Loira do bem ∞ : Abril 2016

sábado, 30 de abril de 2016

ALMIR SATER E SUAS RAÍZES PROFUNDAS.

Muito Além das Fronteiras... 
Em Abril de 2007 - Almir Sater concedeu uma entrevista para a Revista Acústico - sobre o seu recém lançado CD 7 Sinais. Depois de 9 anos, o compositor e violeiro gravou em Dezembro passado, um projeto que vai além das expectativas. Desta vez, em parceria com Renato Teixeira, intitulado "AR" leva as iniciais dos artistas. Gravado entre o Brasil e Nashville (EUA) e produção do norte-americano Eric Silver, o Álbum conta com 10 faixas inéditas. 

O disco navega por diversas vertentes, como a junção da música rural com o country americano, o bluegrass, rock dos anos 70, com o purismo da música caipira e da poesia bucólica. Distribuído pela Universal Music, leva o selo Som de Gringo e já à venda nas plataformas digitais e lojas do Brasil. 
Entre um e outro 9 anos se passaram. Mas em 2007 - Almir fala sobre os instrumentos que gosta e usa nos shows, como criou canções com violõezinhos de brinquedos, seu respeito pela Música Caipira, o que levou a atuar em novelas, seus estilos, suas fusões e flertes com vários gêneros musicais, as participações especiais dos acordeonistas no disco 7 Sinais, o saudoso Dominguinhos e o gaúcho Luiz Carlos Borges e claro, os discos que influenciaram sua carreira, entre eles Tião Carreiro e Pink Floyd e dicas sobre como afinações e marcas.
A Seguir trechos mais relevantes: Por Loira Dobem ზ Entretenimento Cultural | Assessoria Digital.

Como surgiu seu interesse pela Música?
AS - Sempre fui um apaixonado por Música tanto que esse era assunto recorrente quando encontrava com meus amigos. Comecei a tocar violão ainda menino.

Como surgiu o interesse pelo violão?
AS - Achava um instrumento muito bonito e, desde menino, sempre gostei de música caipira. Comecei a tocar na época da Jovem Guarda e era vidrado em rock and roll, flamenco e clássico, tanto que escutava Bach e Villa-Lobos. Nunca fui um excelente violonista, mas era curioso. O que eu queria, porém, era um som pesado. E isso ele não me dava. Foi quando descobri a viola "caipira" e achei o timbre que procurava.

Quando você completou 20 anos, estava no Rio e viu um show de violeiros...
AS - Isso. Por incrível que pareça, foi a primeira vez que vi esse instrumento.

Então, você voltou para Campo Grande e resolveu trocar de instrumento. Como foi a transição?
AS- Quando peguei a viola, já saí tocando. E, no outro dia, estava compondo. Parecia que aquilo estava guardado dentro de mim. Um amigo meu de Campo Grande, músico amador, falou para eu ouvir, dois discos do Tião Carreiro: Modas de Viola Classe "A" volume 1 e 2. E, isso me ajudou demais, principalmente quando eu o conheci pessoalmente.

Houve muita dificuldade na adaptação do novo instrumento?
AS - Não. Aprendi a afinação mais tradicional e saí tocando. Tinham algumas coisas mais difíceis de seres feitas, como rasqueados e batidões. Fui incorporando essas técnicas ouvindo o Tião. Cada vez que encontrava com ele, pedia para tocar umas músicas, além de dar dicas, pois é impossível compreender algumas coisas só ouvindo.

Mas o aprendizado foi todo autodidata?
AS- Isso. Sempre estudei e aprendi sozinho. Aproveitava para escutar os discos dele e, também, de outros violeiros.

Você sofreu alguma influência do Paraguai por sua avó ser de lá?
AS- Sim, muito. Campo Grande era uma cidade onde os habitantes costumavam sair à noite para ouvir música ao vivo, e quem animavam essas festas eram os paraguaios. Até hoje é assim. As canções daquele país foram importantes para a minha carreira.
 

Qual Carreira ajudou mais a outra: a de ator ou de músico?
AS- Acredito que o músico ajudou mais o ator. Quando me chamaram para fazer a novela e o filme, foi porque eu já era instrumentista. Mas não tenha dúvida que quando apareci na televisão isso ajudou muito minha carreira, pois divulgou o meu trabalho. Infelizmente, essas aparições atrapalharam um pouco, já que não tinha tempo para estudar. Em compensação, fiquei mais famoso.

No disco Cria, você inovou e colocou guitarras, teclados, baixo e saxofone. Por que resolveu incorporar todos esses instrumentos?
AS- Foi um álbum repleto de fusões. Sempre gostei de um som mais pesado e as músicas escolhidas tinham uma sonoridade assim. Além disso, naquela época trabalhava com um violão de 12 cordas com afinação aberta. Por isso, sentia que o resultado seria bom.

E, atualmente você tem preferência por algum instrumento?
AS - Gosto mais da viola. Neste último disco, o 7 Sinais, porém, trabalho muito com um violãozinho de criança.

Como assim ?
AS- Gravei o Instrumental 2, que tem "Moura", um tema para pequeno violão e orquestra. Para executar aquela música, utilizei um instrumento que o Renato e eu compramos numa rodoviária para presentear o Chico Teixeira que, na época era, era neném. Fui tocando-o de Mairiporã até a Serra da Cantareira e achei o som muito lindo. Virei para o companheiro e falei: "Ele é muito pequeno e vai estragar. Quando crescer eu devolvo". Fiz aquela canção e fui gostando mais da sonoridade, mas, depois, entreguei ao dono.

E por que resolveu incluir o violão de criança no novo trabalho?
AS- A minha sobrinha ganhou um instrumento assim e, como era muito pequena, peguei emprestado também. O Chico ofereceu o dele, mas eu disse que só gravava com violão de criança. Esse instrumento possibilitou que eu ficasse deitado na rede durante todo o dia e, por isso, as canções recentes foram compostas com o auxílio dele. Tanto que o utilizei na gravação em quatro ou cinco faixas.

Dominguinhos e Luis Carlos Borges participaram de seu disco. Por que pensou nesses artistas?
AS- Algumas músicas apresentavam uma sonoridade que eles se encaixavam perfeitamente. Sou fã do Dominguinhos e, por isso, fui atrás. Quando conseguir falar, ele estava voltando da Bahia. Aproveitou a jornada, passou no meu estúdio e matou de primeira. Sua performance enriqueceu o disco. Já o Luis Carlos Borges ficou aqui uns dois dias para conhecer os integrantes da banda e participar do CD. Outro artista que também gravou foi o baterista Maguinho, que deu um destaque maravilhoso.

Quais são seus os seus próximos projetos?
AS- Pretendo acabar a novela em que estou envolvido desde Março ( Bicho do Mato em 2006). Acredito que vou retornar à tarefa de Compositor. Além disso, recentemente fui convidado para fazer um DVD com o making of do 7 Sinais. Filmamos muitas coisas e, por isso, estava pensando em disponibilizar esse material. Não gostaria de lançar apenas um de shows.

Qual o seu setup de Shows?
AS - Costumo usar minha velha viola Del Vecchio construída em 1979, e outra feita pelo luthier Joacir de Carvalho. Além disso, tenho dois violões Taylor, um de 12 e outro de 6 cordas, e um tonante, que faz tempo que não levo a um show. As cordas são da Elixir, tensão livre.

E para gravação?
AS- São os mesmos instrumentos. Só usei um Martin de seis cordas para fazer um som mais metálico.

Como costuma gravar o seu violão?
AS- Depende muito da sonoridade que quero atingir. Gosto de usar dois microfones e linha. A soma de tudo isso dá um efeito bom. Costumo posicionar o AKG no 12° traste e o Bruel, no cavalete. Na viola é a mesma coisa.

O que você acha da Música Sertaneja Atual?
AS- Gosto de música de raiz, dos grandes violeiros. Isso sempre me encantou.

Quais foram os principais discos que influenciaram sua carreira?
AS- Essa pergunta é complicada. Acredito que Modas de Viola Classe "A" volume 1 e 2, do Tião Carreiro, A Fantástica Viola de Renato Andrade e alguns do James Taylor, Pink Floyd e Jethro Tull. Além deles, gosto muito de Zé Ramalho e Fagner.

Para ler na íntegra, assine ou compre a revista:
Fonte: Revista Acústico -a arte de tocar violão. Edição Abril 2007.
Texto: Rafael Furugem
Foto: Namour Fotografia. 


Discografia completa de Almir Sater: http://goo.gl/lVePRl 
AR nas plataformas digitais: https://umusicbrazil.lnk.to/DDeDestino

Foto: Encarte CD "AR" - Eduardo Galeno.


sexta-feira, 29 de abril de 2016

Almir Sater se apresenta na Festa de Maracaju

 Almir Sater em mais um Show imperdível: Belo, recatado e para todos os Lares.
Compositor e violeiro Almir Sater se apresenta na 22ª Festa da Linguiça de Maracaju hoje, em MS, logo mais à noite. A Abertura está marcada para as 19h00 no Parque de Exposições Libório Ferreira de Souza e o show previsto para as 23h00. 
Com entrada franca, o instrumentista é a principal atração e a festa uma das mais tradicionais do Estado, famosa pelas iguarias, receptividade e o tempero da linguiça.

  
Imagem: Noemi Melo Fotografia
No palco o artista deverá cantar seus maiores sucessos como Trem do Pantanal, Tocando em Frente, Chalana, Terra dos Sonhos, No Rastro da Lua Cheia e as canções do seu mais novo projeto "AR" gravado em parceria com Renato Teixeira, em dezembro passado, além de suas belas instrumentais.
                                 Imagem: Eduardo Galeno.

Desde Março, Almir incluiu em seu repertório D De Destino, Bicho Feio, e surpreendeu os fãs ao cantar uma nova composição em homenagem ao saudoso Geraldo Roca, no Theatro Pedro II em Ribeirão Preto, coautor do "Trem do Pantanal" falecido  ano passado. Será uma grande noite, ao som de Almir Sater e Banda.

Ouça pelo Spotify -  o novo CD "AR" de Almir Sater e Renato Teixeira  nas plataformas digitais e à venda nas melhores Lojas.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

18 de Abril | Dia Nacional da Leitura Infantil

 Tudo na vida com o tempo passa ou se perde, Menos o conhecimento. Ler é um hábito que deve ser estimulado desde criança. Tudo passa, menos o Conhecimento.
Dia 18 de Abril é o Dia Nacional do Livro Infantil que seria a data de nascimento de um dos principais escritores de literatura infantil do Brasil, Monteiro Lobato, motivo pelo qual a data tornou-se o Dia Nacional do Livro Infantil.

Dentre seus livros, recebeu destaque a história do Jeca Tatu, um homem do campo, com uma vida muito simples, preguiçoso, onde o autor relembrou os tempos em que vivera num sítio.
Com essas histórias trabalhou em prol da defesa do meio ambiente, da reforma agrária, fez campanhas pela melhoria da saúde e falou sobre o petróleo, assuntos que até hoje fazem parte de nossas vidas.
Mas o grande sucesso de Monteiro Lobato foi a coleção O Sítio do Picapau Amarelo, após a invenção da Menina do Nariz Arrebitado – Narizinho. As histórias acontecem no Sítio de Dona Benta, envolvendo outros personagens, levando lições de moral para as crianças. O Saci-Pererê e a Cuca eram os personagens perversos, que assustavam as pessoas. Em 1904, após ganhar um concurso literário, Lobato retratou seus sentimentos em relação à literatura, pela qual era apaixonado: “Tentei arrancar de mim o carnegão da literatura. Impossível. Só consegui uma coisa: adiar para depois dos trinta o meu aparecimento. Literatura é cachaça. Vicia. A gente começa com um cálice e acaba pau d’água na cadeia”.
Fonte: mundoeducacao.bol.uol.com.br

sábado, 16 de abril de 2016

ALMIR SATER E RENATO TEIXEIRA LANÇAM NOVO CD PARA ALÉM DAS FRONTEIRAS.



Em Dezembro passado, Almir Sater e Renato Teixeira despontaram com o mais novo projeto, o CD “AR” que leva as iniciais dos seus nomes, em todas as plataformas digitais. Apesar de amigos e parceiros musicais, é a primeira vez que os artistas lançam um CD juntos. Gravado entre o Brasil e Nashville (EUA), com produção do norte-americano Eric Silver, o álbum traz 10 músicas inéditas compostas por eles e  pré-selecionado para o 27º Prêmio de Música Brasileira de 2016.

O disco navega por diversas vertentes e influências musicais, como o folk e o country, do bluegrass ao rock Anos 70, sem deixar de flertar com o purismo da música caipira e a poesia bucólica. “Tem uma fase da vida que você é rock and roll, tem outra fase que você é country e tem aquela que você é folk”,  lembra Renato Teixeira.
Almir Sater tem um estilo caracterizado pelo experimentalismo, agrega uma sonoridade tipicamente caipira da viola de 10 cordas ao folk norte-americano e com influências das culturas fronteiriças do seu estado MS, como a música paraguaia e andina e com pegadas de rock e blues. 

Almir lembra que a tônica foi de montar um repertório com matizes diversos. “Apesar de sermos parceiros, temos estilos particulares. Foi possível deixar os dois bem evidentes”. “Todas essas músicas têm a cara da gente e condizem com a história que trilhamos juntos há mais de 30 anos. Nossos admiradores saberão que ele foi feito com o amor de sempre”, afirma Renato. 

O disco leva o selo Som de Gringo e distribuído pela Universal Music, já se encontra à venda nas melhoras lojas e plataformas digitais, entre os mais vendidos. Os Artistas, apesar de seguirem agenda em carreira solo, pretendem fazer shows juntos, e os fãs cogitam a ideia desde então. Em seus shows, Almir Sater já incluiu algumas das canções novas no repertório e o público tem-se surpreendido com elas e vibrado muito.
Sem dúvida, um disco ímpar e contagiante que agrada em cheio todas as gerações.

Para contratar shows:
Almir Sater
Tel.: +55 (11) 4485.1539 /(11) 4485.3049 /(11) 97546.3850
claudetefaria@uol.com.br

Renato Teixeira
Tel.: +55 (11) 2183.8383 / 3717.0059
shows@agenciaprodutora.com.br




AR - Divulgação via Loira Dobem Entretenimento Cultural  | Assessoria Digital .

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Bicho Feio | Almir Sater e Renato Teixeira | AR


Bicho Feio é uma das canções que compõem as 10 faixas do novo trabalho de Almir Sater e Renato Teixeira e já está na boca dos fãs e inclusa no repertório de Shows do violeiro.
A meu ver um som bluegrass para "gringo" nenhum botar defeito. Apesar de parceiros musicais e amizade de longa data, é a primeira vez que os Artistas realizam um projeto juntos. Gravado entre o Brasil e Nashville (EUA), com produção do norte-americano Eric Silver, o álbum traz 10 músicas inéditas compostas por eles, 03 delas com coautorias de Paulo Simões ( D De Destino), Rodrigo Sater ( Bicho Feio) e Eric Silver (Amor Leva Eu).

Almir e Renato navegam pelas vertentes do country e folk, bluegrass e Rock anos 70, de suas influências musicais e culturas folclóricas, sem deixar de lado o purismo da música rural. O AR está à venda desde Dezembro passado nas plataformas digitais e nas Melhores Lojas do país e sites internacionais como Amazon
iTunes  entre outros.
O CD "AR" de Almir Sater e Renato Teixeira pré-selecionado para 27º Prêmio da Música Brasileira vide link abaixo: http://www.premiodamusica.com.br/audicao/2016-3013/
Ouça a canção no link acima - uma letra baseada em lendas e folclores.

BICHO FEIO
                                             (Almir Sater, Renato Teixeira e Rodrigo Sater).
                                                          Com certeza quando a noite vem
Tem saci, caipora e curupira também.
Bicho Feio
Sempre tem
Ontem, hoje, no além.
 
Meia Noite
Olha o capa preta
Galopando a mula sem cabeça

Bicho Feio
Sempre tem
Ontem, hoje, no além
.

Com certeza todo mundo tem
Uma história pra contar também
Sempre alguém assustando alguém
Ontem, hoje, no além.

As fogueiras e os porões escuros
Eu quero ver arder, quero ve
queimar
O navio fantasma vai te levar...

Bicho Feio sempre tem
Ontem, hoje, no além.
Quem não tem medo de assombração?

"AR" de Almir Sater e Renato Teixeira nas plataformasdigitais e nas Melhores Lojas.

sábado, 9 de abril de 2016

ESPAÇO DAS AMÉRICAS ANUNCIA SHOW EXTRA PARA ALMIR SATER, RENATO TEIXEIRA e SÉRGIO REIS.

Espaço das Américas abre Show Extra para Tocando em Frente com Almir Sater, Renato Teixeira e Sérgio Reis,  devido ao enorme sucesso alcançado na primeira data.


Devido ao enorme êxito alcançado para o dia 14 de Maio ( sábado),  o  Espaço das Américas abre um Show Extra para os ícones Almir Sater, Renato Teixeira e Sérgio Reis em São Paulo, no domingo (15 de Maio). Os Artistas se reúnem na mesma noite em espetáculo imperdível e  prometem  encantar o público presente. A começar pelo nome que leva o show Tocando em Frente,  música de autoria de Almir Sater e Renato Teixeira, considerada um hino motivacional desde então. O repertório surpreendente, com certeza será. No palco, além das canções já conhecidas e consagradas, os artistas deverão apresentar seus recentes trabalhos também. 



















Almir Sater revisita seus maiores sucessos de sua consagrada carreira, assim como Renato Teixeira e Sérgio Reis, entre os melhores nas indicações de Prêmios - levaram o Grammy Latino 2015 – como o melhor álbum Sertanejo. Este ano, AR de Almir Sater e Renato Teixeira lançado em dezembro passado e já pré-selecionado para   27º Prêmio da Música Brasileira

Apesar de amigos e parceiros musicais de longa data, é a primeira vez que os artistas gravam um CD juntos, e o AR começa a render frutos e outros mais virão. O ponto alto do encontro serão os três num só palco para inebriar a plateia, deixá-la com a alma lavada e Só amor pulsando no coração quando retornarem aos seus lares.

Serviço:
TOCANDO EM FRENTE com ALMIR SATER e RENATO TEIXEIRA e SÉRGIO REIS
Sábado e  Domingo, 14 e 15 de Maio.
Sábado - Abertura da casa: 20h30 Início do show: 22h30
Domingo - Abertura da casa: 18h00 Início do show: 20h00
Local: Espaço das Américas
Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo- SP.
Censura: 14 Anos
Taxa de Serviço: 18.00%
Contato: (11) 2027-0777
Formas de Pagamento:
Dinheiro, cartões de crédito e débito.

Pontos de Venda: 

Físicos:
BILHETERIA ESPAÇO DAS AMÉRICAS Taxa de Serviço: Sem taxa
Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - Zona Oeste - São Paulo - SP.
Horário de Funcionamento: De Segunda a Sábado das 10h00 as 19h00.

TEAM NOGUEIRA (ANHEMBI MORUMBI BRESSER) Taxa de Serviço: 18,00%
Rua Doutor Almeida Lima, 1134 - Mooca - São Paulo - SP.
De Segunda a Sexta-feira das 10h00 as 12h30 e das 18h00 as 22h00.
Telefone: (11)94222-5919

GALERIA 897 Taxa de Serviço: 18,00%
Rua Barão de Ladário, 897 - Brás - Centro - São Paulo - SP.
De segunda a sexta-feira – das 8h00 as 18h00
De Sábado – de 09h00 as 16h00

SHOPPING ORIENTE 500 Taxa de Serviço: 18,00%
Rua Oriente 500, Mezanino - Brás - Centro - São Paulo - SP.
De segunda a Sexta-feira – das 9h00 as 16h00
De Sábado – de 9h00 as 11h00

SURF TRIP (Republica) Taxa de Serviço: 18,00%
Rua Vinte e Quatro de Maio, 200 República - República - São Paulo - SP.
De segunda a sexta-feira – das 8h00 as 20h00.
De Sábado – de 9h00 as 19h00

BILHETERIA C.A JUVENTUS Taxa de Serviço: 18,00%
Rua Juventus, 690 -  Mooca - Zona Leste - São Paulo - SP.
De segunda a sábado das 11h00 as 19h00.

CENTRAL SURF (SHOPPING ARICANDUVA) Taxa de Serviço: 18,00%
Av. Aricanduva, 5555 loja 75 -  Vila Aricanduva - Zona Leste - São Paulo - SP.
De Segunda a Sábado – das 10h00 as 22h00
De Domingos e Feriados – das 14h00 as 20h00

CENTRAL SURF (SHOPPING METRÔ ITAQUERA) Taxa de Serviço: 18,00%
Rua Pedreira do Roque, 00 loja 299 - Vila Corberi - Zona Leste - São Paulo - SP.
De Segunda a Sábado – das 10h00 as 22h00
De Domingos e Feriados – das 14h00 as 20h00 

CENTRAL SURF (SHOPPING METRÔ TATUAPÉ) Taxa de Serviço: 18,00%
Rua Melo Freire, s/n 37/38 - Tatuapé - Zona Leste - São Paulo - SP.
De Segunda a Sábado: das 10h00 as 22h00
De Domingo e Feriados: das 14h00 as 20h00

Mais informações:

 Desconto de 30% para clientes TudoAzul
Desconto de 30% no valor do ingresso para clientes TudoAzul participantes de todas as categorias do programa (TudoAzul, TudoAzul Topázio, TudoAzul Safira e TudoAzul Diamante – confira o regulamento no site https://tudoazul.voeazul.com.br/web/azul/home)
Promoção válida somente para a compra de 01 (um) ingresso adquirido na bilheteria do Espaço das Américas.