Loira do bem ∞ : 09/21/14

domingo, setembro 21, 2014

Vale Cultura: "Onde utilizar e quem tem o direito ao Benefício"

Imagem: Reprodução Internet.

















Vale-Cultura

O Vale-Cultura dá oportunidade para que mais pessoas tenham acesso a espetáculos, shows, cinema, exposições, livros, música, instrumentos musicais e muito mais. Se você é um trabalhador com carteira assinada, procure a sua empresa e peça o seu.
 
O que é o Vale-Cultura?
É um benefício de R$ 50,00 mensais concedido pelo empregador para os trabalhadores. É cumulativo e sem prazo de validade, e só pode ser usado para comprar produtos ou serviços culturais, em todo o Brasil.
 
Por que o Ministério da Cultura criou o Vale-Cultura?
O acesso à cultura estimula a reflexão e a compreensão da realidade, além do respeito à diversidade, o reconhecimento da identidade e a plena cidadania. Tudo isso é uma melhoria na qualidade de vida de todos os brasileiros. O Vale-Cultura também fomenta o crescimento da produção cultural em todo o Brasil.
 
Quem pode receber o Vale-Cultura?
Todos os trabalhadores que tenham vínculo empregatício formal com empresas que aderiram ao programa. O foco são aqueles que recebem até cinco salários mínimos, para estimular o acesso à cultura aos cidadãos de baixa e média renda.
 
Quem fornece o Vale-Cultura?
São as empresas empregadoras que fornecem este benefício aos seus empregados. Elas são chamadas de "empresas beneficiárias".
 
Quem aceita o Vale-Cultura como forma de pagamento?
O Vale-Cultura é aceito por uma rede de cerca de 40 mil empresas em todos os estados do país, inclusive lojas virtuais. Apenas empresas que comercializam produtos e serviços culturais podem se habilitar como recebedoras. Elas são chamadas de "empresas recebedoras".
 
Como este dinheiro chega ao trabalhador?
O valor do Vale-Cultura é creditado por meio de cartão magnético pré-pago, emitido por uma operadora de cartão.
 
O Vale-Cultura é uma bolsa oferecida pelo Governo Federal?
Não. O Vale-Cultura é um benefício trabalhista, assim como o auxílio-alimentação ou o auxílio-transporte. São as empresas que arcam com a sua oferta para os seus empregados. Não se trata de uma bolsa, nem é o Governo que concede o Vale-Cultura.
 
O que a empresa que concede o benefício ganha com o Vale-Cultura?
Além de reforçar o seu compromisso com o bem-estar de seus trabalhadores, a empresa pode agregar valor ao salário sem incidência de encargos sociais e trabalhistas. E as empresas tributadas com base no lucro real poderão deduzir até 1% do imposto de renda se concederem o Vale-Cultura a seus empregados.
 
Os servidores públicos podem ser beneficiados?
A legislação não veda a participação de servidores públicos, mas, para que eles tenham direito ao benefício, deve haver uma iniciativa de cada município, estado ou da União na adoção de medidas próprias. Basta que se inspirem no modelo do programa e aprovem uma legislação para regulamentar o seu próprio Vale-Cultura.
 
O Vale-Cultura é extensivo aos aposentados pela Previdência Social?
Neste caso, não é possível identificar vínculos trabalhistas diretos, de modo que não há o agente empregador que possa conceder o benefício, conforme formatação do programa.
 
Os estudantes podem receber o Vale-Cultura?
Se o estudante tiver algum vínculo empregatício formal e se seu empregador tiver aderido ao programa e houver mútuo interesse, sim. No entanto, a concessão se dá pela relação de trabalho e não pelo fato de ser estudante.
 
Um trabalhador pode receber o Vale-Cultura sem que a empresa onde trabalha tenha feito adesão junto ao Ministério da Cultura?
Não. Para que o trabalhador possa receber o Vale-Cultura, é necessário que haja a adesão do empregador por meio de credenciamento junto ao Ministério da Cultura. Peça à sua empresa!
 
Reproduzido do Site Ministério da Cultura.
Mais detalhes acesse o site http://www.cultura.gov.br/valecultura

Santiago Lima | fã de Almir Sater leva a melhor em Festival Sertanejo no SBT

"É preciso amor pra poder pulsar"
Santiago Lima, assim como Almir Sater coloca a alma em suas canções, sem deixar a simplicidade do lado. E não deu outra, na estreia do novo programa Festival Sertanejo, pelo SBT, hoje 20, com os ícones Chitãozinho e Xororó, venceu os 2 duelos.

E como não poderia deixar de ser, ele cantou um das mais belas canções de Almir Sater e Renato Teixeira, a música considerada um "hino motivacional", Tocando em Frente. E em seguida, os 2 desafiantes cantaram a mesma música Nuvem de Lágrimas.
Merecida vitória e feliz a escolha para homenagear Almir Sater, um dos mais completos da música brasileira.
De mais de 30 mil inscritos, Santiago ficou entre os 14 selecionados, para disputar a tão sonhada vaga no programa.
Assista emocionante apresentação que culminou com a vitória do cantor.


Para lembrar sobre Santiago Lima, em 07 de Julho, 
compartilhei na Página o vídeo onde ele canta para Almir que faz inclusive a 2 voz, o incentivando.. e já tivemos quase 300 mil acessos...
"É Bonito ser simples" | Encontro emocionante de Santiago e seu ídolo Almir Sater.

Pitaco Música: Lollapalooza‬ 2015 : Robert Plant, finalmente vem aí...

【ツ】Alguém acha que eu por acaso estou felizzzzzzzzz?..
Felicidade é pouco para definir o meu sentimento, na verdade eu estou é de "ponta cabeça".. huhuhuuuuuu \m/.
Chega logo Deus Dourado.... \m/. #‎Lollapalooza‬ Brasil 2015 ‪#‎RobertPlant‬ ‪#‎Março2015‬ .. pula para 2015 ..Senhor....\0/.
Por Carol Souza 10/09/2014 19:48 |

"Lollapalooza 2015": Robert Plant e Jack White são os primeiros confirmados no evento"

Fãs brasileiros de Robert Plant, ex-vocalista da lendária banda Led Zeppelin, e Jack White, ex-White Stripes, podem iniciar suas comemorações e também economias.

Nesta quarta-feira (10) ambos os artistas foram confirmados pela própria organização do evento no line-up da edição 2015 do festival "Lollapalooza" no Brasil.

Segundo informações, Plant deve promover seu novo trabalho no festival, o álbum "Lullaby and...The Ceaseless Roar", lançado ainda neste ano, com as costumeiras adições de canções do Zeppelin em seu set-list, porém com novas roupagens. Já White divulga o repertório de "Lazaretto", seu segundo trabalho em carreira solo.

Com pouquíssimas informações sobre o evento, o que se sabe até agora é que o "Lollapalooza Brasil 2015" será realizado nos próximos dias 28 e 29 de março, sem valores de ingressos ou outras atrações ainda divulgadas.

Reprodução: diario24horas. 

PITACO REFLEXÃO: OS OLHOS SÃO A JANELA DA ALMA E O ESPELHO DO MUNDO.

OS OLHOS SÃO A JANELA DA ALMA E O ESPELHO DO MUNDO. (Leonardo da Vinci)


Os meus olhos veem as mesmas imagens que seus olhos veem? As árvores de que tanto gosto, cuja beleza tanto aprecio, comovem-no tanto quanto a mim? Quando tenho a oportunidade de observar a lua (principalmente a lua cheia) por entre os galhos e as folhas de uma frondosíssima árvore, sinto que me aproximo de algo divino. O contraste proporcionado entre a claridade da lua e das nuvens e a escuridade das folhas e dos galhos me deixa embevecido como num transe, em que me parece estar em sintonia com algo transcendente.

Para Fernando Pessoa, por meio de seu heterônimo Alberto Caeiro, o luar através dos altos ramos nada mais é do que o luar através dos altos ramos. Era assim que sua alma, seu espírito, via o luar através dos altos ramos: apenas a existência física de uma imagem. Ele era um poeta existencialista, e o existencialismo, teoria filosófica do início do séc. XX, se caracterizou pela realidade concreta; o que importava a um existencialista era o que se via, como se o que se vê existisse exatamente como se o vê. Não o é, porém. Discordo, portanto, de Fernando Pessoa, apesar de ser leitor contumaz de seus poemas e o julgar um dos melhores poetas de todos os tempos.

VER É PERCEBER COM A ALMA.

Ver não é simplesmente ver; não é simplesmente perceber com os olhos. Ver é perceber com a alma, com o espírito; é deixar-se envolver-se; é deixar-se cativar. Muitos são os que olham e nada veem, pois não se emocionam com o que as imagens representam. Veem fria e racionalmente. Não sabem, talvez, que é possível mudar a maneira de enxergar o que o mundo nos proporciona. Ou sabem, mas não se interessam por isso; estão tão acostumados com a frieza de seu próprio olhar perante as imagens que se lhes apresentam, que se negam a ver a beleza nelas contida.
Pode-se treinar o olhar, pois nunca uma mesma imagem representa a mesma sensação. Cada olhar é um fenômeno diferente do outro, mesmo que se olhe para o mesmo objeto no mesmo lugar, repetidamente. É mais ou menos como a teoria de Heráclito de Éfeso, um filósofo pré-socrático, considerado o pai da dialética, que dizia que ninguém entra duas vezes no mesmo rio, pois nem a pessoa é a mesma que havia entrado no rio anteriormente, nem o rio é o mesmo de quando ela havia entrado nele. Tanto um quanto o outro se modificaram com o tempo.

NÃO SOMOS O QUE JÁ FOMOS; NÃO SEREMOS MAIS O QUE SOMOS.

Não somos agora o que fôramos outrora e não seremos mais o que agora somos. É imprescindível, portanto, que se eduque o próprio olhar para aprender a ver com mais emoção o que se passa diante dos olhos. É o aprender a ver, não meramente com os olhos ou com o intelecto, mas o aprender a ver com o coração. Educar o olhar inicia-se com a consciência de que não vemos as imagens, mas sim a nós mesmos refletidos nelas.
Eu sou aquela árvore que vejo, sou os ramos e as folhas, sou a lua e as nuvens, sou a claridade e a escuridade. Meus olhos são o espelho do mundo, pois refletem a mim mesmo o que há de concreto no mundo, mas o que é refletido tem o significado que minha alma expuser, que meu espírito decifrar. Sou eu mesmo, portanto, refletido nas imagens que captei, que já não são mais as mesmas; transformaram-se nas imagens que eu criei.

APRENDER A DECIFRAR A PRÓPRIA ALMA.

Para isso ocorrer, porém, tenho de aprender a decifrar minha própria alma; tenho de aprender a me conhecer, a mim e às minhas raízes, aos meus princípios. Tenho de abrir as janelas de minha alma. Tenho de transformar meu olhar em algo substancial, nutritivo, pois ele que proverá minha alma de imagens a serem decodificadas.
Tenho também de transformar minha alma num núcleo formador de benevolência, para que tudo o que seja a ela incorporado por meio do olhar me deleite, me deixe embevecido, satisfeito. Assim me transformarei numa pessoa melhor e poderei ajudar as pessoas com as quais convivo a melhorar também nosso meio. Acredito que quanto mais pessoas houver pensando assim, melhor será a nossa sociedade.
Por Dílson Catarino, professor de Gramática da Língua Portuguesa, Literatura e Redação, desde 1980. Graduado em Letras, graduando em Pedagogia,pós-graduado em Psicopedagogia. Criador e mantenedor, desde 1999, do site Gramática On-line. Autor e compositor.  Reproduzido Portal O bonde.

Comportamento | Sociedade Celta.

Os povos celtas estiveram espalhados por quase todo o continente europeu. Não formaram um império, nem possuíam um governo centralizado. Não tinham um sistema de escrita e, portanto, a precisão cronológica sobre seu surgimento se baseia em escavações e em muitas pesquisas, datando de 1800 a 1500 a.C., na Europa Central e Ocidental.
Para os celtas, o mundo estava em constante transformação, noção baseada na experiência de observação e de adoração da natureza; o importante é o presente, o momento, a harmonia e a saúde do corpo e do espírito.

Foto: reprodução Internet.
Dentro da sociedade celta, a mulher dominava a religião. Podia ser uma guerreira e podia escolher o seu parceiro. Quando ela se casava, trazia para o casamento seus bens, e se eles fossem superiores aos do marido, ela se tornava chefe do casal. No casamento, privilegiava-se o amor, ao mesmo tempo em que o casamento era visto como um contrato que poderia ser rompido, pois existia o divórcio. São concepções interessantes para uma época tão distante porque, na verdade, a mulher celta era tudo o que a mulher de hoje “briga” muito por ser.
A primeira grande lição que os celtas nos dão é a da observação e do respeito pela natureza.
A filosofia de vida celta era muito simples:
Para eles, a vida era um eterno movimento cíclico de transformação permanente: nascemos, crescemos, morremos e renascemos. Há o momento certo para cada coisa: arar a terra, semear, colher. As estações do ano são a prova da Natureza de que sempre, após um inverno rigoroso, há a chegada da primavera. Eles nos mostram que é preciso aprender a perder para   ganhar depois.
Outra coisa muito bonita e importante nos ensinamentos celtas é o valor que eles davam à amizade, ultrapassava qualquer fronteira, qualquer plano. Existe a expressão gaélica que retrata muito o valor que davam à amizade, anam cara (amigo da alma). 
Por Ana Elisabeth Cavalcanti da Costa, formada em  História e Estudos Sociais.