comuns

Se a notícia for contra o que defendemos como verdade, minimizamos o relato. Mas, se for a favor do que temos como ideologia, transformamos a fala em algo banal até que ela perca o sentido.

Ou você desabafa sobre uma perda, dor ou doença e ouve: “Você supera isso.” Você expressa uma insatisfação e a pessoa diz que “você reclama de barriga cheia”.

Há quem diga: “Morrer todos vamos mesmo”, se você comenta o diagnóstico de uma condição mental como ansiedade, depressão, síndrome do pânico ou até mais grave — muitas vezes geradas pela própria pessoa que disparou o gatilho emocional anteriormente.

Existe uma ironia profunda nessa última frase: quem dá esse tipo de “conselho” egoísta sempre pensa em continuar vivendo e seguir em frente.

A agressão passiva e o silêncio

Há uma outra maneira também de invalidação emocional que vem da “Agressão Passiva”. Segundo a psicóloga criminal Júlia Shaw, ela é tão ruim quanto a agressão física, porque a pessoa se cala, ignora a outra, seja numa mensagem, feedback ou contato telefônico.

E como ela agiu na passividade, fingindo-se de “Inês é morta”, a outra parte, quando cobrada sobre o descaso, irá ouvir como argumento: “O quê? Eu não fiz nada”, “estava ocupada demais”, “tenho afazeres”, “você não sabe o que estou passando”. Ou seja, ela diminuiu e desvalorizou a importância de dar o retorno, seja ele positivo ou negativo.

O meu “bigodudo” e filósofo favorito, o alemão Friedrich Nietzsche, dizia: “A palavra mais ofensiva e a carta mais grosseira são melhores, são mais educadas do que o silêncio.”

É claro que haverá momentos em que a pessoa está ocupada no trânsito, numa reunião ou na “deprê”, mas há indivíduos que ignoram o outro utilizando de subjetividade e propositalmente. Temos duas escolhas: aplicar a reciprocidade ou não “perturbá-la” mais.

Novamente, Nietzsche em “Além do Bem e do Mal” alerta: “Se olhar por muito tempo para um abismo, o abismo também olha para você”, ou seja, nos transformaremos naquilo que tanto repudiamos.

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Depressão

A vida real não é um algoritmo

Quem lida com pessoas precisa estar atento a isso: elas não são como a inteligência artificial, exatas em compilar dados e destrinchá-los, mas desprovidas de entendimento de sentimentos, sensações e emoções.

“Ninguém chega a se tornar humano se está sozinho. Nós nos fazemos humanos uns aos outros. Somos, pois, frutos do contágio social”, segundo o filósofo Fernando Savater.

A vida real exige diálogo, entorno e retorno, uma via de mão dupla. Só assim faremos de nós e dos outros a necessidade de viver em uma sociedade pautada em empatia, respeito, seriedade e mais justa.

9 de julho de 2018

ANTES QUE EU ME ESQUEÇA: depressão é doença

“ANTES QUE EU ME ESQUEÇA” é um livro do neurologista Leandro Teles, médico especialista, membro da Academia de Neurologia (ABN) e também consultor em melhoria de qualidade de vida. 

Nele, discorre com propriedade sobre diversos assuntos tão em voga e de real importância como a depressão, a doença ou Mal de Alzheimer e os lapsos de memória que, muitas vezes, não dependem apenas do avanço da idade, mas também de suas técnicas, hábitos e dicas que vão afiar a mente e aperfeiçoar a memória.


       Capa original do livro

Com linguagem simples e direta, o livro que leva o selo da editora “Alaúde” e está à venda nas livrarias e afins faz com que qualquer pessoa leiga como eu compreenda e diferencie os sintomas, geralmente emocionais, que levam as pessoas a perder o encanto pela vida e a enxergar o mundo cinzento. 

Neste tópico, vou abordar a depressão, tópicos do livro. Anos atrás, o roqueiro Renato Russo já advertia que o mal deste século seria a solidão, que por sua vez nos leva à angústia, ao medo e à incerteza no futuro.
 
“Cada um classifica como urgente ou importante o que lhes convém”, mas segundo Dr. Leandro Teles “são conceitos diferentes e que fazem a diferença no nosso rendimento pessoal, escolar, profissional, social e a percepção sobre produtividade, alegria e felicidade”. 

Tanto a depressão como a ansiedade são transtornos comuns que dificultam muito o processamento cerebral da atenção e da memória. 

Na depressão, o processo é ainda mais complexo, pois as pessoas deprimidas podem perder a motivação, o entusiasmo, a capacidade de sentir prazer em atividades do dia a dia.

Assim, o rendimento cognitivo (simplificando é o conjunto de informação armazenada ao longo da nossa vida) de alto nível já fica comprometido e altera diretamente as vias neurológicas responsáveis pela performance intelectual. 

Do ponto de vista psíquico são comuns: melancolia, baixa autoestima, pessimismo, desesperança, culpa, frustração, dificuldade em sentir prazer (anedonia), desapego, etc. e os físicos, tais como perda ou excesso de peso, baixa libido, fadiga física, dores crônicas, alterações gastrointestinais, distúrbios de sono, entre outros. 

Do ponto de vista cognitivo, pode apresentar falta de concentração, raciocínio lento e empobrecido, esquecimentos, pensamentos confusos e baixo poder de criação. 

Tanto na depressão como na ansiedade os sintomas precisam estar presentes por um tempo mínimo e não podem ser motivados diretamente por eventos da vida, uso de substâncias ou estados clínicos que justifiquem.

Mas afinal: depressão é doença?

Gerada por evidente desequilíbrio no funcionamento cerebral, a depressão desativa a capacidade de perceber e sentir prazer instala uma tristeza pouco direcionada e sem fim, limita o poder da reação, perturba o andamento hormonal, distorce as funções basais como sono e alimentação, nubla versões otimistas de futuro e compromete a performance do indivíduo, da unidade familiar e de toda a sociedade.

Se pneumonia é doença e ninguém discute isso, depressão é doença ao quadrado. É crônica, sorrateira e leva a sofrimentos múltiplos, desconfortos físicos e mentais, um sistema vicioso de frustração, redução de autoestima e progressivo desapego à vida e as ditas “coisas da vida”. 

O mundo não desce, as relações interpessoais não convencem e a vida torna-se uma sequência interminável de vivências insossas e sem sentido.

É uma doença cerebral orgânica, real, inequívoca, palpável, frequente e pouca valorizada. Depressão não é tristeza! Por isso não pode ser tratada como tal. 

Não adianta falar para alguém depressiva como a vida é bela, como tem gente em situação pior ou leva-la para o cinema. O buraco é mais embaixo. A inércia emocional limita a percepção e a reação ao prazer.

Tristeza tem motivo, proporção, direcionamento e tempo para acabar. 
Depressão é um conjunto muito mais complexo de alterações emocionais, cognitivas, comportamentais, sem prazo de duração, de intensidade variável e desproporcional aos aspectos ambientais vigentes. 

Muito do preconceito ignorante é fruto de pessoas que nunca tivera um dia sequer depressivo (apesar de terem tido dias tristes), mas que insistem em medir os sentimentos dos outros com sua régua distorcida e válida apenas para si. 

Nosso cérebro injeta felicidade nos nossos dias, abranda nosso sofrimento real e nos confere apego biológico à vida e à nossa existência. Quando essa função falha, pronto: estamos doentes.


Reprodução: Internet

Na depressão, o sistema está desregulado e a vida perde a maquiagem da percepção cerebral do prazer. Depressivos sentem o peso real do mundo real. 

Tudo fica cinza, empoeirado, sem graça; a vida vira um amontoado de eventos sem razão. Vejo a depressão como uma insuficiência cerebral e emocional, uma redução funcional de um sistema que garante a saúde e a vida como as conhecemos, com a percepção ou, pelo menos, a busca do prazer e da felicidade.

E negligenciamos a nossa insuficiência emocional. 
Depressão é definitivamente uma doença com todas as letras. Deve ser diagnosticada, mensurada e tratada rápida e agressivamente.

Gera impactos imediatos e de longo prazo, disparando uma cascata patológica de eventos que levam a outras doenças com todo o contexto socioambiental do portador. Enquanto viver por aí, disfarçada de tristeza, continuará a fazer milhares e milhares de vítimas.

Trechos extraídos do Livro “ANTES QUE EU ME ESQUEÇA” das páginas: 88, 89, 90, 93 e 94. Comprar livro pela editora Alaúde: https://www.alaude.com.br/produto/antes-que-eu-me-esqueca-85

Conclusão: 
Vivemos a era do medo. A gente vive na corda bamba, na incerteza, medo de não ter emprego, de não pagar as contas, de não dar conta, medo de falhar como pessoa, medo de não ser amado, medo de não ser compreendido, medo de ter ou defender as ideias ou ideais, medo de não ser aceito. Medo de não ser bom o suficiente, e isso nos faz perder a fé (que não depende de religião, são duas coisas distintas), com ela a insegurança emocional, financeira e social. 

São essas coisas que fazem adoecer, e não os ‘demônios’ criados por mentes nefastas para subjugar as pessoas e, através do medo, as manipular. A carência afetiva e o conceito incutido em nós, até sem querer, de que não somos bons o suficiente nos levam a acreditar nestas falácias também.

3 de janeiro de 2018

ESTUDO REVELA A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA PARA O BEM-ESTAR


Quanto maior a vibe e engajamento coletivo,
mais aumenta a capacidade cognitiva no bem-estar subjetivo.
 
A música é considerada das 7 Artes, a mais humana, e
vai direto aos nossos corações, capaz de sensibilizar
até os mais blindados.




Segundo pesquisadores da Universidade de Deakin,
na Austrália, experimentar e se envolver com a música
tem sido fundamental para todas as sociedades ao
longo dos tempos.

E realizaram um estudo para explorar a conexão
entre o engajamento habitual da música e o bem-estar
subjetivo (SWB) compreende avaliações individuais
da satisfação com a vida e é internacionalmente
considerado a nível político e governamental.

Esses dados foram recolhidos em 2014 como
parte da 31ª pesquisa do índice de Bem-Estar
da Unidade Australiana para fornecer informações
sobre a relação entre engajamento musical e SWB. 
Uma amostra aleatória e estratificada de 1.000 participantes 
foi realizada por telefone.

As descobertas revelaram que o envolvimento
com a música pela dança ou participação
em eventos musicais foi associado ao SWB
(bem-estar) mais elevados do que aqueles que
não se envolveram com ela,
destas maneiras.

Os dados também enfatizaram o papel importante
de se engajar junto de outras pessoas
(como assistir eventos, concertos, festivais etc.)
no que diz respeito ao SWB, destacando uma
característica interpessoal da música, essa sensação
aumenta ainda mais.


Foto: divulgação















O estudo fornece uma visão e relação geral
entre música e SWB em nível populacional,
em contraste com a maioria das pesquisas na área
que se concentrou na avaliação de intervenções
clínicas envolvendo música.

A percepção obtida com essas descobertas
pode ser usada para informar futuras intervenções
e para entender melhor como a música está
envolvida na regulação emocional. 

Ou seja, a capacidade doindivíduo lidar com situações 
stressantes e desafiadoras de maneira saudável, sem deixar 
que elas causem prejuízos em sua vida, rotina ou
relacionamentos, está ligado com as emoções,
algumas são agradáveis — como a alegria e o amor —
e outras causam desconforto —
como o medo e a raiva.

E é isso que estudo dos pesquisadores vêm
a confirmar, que a música tem essa capacidade
de equilíbrio e conectar indivíduos, eleva as emoções
ao um estágio de paz interior mais profundo.

O segredo então é segue o som, se joga na música, assistir mais shows e concertos, quanto mais pessoas aglomeradas, mais alta é a vibração, um antídoto natural contra todos os males do dia a dia.

Uma coisa é certa, seja no Brasil ou na Austrália,
em qualquer lugar do mundo, Nietzsche, meu filósofo favorito, 
sempre esteve certo:  “Viver sem núsica seria um erro”.

Não só tenho convicção, como plena certeza disso.


Fontes:Original:
Ifyou’re happy and you know it: Music engagement and subjective wellbeing

Por Melissa K. Weinberg, Dawn Joseph

1 Faculdade de Saúde da 1ª Escola de Psicologia
da Universidade de Deakin, Austrália

2 Faculdade de Artes e Educação, Universidade Deakin, Austrália