Muitos vivem a vida como se nunca fossem falecer e correm atrás de tudo aquilo que não levarão para o seu túmulo.
Era a pedra da felicidade. Possuía o poder de transformar desejos em realidade que uma fada perdera por aqueles caminhos.
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| Reprodução/ Internet. |
Como a pessoa que a havia encontrado era um jovem pobre e sofredor, concluiu que a pedra poderia ficar em poder dele.
Apareceu ao moço em sonho e disse-lhe que a pedra tinha poderes para atender a três pedidos: um bem material, uma alegria e uma caridade.
Mas que esses benefícios somente poderiam ser utilizados em favor de outras pessoas.
O moço acordou desapontado. Não gostou de saber que os poderes da pedra somente poderiam ser revertidos em proveito dos outros.
Assim, resolveu guardá-la, sem interesse em utilizá-la. Os anos se passaram, rememorando seu passado com uma vida infeliz, muitas dificuldades, privações e dissabores.
Revendo a pedra que guardara consigo, lembrou-se do sonho e dos prováveis poderes da pedra. Decidiu utilizá-la, mesmo sendo em proveito dos outros.
Assim, realizou o desejo de uma jovem, disponibilizando-lhe um bem material.
Deu uma grande alegria a uma mãe, revelando o paradeiro de uma filha há anos desaparecida e, por último, diante de um doente, condoeu-se de suas feridas, ofertando-lhe a cura.
Ao realizar o terceiro benefício, aconteceu o inesperado, a fada apareceu e disse:
— Utilizaste a pedra da Felicidade. O que me pedires, para ti, eu farei. Antes, devias fazer o bem aos outros, para mereceres o atendimento de teu desejo.
— Utilizaste a pedra da Felicidade. O que me pedires, para ti, eu farei. Antes, devias fazer o bem aos outros, para mereceres o atendimento de teu desejo.
O homem ficou muito triste ao entender o que se passara. Tivera em suas mãos a oportunidade de construir uma vida plena de felicidade, jamais pensara que fazendo o bem aos outros colheria o bem para si mesmo.
Lamentando o seu passado, pediu comovido e arrependido:
— Dá-me, tão somente, a felicidade de esquecer o meu passado egoísta.
Reflexão:
Ao fazer o bem aos outros, fazemos a nós mesmos, enquanto o egoísmo nos leva à derrocada moral e espiritual. A partilha, além de ser prazerosa, torna o fardo mais leve e a vida muito mais enriquecedora. O universo retribui. E desconfio que seja de gente assim que Ele, o divino Deus, tanto gosta.
Reflexão:
Ao fazer o bem aos outros, fazemos a nós mesmos, enquanto o egoísmo nos leva à derrocada moral e espiritual. A partilha, além de ser prazerosa, torna o fardo mais leve e a vida muito mais enriquecedora. O universo retribui. E desconfio que seja de gente assim que Ele, o divino Deus, tanto gosta.
Que o mês de agosto comece assim: com mais partilha, menos egoísmo.
Texto: Autor Desconhecido
Fonte: Internet / Google
Fotos:pixabay/free.

