sexta-feira, setembro 23, 2011

Almir Sater fala sobre o show em Ponta Grossa e que será emocionante.

Publicado em: 23/09/2011 - 06:00
Por Paula Schamne
Divulgação

O repertório conta com músicas de vários discos. O cantor e compositor está em turnê pelo Paraná. Integrantes do Clube do Assinante têm vantagens na compra de ingressos

Cantar a vida simples do homem do campo, o amor do sertanejo é uma das marcas de Almir Sater, consagrado violeiro, músico e compositor. Sater volta ao palco de Ponta Grossa neste domingo, trazendo no repertório vários sucessos dos mais de 30 anos de carreira.

O show, que conta com apoio do Clube do Assinante DC, acontece às 20h30, no Cine-Teatro Pax. Ingressos estão sendo vendidos a R$ 100, com direito a meia-entrada. Assinantes do Diário dos Campos têm 20% de desconto na compra do ingresso na sede do jornal.


De personalidade simples e natural, carismático, Almir Sater é exímio violeiro, além de cantor, compositor e instrumentista. Ele nasceu em Campo Grande (MS) e foi criado ao som da viola.

Seu estilo se caracteriza pelo experimentalismo e sua música agrega uma sonoridade tipicamente caipira da viola de 10 cordas, do folk norte-americano, com influências das culturas fronteiriças do seu estado, como a música paraguaia e andina. Sua trajetória musical sempre foi marcada por grandes feitos.

Em 1988, foi escolhido por unanimidade pela crítica para participar da abertura do Free Jazz Festival. Também ganhou dois prêmios Sharp (hoje Premio da Música Brasileira) nos anos 90.

Almir Sater conta que o público de Ponta Grossa poderá ouvir grandes sucessos da carreira, como Trem do Pantanal, Cavaleiro da Lua, Tocando em Frente, Um Violeiro Toca, Chalana e outras.“Tocamos canções de vários discos, valorizando a música de viola”, diz. A emoção e o encantamento que o som causa no público, Sater atribui ao prazer de fazer música. “Gosto muito de compor, de tocar. Faço música para mim. Se não me agrada, também não agradará meu público”, diz. Segundo ele, para ter sucesso e conquistar o público, a música precisa ter arte, emoção. “Se tiver arte, tudo bem. Senão, a música não chega à esquina”, avalia. “Música é coisa séria”, fala.

Sobre o público, Sater diz ter na plateia “da criancinha à vovozinha”. “É um público bem diversificado, que gosta de viola, de música de raiz. Também há fãs de novelas, já que muitas músicas minhas foram trilhas sonoras de novelas”, brinca. O músico, que esteve recentemente na cidade, diz que é um prazer tocar no Paraná. “Eu me sinto honrado. As pessoas me acolhem com muito carinho e sabem ouvir música”, diz. “É um público especial. Minha banda e eu faremos um show muito bonito na cidade”, comenta.


Além de Ponta Grossa, a turnê também passou por Foz do Iguaçu e União da Vitória.

Informações através do telefone (42) 3220-7777.

Quer ganhar ingressos? Participe do sorteio no site do DC. Preencha o cadastro e concorra a pares de ingressos
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Entrevista SIMPLESMENTE ALMIR SATER

SIMPLESMENTE ALMIR SATER
20, September 2011 
Em sua passagem pelo Teatro Municipal de Barueri (SP), o cantor nos concedeu uma entrevista exclusiva.

De Mato Grosso para o Brasil inteiro, Almir Sater é um artista que pode ser chamado de completo. Em seus dez álbuns solos se encontram algumas das composições consideradas obras-primas brasileiras. A viola, sua velha companheira, dá o tom de sua personalidade musical e uma identidade inigualável a suas canções.
Senhor da serenidade, Almir não define seu trabalho como sertanejo, explicando suas influências do folk, rock e pop norte-americano e britânico. Mesmo assim, o cantor aceitou conceder uma entrevista para o SertanejOnline, onde ele explica suas influências, escolha de repertório e o “segredo” de seu sucesso…

SertanejOnline – Como você escolhe o repertório? Ele vai mudando conforme o show?
Almir Sater – Têm músicas que soam bem quando a gente toca, têm músicas que funcionam bem pra estúdio. Eu toco três ou quatro vezes, e quando eu acho que eu me atrapalho um pouco com a letra ou com o acorde, então eu deixo pra lá. Não que eu não goste da canção, na verdade é que ela não funciona bem para aquele momento. Aos poucos eu vou tocando as músicas que vão fluindo. O show tem que ser fácil, tem que ser gostoso, então tem muitos improvisos, muitos instrumentais e músicas que não podem faltar.

SO- Para você, qual música não pode faltar na setlist?
AS- “Trem do Pantanal” é uma música que não é minha, mas antes de eu pensar em gravar um disco eu já cantava ela naquelas rodinhas de colégio. É uma canção de um amigo meu. Eu ia gravar no primeiro disco, mas acabei gravando no segundo. Depois, eu comecei a tocar e nunca mais parei de tocá-la. Todo show que eu faço eu toco essa música.

SO- Qual música não pode faltar para os fãs?
AS- Ah, “Tocando em Frente” e “Chalana”. Engraçado, eu nunca pensei em gravar “Chalana”. Quando eu fiz a novela “Pantanal”, o personagem deu muito certo. No dia em que fui renovar o contrato com a Rede Manchete, o diretor da novela me perguntou se eu sabia cantar essa música. Eu disse que sabia e ele me pediu para cantar e gravar na hora. Achei loucura, já que nem tinha um violão nas mãos. Ele acabou me convencendo, e quando entramos no estúdio, Sá e Guarabyra estavam gravando. Foi ai que peguei o violão de Guarabyra e gravei.
Quando eu vi a cena do barquinho subindo e a música entrando… vi que ficou muito bonito, me emocionou. Nós tínhamos gravado no sábado de manhã, sem nenhuma pretensão. Era só para entrar numa ceninha. Nós relaxamos e gravamos.

SO- Então, para você, não existe uma fórmula certa para o sucesso?
AS- É, a gente vê que essas coisas são assim, não tem segredo de sucesso… Tem que relaxar. É igual a um jogador de futebol que às vezes não consegue nem chutar o pênalti de tão travado que está. Tem que encarar na brincadeira.  No começo da carreira ninguém conhecia meu trabalho, porque basicamente a gente tinha que passar o tempo todo fazendo composições. Logo, você começa a viajar e fazer shows, e de repente consegue uma projeção ou um espaço na música brasileira para ficar trabalhando. É uma nova adaptação a cada fase.

SO- Projetos?
AS- Projetos sempre têm um monte, né? Meu projeto agora é ficar viajando pelo Brasil, tocando viola, fazendo música. É prazeroso fazer shows. A parte mais gostosa da música é cantar e tocar no palco. No estúdio é bom também, é mais intimista e muito gostoso. O último CD que eu fiz foi o “7 sinais”, faz uns 5, 6 anos…

SO- Mas você tem vontade de lançar um CD novo?
AS- Ah, eu tenho, né? Tenho até música pronta. Hoje em dia disco é filantropia, e filantropia se faz quando é possível.

SO- E a parceria com Renato Teixeira?
AS- Comecei a fazer um projeto com o Renato Teixeira no ano passado. Fizemos metade do projeto, este ano ainda não encontrei com ele nenhuma vez. Ele é meu irmão, meu parceiro. A gente tem tudo a ver.
A primeira vez que eu escutei um disco no Renato, eu pensei “não estou sozinho nesse mundo”. Todas as nossas músicas foram aproveitadas, e isso é raro. Eu sou compositor, ele é compositor e, na arte de compor, nosso universo é muito próximo. Às vezes a gente está compondo juntos e rola um entrosamento diferente. Por exemplo, não adianta eu mandar uma fita pro Renato ouvir, ele não funciona assim… a gente tem q ter tempo livre pra sentar e tocar.
Vamos fazer muitas canções juntos ainda. É que estou trabalhando muito e o Renato também está fazendo muitos shows.

SO- Você tem um grande público que está presente nas mídias sociais. Você acompanha a repercussão da sua carreira na internet?
AS- Fico sabendo de algumas histórias. Acompanho uma coisa ali, outra aqui. A questão é: esse tipo de coisa absorve muito tempo. Um tempo atrás, eu perdi meu laptop, deixei ele no taxi. Aquilo me deu uma liberdade, porque antes disso eu chegava ao hotel e já ligava aquele negócio. Já tinha um monte de manchetes, notícias boas, noticias ruins… Até ia arrumar outro, mas deixei pra lá. Em casa tenho um, mas quando viajo, nem levo.

SO- Por que você não tem um site oficial?
AS- A partir do momento em que eu tenho um site, eu sou responsável por ele. Qualquer informação oficial é responsabilidade minha e eu sou um cara irresponsável. Não quero também falar o que eu sou, o que eu comi hoje, quantos quilos eu estou pesando, sabe? Acho que isso é muita vaidade. Tem muita coisa superficial, mas muita coisa boa também.

SO- Você costuma dizer que não é sertanejo, e sim roqueiro…
AS- Desde menino eu sou roqueiro e sempre gostei de folk americano, inglês, boliviano, andino e movimentações folclóricas. Eu gosto muito desse som popular. O rock é um gosto de menino. Não era um rock tipo Little Richard, era um rock mais progressivo, mais pop.
Eu apenas descrevo o interior do Brasil, e tenho também influências da música folclórica brasileira, como catiras. Mas isto não é proposital.
Nós todos somos um pouco influenciados pelo pop internacional. Quando minha geração escutou Beatles pela primeira vez… nossa! E depois Pink Floyd, com um som lindo! A música inglesa é muito bonita!

Fonte: http://sertanejonlinecolunas.tumblr.com/post/10450300126/simplesmente-almir-sater

Almir Sater encanta o público e artistas no Citibank Hall

18/09/2011 20:08

Almir Sater leva o som da viola para o Citibank Hall, no Rio.

Foto: Graça Paes / Mural da Fama
Por Graça Paes
Na noite de sábado, dia 17 de setembro, o ritmo sertanejo tomou conta da Barra da Tijuca, o cantor Almir Sater se apresentou no palco do Citibank Hall, na Zona Oeste do Rio. Na plateia ilustre os amigos Castrinho acompanhado da esposa Andreia castrinho e de amigos, o ator Luciano Vianna com a namorada Michele Soares e a cunhada Priscila Soares e os atores Antonio Pitanga e Tamara Taxman.  
Foto: Graça Paes / Mural da Fama
Almir Sater, cantor e violeiro, ficou nacionalmente conhecido quando integrou o elenco da novela "Pantanal", de Benedito Ruy Barbosa, na extinta Rede Manchete em 1990. Pouco depois, em 1991, protagonizou a novela "A História de Ana Raio e Zé Trovão", de Marcos Caruso, na mesma emissora.

Seu estilo musical agrega folk e o sertanejo de raiz, com pitadas de música paraguaia e andina; mescla traços eruditos e populares, por isso seu público é tão grande e eclético. Alguns de seus melhores trabalhos foram em parcerias com Renato Teixeira, Paulo Simões e Sérgio Reis (com este último apenas nas novelas "Pantanal" e "O Rei do Gado").
Com mais de 30 anos de carreira, Almir já gravou 10 álbuns, sendo "Estradeiro" (1981) o primeiro e "7 Sinais" (2006) seu último trabalho com músicas inéditas. Ele é considerado um dos principais responsáveis pelo resgate da viola de 10 cordas,  agora com um toque mais sofisticado, acrescentando estilos como blues, rock e folk.
Foto: Graça Paes / Mural da Fama

Reproduzido de  Graça Paes / Mural da Fama.
Pitaco de Loira:
Como é de praxe, com sua simplicidade e seu carisma peculiar Almir Sater atendeu os fãs, após o show, no camarim. Uma destas fãs e sortudas da tão concorrida disputa ( filas foram formadas) para estar perto do artistas, foi a Silvia abaixo que me enviou foto em tempo real através do FB.

A professora Marcela, na foto abaixo também ao lado do Artista, da nossa Comunidade do Orkut que sempre prestigia os shows do violeiro por esse mundão afora.
Que venha os próximo, então.












Almir Sater em Ponta Grossa, próximo 25 de Setembro -Imperdível


































SERVIÇO:
Data:25/09/11-Domingo
Cidade:Ponta Grossa -Pr
Horário:20:30
Local: Teatro PAX
Endereço: Rua Antonio Russo,28 -Oficinas
Tel:(42) 3223-4377// 3229-1906
Investimento em Valores R$
R$ 100.00 (inteira)
R$ 50.00 ( estudantes,pessoas de terceira idade acima de 60 anos e professores de rede pública)

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