Loira do bem ∞ : 08/27/11

sábado, agosto 27, 2011

ALMIR SATER EM RESENDE RJ NO TEATRO DA AMAN


Almir Sater se apresenta em Resende, no Teatro Aman, em Setembro para mais um show emocionante. Imperdível.

O violeiro Almir Sater, sobe ao palco e faz uma retrospectiva dos seus 30 anos de carreira e suas canções já consagradas, como
Trem do Pantanal, Um Violeiro Toca e Tocando em Frente, esta um "hino" da música brasileira.

O show mescla com o ultimo Álbum, "7 Sinais", sem deixar de lado o toque magistral e ímpar de viola que o tornou consagrado.

Almir tornou-se um dos responsáveis pela valoração da viola de 10 cordas, acrescentando um toque mais sofisticado ao instrumento, estilos como blues e rock, embalados pela pegada do folk.

Com dez álbuns solos e centena de shows lotados por todas as regiões do País, o cantor é um dos poucos que não deixou a emoção de lado e a música flui de dentro do coração e do interior da alma, de forma tão natural que a plateia, tem a impressão de ter estado na sala de visita do artista,após o show, num tom mais intimista.

Almir Sater estará acompanhado pelos músicos renomados de sua banda.

SERVIÇO:
Show Almir Sater & Banda.
Quando: 09/09/11-sexta-feira
Cidade: Resende/RJ
Abertura:20h00
Horas:21h30
Local: Teatro da AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras)
Endereço: Rodovia Presidente Dutra, KM 306 - Centro.
Site: http://www.aman.ensino.eb.br
Investimento em Valores R$:
R$ 60.00( Inteira)
R$ 30.00(meia entrada) - (Terceira Idade acima de 60 anos, professores da rede pública e estudante com carteirinha e comprovante de pagamento).
Pontos de Venda:
RESENDE
- CACAU SHOW - SHOPPING PATIOMIX Loja: 1086
- QUIOSQUE CHOOP BRAHMA - SHOPPING PATIOMIX Tel: (24) 7831-7597
- LIVRARIA NOBEL - SHOPPING RESENDE - 2º ANDAR -Tel (24) 3359-0436
- CENTRO DE RESENDE
- CACAU SHOW - CALÇADÃO Rua: Alfredo Whately,77 Tel:(24) 3355-6082
- REVISTARIA AGULHAS NEGRA Rua: Alfredo Whately,136 Tel:(24) 3354-2588
- CASA DO CAMPO Rua: Henrique Savori, 40 Tel: (24) 3354-0250
Loja SolRha Modas e Acessórios.Rua: Nicolau Rizzo,73
- VOLTA REDONDA
PLANET GIRLS -SIDER SHOPPING - 2º PISO(24) 3348-7075
Pré Vendas por Fax (inclusive)para outras cidades e regiões:
Realização: Grova Produções
Telefone:(21) 9180-7120 Vendas por Fax (21) 2437-4739) email:carlagrova@gmail.com
APOIO:
Transtáxi Turismo -Rua Álvaro Rego Farias, 299 -Paraíso -Resende-RJ -Tel:(24)3355-6565
Instec Vale Engenharia
Rua Professor Mário Cardoso Franco 86 - Centro -Taubaté, SP -Tel:(12)3622-1442

Sobre Almir Sater
"É Bonito ser Simples"

Almir Sater é um exímio violeiro, cantor, compositor e instrumentista ímpar, que nasceu em Campo Grande, MS e desde pequeno, já gostava da natureza e do som de violão.

O seu estilo caracteriza-se pelo experimentalismo e sua música agrega uma sonoridade tipicamente caipira da viola de 10 cordas, do folk norte-americano, com influências das culturas fronteiriças do seu estado, como a música paraguaia e andina. E o resultado é único, ao mesmo tempo reflete traços populares e eruditos, despertando atenção de públicos diversos. Sua trajetória musical sempre foi marcada por grandes feitos, um deles,em 1988,escolhido por unanimidade pela crítica, para participar da abertura do Free Jazz Festival em 1989 ao lado de nomes sagrados da música mundial.

Almir também ganhou Prêmios Sharp (Hoje Premio da Música Brasileira), nos anos 90 com as canções: "Moura" Instrumental e Tocando em Frente, esta um "hino" da música brasileira. Também obteve grande destaque como ator nas novelas :''Pantanal'' (1990), ''Ana Raio e Zé Trovão'' (1991), ''O Rei do Gado'' (1996) e ''Bicho do Mato'' (2006).

Em 2010, o músico foi um dos convidados para gravação do DVD Emoções Sertanejas, em homenagem aos 50 anos de carreira de Roberto Carlos, recebendo diversos elogios e apontado pelos internautas nas redes sociais como a mais bonita apresentação.

Além da multiplicidade de talentos, o artista é considerado um defensor do meio ambiente, um conservacionista e engajado em projetos de cunho socioambiental e estimulando a conscientização para a melhoria do planeta e a preservação dos costumes do homem pantaneiro.

O que Almir Sater pensa sobre:
Sua música:
"Toco musicas brasileiras com a influencia do folk mundial. Minha música tem influência do folk americano, irlandês, da música paraguaia e andina.
"Esta mistura é bonita, uma música para a alma, na verdade, sou um violeiro popular brasileiro".

Sobre natureza: "O mundo precisa de Paz.O dinheiro não é tudo, a natureza é mais importante e as pessoas tem que cuidar melhor dela, para que as futuras gerações possam viver bem".

24/08 ENTREVISTA ALMIR SATER E GABRIEL SATER


ENTREVISTA ALMIR SATER E GABRIEL SATER

CULTURADiego Max é natural de Buenos Aires - Argentina. É um artista nato: músico, compositor-instrumentista e cantor, ator, roteirista, produtor e diretor. Escreve colunas com senso de observação e critica nos segmentos artísticos e culturais.
POSTADO EM 24/08/2011 15H48

Os Artistas que transcendem o tempo na voz da alma, da raiz ao fruto...

(Uma conversa com Almir e Gabriel Sater)




O Artista é a voz ativa e melódica da essência humana que deseja clamar suas emoções... este é o legado do Artista!

Almir Sater é um cantor das coisas da sua e nossa terra, da água, o solo, os costumes, as andanças e romances, e consegue em Gabriel Sater, seu filho, esta mágica da vida e da musica. Ser transcendental no legado da sua vida e obra.

E nada mais apropriado e belo do que homenagear o Dia dos Artistas, neste 24 de agosto, com ambos os artistas, que são um sopro de vida musical bela e qualificada, que a sua vez em que se fundem, se bifurcam com a mesma paixão, para a alegria e usufruto de todos os públicos.

Estes são meus colegas, meus amigos, meus “hermanos” de viola como costumo chamar, e da relação surgem sons, poesias, prosas... e das boas! Como esta que divido nesta Coluna:



Almir e Gabriel, como surgiu para cada um de vocês o ressoar da arte, na música e nas cordas das violas e violões para cada um, no mente e alma?

A.S: “Foi muito natural a forma como a musica me seduziu, em um ambiente familiar, puro e afável, como os sons e harmonia do Pantanal diria... Meu pai, descendente de paraguaios, mas que cultua mais seu gosto pela MPB, seguidamente fazia reuniões festivas com amigos na nossa casa em Campo Grande. Muitos destes violeiros e violonistas de musicas regionais. Mamãe, que era professora de inglês, sempre tocou piano, e neste instrumento, sua especialidade vocacional era para a musica folk americana. Ouvindo isto, minha tendência foi absorver esta alquimia e formar meu gosto e interesse pelo som das cordas de aço, amadeirado também, e com características regionais, na melodia e poesia.”: A.S

G.S:” Por ser filho de pais separados, vivia em São Paulo na minha infância. Mas minha vontade e dedicação por estar o mais seguidamente possível com meu pai e sua família em Campo Grande, faziam com que meus esforços por estar em cada espaço vago da minha vida paulistana, férias, feriados e tudo mais, se tornassem metas de vida sem margem de desistir. Assim, nestas épocas com meu pai, avos e tios, eu absorvia também naturalmente, toda a carga positiva e rica da arte do meu pai, que já era um artista reconhecido, assim como meus parentes músicos de qualidade, e os amigos e colegas destes. Posso dizer que presenciei encontros musicais informais, que foram os melhores shows da minha vida! Isso definitivamente determinou meu amor a musica, e a arte em si.”: G.S



Então, com a alma impregnada de musica e poesia, vinda de berço... em que momento se deu a entender que a musica seria seu trabalho, seu caminho profissional e companheira de sempre?

A.S:” Nunca pensei em ser musico profissional, mas por irônico que pareça, mesmo me esforçando em outras áreas, como ao ir estudar no Rio de Janeiro e conviver com parentes da área de Direito, que acreditei ser minha vocação, posso afirmar sem constrangimento que eu não dava certo em nada! (risos). Como já tocava bem na adolescência em Campo Grande, logo retomei, mesmo no Rio, a dedicar-me mais ao violão e viola, assim, a partir dos 19 anos de idade passei a tocar com Paulo Simões. Isso serviu de estopim , pois logo a seguir a Tetê Espínola me chamou a acompanhá-la como instrumentista, depois segui com a cantora Diana Pequeno, e logo naturalmente surgiu a oportunidade de gravar um disco pela saudosa Cooperativa Vozes da Viola, em que pude mostrar, assim como outros artistas em uma gravação coletiva, meu trabalho pessoal. A partir daí , veio o convite da gravadora Continental para gravar meu primeiro trabalho “solo” e exclusivo, ai “o trem andou”...:A.S



G.S:” Engraçado... mas também nunca tinha pensado em ser musico profissional., sentia um profundo respeito por ter absorvido a norma filosófica do meu pai e parentes músicos de que, “a musica é assunto serio”. Mas aos 14 anos resolvi estudar violão com o professor Paulo Ge, e logo segui com outro mestre, Antonio Porto. Mas segui firme no colégio, pois queria mesmo me auto-incentivar a ser estudante e logo, profissional de outra área. Tanto que para meu ultimo ano do ensino médio, viajei a uma temporada de 1 ano ao interior dos Estados Unidos. Porém, a saudade de casa e terra me fez voltar, e assim o fiz. Dai, nada mais me chamava a atenção do que a musica...queria e sentia que devia seguir desenvolvendo meus conhecimentos nela. Passei a estudar com o professor gaucho Cristiano Kotlinski, meu grande mestre, e me permiti absorver mais conscientemente as influencias do trabalho do meu pai, ai passei a ouvir outros artistas por gravações, como as feitas pelo celebre trio Al Di Meola, Paco de Lucia e John McLaughlin que mudaram minha vida. Comecei a me dedicar tanto que me atrevi a fazer inscrição para uma lei de Incentivo do Matogrosso do Sul, e sem meu pai saber, fui contemplado a gravar meu 1º CD “solo”, onde coloquei 2 musicas instrumentais que ele gostava muito. Só depois de finalizado lhe mostrei, e foi fruto da minha luta para orgulho de ambos.” : G.S


E me digam Almir e Gabriel. essa carga que trazem das influencias das fronteiras com Matogrosso do Sul, assim como o Rio Grande do Sul. O chamamé argentino, a guaraña paraguaia, etc. Sabemos que é inerente a sua cultura. Lhes comento que, este ano eu tenho a honra de ser jurado do Festival Musicanto de Musica Sul Americana de Santa Rosa, onde Almir já se apresentou, e pergunto: acham que esta interação positiva poderia ser mais bem difundida para o bem da região não só do Sul do Brasil, mas para a integração cultural em si do próprio Mercosul?

A.S”: Conheço o Musicanto e admiro, parabéns Diego, acho que o corpo de jurados esta muito bem representado com você. Claro que deveria ser, concordo! Somos todos irmãos e hermanos, não se pode negar a proximidade de ritmos e poesia. Na nossa região, posso dizer que filosoficamente o Rio Paraguai é mais um caminho de entrelaçamento do que uma fronteira divisória. Creio sim, que poderia haver mais incentivo e investimentos para a cultura tão semelhante que por lá aflora. Existe o Festival America do Sul, em Corumbá-MS, digno de ser percebido, luta por estes idéias com boa organização, seriedade e trazendo talentos da musica regional do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai... Mas o despertar desta integração deve ser mais percebido poder publico, para entender que fortalecendo isto, fortalece também o mercado em outros setores!”: A.S



G.S”: Também te parabenizo e parabenizo o Musicanto pela tua incorporação no corpo de jurados desse festival, conheço tua historia de qualidade e teu trabalho com artista, que admiro e respeito. Concordo com meu pai, acho esta integração entre os países limítrofes maravilhosa! É um fator positivo que deveria ser incentivado mais ainda. Eu me sinto fruto dessa alquimia, dessa mescla, e vejo que é rica e as pessoas gostam, mesmo as de fora da região, como aqui em São Paulo, no Rio, em Minas, etc. Em fim, a musica com cara rural é universal por si só! Eu tive muitas influencias advindas dos caminhos das mídias abertas, como a musica pop, jazz, blues, rock etc. Mas nota-se facilmente que meu estilo não é só de um violonista brasileiro, mas sim um musico latino americano!”: G.S


Dentro deste contexto, quais as influencias artísticas de cada um, no ambiente da musica?

A.S”: São muitas, e geralmente mais como instrumentista, pois não me considero pericialmente um cantor de oficio, sou interprete das minhas musicas, isso é o que faço com seriedade e sentimento. Sempre admirei os tocadores de “requinto” , basicamente os paraguaios. Também os de “charango”, geralmente os bolivianos e os violonistas argentinos e do Rio Grande do Sul, com seu estilo forte e a sua vez sensível de “solar” as cordas. Absorvi muito do talento de grandes músicos e amigos como Paulo Simões, Geraldo Espínola. Isto e mais os tocadores de viola no Brasil, influenciaram minha forma de compor e interpretar minhas composições.” A.S

G.S: ”Olha, o show que me impactou na vida e senti que é uma sonoridade enérgica que eu queria desenvolver junto com meu estilo de ser musical, foi quando eu era mais garoto e vi o acordeonista argentino Raul Barboza, que depois vim saber que é padrinho de batizado de Diego Max (risos), se apresentar no MS. Foi especial ver sua dinâmica de instrumentista levando a musica regional ao universo contemporâneo. Assim como seu parceiro, o violonista Juanjo Dominguez, e a musica Sul-Matogrossense, de violas, violões, e tudo mais. Além disto, encontrei similitudes de estilos de raiz na musica interiorana caipira, assim como a linguagens dos improvisos, que são intuitivos.”: G.S



Então vocês encontram semelhanças entre seus estilos? E como é dividir o palco juntos?

AS”: Não acho muito parecido o desenvolvimento de nossos trabalhos, acho sim “algo parecido”. Nisso, se encontra a seriedade e amor pela musica e respeito pelo profissionalismo que nos dá o sustento e prazer de viver. Gabriel é muito estudioso, pesquisador aplicado, técnico, além de obviamente ser alma no compor de seus temas. Eu nunca fui estudioso! Fui sempre mais intuitivo, ao sabor do vento, deixei fluir tudo na minha vida, a composição, a interpretação, a carreira. Meu filho é exemplo de dignidade como homem e musico, eu sempre lhe dei apoio, por que ele sempre me deu orgulho também. Devo dizer que se eu tivesse a minha inspiração simplista e o talento de aplicação do Gabriel, eu seria um gênio!”: A.S


G.S”: De acordo com meu pai, cada um tem sua identidade e nos encontramos nos fundamentos de sangue e sentimento, e da musica rural que nos criou. Meu pai caminhou uma trilha toda sua muito particular, foi mais terra, mato, natureza e povo...isso lhe rendeu uma forma de compor e tocar com um sentimento admiravelmente único, um erudito! Isso sempre me inspirou, mas eu também caminhei por estradas de diversidades, e muitas! Assim, me pego naturalmente a transitar em uma base de composição regional, com nuances de “solos” de blues, com naturalidade e sentimento. Me dedico muito a estudar e creio que o farei infinitamente, por amor a musica na qual tenho a pretensão de deixar assim como meu pai, um recado “atemporal”, e por isso não abro mão da intuição também”: G.S



Delicio-me com esta conversa Almir e Gabriel, como que retratando além da suas vidas e obras, a minha mesmo, que é semelhante e vocês bem sabem meus amigos. Sinto alegria com nossa parceria e amizade em poder levar toda sua bela “caminhada”, do homem e artista Almir Sater e do Gabriel Sater, para meu publico leitor. Por fim, peço que me digam na sua filosofia, o que é ser artista, e o que é a musica para vocês?

A.S”: Ser artista é ter o entendimento de que é ser tradutor dos próprios sentimentos, e levá-los ao publico com responsabilidade. Entender que deve se fazer com qualidade no amor depositado em cada composição, capricho, dedicação. Com este meu trabalho, sustentei minha família e vida com dignidade, por isso não reconheço trabalhos mediáticos, e sim o envolvimento de alma com a arte. Eu componho e toco primeiramente para me emocionar, para sentir prazer, se assim for, passarei verdade sempre para meu publico, isto é o correto. A musica para mim é um bem sagrado, como a arte todo em si.”: A.S

G.S: ”Ser artista para mim é ser algo como mensageiro, tem uma responsabilidade social, e não pode se tratar sem profissionalismo quando se tem de frente um legado a deixar. E é isso que desejo fazer, construir um trabalho digno de respeito e valores na arte e na cultura, uma obra que possa ser perpetuada. Nunca faria arte efêmera. Faço arte pela arte, como meu pai disse: crio a musica como um filho amado e espero ser feliz vendo o mundo recebê-la bem, e querendo ficar com ela. A musica é minha vida.” GS



É... O Artista evoca a historia emocional dos povos... Evoca raízes, folclore, filosofias, sentimentos. O Artista e cantador, é um retratista do tempo além do próprio tempo, é interlocutor da alma dos povos, e da sua mesma, o amplificador.

E o Pantanal evoca dois Artistas, cada um a seu tempo, e ambos no mesmo tempo do amor a terra, água, sua cultura, amor de pai, de filho que é a voz do coração e faz destes dois cantores especialmente, a arte do amor em um só canto.

Minhas palmas e pedido de BIS dos Sater!

Parabéns Almir e Gabriel Sater, deixo meus abraços carinhos de admirador, parceiro e amigo!



A.S:” Meu forte abraço aos teus leitores e a você Diego Max, respeito e admiração a teu belo trabalho de qualidade artística e cultural, segue nesta estrada que a cultura necessita de valores guerreiros. Ainda temos que fazer juntos o “chamamé”!:A.S

“G.S:” Missão cumprida “Hermano”, mais um ponto na caminhada da nossa amizade e parceria. Agradeço a você e teus leitores com meu abraço, pela porta aberta para falar do meu trabalho e estar nesta com meu pai. Também respeito e admiro teu trabalho de artista, sei que faremos coisas juntas pela frente!”:G.S