terça-feira, outubro 30, 2012

Robert Plant chega a Porto Alegre emociona um Gigantinho lotado

Robert Plant chega a Porto Alegre Jean Schwarz/Agencia RBS
Plant chegou com sua comitiva ao Aeroporto Internacional Salgado Filho e rumou direto para o hotel Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS
 
O cantor Robert Plant desembarcou em Porto Alegre no início da noite deste domingo. Acompanhado dos músicos de sua banda, a The Sensational Space Shifters, o ex-vocalista do Led Zeppelin veio em um voo fretado direto de Curitiba, onde se apresentou na noite de sábado.

Plant chegou por volta das 18h50min e seguiu direto para o Hotel Sheraton, onde ficará hospedado. O cantor se apresenta nesta segunda-feira no Gigantinho, às 21h30min, tocando canções de sua carreira solo e de sua antiga banda.  


Antes de show na Capital, Robert Plant passeia nos arredores do hotel Ronaldo Bernardi/Agencia RBS
Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
 
e camiseta e calça jeans, Robert Plant passeou pelos arredores do Hotel Sheraton, na Capital, onde está hospedado, no fim da manhã desta segunda-feira. Havia pouca movimentação de fãs no local, mas, ainda assim, os seguranças afastavam quem chegasse perto do cantor com câmeras fotográficas e celulares.

Ex-Led Zeppelin empolga a plateia com hits e momentos fortes

Ex-vocalista do Led Zeppelin, Robert Plant subiu ao palco do Gigantinho por volta das 21h30min desta segunda-feira. Com um ginásio lotado de pais e filhos para ver a lenda viva do rock clássico, Plant emendou músicas da carreira solo e clássicos da lendária banda que encerrou atividade há 32 anos.
Pais, filhos e famílias inteiras ouviram com respeito e reverência o show de abertura de Renato Borghetti, que tocou Asa Branca, em homenagem a Luiz Gonzaga (cujo centenário de nascimento é celebrado este ano) e, ao final, Felicidade, de Lupicínio Rodrigues.

 

Não foi uma abertura completamente estranha à atmosfera folk que _ já se sabia de antemão _ marcaria o show principal.
Plant apareceu vestindo camiseta, calça jeans e tênis. Com a dignidade de quem chega aos 64 anos com uma longa ficha de serviços prestados ao rock _ embora naturalmente sem as célebres notas agudas que marcaram os anos dourados _, realizou uma viagem de volta às origens do gênero, com o blues, em combinação com sons da África e do Oriente Médio, caminhos experimentais que ele tem buscado em sua carreira solo. O show foi um resumo de quase 50 anos de carreira. Diferentemente de outros shows, quase não se via pessoas com câmera de fotografia ou celulares apontados para o palco. O público estava atento ao aqui e agora, vibrando principalmente com o repertório do Led Zeppelin, mesmo em uma versões distantes das originais, como foi o caso de Black Dog