sábado, novembro 24, 2012

Almir Sater lota Sesc São Carlos | "belíssimo show".





Demorou, mas as fotos chegaram. Mês passado, no 31 de Outubro, Almir Sater e sua banda "pantaneira", assim como ele tem denominado em entrevistas, arrasou numa belíssima apresentação no Sesc de São Carlos/SP.

Com o Ginásio abarrotado de gente, se espremendo em toda a parte, (os Ingressos se esgotaram  antecipadamente), não deu nem tempo de  pensar em comprar para muitos.
Noite mais que acalorada, 38 graus ou mais, não era só a temperatura que estava a ferver, fãs de todas as idades e da região, se aglomeravam, desde as 18:00 para assegurar um lugar para ver o músico de perto e  se encantar mais uma vez com o som extraído de sua viola e violões.
O artista têm se apresentado com novo formato de show,  mais intimista. Com um cenário e jogo de luzes, que  dão vida a cada música e o sincronismo da banda, fazem do show, sem parafernálias, algo delicioso de se ver. Nota-se que as raízes fronteiriças, tem estado muito presente, nas instrumentais, nos ritmos das polcas, guarânias e chamamés. Verdadeiro bailão animado, que vão criando "vida", quando ele relata sobre sua experiência dos costumes do homem pantaneiro, realizados em meados de 1986, num projeto com seus parceiros, chamado de "Comitiva Esperança" , que aliás, recebo muitas mensagens e emails,  sobre onde adquirir o filme a respeito.  Almir Sater desfilou seu sucessos, mesclando os da sua trajetória até o mais recente, 7 Sinais, e entre uma cantoria e outra, um causo (aliás, aconselho a ver o show para se encantar, com a forma espontânea, em  que o músico conta é divertida), um clima descontraído.

Vale destacar a emoção que transborda nas canções É Necessário, Kikiô e Tocando em Frente, esta um caso à parte, o artista, deixa a plateia terminar e ele vibra com a energia que desperta. pura sinergia. E, para terminar, nada mais real, de BIS, do que um belo blues, considero a  harmonia, os acordes, letra e música, perfeita em tudo, e apesar de ser feita 10 anos atrás ou mais -  nunca se viu algo tão atual, como O Vento e o Tempo, em que vivemos em tempo de reflexão. No final, como é de praxe, e dentro do possível, o artista recebeu diversos fãs, que se aglomeravam na porta do camarim., para vê-lo, e conseguir uma foto, autógrafo ou até mesmo um dedo de prosa.  Nota-se que o produtor, artista e empresária tratam com o respeito e atenção, os fãs e admiradores, que contribuem para que sua trajetória continua sempre "Tocando em frente". Isso faz toda a diferença, a simplicidade continua, como Da Vinci, tão bem nos falou há século atrás, o mais alto grau de sofisticação. E Almir Sater saiu com as mãos carregadas de presentes, como estes da Michelli, que escreveu no Facebook, emocionada, por sua simplicidade e respeito ao pegar os presentes no final do show ainda no palco.











Para terminar, Algumas fotos enviadas por Roberta Guarino, da região de São Carlos, que sempre se faz presente, nos shows para prestigiar o artista. O resto é puro deleite.

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