ROBERT PLANT É E SEMPRE SERÁ O “DEUS DOURADO DO ROCK”.

Foto: Uol Entretenimento
“Talk to me, galera”, dizia um Plant entusiasmado em Sampa, no Espaço das Américas.
E eu não me conformo com algum desses jornais, que escrevem sobre o lendário Robert Plant, referente aos shows no Brasil: “Não empolga, mas faz show marcante”, reinventa clássicos, estilo oriental, etc.
Coisa mais antagônica… Se o cara abandonou o Led Zeppelin, por livre e espontânea vontade, nos anos 80, no auge de tudo e ainda jovem.
Desde então, navegou por vários estilos, flertou com blues, onde tudo na verdade começou, músicas africanas, orientais, árabes, celtas e o folk atual, estilo híbrido como ele define suas canções, mas ainda insistem em dizer que Plant decepcionou fãs, “não empolgou a galera, e fez um show marcante?” Como assim?
“Tocar essas canções é como fazer amor com a ex-mulher sem amá-la.” Afinal, o que esperavam? Acho um super artista, inovador, sempre se reinventando. O que queriam que ele fosse um dinossauro no tempo?
Será que chegaram a pensar por um minuto que não se trata de arte comercial? E sim de verdadeiro artista, que não admite vulgarizar a sua arte por simples dinheiro ou fama atual? Será que pensaram nisto? Que o Plant não busca mais riqueza, fama, o próprio Gene Simmons, baixista do Kiss, disse recentemente ao jornal “The Sun”, que Robert recusou aproximadamente 650 milhões de reais para estar de novo como “homem de frente”, do Led Zeppelin, ou seja, se um dia, repito, se um dia.. Ele decidirá isso com eles, o fator motivador não será cifra $.. E sim, emocional.
Ele tem respeito pelo que viveu com o falecido Bonham, seu parceiro e amigo, como ele diz, “me dói o passado”, e é enfático ao afirmar, ao filho de Bonham, em reunião em dezembro de 2007, com o show “celebration day”: “O Led era eu, Jimmy, Jones e seu pai.”
Não era o público quem estava despreparado ou desinformado, quem constrange na verdade, são "alguns sites e jornais" que polemizaram e distorceram tudo e insistem em falar o que de fato não aconteceu, ou seja, essas pessoas, na verdade, é que se sentiram frustradas.
“Eu sou um Deus Dourado”, assino embaixo suas palavras, Sir Robert Plant, quando assim o proferiu lá atrás.
Seria tolice de nossa parte, os Zeppelianos, negar que não fomos lá para ouvir as velhas canções eternas do LZ. Se o Plant tivesse ficado como estátua, sem abrir a boca, no palco, estaríamos todos babando por ele do mesmo jeito e embevecidos pelo seu carisma, domínio de palco e voz embriagadora. Oportunidade única, que jamais será talvez repetida tão breve.
Será que é difícil compreender isso? Não estávamos diante de um “zé ruela” qualquer, e sim de um dos principais vocalistas do Rock do mundo, de uma das mais belas e potentes vozes que caminha por essa Terra, o Deus Dourado do Rock. Ponto. Simples assim.
Ridículo é achar que algo que aconteceu há 40 anos pode passar imune todos esses anos. Robert Plant, a essa altura, não tem o que provar para mais ninguém. Ele pode tudo, desde sempre, chega de babaquice e especulação barata. Uma de minhas amigas, também, soltou a seguinte pérola: Xiii… Loira, ele está velho, enrugado, nada lembra o deus grego, sic..
Faça-me um favor… Que eu saiba, ele não ficou no formol esses anos todos, nem encontrou o elixir da juventude, ou a máquina para voltar no tempo e recuperar a beleza ímpar que ele tinha. Pergunto — e daí?… Ele poderia ter feito plástica, mas creio que quis envelhecer do jeito que é e ponto.

Foto: Uol Entretenimento
“Talk to me, galera”, dizia um Plant entusiasmado em Sampa, no Espaço das Américas.
E eu não me conformo com algum desses jornais, que escrevem sobre o lendário Robert Plant, referente aos shows no Brasil: “Não empolga, mas faz show marcante”, reinventa clássicos, estilo oriental, etc.
Coisa mais antagônica… Se o cara abandonou o Led Zeppelin, por livre e espontânea vontade, nos anos 80, no auge de tudo e ainda jovem.
Desde então, navegou por vários estilos, flertou com blues, onde tudo na verdade começou, músicas africanas, orientais, árabes, celtas e o folk atual, estilo híbrido como ele define suas canções, mas ainda insistem em dizer que Plant decepcionou fãs, “não empolgou a galera, e fez um show marcante?” Como assim?
“Tocar essas canções é como fazer amor com a ex-mulher sem amá-la.” Afinal, o que esperavam? Acho um super artista, inovador, sempre se reinventando. O que queriam que ele fosse um dinossauro no tempo?
Será que chegaram a pensar por um minuto que não se trata de arte comercial? E sim de verdadeiro artista, que não admite vulgarizar a sua arte por simples dinheiro ou fama atual? Será que pensaram nisto? Que o Plant não busca mais riqueza, fama, o próprio Gene Simmons, baixista do Kiss, disse recentemente ao jornal “The Sun”, que Robert recusou aproximadamente 650 milhões de reais para estar de novo como “homem de frente”, do Led Zeppelin, ou seja, se um dia, repito, se um dia.. Ele decidirá isso com eles, o fator motivador não será cifra $.. E sim, emocional.
Ele tem respeito pelo que viveu com o falecido Bonham, seu parceiro e amigo, como ele diz, “me dói o passado”, e é enfático ao afirmar, ao filho de Bonham, em reunião em dezembro de 2007, com o show “celebration day”: “O Led era eu, Jimmy, Jones e seu pai.”
Não era o público quem estava despreparado ou desinformado, quem constrange na verdade, são "alguns sites e jornais" que polemizaram e distorceram tudo e insistem em falar o que de fato não aconteceu, ou seja, essas pessoas, na verdade, é que se sentiram frustradas.
“Eu sou um Deus Dourado”, assino embaixo suas palavras, Sir Robert Plant, quando assim o proferiu lá atrás.
Seria tolice de nossa parte, os Zeppelianos, negar que não fomos lá para ouvir as velhas canções eternas do LZ. Se o Plant tivesse ficado como estátua, sem abrir a boca, no palco, estaríamos todos babando por ele do mesmo jeito e embevecidos pelo seu carisma, domínio de palco e voz embriagadora. Oportunidade única, que jamais será talvez repetida tão breve.
Será que é difícil compreender isso? Não estávamos diante de um “zé ruela” qualquer, e sim de um dos principais vocalistas do Rock do mundo, de uma das mais belas e potentes vozes que caminha por essa Terra, o Deus Dourado do Rock. Ponto. Simples assim.
Ridículo é achar que algo que aconteceu há 40 anos pode passar imune todos esses anos. Robert Plant, a essa altura, não tem o que provar para mais ninguém. Ele pode tudo, desde sempre, chega de babaquice e especulação barata. Uma de minhas amigas, também, soltou a seguinte pérola: Xiii… Loira, ele está velho, enrugado, nada lembra o deus grego, sic..
Faça-me um favor… Que eu saiba, ele não ficou no formol esses anos todos, nem encontrou o elixir da juventude, ou a máquina para voltar no tempo e recuperar a beleza ímpar que ele tinha. Pergunto — e daí?… Ele poderia ter feito plástica, mas creio que quis envelhecer do jeito que é e ponto.
E depois, quando ela viu de perto, “é, as fotos, não estão fazendo jus a ele, não está tão enrugado, envelhecido assim”. Pouco me importa, pois fiquei inebriada com o Plant — um dos principais espetáculos da terra, que nunca na vida, eu vou esquecer ou me arrepender. Sacrifiquei muitas coisas, e faria tudo outra vez e mais uma vez.
Robert Plant - EU FUI
Fui lá para ouvir música, para ouvir uma das vozes mais belas que existem, e para mim, o maior vocalista de todos os tempos do rock, e ver de perto, o monstro sagrado e ex “homem de frente” da banda icônica Led Zeppelin, uma lenda viva, graças a Deus, impagável, um momento inimaginável do qual, vou guardar como um dos mais belos vividos nos últimos 8 anos.
Robert Plant - EU FUI
Fui lá para ouvir música, para ouvir uma das vozes mais belas que existem, e para mim, o maior vocalista de todos os tempos do rock, e ver de perto, o monstro sagrado e ex “homem de frente” da banda icônica Led Zeppelin, uma lenda viva, graças a Deus, impagável, um momento inimaginável do qual, vou guardar como um dos mais belos vividos nos últimos 8 anos.
Por tudo que ele foi, fez e fará… Reverenciem e fim! Degustem sem moderação.
Song to the Siren — um dos momentos mais belos foi quando ele cantou essa canção romântica, assim como Going to California e Rock in Roll.
Sem maiores firulas e delongas, foi incrível!
