quinta-feira, 13 de abril de 2017

Show Tocando em Frente chega a SJC neste fim de semana

O compositor, cantor e violeiro Almir Sater e sua inseparável viola de 10 cordas, se apresenta no Clube Luso Brasileiro em São José dos Campos, neste sábado (15), ao lado dos também renomados Renato Teixeira e Sérgio Reis para show emocionante.
  
Juntos, o trio vão exibir o espetáculo “Tocando em Frente” – sinônimo de sucesso e público por onde passa. Com repertório simples e emocionante, os artistas têm contagiado multidões ao juntar seus estilos e trajetórias consagradas, como se fosse o quintal de casa, com causos e interações.


FT Rob Black

No palco, acompanhado por uma banda magistral, os músicos revisitam e alternam as canções marcantes de suas carreiras como "Trem do Pantanal" e as clássicas: "Um Violeiro Toca", "Tocando em Frente",  “Romaria”, “Amanheceu Peguei a Viola”, “Rei do Gado”, “A saudade é uma estrada longa”, “Comitiva Esperança”, “Coração de Papel” entre outras. Ano passado, Almir e Renato lançaram em parceria o CD de inéditas “AR” – e o disco foi premiado pelo Grammy Latino como “Melhor Álbum de Música Raízes Brasileiras” e também fará parte do repertório do show.


 








Ainda restam poucos ingressos – conforme anunciado pelos organizadores em evento oficial no FACEBOOK  

Depois de uma maratona de shows, Almir Sater encerra agenda de Abril no MS – seu estado natal – evento corporativo(somente convidados) e outro aberto ao público em geral, este em Campo Grande, no Shopping Bosque dos Ipês. Para ter acesso ao show é necessário consumir em compras no valor mínimo de R$ 100,00 e trocar o cupom pelo ingresso. Mais Informações: (67) 3304.5555 e os convites são limitados.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Jantar ao som da viola de 10 cordas de Almir Sater em SBC

Hoje, logo mais à noite o Restaurante São Francisco recebe o violeiro Almir Sater e Banda, para ‘Jantar Show’ em São Bernardo do Campo/SP. Toda a vez que o artista se apresenta no local, é um dos espetáculos mais disputados pelos fãs e clientes da conceituada casa. 


FT Charles Geraldo.

No palco, o músico revisita suas canções mais populares como ‘Trem do Pantanal’, ‘Um Violeiro Toca’, e ‘Tocando em Frente’ entre outras. As músicas do último CD solo ‘7 Sinais’ e o mais recente ‘AR’ gravado em parceria com Renato Teixeira e distribuído pela Universal Music também não deverão faltar nesta noite especial, muito menos o toque magistral de viola que o tornou consagrado.

O Disco muito elogiado pelos fãs, público e crítica especializada no geral foi premiado com o Grammy Latino 2016, como ‘Melhor Álbum de Música Raízes Brasileiras’. Os artistas gostaram tanto da feitura do projeto anterior que já estão em fase final de gravação de ‘MAIS AR’ previsto para lançamento ainda este ano.

 
 
Foto montagem do 'encarte CD AR'  by Eduardo Galeno.
 
Além reviver as canções maravilhosas e as atuais deste que é um dos mais completos artistas brasileiros, os presentes ainda vão degustar do conceituado ‘Frango com Polenta’ especialidade da casa há mais de 50 anos e famosa na região.

 
                                                           FT Rosely Sousa.
As reservas são feitas através do telefone (11) 4396-2255 e sem dúvida um programa imperdível nesta sexta-feira, que vai agradar em cheio todas as gerações.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Almir Sater se apresenta em Mococa nesta terça

Almir Sater se apresenta em Mococa nesta terça (04) – em mais um show incrível, com Open Bar e Open Food. No palco, acompanhado por uma banda, o músico revisita suas canções marcantes como "Trem do Pantanal" e as clássicas: "Um Violeiro Toca", "Tocando em Frente" e "Chalana", bem como os seus discos mais atuais, o último solo “7 Sinais” e o inédito “AR”, sem deixar de lado o toque magistral de viola que o tornou consagrado.
Foto: Maida Garcia Magalhães
Com mais de 35 anos de carreira e 11 discos gravados, o compositor, cantor e violeiro Almir Sater, um dos artistas mais completos, graças ao seu virtuosismo, continua a encantar gerações. Dono de um talento ímpar e versatilidade como instrumentista, Almir Sater foi apontado pela Revista "Rolling Stone Brasil" entre os 30 maiores ícones brasileiros da guitarra e do violão na edição de 2012.

Em 2015, gravou o CD “AR” em parceria com Renato Teixeira nas plataformas digitais https://umusicbrazil.lnk.to/DDeDestino - sites e lojas virtuais.

Com produção do norte-americano Eric Silver, o álbum navega por diversas vertentes e influências musicais, do folk ao rock Anos 70, sem deixar de flertar com o purismo da música caipira e a poesia bucólica e logo caiu nas graças do público, admiradores, fãs, crítica especializada e foram contemplados no 27º Prêmio de Música Brasileira de 2016, como melhor dupla regional, em junho passado.

Fotos CD "AR" - Eduardo Galeno/ Agencia Produtora.


O disco também foi indicado em duas categorias no 17º Grammy Latino 2016 -“Melhor Música da Língua Portuguesa” com a canção “D De Destino” – e premiado como “Melhor Álbum de Música Raízes Brasileiras”( na disputa com os também renomados Alceu Valença e Elba Ramalho), em Las Vegas. Os artistas gostaram tanto da feitura do projeto anterior que já estão em fase final de gravação de MAIS AR previsto para lançamento ainda este ano.

Também obteve grande destaque ao aceitar convites para representar personagem de violeiro em novelas como “Pantanal” e “Rei do Gado”, além de Ana Raio e Zé Trovão e Bicho do Mato (2006).

SERVIÇO:
Almir Sater e Banda
Quando: 04 de Abril de 2017
Onde: Vale Imperial  - Mococa/SP
Valor: R$ 200,00 a R$ 300,00 por pessoa (Dependendo da localização da mesa).
Serão comercializadas mesas com oitos lugares divididas em três setores.
ADQUIRA JÁ O SEU CONVITE.
Parcelamos em até 4x no Cartão de Crédito.
Ponto de Venda: Supermercado São Domingos.
Dúvidas, clique aqui ou pelo telefone (19) 99215-5625.

domingo, 26 de março de 2017

Show Tocando em Frente: Almir Sater encerra shows de Março no Paraná

Almir Sater se apresenta em Ponta Grossa, PR com o show "Tocando em Frente" ao lado de Renato Teixeira e Sérgio Reis na próxima sexta (31), no centro de eventos.


O espetáculo tem sido sinônimo de sucesso e público por onde passa. Com repertório simples e emocionante, os artistas têm contagiado multidões ao juntar seus estilos e trajetórias consagradas, como se fosse o quintal de casa.  No palco, revivem canções como Tocando em Frente que leva o nome da turnê, Chalana, Romaria, O Rei do Gado, Frete, Coração de Papel, A Saudade É uma Estrada Longa, Trem do Pantanal entre outras.

                                           Foto: Divulgação.

No início de 2016, Almir e Renato lançaram em todas as plataformas, lojas e sites virtuais e distribuído pela Universal Music,  o disco “AR” indicado em duas categorias  no  17º Grammy Latino 2016  -“Melhor Música da Língua Portuguesa” com a  canção “D De Destino” –  e premiado como “Melhor Álbum de Música Raízes Brasileiras”  em Novembro passado, que também estão inclusas neste show.  Tudo isso acompanhado pelo toque magistral da viola de 10 cordas de Almir Sater que o tornou consagrado. 
Foto: Sandro Takahashi / Fonte Agencia Produtora.

Os ingressos estão à venda pela Internet  ingressorapido.com.br  ou na loja do Shopping Palladium de Ponta Grossa (Rua Ermelino de Leão, 703, em Olarias), piso 1, em frente à Kalunga. Mais informações e detalhes através do evento oficial no FACEBOOK

sexta-feira, 3 de março de 2017

Demolição - Pode um golpe de loucura ser a chave para novo destino ?

Demolição: “Para continuar a viver é importante rever e deixar para trás tudo aquilo que já não nos serve mais”. Das críticas e análises que li sobre esse filme “Demolição” de Jean-Marc Vallée, uns torceram o nariz “será perda de tempo” outros é detestável, compulsivo, confuso, depressivo, apático ou louco e alguns como eu, acharam excelente. Eu até compreendo, e não sem razão, há um pouco disso tudo, o filme é denso, intenso, complexo, chocante, mas traz à tona as limitações, perdas, anseios e frustrações deles, e com os olhos voltados para o campo da psicologia.  

A trama se dá em torno de Davis, um jovem financista bem-sucedido em uma vida metódica, casado com a filha do seu sócio, uma mulher perfeccionista, determinada e apegada aos valores morais e sociais. Enquanto retornam para casa, em uma conversa de rotina, da geladeira quebrada ao pai dela no celular sobre em pressioná-la para as pazes com a mãe, da qual não se falam há dias, por causa de um discussão banal, a princípio.  Enquanto ela dirige, acontece o acidente de carro que fará mudar a vida do viúvo, a partir da reconstrução do seu eu. Seu sogro então compara o tempo do luto com um automóvel, “para consertar um coração humano é como consertar um carro, temos que examinar e montar tudo de novo”.


Talvez a "suposta" indiferença dele em não ligar para as coisas corriqueiras a sua volta ou dificuldade em interagir com os outros estão relacionadas com o “transtorno de déficit de atenção” subjetivamente sugerido no filme, e isso dá um novo fôlego para entendê-lo melhor, entre eles, os seus sentimentos, apesar da perda e luto, descobre que não a amava como pensava. 
Ao se deparar com essa verdade e prestes ao um colapso emocional, a percepção muda à sua volta e começa a se interessar por coisas, pessoas e curiosidades, que nunca notara antes e a sua cura talvez, pode estar nesta desconstrução do que era sua vida até então, com verdades inteiras, assim ao demolir coisas, objetos, a começar pela geladeira, começa a ser libertador.

O seu destino vai mudar ainda mais ao reclamar por carta para um serviço de atendimento ao cliente de uma empresa, sobre o não funcionamento de uma máquina de cafés, quando estava no hospital em que a esposa fora internada. A partir daí um novo ciclo, uma relação mais fraternal do que afetiva e até improvável entre a mulher atendente da empresa (viciada, apática e presa em uma relação dependente e conturbada com o proprietário da loja) e o  seu filho adolescente (revoltado e confuso com sua sexualidade), um será a muleta do outro. Por mais que as reações de Davis sejam insanas e infantis, é na desconstrução que ele encontra força para mudar sua história “ Quando eu era criança e ficava doente, eu deitava no colo de minha mãe, ela passava a mão pela minha cabeça e fazia tudo melhorar” Será tarde para isso?”.  Como não podemos voltar ao tempo e nem tampouco a segurança do útero materno, cada um tem que lidar da melhor forma com suas dores, mágoas e feridas, crescendo e evoluindo.

Por isso, juntos os três irão desenvolver uma relação de confiança e ambígua, suas feridas expostas e segredos se revelando aos poucos e a oportunidade de resgatar a criança interior tão ausente no adulto de agora. Cada um a sua maneira vão se alinhando, com suas dores, frustrações, fragilidades, e com uma reflexão “as perdas sofridas perto de sermos nós mesmos, são até suportáveis”. Aos poucos os personagens vão se entrelaçando, e vamos surpreender com o final, onde nem tudo que aparentemente era perfeito é real, pois todos cometem erros, alguns mais, outros menos,  mas todos esperam, afinal,  redenção.